Arquivo mensal: setembro 2009

Seriados, a volta

 

Este post contém spoilers.

No que diz respeito à televisão, essa época do ano é, pra mim, quase tão divertida quanto o meio do ano no Cinema. Todas as séries – renovadas – voltam, resolvendo os mistérios, explicando fatos, desfazendo nós. Novos personagens, novas situações, novos dramas, novas piadas, mas com o conforto de ter aquele elenco fixo (ou quase todo ele) ali, esperando por você. Não importa qual gênero a série tenha, é muito bom tê-las de volta para mais uma temporada. Hoje vou falar um pouquinho sobre o meu TOP 5, que só não voltou completo porque Chuck retorna somente após o segundo recesso (o mid-season), em fevereiro.

House

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

House, season 6

House, season 6

Bom, acho que a palavra que melhor resume essa season premiere é diferente. O personagem de Hugh Laurie nunca havia aparecido desse jeito, tão vulnerável. No entanto, o episódio foi interessante. A minha dúvida era como ele iria se portar na continuidade da série, já que o seu lado frio e sarcástico foi meio deixado pra trás junto com o Vicodin. Então, no episódio de segunda, pude perceber que as coisas realmente mudaram. Acho que vai ser mais drama e menos humor negro… pelo menos nesse início. Mas devo adiantar, por mais que continue bom, sinto falta das piadinhas únicas do meu gênio do mal favorito, House.

Dexter

Dexter, season 4

Dexter, season 4

Foi a melhor season premiere que eu assisti esse ano. Superou minhas expectativas e se manteve no alto nível de sempre. A cara de cansaço do Michael C. Hall valeu o episódio, sério. E a brincadeira que fizeram com sua própria abertura foi mais engraçada que os episódios inteiros de House e Mentalist juntos! Está, inclusive, no youtube… e eu trouxe pra cá, claro. E pelo final do episódio… ah, a temporada promete! Ótimos personagens, excelentes situações e o humor mais negro da televisão… a 4ª temporada de Dexter tem tudo para manter o nível, e, quem sabe, até voltar à primeira temporada.

A melhor parte do episódio fica aqui:

Mentalist

The Mentalist, season 2

The Mentalist, season 2

The Mentalist foi a melhor surpresa que eu tive no ano passado. Em especial pelo Simon Baker. Excelente! O elenco de apoio também é ótimo, só a Veronica mesmo continua com uma cara meio de nada – é, Veronica… eu tenho o hábito (duvidoso) de me dirigir a personagens por outros papeis que o ator tenha feito, neste caso, a Teresa Lisbon, a atriz Robin Tunney, e a saudosa Veronica Donovan, de Prison Break.

Mas voltando à série, achei esse episódio mais sério, menos divertido. Talvez seja um prenúncio do que teremos a seguir nesta temporada… espero mesmo que não seja. As tiradas do Jane são excepcionais… espero que as piadinhas continuem lá. E espero que tenhamos mais sobre Red John, já que, particularmente, é o fio que eu acho mais interessante no seriado. Todos os episódios referentes ao Red John têm um nível mais alto e sempre dão mais possibilidades de criação. Dá uma melhor continuidade.. De qualquer forma, boto fé em Mentalist.

Grey’s Anatomy

Grey's Anatomy, season 6

Grey's Anatomy, season 6

*Falarei sobre Grey’s um pouco mais porque era a série que trazia mais expectativa quanto ao seu reinício, dado seu trágico (e surpreendente) final de temporada.

E eis que o paciente com a doença misteriosa que faltou em House apareceu em Grey’s Anatomy. Bom, comecemos pela música… faltou trilha sonora. Mas talvez seja proposital, pra combinar com o clima, né, Lú? De qualquer forma, Grey’s é uma série que sempre primou pela trilha sonora impecável… então, em um dos momentos mais importantes da série, optaram pelo silêncio (quase total). E embora isso combine com o clima de luto, não ajuda o telespectador a sentir. Eu apostaria em uma trilha mais foda, acho que seria mais adequado.

E foi diferente também como trataram o luto de cada personagem. Alex praticamente não sentiu muito a morte de George. Christina decidiu ofender todo mundo (e não de um jeito legal). Meredith focou toda a sua energia no McDreamy. Izzie… bom, a Izzie (fora o ataque de riso) foi a que mais se aproximou do luto “tradicional”, ainda assim, sem a intensidade que eu acho que deveria ter. Está certo que cada pessoa experimenta o luto de uma forma diferente, mas achei que o episódio foi focado mais nos personagens que dão apoio à série, como Bailey, Callie, Lexie , Chief e até mesmo Owen. Faltou mostrar um pouco melhor o modo como o quarteto principal de Grey’s começou a superar a morte de um amigo querido (o 5º elemento do ex-quinteto).

Mas a melhor parte ficou mesmo a cargo do Mercy West… hahaha, cúmulo da ironia o chief sofrer um acidente e ir parar lá, sob os cuidados da médica que ele havia rejeitado. Aliás, pessoalmente, achei que a Callie apavorou nesse episódio. Foi a melhor expressão de luto que eu vi no episódio… e claro, ela não precisava da Izzie para responder a pergunta da mãe do O’Malley… ele doaria tudo. É a cara dele. Mas achei fofo ela recorrer à melhor amiga dele. Enfim, até a Amanda lá parecia estar sofrendo mais do que os amigos do George.

Foi interessante vê-los tratar da morte de alguém próximo. Eles, que lidam tão profissionalmente com a morte, sentiram-na mais perto. E gostei do fato de todos os personagens narrarem um pouquinho no final. E acho que a união SGH – Mercy West será bem legal. Mas é como a gente conversou aqui… a criadora já se prepara para a ausência de personagens importantes, como a própria Grey (Meredith), Izzie e o Shepherd. Ela está pensando na possibilidade de colocar a Little Grey no comando da série… bom, a Lexie é legal e tudo o mais, mas por favor… termine Grey’s Anatomy antes que isso aconteça.

Enfim, essa temporada vai ser a hora da verdade pra Grey’s. A Shonda (Rhymes) não costuma decepcionar… mas, pelos boatos, está deixando a desejar. É outra série que precisa se cuidar com a debandada.

No fim das contas, é interessante que das minhas séries favoritas, 3 têm seu sucesso ligado diretamente aos protagonistas. Hugh Laurie (House), Simon Baker (Mentalist) e Michael C. Hall (Dexter) são responsáveis diretos pelo sucesso de suas respectivas séries. Não dá pra imaginar o House sem aquele tom irônico, o Patrick Jane sem seu charme, e o Dexter sem aquela cara… Não dá pra afirmar nada baseando em possibilidades… mas acredito, de verdade, que se esses seriados não tivessem esses atores específicos à sua frente perderiam grande parte de seus atrativos. E, não por acaso, as três séries têm no título o nome de seus protagonistas (ou, no caso de Mentalist, o que ele é).

E, bom, por motivos óbvios eu escolhi falar só do meu TOP 5 de séries… não daria pra comentar todas as séries que eu assisto aqui. Além disso, não estou completamente atualizada em todas elas, hehe.

Acréscimos:

 

 

 

 

 

 

 

Bones, season 5

Bones, season 5

Bones: essa temporada tem tudo pra ser a mais fofa da série.

 

True Blood esteve em fim de temporada e não em início. E, bom, essa é outra série que merece um post inteiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gossip Girl ainda é um enigma pra mim em certos aspectos,mas até aí, merecia um post inteiro sobre… Tudo bem que a série não prima por ‘ser real’, mas eu não ligo pra isso… mas algo que eu acho eternamente estranho é a relação que os personagens mantêm. Eles se adoram num dia, se odeiam no segundo seguinte e são BFFs no outro quadro… bom, quem sabe um dia. (Aliás, as propagandas de Gossip Girl tendem a ser, no mínimo, interessantes, haha. As da 2ª temporada continham, em cada cartaz, uma foto ‘chocante’ e uma crítica ‘negativa’, do tipo “O Pesadelos de todos os pais” ou “Muito ruim pra você”. Hm… e no meio da temporada, posters com o rosto dos personagens estavam “pichados” com delicadezas como liar, fake, cheater ou loser. Seguido de “você não é ninguém até que falem de você”.)

 

Samantha Who?, season finale (2)

Samantha Who?, season finale (2)

Samantha Who? Acabou na segunda temporada, e, devo dizer, era ótimo pra quando se está à toa… sem compromisso, boas tiradas e uma premissa original.

 

 

 

 

 

 

Private Practice ainda não começou. Na verdade, começa hoje à noite. Aliás, estamos pensando em legendar uma série susse e que tenha uma legenda que leva um tempo a mais pra sair, por isso, pensamos em PP.

Greek teve uma segunda temporada bem melhor do que a primeira. Esperamos uma terceira ainda mais divertida.

90210 não acrescenta nada… mas não se pode negar que rolam barracos haha, é praticamente uma novela mexicana!

OTH segue firme e forte, embora eu tenha certas dúvidas sobre certas coisas (nunca acho um bom sinal a retirada de protagonista(s)).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dollhouse, season 2

Dollhouse, season 2

 

 

 


Heroes ainda me faz lutar (han, han hahaha). Acho que pela consideração que eu tenho com a série – por causa primeira temporada.

Lie To Me, que estreou no Brasil essa semana, pelo jeito está subindo!

Dollhouse melhorou bastante no final da sua primeira temporada e acredito que tenha voltado reforçada.

O twitter é um lugar para medir tanto a espera quanto a reação das pessoas. Na quinta passada (25), Grey’s Anatomy passou o dia inteiro nos trending topics. E o dia seguinte também… bom, talvez alguns dos tweets tivessem um conteúdo um tanto quanto negativos, já que, ao meu ver, o episódio ficou abaixo das expectativas. E no domingo (27), Dexter esteve no topo dos tt, com a volta muito comentada.

 

 

 

Prison Break, season finale (4)

Prison Break, season finale (4)

Lamento da hora: primeira vez em 4 anos que meu segundo semestre começa sem Prison Break. Definitivamente uma das melhores séries já feitas. Disparadooooo!!!

Chuck :]

Chuck :)


Faltou mesmo só Chuck nesse post… :/. Infelizmente, só em fevereiro.

Bons episódios, no geral. E que venham os próximos… não dá pra ficar sem. :]

Publicado por: Lê Scalia

A Alma do Negócio

Vi esse curta há muuuito tempo, num festival de cinema do Sesc, em Rio Preto.

É ótimo, hilário e também uma grande paródia das propagandas de TV. Um pouco mais de 8 minutos de filme, mas pensem como quase 3 intervalos comerciais da Globo. Mas tem que assistir até a última frase antes dos créditos!

Direção e roteiro: José Roberto Torero

Atores: Carlos Mariano e Renata Guimarães.

1996

Do projeto “Porta Curtas”, da Petrobras. Para assistir ao curta no site da Petrobras, clique aqui.

Dexter, um outro nível de TV e de PP

America's Favorite Serial Killer

America's Favorite Serial Killer

Dexter é uma série norte-americana, que conta a história de um serial killer que tem como alvo outros seriais killers. Interessante, não? A série passa aos domingos às 21h (ou seja, um dia e horário não tão nobres), no canal Showtime, pertencente à rede CBS. No Brasil a exibição fica por conta do Canal FX e as reprises pela FOX (domingos às 22h). Dexter, com episódios de pouco mais de 50 minutos, está em sua quarta temporada – que está estreando hoje (domingo, 27) –, e já foi renovado para no mínimo, mais uma. No entanto, apesar da aclamação crítica ainda existem polêmicas que rondam esse seriado.

Baseado na obra de Jeff Lindsay “Darkly Dreaming Dexter”, Dexter fala sobre um cara frio, calculista, que tem sérios problemas, e que tem um desejo irrefreável de matar. Por ironia (são tantas!), ele é um especialista forense em sangue que trabalha no Departamento de Polícia de Miami. Porém, como todo psicopata, Dexter faz um ótimo papel social e é adorado pelas pessoas que convivem com ele, passando facilmente por alguém inofensivo. Confesso que quase desisti de Dexter no início… era tanto sangue e tão pouca emoção… Estava decidida a “largar” a série, mas resolvi tentar um pouco mais… esquecer das cenas cruas e me focar mais no drama e nas atuações maravilhosas. E então, eis que os episódios foram passando, melhorando (substancialmente) e aí não teve mais jeito.

No decorrer das temporadas, os criadores de Dexter tiraram o foco das mortes e passaram a se concentrar na evolução do complexo personagem principal. Como as coisas mudam pra ele e como ele passa a experimentar sentimentos que antes achava não ter, impossível mesmo sentir. Dexter passou de um filme de terror pra um suspense excelentemente construído, um personagem vazio se tornou cada vez mais profundo, e conta ainda com ótimas tiradas e um grande trunfo: Michael C. Hall. Em Dexter não existe meio termo: ou você ama ou você odeia. Eu, particularmente, adoro.

Não é – obviamente – uma série que crianças possam assistir… provavelmente, nem mesmo adolescentes. Mas quando uma produção te deixa cativado a ponto de torcer para um assassino a sangue frio, que aparece como o vilão mais heroico dos últimos tempos, não tem como não reconhecer os méritos da obra. E Dexter tem todos os méritos.

Mas não entrei nessa longa introdução a Dexter por nada… vim falar sobre a campanha de divulgação da série.

Quando chegou ao Reino Unido a FOX preparou uma campanha de marketing viral que consistia em mandar mensagens personalizadas e assinadas pelo assassino: “Hello (name). I’m heading to the UK sooner than you might think. Dexter.”, algo como “Olá (nome). Estou chegando ao Reino Unido mais cedo do que você imagina. Dexter.”. Um tempo depois, a mesma pessoa recebia um email com um vídeo falando sobre uma onda de assassinatos, onde várias ameaças são feitas (como ter o seu nome escrito em sangue na parede de uma cena do crime ou vê-lo aparecer em um saco de evidências).

Acabando com a festa, algumas pessoas acharam que as mensagens fossem spam e reclamaram. Então, a FX esclarecia após a mensagem que aquilo tudo fazia parte de um viral para promover a chegada de seu novo seriado, Dexter, mas que, no entanto, quem havia mandado era algum amigo através do site da emissora. De qualquer forma, muito bom! Muito bom mesmo! E o alto nível das campanhas para promover o seriado continua, com outros tipos de ações, mas ainda assim geniais.

As ações do ano passado, incluíram manipulações de capas de revistas famosas dos EUA, com o personagem principal estampado nas mais diversas publicações. (As propagandas desse ano eu não vou colocar aqui porque contêm spoilers!)

Dexters

Dexters: GQ, Interview, Vanity Fair, Los Angeles Magazine, Details, The New York Times Magazine (faltou aqui a US Weekly :I)

Mas as melhores capas são definitivamente essas:

Dexter, Rolling Stones

Dexter, Rolling Stone

Dexter, Wired

Dexter, Wired

Dexter, Esquire

Dexter, Esquire

Dexter, The New Yorker

Dexter, The New Yorker

Uma das aplicações que essas “capas de revistas” tiveram, se não me engano, foram no metrô de NY e no ônibus de turismo da cidade.

Turismo de matar

Turismo de matar

Muito legal :P

Muito legal :P! RS e US Weekly

Outras propagandas e ações, umas mais antigas, outras menos, foram:

Uma brincadeira com a frase "Power to the people"

Uma brincadeira com a famosa frase "Power to the people", mas reivindicando motosserras e não poder para as pessoas :P

(Qualquer semelhança é mera coincidência…)

Hm... hahaha

Hm... hahaha (foi o mesmo artista que fez os dois)

Essa acabou no ônibus também.

Mais turismo.

Mais turismo.

Mais guerrilhas:

Inesperado, no mínimo

Inesperado, no mínimo

:]

Formato diferente

Não sei se estava no supermercado mesmo, mas se estivesse.. há! :P

Não sei se estava no supermercado mesmo, mas se estivesse.. há! :P

Não dá pra dizer que não chamou a atenção.

Não dá pra dizer que não chamou a atenção.

Ah, mais uma ação (diferente) de Portugal, aqui.

O que dizer então, de uma fonte de “sangue”?

Falando em ironia...

Falando em ironia...

CSI by Dexter

CSI by Dexter

E agora, as propagandas mais antigas de Dexter, mas também as melhores! Muito, muito, muito boas. Eu vi as propagandas antes de começar a assistir o seriado, então, acho que começou a me ganhar aí, hahaha.

“NADA PÁRA UM SERIAL KILLER COMO UM SERIAL KILLER”

Hannibal Dexter (Silêncio dos Inocentes)

Hannibal Dexter (Silêncio dos Inocentes)

Jaxter ou Deson (Sexta-Feira 13)

Jaxter ou Deson (Sexta-Feira 13)

Dexter Bates (Psicose)

Dexter Bates (Psicose)

Bom, é só. Mais sobre o nosso serial killer mais adorável e querido em breve, aqui no Brasil, na estreia da 4ª temporada. Aliás, falando nisso, o primeiro episódio da nova temporada de Dexter vazou na internet em meados de agosto, portanto, já está disponível. E o excelente Michael C. Hall pode ser visto nos Cinemas em Gamer, com o também excepcional Gerard Butler.

Ah, fica aqui a abertura, uma das muitas genialidades de Dexter. Mas talvez, a maior delas – provavelmente a que eu mais gosto. É impressionante como uma sequência de senas (OPA, Sascha!) cenas extremamente comuns podem se tornar aterrorizantes.

Ainda me intriga o fato de uma mesma pessoa poder gostar tanto de coisas tão diferentes como Dexter e Chuck.

 

Publicado porLê Scalia

A Marca

Eu estava pensando sobre o que falar, e surgiu a ide(´)ia de falar sobre Marcas. Marcas geralmente são definidas como  os nomes e símbolos que representam empresas, grandes ou pequenas, seus ideais e objetivos. Porém a MARCA representa isso e muito mais.

Quantos produtos nós escolhemos pela marca? Por mais que busquemos racionalizar nossas ações de compra, normalmente um fator altera nosso conceito sobre o produto. Este fator baseia-se nos nossos sentimentos, revelando nossa aversão ou amor por determinadas marcas. É claro que determinados produtos são melhores de uma marca, ou outra, mas inúmeras vezes escolhemos produtos simplesmente porque acreditamos na marca impressa em sua embalagem.

As marcas sabem disso. Sabem que somos extremamente manipuláveis por nossos sentimentos. Sabem que é preciso criar um vínculo com seu público-alvo. Sabem que seu sucesso depende de como são vistos pelo seu público. E agem para conquistar fiéis seguidores, que não apenas compram seus produtos, mas que falam bem a seu respeito, comentam com seus amigos, e, finalmente, convertem seu círculo social em seguidores de determinada marca.

Claro, não é tão fácil assim. Mas diferentes estratégias têm sido elaboradas. E a internet tem sido de grande utilidade para essas marcas. Ações institucionais, como a da Coca-Cola com seus joguinhos na Web, a criação de comunidades no orkut e facebook, a aproximação das empresas aos clientes através do Twitter. Tudo isso representa uma tentativa de criar laços amigáveis entre as empresas e seus públicos. Até uma rede social, que baseia a interação de seus usuários nos seus gostos por determinadas marcas, foi criada. E eu faço parte, oras.

Eu sou um bom exemplo de como as marcas influenciam. Sou fã da Apple, uso tênis da Vans, gosto de um almoço no Burguer King, prefiro os cinemas Cinemark, torço pela Ferrari na F1 (por quê?? afinal não sou italiano nem nada), quero comprar uma câmera Nikon.

Nossas escolhas normalmente se baseiam em aspectos técnicos ou de comodidade, mas é impossível dissociar-nos da ideia que fazemos de determinadas marcas. Seja para o bem, como uma marca preferida, ou para o mal, como uma marca desconhecida e sem credibilidade.

Para “marcar” bem esse post, uma exemplo de como o design de uma marca nos influencia e influencia a própria história da marca. A Coca-Cola tem uma marca que mudou muito pouco em toda a trajetória da marca. A Pespi acabou de mudar, de novo, sua marca. A Coca é muito querida por seu público, e sempre garante lugar nas marcas mais valiosas. A Pepsi se esforça, mas…

Fica a imagem:

Pepsi x Coca-Cola

Pepsi x Coca-Cola

Guerrilha: simples e brilhantes

via @blogcitario

Polêmica: a vez das Havaianas!

Depois da polêmica mundial da WWF/DM9, parte da população brasileira se revolta com o comercial das Havaianas, aquele em que a menina está com a avó no restaurante, chega o Cauã Reymond, e a avó diz: “Você tinha que arrumar um rapaz assim pra você […] Mas quem falou em casamento? Tô falando em sexo.” Esse aqui ó:

No You Tube, tem de tudo: comentários revoltados com o comercial, coisa do demo, comercial repulsivo… mas também comentários de pessoas revoltadas com essa “revolta”. Bem, este é o meu caso.

É só um comercial. Que passa muito bem o conceito da marca Havaianas: de modernidade. Entendeu? Modernidade

Bem, a sua filha de 5 anos não deveria mesmo estar falando sobre sexo, mas também não deveria estar vendo novela. Você poderia tirá-la da frente da TV, principalmente das novelas, inclusive malhação, e incentivá-la, quem sabe, à leitura?

É, enfim… por conta disso, a Havaianas tirou o comercial do ar, deixando-o apenas na internet. E colocaram um novo comercial na TV, com uma mensagem fantástica, bem adequada… democrático né?viu como eu sou moderninha? hahaha!

A Verdade Nua e Crua

A Verdade Nua e Crua (The Ugly Truth)


Pelo jeito, Hollywood voltou a investir nas Comédias Românticas (e eu estou adorando :P). Mas não só nas histórias adolescentes, mas outros enredos, divertidos, bem produzidos e com bons elencos. A Verdade Nua e Crua é um excelente exemplo disso. Possui um tom delicioso de comédia e não deixa de lado o romance. E ao contrário de algumas dessas obras, pode agradar tanto o universo masculino, quanto o feminino.

Ao som de Hot n’ Cold, de Katy Perry – escolha que eu achei extremamente adequada – tem-se a entrada do filme, que conta com algumas das sequências de câmera mais interessantes do longa. Tecnicamente é um filme muito bem feito, com ótima edição, e que conta com uma fotografia muito boa, em especial em uma bonita cena de dança. Aliás, uma cena muito simples, mas que foi um momento legal do filme. Não só pela estética, mas porque é, provavelmente, a cena que mais evidencia a química entre os protagonistas Katherine Heigl (nossa querida Izzie, de Grey’s Anatomy) e o escocês Gerard Butler.

Falando no elenco, Heigl está ótima, mostrando que funciona mesmo muito bem na comédia. Mas o destaque, pra mim, fica com o eclético Butler. É ele quem dá o tom do filme, e que segura o longa. Todas as cenas em que ele aparece são excelentes. Suas expressões são geniais, e não dá pra imaginar outra pessoa fazendo o papel. É difícil imaginar que o machista Mike Chadway, de Verdade Nua e Crua, é o mesmo cara sensível (Gerry Kennedy) de P.S. Eu te amo, o corajoso Rei Leônidas de 300, ou mesmo o Fantasma, de O Fantasma da Ópera.

The Ugly Truth; PS: I Love You; 300; The Phantom of the Opera

The Ugly Truth; P.S. I Love You; 300; The Phantom of the Opera

O filme brinca com questões que sempre estiveram presentes nas eternas discussões entre homens e mulheres, como a imaturidade masculina ou a idealização de um parceiro ideal pelo lado feminino. Mas o faz de um jeito divertido, e ninguém sairá ofendido da sessão. A história se desenvolve como um ‘jogo de sedução’ e, em alguns momentos, me lembrou o excelente Hitch – O Conselheiro Amoroso.

Em um filme que une uma produtora de TV eficiente e um cara tendo os seus 15 minutos de fama, falando a verdade nua e crua sobre relacionamentos, não esperamos algo que vá muito além do usual. Mas, se refletirmos, o longa vai, e fala sobre como ser você mesmo é importante, e como você se apaixona por alguém e não gosta só das qualidades, mas gosta apesar dos defeitos, das bobeiras, gosta pelos valores, pelos detalhes. E ainda que uma pessoa pareça imperfeita de todos os ângulos, ela pode ser perfeita pra você.

Enfim, o filme é muito legal. Divertido – mas sem baixarias –, inteligente, doce. No ponto.

Definitivamente adorável. ;]

Heigl e Butler em A Verdade Nua e Crua

Heigl e Butler em A Verdade Nua e Crua

Eu ADORO trailers, mas não sei se indico ver este antes do filme… algumas das cenas mais divertidas já estão presentes nele. No entanto, isso não impediu que eu me divertisse muito no Cinema. De qualquer forma, aqui está (legendado).

 

Publicado porLê Scalia

Aquela história da realidade de Avatar…

Certo. Lá vou eu de novo falar sobre Avatar e a “realidade” dos personagens do filme.

Bem, eu assisti ao trailer de Avatar, em um cinema 3D. Não estava muito entusiasmada, já que as críticas a respeito baixaram a bola da James Cameron e sua pretensão em revolucionar o Cinema.

E aqui vai a minha impressão (e as das pessoas que estavam comigo no cinema, pois eu “entrevistei” todo mundo hahaha): realmente, aquelas pessoas azuis não parecem reais. Talvez se elas fossem menos… azuis. O fato é que, quase seguido ao trailer de Avatar, passou o trailer de A Christmas Carol, uma animação da Disney, que será lançada ainda este ano nos Estados Unidos e também no Brasil.

A Christmas Carol foi produzido através do processo de captura de movimentos, a mesma técnica usada em O Expresso Polar e Beowulf. Pelo nome e pela referência de Beowulf, é também a mesma técnica usada em O Senhor dos Aneis, ou seja, a mesma de Avatar.

Mas o trailer da Disney impressiona muito mais que o de James Cameron. O personagem Ebenezer Scrooge, interpretado/dublado por Jim Carrey, é muito mais real do que os humanóides azuis de Cameron, e não tem a pretensão de ser a experiência cinematográfica mais real da história do Cinema. É só uma animação. Confiram o trailer.

Jim Carrey é Scrooge

Jim Carrey é Ebenezer Scrooge

E hoje, o @huckluciano me lembrou de uma propaganda da Evian. Nela, uns bebês rappers dançam pelas ruas e  fazem altas manobras em seus patins. E eles seriam muito reais, se não fossem bebês rappers. No making of abaixo, podemos ver como o filme foi feito. Muito interessante. Deve ser porque os bebês não são azuis…

Propaganda enganosa?

Eu diria, foto publicitária. Hahaha. É tudo fake mesmo, gente. O Peru, o Chester… Salve a produção! E o Photoshop, é claro!

McDonald's - Big Mac

McDonald's - Big Mac

Perdigão - Pizza de Chester Apreciatta

Perdigão - Pizza de Chester Apreciatta

Sadia - Hot Pocket X-Burger

Sadia - Hot Pocket X-Burger

Sadia - Hot Pocket Frango com Requeijão

Sadia - Hot Pocket Frango com Requeijão

Carrefour - Panetone Viver Light

Carrefour - Panetone Viver Light

Habib's - Double Habib's

Habib's - Double Habib's

Hershey's - Cookies 'n' Cream MAX + Cookies

Hershey's - Cookies 'n' Cream MAX + Cookies

Gifarras - Petit Gateau de limão

Giraffas - Petit Gateau de limão

Cacau Show - Cookies com Gotas de Chocolate

Cacau Show - Cookies com Gotas de Chocolate

Bauducco - Chocotone Maxi

Bauducco - Chocotone Maxi

Perdigão - Lasanha à bolonhesa

Perdigão - Lasanha à bolonhesa

Ragazzo - Risoto Funghi

Ragazzo - Risoto Funghi

Pullman - Bolo recheado Romeu e Julieta

Pullman - Bolo recheado Romeu e Julieta

Habib's - Esfiha de carne

Habib's - Esfiha de carne

Bauducco - Goiabinha

Bauducco - Goiabinha

Pullman - Rocambole

Pullman - Rocambole

De: Coma com os Olhos

Vai ser difícil apagar essa…

Gente, estava lendo o post da Lê, e resolvi completar. hahahahahahaha

E, depois, a super Beyoncé:

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 1.403 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: