O que dizer do Twitter?

Você já tentou explicar a alguém como funciona o Twitter? É um microblog; tem as pessoas que você segue e tem as pessoas que seguem você; você só pode mandar mensagens de até 140 caracteres. Parece difícil e totalmente sem razão de ser usado. A verdade é que, a melhor maneira de entender o Twitter é fazer um cadastro e descobrir. Afinal, cada pessoa usa o Twitter com um objetivo, de se informar sobre política, economia e whatever, a fofocar e trazer ao mundo – talvez não tão grande assim – sua querida e relevante vida pessoal.

É, mas a questão é: o Twitter foi primeira rede social a abandonar a ideia de amizade mútua entre os usuários, ou seja, você não precisa seguir uma pessoa porque ela te segue, e vice-versa; na grande maioria dos casos, você não tem que esperar por uma autorização para seguir determinada pessoa. Não é Orkut, nem Facebook, muito menos MSN. Quer bater papo com alguém que conheceu no Twitter? Abre um pvt aí (mIRC).

Bem, o Twitter surgiu há exatamente 4 anos, no dia 21 de março de 2006 e, a princípio, era uma rede privada, somente para testes. No início de 2009, o site possuía aproximadamente 5 milhões de usuários. Mas aí, os brasileiros descobriram e o Twitter fechou o ano com mais de 65 milhões de usuários.

Muito rápido, muita informação para absorver e muita, mas muita coisa, ainda a ser descoberta. Como ganhar dinheiro com o Twitter? Como as empresas podem ou devem usá-lo em seu planejamento de comunicação? Bem… eu não sei, mas eu continuaria experimentando. E olhando exemplos bem sucedidos, como o @Muellercwb.

Publicado por Lu

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Eu sou controlado pela Publicidade?

Sim. E um dia os publicitários vão dominar o mundo e acabar com todas as pessoas, começando pelos Clientes. A fome na África, os terremotos do Haiti e do Chile, as nevascas da China, as tempestades em Bangladesh… todas as mazelas do mundo… é tudo culpa dos Publicitários… MUAHUAHUAHUAHUA (risada maléfica).

A história dos estudos em Comunicação se divide em dizer A) que as pessoas são completamente controladas pela mídia, B) que os meios de comunicação não fazem nenhum efeito sobre o público e C) que as pessoas são mais ou menos influenciadas pelos meios. Esse mais ou menos aí é bem amplo e abrange váááários pontos de vista diferentes, mas resumindo, todos eles querem dizer mais ou menos, ou seja, que depende.

A explicação que eu mais gosto é a de que a Publicidade canaliza desejos, e, dessa maneira, pode influenciar o consumidor na decisão final de compra. De maneira alguma vou diminuir o poder da Publicidade. Ela influencia sim, faz diferença, cria jargões, costumes, emociona. Mas calma, não é o fim do mundo, você ainda tem seu livre-arbítrio.

A verdade é que a Publicidade não pode fazer você comprar algo do qual você não precisa. Essa foi a ideia usada pela agência Follon Worldwide, em 1986, quando fez esse anúncio para a Associação Americana de Agências de Publicidade (AAAA). O texto diz: “Ao contrário do que algumas pessoas pensam, a Publicidade não pode fazer você comprar algo do qual você não precisa”. Mas tanto faz né, porque ninguém acredita que é realmente influenciado pela mídia… só as outras pessoas é quem são…

Publicado por Lu

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A pão-durice da Cadbury

Primeiro eu preciso falar uma coisa: esse chocolate é bom. De verdade. Se você ainda não comeu, coma. Vale a pena. É uma delícia. É maravilhoso. É macio, e quando você morde, dá pra sentir os pedacinhos quebrados escorrendo delicadamente na boca. Derrete. É suave, não enjoa. É um dos poucos chocolates que, de verdade, você não consegue parar de comer. Sabe aquela coisa ruim que dá quando você come doce demais? Tipo… uma sede, garganta seca e tal? Esse chocolate não faz isso. Só pelo cheiro dá pra saber que ele é tudo isso de bom. Sensacional.

Por isso tudo, eu digo: o slogan da marca é genial. A glass and a half full of joy. Nada mais exato que isso. Essa é, aliás, mágica dos slogans. Juntar um monte de informações em um frase, as vezes até uma palavra. Eu já comentei aqui, né? Por essas e muitas outras é que eu amo a minha profissão. Não tão geniais assim são os filmes da campanha. Tá certo. O normal, para vender chocolate, é falar todas aquelas coisas que eu falei no começo. Mas, como eles têm um slogan genial, poderiam ir para outros caminhos. E foram. É assim que tem que ser. Tanto, que esse vídeo aqui rendeu um Leão em Cannes.

Todo mundo falou que esse gorila foi excepcional. Todo mundo. Aí, a cadbury achou que podia tentar fazer de novo…

Resultado: nenhum. Nada de prêmios. O filme ficou de lado em Cannes e a marca foi tachada de “pão-dura”. Olha, por mim, susse. Eu não sou a maior fã do gorila, quem dirá das sobrancelhas. Mas, se eles resolveram ser “pão-duros” mesmo, ainda bem que não escolheram o prooduto: aquela maravilho chocolate cheirosodemaismacioequederretenaboca.

Publicado por: Gabi Mateos.

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Dia de encher a cara

Hoje é dia de St. Patrick! Vista-se com alguma peça verde e saia bêbado na rua, fazendo folia como se fosse Carnaval. Porque é mais ou menos assim que Nova York está agora: desfile pela 5ª Avenida, pessoas bêbadas dando risada dentro e fora dos pubs. Parece mesmo um Carnaval, um Carnaval irlandês pelo mundo. Todo mundo é irlandês por um dia.

Logo, nada mais tradicional do que uma tradicional cerveja irlandesa para celebrar o dia. O que faz esse dia, dia de Guinness. Vamos conhecer ou relembrar alguns anúncios fantásticos da Guinness?

Publicado por Lu

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Entrou na chuva é pra se molhar!

Como elevar a rivalidade entre Brasil e Argentina a níveis criativos? Fácil, mexa com um publicitário. Mas não caia na besteira de comemorar antes da vitória. Se você vai mexer com o seu concorrente, pense antes nas respostas criativas que ele pode te dar. Reveja aqui como a Audi perdeu para a BMW uma disputa de criatividade. E o pior é que a marca fica com cara de palhaça na jogada…

Bem, esse case, antigo e bem conhecido, é um belo exemplo de como f**** – literalmente – com a sua campanha. A Tulipan, marca de preservativos argentina, achou que teve uma grande sacada com esse anúncio, que foi veiculado antes de um jogo entre Brasil e Argentina:

"Já estamos pensando na revanche"

Mas então, acontece o jogo. O Brasil ganha. Não, o Brasil ganha de 3 a 1. E não só respondem ao anúncio da Tulipan. Respondem e humilham a pessoa que começou tudo isso e que devia estar se achando o último dos criativos na Terra…

"Não foi a primeira vez. Tampouco será a última. Brasil 3 x 1 Argentina"

Gente… fantástico, não? Um belo exemplo não só de Criatividade, mas de solução… vejam como a direção de arte é feita com o texto… e a resposta foi mesmo awesome. Um exemplo também de como a Publicidade diverte a gente!

Numa outra oportunidade, o Brasil deu mais um tapa na cara da Argentina: “Brasil 4 x 1 Argentina. Ui, deve ter doído”. Putz, o pior é que deve mesmo, do fundo do coração!

Publicado por Lu

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Super série

Você apostaria quase 200 milhões de dólares em uma produção para a TV?

Eu, particularmente, não. Mas foi esse o orçamento utilizado para produzir a nova minissérie de Steven Spielberg e Tom Hanks, “The Pacific”. Filmada entre 2007 e 2008, a série estreou somente ontem na HBO americana.

Para ter uma idéia do quanto esse orçamento é bondoso, Avatar, o filme mais caro – e mais rentável – da história, custou US$ 500 milhões. E olha que considerando que o filme é baseado em efeitos especiais (e bons efeitos) e sem esquecer que uma câmera foi desenvolvida só para filmá-lo tá até razoável esse preço.

(Tenho certeza que a FOX não ligou nem um pouquinho de pagá-lo e arrecadar mais de 2 bilhões nas bilheterias ao redor do mundo.)

Se comparado a filmes mais “modestos”, a diferença chega a surpreender. O ganhador do OSCAR® Hurt Locker, também falando sobre guerras, custou a mixaria de 11 milhões de dólares. E aqui não dá pra falar sobre a bilheteria, bom, porque não foi lá um sucesso.

Mas se você pára pra pensar que The Pacific, é uma série dividida em 10 partes, cada uma de 60 minutos, percebe que o orçamento de cada episódio é de 20 milhões (o que continua sendo muito).

A nova série foi baseada nos livros de dois soldados retratados nesta produção: “With the Old Breed”, de Eugene Sledge, e “Helmet for My Pillow”, de Robert Leckie e promete mostrar também o sofreu “lado inimigo”.

The Pacific

Joseph (Joe) Mazzello como Eugene Sledge

Contando com produtores e roteiristas de Band of Brothers, outro sucesso da HBO, The Pacific promete fazer o mesmo sucesso de público e de crítica da outra.

Mas então, por que não investir 200 milhões na nova aposta de Spielberg? Bom, eu não investiria porque não vejo um retorno suficiente. Mas, eu não sou o Spielberg e não tenho milhões e milhões pra escolher como gastar.

O que me parece é que além de tudo o que cerca as grandes produções de Hollywood, o que prevalece aqui, é a paixão por um tema e a vontade de fazer bem feito. Quem ganha com isso, somos nós, telespectadores.

***

Algumas curiosidades…

  • Não reconheceu o Joe Mazzello da foto? Mas você o conhece. Lembra do garotinho mirradinho do clássico Jurassic Park?! É bem ele. Cresceu bem, né? (Veja outras crianças que fizeram parte da nossa infância na TV, depois de crescidas, aqui.)
  • Tom Hanks causou polêmica quando sugeriu que as guerras atuais dos EUA (Afeganistão, Iraque & afins) se assemelhava à 2ª GM, quando os japoneses eram inimigos por serem diferentes. E aí, qual a polêmica aqui? Só não falou do interesse americano e do petróleo. Imaginem se tivesse falado.

“Na Segunda Guerra Mundial, víamos os japoneses como ‘amarelos com olhos puxados’ que acreditavam em vários deuses. Eles queriam nos matar porque nosso estilo de vida era diferente. E nós, em resposta, quisemos aniquilá-los porque eles eram diferentes. Soa familiar ao que ocorre hoje em dia?” Tom Hanks.

(Eles acham que a Guerra é por quê? Pior cego ainda é aquele que não quer ver.)

Links relacionados:

The Pacific na Folha de São Paulo
O acontecimento televisivo do ano
The Pacific na Wikipedia

Publicado por: Lê Scalia

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As propagandas da propaganda

“Publicidade é uma atividade profissional dedicada à difusão pública de ideias associadas a empresas, produtos ou serviços, especificamente, propaganda comercial. Basicamente, conseguir convencer que algo ruim não é tão ruim e que você precisa daquilo.”

Ok, a citação acima foi retirada da Desciclopédia, mas não é de hoje que escutamos críticas relacionadas a propaganda. Os publicitários criam necessidades, enganam o consumidor, convencem que o doce é salgado, incentivam o consumo excessivo de produtos, manipulam a informação (esta também cai no colo dos jornalistas) e o que mais? Ah, claro, também disceminam o vício humanóide por Coca-Cola através de complexas mensagens subliminares.

Além dos “Propaganda é responsável por todas as mazelas do mundo”, existem os incrédulos. Não acreditam que atitudes podem ser influenciadas por um spot de 30 segundos, ignoram a propaganda no maior estilo “Aham Cláudia, senta lá”.

Com tantas pedras apontadas para a publicidade, a Associação Brasileira de Agências de Publicidade e a Associação Brasileira de Anunciantes saem em defesa da vilã do capitalismo. Utilizando-se, claro, de propaganda, buscam comprovar que esta ferramenta funciona e faz a diferença não somente nos negócios, mas nas vidas das pessoas.

Veja os vídeos e as ótimas campanhas impressas:

Publicado por Tiago Pizzolo

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O novo filme da Lady Gaga

O novo clipe da Lady Gaga é um filme. Sério… são quase 10 minutos de vídeo, o que significa que temos menos cenas com música e mais cenas de pura atuação e diálogo. A história, escrita por Jonas Akerlund e pela própria Lady Gaga, é uma continuação do vídeo de Pararazzi, em que Gaga termina fazendo poses para sua mugshot; Telephone começa em uma prisão feminina e termina com um misterioso “To be continued”…

O filme conta também com a participação de Beyonce Knowles – nossa querida diva – e do rapper/ator Tyrese Gibson. Rolou até um comercial na televisão americana, divulgando a premiere do clipe, que aconteceu ontem às 9 horas da noite (horário do Pacífico – 2 horas da manhã no Brasil). E mais, reparem nos merchandising inseridos no clipe: latinhas da Coca-Cola na cabeça de Gaga, celular  Virgin Mobile, Polaroid, Chanel…

Telephone é a segunda música de uma parceria de mão-dupla entre Beyonce e Lady Gaga. A primeira, Videophone, foi lançada em 17 de novembro de 2009, e está na edição deluxe do álbum I Am… Sasha Fierce, da Beyonce. Não é nem de longe uma superprodução, nem de música e nem de vídeo. Já Telephone

Bem, essa música, na verdade, deveria ser uma parceria com a Britney, de quem Gaga sempre foi fã. Mas a cantora recusou a música… pode isso, gente?? E então, a parceria acabou nas mãos da Beyonce. Não perdeu nada, Gaga…

É provável que a versão original de 9min e 32seg de Telephone seja editada para uma versão menor para poder passar na TV todos os dias. Mas você não pode deixar de assistir à íntegra. Reparem na produção, na direção de arte… um estilo bem Pop Art - não tem como não lembrar de Andy Warhol e, pricipalmente, Roy Lichtenstein, ainda mais na hora das legendas e onomatopeias.

Viu? Lady Gaga também é cultura! ;)

Veja também:
Making-of de Telephone

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E a música Pop, hein?
She’s a Lady

Publicado por Lu

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20 curiosidades sobre cerveja

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O Pop da Romênia…

De 1998 à 2006, a banda O-ZONE, originalmente da Moldávia, disparou nas rádios de toda a Europa, do leste à parte ocidental. O maior sucesso foi, definitivamente, Dragostea din Tei, que, no Brasil, ficou conhecida com a versão em português feita por Latino – Festa do Apê; depois, em 2008 Rihanna e o rapper T.I. gravaram a música Live Your Life, que começa com a mesma melodia de Dragostea din Tei. Aliás, antes disso, em 2005, Dan Bălan, integrante da banda O-ZONE, e o dj americano Lucas Prata gravaram uma versão em inglês. E não-sei-quando, alguém fez uma versão japonesa… traduzida da versão brasileira… coisa boa não deve ter ficado.

Mas em 2006, mesmo depois de tanto sucesso, a banda acabou e cada um dos três integrantes seguiu seu caminho. Arsenie Todiraş lançou carreira solo, cantando em inglês. Talvez você até tenha ouvido alguma de suas músicas: Love me, Love me (2005), Loca (2006) – com a participação da cantora ucraniana Natalia Gordienko -, Rumadai (2008), e Minimum (2009). Dan Bălan também seguiu carreira solo, mas acredito que não fez tanto sucesso, pelo menos a ponto de suas músicas chegarem ao Brasil.

É ou não é o próprio KLB da Romênia??? Abaixo, o clipe de Minimun, do Arsenie Todiras. Foi o mais mais-ou-menos que eu vi… hahaha. Ah, vai, a música até que tem uma melodia bacana. Será que eu já tinha ouvido antes?

Publicado por Lu

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