Arquivo mensal: outubro 2009

Biscoitos Sortidos em: Saindo do Pote.

Uhhhhhhuuuuuuuuu

Estou escrevendo para anunciar que os Biscoitos estarão em São José do Rio Preto e Frutal neste final de semana. São estas as cidades onde moram duas das principais donas deste bolg. Digo principais porque, se você acompanha aqui, são elas as autoras mais frequentes. Palmas pra elas: TUDO, absolutamente tudo, é motivo para um bom post. Um dia eu chego lá. Mas, enquanto isso não acontece, a gente posta falando bem delas. E, das cidades delas – o que, conhecendo as figuras, as agrada muito mais. Espero.

Bom, eu já conheço um pouco. Fui pra lá no meio do ano passado, pro Rio Preto In Concert. Há. Tá pensando o quê!? Show do Alex Band, cara! Siiiim, o ex-vocalista do The Calling. Apesar de a lescalia ter passado a maior parte do tempo bem irritada – com razão, diga-se de passagem, por que o show atrasou umas 4 horas e estava lotado de pessoas estranhas- Wherever you will go foi um momento marcante. :) Deu para ficarmos roucas.

Ainda em Rio Preto, conheci o melhor pub dos pubs: O Vila! A Lu sempre falava que o lugar era isso e aquilo e, confesso, não punha muita fé, não… Contudo, é irado! O horário ta suuuuper cheio mas, com um pouco de sorte, iremos lá! Afinal de contas, o tiagopizzolo é calouro na cidade, e a Lu não vai deixar ele voltar sem dar uma passadinha no Vila.

Hum. Conheci a Cachaçaria Água Doce, também. Boa caipinha, gente. Aliás, muita caipirinha – eu tinha uma foto com a que eu tomei mas, ironicamente, não sei onde está :D. Até descobri que tem uma dessas na minha cidade. Dá-lhe Osasco… Saudades. Um dia faço um post sobre você. Quem sabe você seja o nosso próximo destino. Só quero ver o que eu vou falar de você… Enfim, além de ser assunto para outro post, eu não vou sofrer por antecipação.

Voltando a Rio Preto, só mais uma coisa: esperamos que não chova.

rio preto

Rio Preto quando chove.

E Frutal, ein?

Ontem, quando a lescalia falou que tava todo mundo indo pra Frutal, uma menina erguntou: “O que é iss?”. Gente, parou. Vamos esclarecer: trata-se de um cidadezinha do triângulo mineiro. Fica bem perto de Rio Preto e tem muito abacaxi. Frutal… fruta. Sacou? É muito legal lá. Você nunca ouviu falar??? Se ligue. Frutal é notícia.

prefeitura frutal

Olha que gracinha!

Fora isso, tem bolo prestígio, coxinha e esfiha na Petiscos, famosa lanchonete do Gilson- lescalia, eu não lembro o nome exatamente, eu só lembro que tudo é bom. Tem pastel de feira de nível, tem doce de leite e até Casas Bahia. Quer saber mais sobre Frutal? Clica aqui. Quer saber mais sobre a viagem??? Aguarde.  

Publicado por gabimateos.

Cantar e Viver o Brasil

Gente, voltei. Peço desculpas a todos pela minha ausência nos posts. Mas, vocês sabem que eu estou sempre aqui, lendo e comentando. =)

Estou voltando para fazer uma divulgação, na verdade.

A peça “Cantar e Viver o Brasil” é uma ação educacional promovida pela Editora Positivo. Há dois anos, viajam por todo o Brasil oferecendo apresentações as escolas que são conveniadas ao SPE – Sistema Positivo de Ensino. Esse ano, devido a boa aceitação das platéias, começaram a fazer também sessões abertas ao público. Geralmente é uma em cada cidade. Eu, que tenho acompanhado a turnê desde o primeiro dia aqui no estágio, posso dizer que estas, em especial, são um fenômeno. Não importa qual seja o tamanho do teatro, sempre fica lotado.

Agora, a turnê está em Curitiba. Só hoje – pela manhã, já se apresentou para mais de 1 000 alunos do SPE. E hoje a noite, dia 29, as 20h, terá uma sessão aberta. No pequeno auditório do Teatro Positivo, a entrada é 1Kg de alimento não perecível.

Cartaz da apresentação aberta em Curitiba 

Sobre a Peça:

O Objetivo é unir entretenimento e conhecimento. Canta a história política do país por meio das músicas que marcaram época da República Velha a atualidade, mostrando também a trajetória da música popular brasileira do século XX. Reunindo momentos de alegrias, tristezas, euforias e reflexões, os 7 personagens mostram o amadurecimento do nosso país, nossas conquistas e paixões, em linguagem voltada aos adolescentes.

Iniciativa: Editora Positivo

Produção: OC PROMOTION ARTS

Roteiro: Edson Bueno

Criação: Cia de Teatro Regina Vogue

Quer saber mais? Acesse o site.

Quer saber mais ainda? Siga a peça no twitter.

 

[Publicado por: gabimateos]

É isso! Seja exclusivo.

Imagine um filme em cartaz em apenas algumas cidades ao redor do mundo e somente por duas semanas.

É isso mesmo. Na verdade, This is it“, o documentário que mostra uma edição de mais de 100 horas de ensaios e bastidores do Rei do pop. This is it seria, inicialmente, uma série de 50 shows de Michael Jackson, em uma turnê que deveria começar em julho – provavelmente sua última.

Com a morte do cantor, a turnê se tornou um filme – o qual ganhou contornos meio “épicos” – que tem como um de seus  maiores atrativos a exclusividade. A estreia aconteceu  ontem à noite e a obra arrecadou aproximadamente 1,5 milhões de euros nos EUA e Canadá.

Mas por que falar sobre exclusividade? Porque um filme como esse, que aconteceu devido à morte de um dos cantores mais controversos e venerados do mundo, só será exibido em algumas cidades e por apenas 2 semanas. E o que será, provavelmente, o último gostinho de Michael Jackson, acaba sendo uma excelente jogada de marketing.

O exclusivo sempre atrai as pessoas, seja por uma razão, seja por outra (vide marcas como a Diesel, que tem preços diferentes na Europa, mas que no Brasil adota a tática “para poucos e bons” – com preço alto e exclusividade -, e tem a Diesel Iguatemi como uma das filiais que mais vende no mundo).

Nesse caso não só ajudou como ainda vai ajudar bastante a promoção do filme. Não só pra essas duas semanas, mas para o lançamento em DVD, já que grande parte das pessoas não terá tido a oportunidade de ver o filme nos cinemas.

Como o próprio W. Olivetto disse em sua palestra aqui em Curitiba, vai ser sucesso de vendas… um sucesso que, muito possivelmente, não seria atingido se tivesse mais tempo de exibição nos Cinemas. Além disso, tem todo o comentário em torno desse pouco tempo nas ‘telonas’.

Bom, eu mesma não sou fã de MJ… mas confesso que estou curiosa pra ver o filme ;P. Pelo jeito, as ações da Sony têm surtido efeito… o DVD deve ser lançado próximo ao Natal, acredito eu. E vai ser nessa época que veremos, de fato, se tudo funcionou como eles pretendiam.

***

Falando em exclusividade, o orkut mudou sua interface (?!). Não mudou o seu ainda? Nem o meu, e praticamente o de ninguém… a mudança será gradual e você terá que ser convidado para esse ‘novo orkut’, assim como aconteceu logo que o Orkut surgiu. É, tudo que é exclusivo atrai.

(Mas não sei se ainda dá tempo pro orkut conquistar de volta o seu prestígio, até porque seu visual está meio ‘bizarrinho’. Em contrapartida, ele tem diferenciais, como “o que você está fazendo agora?”, a la twitter.)

 

Publicado porLê Scalia

The Fun Theory

O que uma teoria da diversão pode ter a ver com publicidade?

A princípio, além do fato de publicidade ser divertido, a ligação não é clara. Mas foi isso que a DDB Estocolmo fez com um viral para a Volkswagen. No início do mês, três vídeos foram gravados para mostrar uma teoria: de que fazer do mundo um lugar mais divertido pode melhorar o comportamento das pessoas.

Para comprovarem isso, fizeram três ações beeeeem legais, simples (na teoria, haha) e inesperadas. Uma delas (a minha favorita!) foi fazer de uma escada um piano. Cada degrau se referia a uma tecla e, então, você fazia uma escalada sonora. Situada bem ao lado de uma escada rolante – tentador… – a ‘piano stairs‘ atraiu muito mais gente do que a escada normal.

Você não sabe, até o final, que os vídeos foram encomendado pela Volks. Quando chegam ao fim, um discreto “Uma iniciativa da Volkswagen” aparece na sua tela… tarde demais, você já foi conquistado. E, assim, mais do que com propagandas caras e cheias de efeitos, a empresa alemã ganhou pontinhos comigo.

É fácil fazer alguém sorrir. E com ações assim, a Volks ganha muito mais do que atenção, ganha simpatia. Eu adorei os virais… e acho que deixar as coisas divertidas transforma sim o comportamento das pessoas! Ah… :P só sei que eu quero uma teoria da diversão pra minha vida!

Escada


Lixeira


Garrafas

Até a musiquinha é adorável! Genial ;P

*Se o seu sueco não anda em dia, tem uma versão do site em inglês mesmo.

 

Publicado por: Lê Scalia

Não goste de estabilidade

Quanta adrenalina teu organismo suporta?

Para os que não me conhecem bem, meu nome é Tiago Pizzolo, tenho 20 anos e estudo Publicidade. Minha história de hoje começa em um dos momentos que eu estava melhor estabelecido/estável em tudo, mas resolvi buscar uma experiência profissional internacional.

Eu estava estudando na universidade, trabalhando em um projeto de extensão que admiro muito e ainda ganhando uma bolsa para isso, estagiando em uma agência de publicidade e curtindo muito meu emprego e as pessoas de lá e estava aproveitando muito a cidade de Curitiba. Mas aí alguém bateu na minha porta: alguém chamado AIESEC. Chegou com proposta nada modesta, queria mudar minha vida. Não, melhor que isso, queria que eu mudasse minha vida. Só que, como a palavra mudança pressupõe, aquela estabilidade toda precisava acabar.

Eu aceitei. Larguei minha vida 100% organizada e fui correr atrás de uma das oportunidades oferecidas pela AIESEC, fui buscar meu intercâmbio profissional. “Perdi” meses enviando emails para o mundo inteiro, negociando com vagas, tentando provar o porquê eu era a pessoa certa para aquela oportunidade. Hoje, depois deste suador todo, posso dizer que consegui: estou mudando minha vida. O nível de adrenalina destes últimos dias foi alto. Fui entrevistado por telefone por uma multinacional do ramo farmacêutico, a Novartis. Queriam me conhecer, saber porquê eu gostaria de trabalhar com eles (como assim eles têm dúvida neste ponto?), porquê eu, um ano antes de me formar, me propusera a trabalhar com marketing na Costa Rica por doze meses. Pois é, por quê?

 Se tentarmos racionalizar, talvez pareça sem sentido mesmo o porquê de tudo isso agora. Porém, é nesta oportunidade que deposito hoje todas minhas aspirações pessoais e profissionais. Aquela meta que tracei anos atrás me parece mais atingível agora. Aquele cara que eu tento ser também.

Acho que aprendi uma coisa com tudo isso: precisamos aprender a se desprender. Isso mesmo, não goste de estabilidade. Primeiro porque é chato, monótono. Depois, porque o mesmo só traz a mesma coisa. E mesma coisa não traz diferencial para sua vida.

É isso aí galera! Prometo voltar mudado. Talvez com moicano, talvez surfista, talvez tocando gaita, mas mudado. Até porque, convenhamos, se for para voltar igual, eu acho que nem vou.

Publicado por Tiago Pizzolo

U2 e Utube

Na madrugada dessa segunda-feira (26 de outubro), U2 e youtube se uniram para realizar uma ação excelente para ambos: diretamente da cidade de Pasadena, nos EUA, um show da banda irlandesa foi transmitido ao vivo pelo maior site de vídeos da internet. Começado à 01:30, às 3h da manhã mais de 1 milhão de pessoas já assistia ao show (e pra quem não pôde assistir em tempo real, o site logo possibilitará “reprises”).

Essa idéia tem contornos geniais, uma vez que o mundo inteiro (OK, 19 países, haha mas já ta bom) teve a oportunidade de ver o show – o que promoveu tanto um quanto outro. Dessa união, todo mundo sai ganhando; o agente da banda disse que “era a vez do U2 ir até seus fãs”, enquanto um representante do youtube afirmou ser um prazer transmitir ao vivo um dos maiores grupos do mundo.

Transmissões ao vivo pela internet ainda soam meio distante da realidade brasileira, mas é interessante ver como isso funciona. Além da força que o youtube tem por si só, a internet conta hoje com uma importante ferramenta social: o twitter. Tudo que está acontecendo (às vezes relevante, às vezes nem tanto) costuma figurar nos trending topics (tt).

E isso gera mais procura e, consequentemente, mais atenção, mais exposição, mais mídia – mais promoção. Claro que essa noite lá estava o #u2webcast, liderando a lista e não deixando ninguém esquecer o que estava acontecendo.

E o papel do Twitter em coisas assim é de destaque. Um tempo atrás, vi uma cantora (Michelle Branch) de quem eu não ouvia falar há muitooo tempo figurando nos tt. Tentando descobrir do que se tratava, vi que ela estava fazendo um chat ao vivo com seus fãs. As pessoas podiam mandar perguntas, pedidos, e afins pelo twitter e ela respondia (e cantava!) através da transmissão.

Achei isso divertidíssimo. Ela cantou suas músicas mais famosas, conversou com os fãs, divertiu todo mundo e se aproximou de seu público. Afinal, era seu ídolo ali, pela webcam… tocando violão como se fosse diretamente pra você! E é essa uma das coisas mais legais que a internet pode fazer pela relação fã/ídolo.

***

Mas já que falamos sobre twitter, está rolando por aí um novo joguinho inútil, o #RTpong. Consiste, de acordo com o Desencannesem “duas pessoas se retwittando até a morte. Ou até a frase perder o sentido.”.

Como? Hipoteticamente: X diz “algo” Então, Y dá um retweet: “RT @X algo”. Aí, o X dá um RT no RT do Y: “RT @Y RT @X algo”. E por aí vai, um dando RT no outro. Até que a frase tem que ir diminuindo porque já não cabe. A melhor explicação está aqui.

Inútil? MUITO. Divertido? Também, hahaha. Te faz perder seguidores? Provavelmente.

 

Publicado por: Lê Scalia

Criatividade funciona?

Navegando pela internet eu vi esse “case” da Y&R da Austrália. Muito bom. Muito bom MESMO.

E aqui está um screenshot do anúncio.

Agora vai dizer que criatividade só serve pra ganhar prêmios.

Distrito 9: com ETs, sem fim do mundo

distrito'9'imagem4As analogias são inúmeras. Mas uma é óbvia e nos revela um pouco da história do diretor Neill Blomkamp.

Blomkamp é sul-africano e cresceu no meio do Apartheid em seu país; estava lá quando 60 mil pessoas foram expulsas de suas casas, localizadas no Distrito 6, por causa da segregação. E ele, sozinho, escreveu o roteiro do filme mais comentado de 2009 entre a crítica: Distrito 9.

Os aliens finalmente chegam à Terra. Mas não é uma invasão. Eles são refugiados. Não pousaram sobre Washington, Chicago ou Nova Iorque – frase do filme – mas sobre Joanesburgo, na África do Sul.

Não saíram de sua nave. Ficaram lá por algum tempo. Até que a curiosidade (e preocupação também?) dos humanos fez abrir a nave à força. Os etzinhos eram milhões. Estavam no escuro, subnutridos, e os humanos os salvaram…

Saíram da nave e se instalarem bem embaixo dela, numa área que ficou conhecida como Distrito 9. Como toda grande população que é negligenciada, os aliens formaram logo uma favela. Bem típica. Foram 20 anos de convivência tolerância. Até que o governo sul-africano decide tirar toda aquela população dali, para longe da cidade. Tá, e daí vem a trama da história.

O que eu posso dizer? Tive a impressão de que se – ou quando – os E.T.s chegarem à Terra, vai ser exatamente como em Distrito 9. Digo, o modo como vamos tratá-los. Mas é claro que essa impressão é causada pelo fato de o filme ser em forma de documentário, com depoimentos incrivelmente genuínos. É muito real, não há apocalipse, guerra entre mundos ou qualquer coisa do gênero. O que há é um possível prognóstico de uma situação totalmente hipotética, mas ainda assim, possível.

Distrito 9, de apenas 30 milhões de dólares, conta com a grana de Peter Jackson, o que deu ao filme a campanha publicitária que ele precisava.

É provavelmente o melhor filme de E.T. já feito. E essa minha opinião é quase um eufemismo. Eu acho que realmente seja o melhor filme de E.T. já feito.

Veja também: TrailerBehind The Brains: Neil Blomkamp e “Distrito 9″.

Publicado por Lu

International Day of Climate Action

Eu também não sabia que hoje, 24 de outubro, era o Dia Internacional da Ação Climática. Essa data foi instituída por uma campanha chamada 350, cuja missão é inspirar o mundo a enfrentar o desafio da crise climática, criando um novo senso de urgência e de possibilidades no planeta. O nome da campanha se refere ao nível máximo, dada em partes por milhão (PPM), de CO2 na atmosfera tido como seguro pelos cientistas.

Em 2007, esse patamar era de 450 PPM, mas a situação é tão drástica que, com acontecimentos como o derretimento das calotas polares, esses mesmos cientistas deram o aval para a sua diminuição. Dentre estes intelectuais figuram alguns nomes de peso, como Rajendra Pachauri, principal cientista de clima das Nações Unidas, líder do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

Uma gigantesca movimentação for organizada pela 350 hoje. Ações coordenadas aconteceram ao redor do mundo, com a intenção de mandar uma mensagem aos líderes mundiais: as soluções para as alterações climáticas devem ser equitativas, fundamentadas na ciência e devendo cumprir a escala da crise.

Barulho eles fizeram! EUA, Nova Zelândia, China, Etiópia, Inglaterra, Filipinas, Micronésia, Austrália, Itália, Dinamarca (talvez a mais importante de todas), entre outros entraram nas ações. No Brasil, o Rio Grande do Sul participou da manifestação.

Cidade do Cabo, África do Sul

Cidade do Cabo - África do Sul

Ilhas Maldivas

Ilhas Maldivas

Rio Grande do Sul, Brasil

Rio Grande do Sul - Brasil

Vision Massif, Antártica

Vision Massif - Antártica

Austrália

Austrália

New Brighton, Austrália

New Brighton - Austrália

Nunca esse assunto esteve em tamanha evidência. O que é claro, já que no passado não havia uma preocupação com matas ciliares ou florestas. Mais longe, é fato conhecido que o forte do Brasil nunca foi a sustentabilidade, uma vez que explorávamos madeira (Pau Brasil), solo, minério sem qualquer tipo de cuidado.

Não se imaginava que estes recursos se acabariam. Ainda não se acabaram; mas muitos estão em níveis críticos. Depois de muitos estudos, metas assumidas, etc, vemos algum progresso. Algum, não muito. Essa exploração predatória nos gerou muitos prejuízos, dentre eles a contribuição para o aquecimento global.

Em poucas palavras, esse fato se dá pela alteração do, muito querido, efeito estufa. Gerando gases como o metano (que inclusive também vem da flatulência do gado… aliás, o Brasil tem um dos maiores rebanhos do mundo.) e o CO2 a atmosfera se carrega e acaba por prender mais luz solar do que deveria, aquecendo exacerbadamente o planeta.

A partir daí sabemos – através de noticiários, campanhas e estudos – as conseqüências. As quais incluem, logicamente, o aumento da temperatura do planeta, derretimento das calotas polares e mudança nas correntes marítimas.

Reuniões, assembleias e congressos são exaustivamente organizados, resultando em metas, rumos, ações urgentes. A próxima será em dezembro, em Copenhagen, Dinamarca (*). Porém, uma vez mais, os líderes chegarão de mãos abanando, já que não cumpriram quase nada das metas propostas, como as do Protocolo de Kyoto, e sairão cheios de promessas e metas pra Deus sabe quando.

Os governos mais poderosos que, teoricamente, poderiam ajudar mais, relutam em aceitar a própria redução dos gases de efeito estufa (GEE). E os que se propõem a mudar não se esforçam tanto. Também, com pessoas como um senhor – o deputado Luiz Carlos Heinze – que se baseia na Europa de 8 mil anos atrás (sem exagero) para justificar que não precisamos de matas, fica difícil.

Muita conversa, pouca ação.

E já que eles não tomam atitudes, tomemos nós. O problema não será solucionado desse jeito, mas pelo menos nossa consciência estará tranquila. Para tanto, soluções simples já nos dariam uma qualidade de vida muito melhor.

Classificação e separação do lixo (parece chato, mas fica muito interessante quando você vê dando resultado!), economia de energia (reduz emissão de CO2), economia de água (veja um jeito de economizar água aqui), revisão periódica dos veículos (se puder deixar de usá-los – mesmo que às vezes – melhor ainda). Esses são só alguns exemplos simples que você pode incorporar à sua rotina e fazer sua própria gestão ambiental.

O planeta agradece!

(*) É incrível como tudo acontece nesse mundo. Circula na internet um email de uma crueldade sem tamanho que acontece nesse país. Lá, pra mostrar que os rapazes passaram de jovens para adultos, ocorre uma matança de golfinhos. Na minha opinião, por permitir esse literal banho de sangue (quem viu as fotos, sabe do que falo), a Dinamarca não tem autoridade para tratar de qualquer assunto relacionado ao meio ambiente.

Vídeo do International Day of Climate Action

Vídeo da campanha 350

Publicado por: Felipe Scalia

Colaborador especial.

Sai o Vista, entra o 7, e fica o Mac

Eu sou uma – entre todas – as pessoas que adoram a campanha Get a Mac, da Apple. Acho que posso dizer que é uma das melhores campanhas já feitas. E que pena que esse tipo de referência não pode ser feito no Brasil: não é um ataque baixo, é inteligente e engraçado. Está bom para ser uma grande ideia.

Bom, antes de falar da nova propaganda da campanha, que ataca desta vez o recém-chegado Windows 7, vou falar de um comercial da Microsoft, feito para divulgar a ideia de que o novo sistema operacional iria agradar. Particularmente, eu acredito no Windows 7. A Microsoft deve ter aprendido com os erros do Vista e eu acredito que o 7 é bom. Pelo menos ele tem essa chance, estamos todos aguardando.

O que não (me) agradou foi o comercial da Microsoft. Não sei exatamente quem eles queriam atingir, mas para mim, só ficou a impressão de que o filme foi editado no Movie Maker. Achei bem tosco.

E é óbvio que a Apple viria com uma sequência brilhante de Get a Mac. Embora eu tenha achado um pouco precoce atacar o concorrente enquanto ele é o todo queridinho e não para de receber elogios no Twitter, o filme é bom sim. Parabéns não só aos que criaram essa grande campanha, mas principalmente, aos atores.

Isso tudo me faz pensar: como seria a personificação do Linux? O meu palpite é um cara barbudinho, meio socialista, engajado em protestos a favor do software livre. Que tal?

Publicado por Lu

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 1.403 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: