Arquivo mensal: agosto 2010

Quem disse que Publicidade não pode ser sustentável?

Bom, acho que ninguém mais diz isso hoje em dia, né? A gente já viu muitas ações de sustebtabilidade e, melhor ainda, ações que buscam educar e conscientizar a população. Esse é mais um anúncio assim, mas um pouco mais literal!

Estes cartazes faziam parte da campanha da Swinburne University of Technology’s Engineering Faculty. A universidade tem uma ênfase sobre a sustentabilidade na maneira de formar novos engenheiros. Trabalhando com um orçamento muito apertado, a M&C Saatchi, da Austrália, criou uma peça sobre um mobiliário onde muitos cartazes foram colados. As plantas que fazem parte da peça são nativas da Austrália.

Deu pra entender?

Evite resultados indesejados

Bom, não sei se é exatamente este o texto em português. Mas o anúncio é da Mais Printing House, feita pela agência Mohallem/Artplan, de São Paulo.

QVI EST UN BANDO DI LOCVS

#100anosdecorinthians

No exato instante em que este post entra no ar, o topo dos TTBr mostra essa hashtag. Quarta, dia 1º de setembro de 2010, o Corinthians completa – oficialmente – um século. Mas hoje vamos nos focar não nas glórias, na paixão ou nas polêmicas que rondam o Corinthians. Falaremos, uma vez mais, sobre o brilhantismo que vem se tornando frequente nas ações de marketing do time.

Já faz um tempo que a nike tem pegado expressões corintianas e as transformado em “verdades alvinegras”, e em consequente sucesso de vendas. Começou logo com o rebaixamento para a segunda divisão. A torcida, como sempre, abraçou o time. As vendas de camisas oficiais subiram e logo o clube lançou o grito-mais-lindo-de-todos em forma de camiseta, para que todo corintiano pudesse estampá-lo no peito.

“Eu nunca vou te abandonar/Porque eu te amo. Eu sou Corinthians…” foi só a pontinha do iceberg.

Logo, veio a camisa roxa. De onde surgiu a ideia? Do famoso “corintiano roxo”, que, com certeza, você já ouviu alguém se declarar. Não é que não existam “são-paulinos roxos” ou mesmo “palmeirenses roxos”, mas é inegável: o corintiano é um tanto quanto fanático. E ao lançar essa estratégia, acabou tomando para si um termo anteriormente genérico. Nada mais justo, até porque, “corintiano roxo” é pleonasmo.

Não nego que havia aí uma jogada do mkt a fim de vender, de lançar novas tendências e mudar um pouco o ambiente. Mas, com a explicação, a maior parte da poeira baixou (menos aquela levantada pela Gaviões, que não aceita o roxo manchando o preto e branco tradicionais).

Depois, no fim do ano, a camisa com a foto de alguns torcedores privilegiados (e com dinheiro sobrando). Uma bagatela de R$ 1000,00 colocava o seu rosto (e o de mais uma centena de torcedores) na camiseta que o Corinthians usaria nos últimos jogos da Série B. “O Timão tem a sua cara”.  Achei um absurdo cobrarem isso e me irritei na ocasião, mas rendeu aí mais um bom dinheiro.

No ano de 2009, as vitórias do Campeonato Paulista (invicto!) sobre o Santos e da Copa do Brasil sobre o Internacional geraram mais peças (o peixe no jornal era genial, vai). A campanha da nike convocava o torcedor a entrar de cabeça, lotar, chegar junto. “Vamo invadir“. Além disso, Ronaldo havia chegado e todo o mkt era voltado para o “fenômeno” e para o filme que seria lançado: “Fiel“.  O ano (ou semestre, sendo mais justa) fenomenal veio e logo o Corinthians já começou a traçar planos para seu Centenário e fez um campeonato brasileiro, no mínimo, discreto.

Chegou 2010 e milhões de ações foram programadas para esse ano. Camisa nova, shows, navio do Centenário, homenagens e mídia. Sábado, dia 28/08, o novo uniforme corintiano foi lançado. Uma comemoração, o uniforme do Centenário. Sem entrar em méritos de beleza (eu achei lindo!), palmas para a ação que acompanhou o lançamento. A República Popular do Corinthians.

Se você tem algum contato com o futebol já deve ter ouvido alguém se referir às torcidas como “nações”. Em especial grandes torcidas, como a do Corinthians. Nação corintiana. São 30 milhões de torcedores, número bem superior ao total de habitantes de vários países (fato explorado no vídeo disponibilizado pela nike).

O vídeo, inclusive, mostra o corintiano como um povo típico, tal qual uma real nação, com costumes e hábitos. Além disso, é possível conseguir o seu RG corintiano, tirar a certidão de nascimento (testemunhada por ídolos da história alvinegra), conhecer a Carta Magna e anistiar aqueles amigos menos espertos felizes que não torcem para o Timão. A República tem também cédula própria e embaixadores.

Claro, não poderia faltar o passaporte. Esse, no entanto, só pode ser retirado no Parque São Jorge ou nas outras lojas Poderoso Timão. Inclusive, se você levá-lo aos jogos, ele será carimbado a cada viagem feita. Não é funcional, mas é divertido. Textos interessantes, engraçados, apaixonados. Não tem como não curtir.

Por enquanto é tudo de graça, no site.

Por isso, corintiano, corra e oficialize-se como parte da nação.

Não é querendo desmerecer os outros times e marcas, mas no que se refere ao marketing esportivo brasileiro, a nike (e a F/Nazca) dá show nos concorrentes. Até porque, é praticamente a única que o realiza. A adidas tentou e foi bem no Palmeiras, mas tem se mantido na sua. Sorte a nossa que a empresa norte-americana patrocina somente o Corinthians e temos toda a sua atenção e dedicação. E, convenhamos, ela tem um excelente produto nas mãos.

“O Corinthians é um fenômeno mercadológico.”

Realmente não lembro quem disse isso, mas era, com certeza, uma pessoa muito esperta.

(E como se tudo isso não bastasse, parece que o estádio do Timão vai mesmo sair. E, pelo jeito, para a abertura da Copa em São Paulo. Se isso não é uma boa forma de explorar o mkt e o potencial de um clube como o Corinthians, eu não sei o que é.)

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2009 Fenomenal
De fato e de vez

Publicado por: Lê Scalia

Escrito em Hollywood

O nome é de filme: “Escrito nas Estrelas”.

Apesar disso, a princípio, a novela das 6 não teria grandes ligações com Hollywood. Não teria. Porque tem. E como tem.

Se você já assistiu a “Cidade dos Anjos”, ficam evidentes as semelhanças no modo de viver/agir dos anjos globais.

  • Diferenças (resume-se, basicamente, a uma diferença principal)

No filme: os anjos se vestem de preto e nunca foram humanos.

Na novela: vestem-se de branco e são espíritos elevados, que já viveram na Terra.

  • Semelhanças

Tanto no filme quanto na novela, há música no nascer/pôr do sol.

Em ambos, os anjos têm um forte apreço por lugares altos, como o topo de prédios do Rio de Janeiro (ou as placas de trânsito de Los Angeles).

Mas isso é só um pouquinho do que você percebe logo de cara. A última vez que notei algo livremente inspirado foi a trilha sonora. Angel – Sarah McLachlan, uma das principais músicas de “Cidade dos Anjos”, toca também em “Escrito nas Estrelas”. Se pá, qualquer dia, ouviremos Iris (Goo Goo Dolls) também.

Ainda focando em Hollywood, não dá pra deixar de lado o núcleo “Ghost” da novela. A madame Gilda, ou Gildete,  é praticamente a versão brasileira de Whoopi Goldberg, enquanto Oda Mae Brown.

Ghost - Oda Mae Brown

Uma vidente trambiqueira que, de repente, passa a realmente fazer contato com os espíritos. Ambas dão um toque leve às histórias e ainda conseguem manter certa doçura.

Já o enredo é bem diverso, nada que tenha sido focado nos filmes (pelo menos por enquanto).

Não se pode deixar de fora também uma leve referência a “Amor além da vida”, afinal, o céu visto na novela chega a lembrar um pouco o céu pintado de Robin Williams.

E não se trata de uma crítica, não mesmo, eu adoro essa novela. Só não vejo mais porque meu horário andava meio atrapalhado. Mas vale destaque o fato de que, cada dia mais, o que vemos na TV aberta brasileira é tão influenciado pela cultura norte-americana.

É normal, tudo é composto de referências… mas não deixa de ser engraçado. Alguém se lembra do quarteto “Viver a Vida”, espelho de “Sex and the City”?! Parece ter sido só o começo mesmo.

(Com esse post inútil pode-se perceber que eu voltei, haha)

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Viva às Séries

Publicado por: Lê Scalia

Minha primeira cadeira

Por Rodrigo Rocha

Minha primeira cadeira foi um colo. Ele era quente, vivo, me ninava e dava de mamar pra mim. Essa cadeira sempre sorria, me achava lindo e me enchia de carinho.

Mas quando eu comecei a ficar mais pesado, experimentei uma segunda cadeira. Ela era elaborada, armada de ferro e pano. Fazia sombra e tinha até roda. Essa cadeira me levava pra vários lugares, dava pra ver o mundo e os joelhos dos pedestres. Mas essa cadeira não era quente. Ela fazia um barulho estranho e dava uns solavancos que não eram nada agradáveis.

Mais tarde, quando aprendi a sustentar minha coluna, eu ganhei outra cadeira. Essa era diferente, principalmente fria, lisa e enorme. O que eu não entendia era o fato de as pessoas não usarem ela pra sentar, como eu. Elas andavam por cima com seus calçados vestindo os pés como se fosse proibido o contato. E eu ficava lá sentado vendo canelas passarem. Acontece que essa cadeira me ajudou a engatinhar e depois a andar. Daí, essa cadeira já não servia mais pra sentar.

Bom, daí teve uma vez que a minha mãe decidiu me apresentar outra cadeira. Essa era estranha. Ela era igual a uma outra feita de cerâmica. Ela tinha tampa e uma cor bem chamativa, nem combinava com os azulejos que tinham em volta. Minha mãe me explicou que eu tinha que sentar lá toda vez que me desse vontade de usar a fralda. Bem, era um momento muito solitário e sempre terminava fedido demais. Ainda bem que eu não tinha que ficar ali sempre.

Teve outra vez que eu ganhei um banquinho do meu tamanho, foi legal porque eu comecei a me sentir igual a todos os grandões da casa. O problema é que eu só tinha esse, e sempre que eu irritava minha mãe, ela me punha pra sentar nesse banquinho, me dava uma bronca e só me deixava sair quando ela se acalmava. Maldito banquinho! Decidi que nunca mais iria usá-lo.

Mas daí eu entrei na escola e adivinha: tinha uma sala cheia de cadeiras e mesas todas do meu tamanho. Não somente eu, como outras crianças tinham que se sentar nelas. Elas eram duras e serviam pra gente olhar pra um quadro negro e uma tia gorda que fingia ser minha mãe. Eu tinha que fazer deveres sentado nessa sala, senão eu continuaria ali na sala pra sempre.

Sabe, até que não era tão ruim! Teve uma vez que, na minha frente, sentou uma menina linda naquela cadeira, e por baixo da mesinha onde ficavam os meus livros, eu recebia e mandava bilhetinhos. Claro teve umas vezes que esses bilhetinhos vinham com respostas de questões. Eram bilhetes secretos que a tia gorda não podia sonhar em ver.

Uma vez eu levei a menina linda pra assistir um filme, sentamos lado a lado em cadeiras aconchegantes dispostas em arquibancadas, o problema era aquele braço que nos separava.

Teve a outra vez que fomos a um parque de diversões. Nossa, quantas cadeiras perigosas. Tinha uma que subia 40 metros pra depois despencar. Me lembro que minha alma só alcançou o corpo 2 segundos depois. Tinha outra cadeira que me girava e eu queria vomitar. E uma que andava desgovernada sobre trilhos, e eu queria a minha mãe. Mas apesar das contusões, desespero, e adrenalina, todas essas cadeiras eram viciantes. Comecei a querer mais.

Teve uma época que eu decidi ser independente. Descobri que aquela cadeira que ficava bem na frente do volante do carro do meu pai servia não só para nos transportar para lugares, mas também para impressionar aquela menina linda. Decidi que queria aquela cadeira pra mim. Infelizmente descobri também que para sentar naquela cadeira, eu tinha que ter 18 anos, fazer um curso, seguir muitas regras e correr o risco de ser penalizado. Cadeirinha complicada de sentar!

Tudo bem, um dia ia chegar a hora. E chegou, foi na mesma época que eu experimentei uma outra cadeira, ela ficava na frente de um computador dentro de um departamento cheio de pessoas estressadas. Nessa cadeira, assumi muitas responsabilidades, e todo mês eu era recompensado com dinheiro, que me permitiu inclusive comprar uma cadeira com volante sobre rodas, melhor que a do meu pai. Acontece que nessa cadeira do departamento, eu comecei a ser privado de algumas coisas, porque nela eu tinha que ficar horas determinadas de todo o dia útil e sem reclamar. Acho que foi a cadeira que mais sentei. Queria mesmo era sentar na cadeira do meu patrão, parece ser mais fácil de sentar.

Enquanto fico aqui nessa cadeira que me obriga a cumprir funções, fico pensando na minha mulher. Nosso bebe está pra nascer a qualquer momento, será que eu vou estar sentado aqui? Meu pai estava sentado numa dessas quando não pode ir à minha final do judô. Agora entendo ele.

Meu telefone toca, é minha mãe avisando que minha mulher está em trabalho de parto, desisto de ficar sentado, quero estar junto, largo tudo e vou. A cadeira que me leva à maternidade é aquela que me obriga a passar por um congestionamento. No hospital, meus pais e sogros me recebem e junto deles uma fileira de cadeiras em baixo de uma foto de uma enfermeira pedindo silêncio. Meu Deus será que vou ter que ficar de castigo outra vez?

Tantas cadeiras e eu nem consigo sentar. O tempo passa e sou convidado a conhecer meu filho. Nem sei dizer o que estou sentindo. Vou até o quarto, e lá encontro a minha namoradinha do colégio. Que vontade de passar um bilhetinho pra cadeira da frente! Ela está segurando uma menina linda que dorme. O momento mais sublime é esse que está na minha frente. A melhor cadeira do mundo segura minha filha. Tenho saudade dessa cadeira. Atrás de mim está minha mãe. Menor que eu e sem aquela força nos joelhos pra me por no colo. Que pena! Não importa, agora eu também quero ser cadeira. E quero dar à minha filha as melhores cadeiras de sua vida. E quando a missão estiver cumprida, espero vê-la numa cadeira maior do que aquela que sento em meu serviço.

Se você se interessou pelo assunto, leia mais sobre Design no blog Quintal Deisgn.

As ‘melhores’ campanhas eleitorais de 2010

Resolvi que não iria dar palpite nas campanhas eleitorais deste ano. Mas algumas se superam.

Alguns políticos brasileiros estão deixando a pólitica de lado e tentando deixar suas campanhas com um viés mais comercial. Tudo bem, é fato que, em alguns casos, como os do marketing social e do marketing político, é preciso tangibilizar o produto para o consumidor. No caso, como tangibilizar um candidato? Bem, a propaganda política da Inglaterra já tem um apelo comercial e mercadológico há um bom tempo. Não é enganar o eleitor, é mostrar a ele uma outra abordagem da campanha política. Mais tangível. Como este:

Bom, mas disso aos os spots bizarros de Jeferson Camillo, candidato a deputado federal pelo PP, é um longo caminho de regressão. Se você quiser se preservar, não assista. Mas não deixe de ver a genialidade (NOT) de Plínio Arruda. Primeiro, ele faz um vídeo sensacional falando sobre o Twitter, e agora, uma coletânea de plágios: ao som da batida de We Will Rock You, Serra e Dilma lutam num ringue contra um magrelinho do PSOL. O texto é uma cópia referência do famoso jargão criado pela Martercard. Resumindo: Assistir a uma propaganda como esta não tem preço.

Jeferson Camillo:

Plínio Arruda:

Paródias do trailer de “A Rede Social”

“Estão fazendo um filme intensamente dramático sobre a criação do Facebook” é o que diz um dos vídeos abaixo. Não poderia demorar muito para que o trailer de “A Rede Social” fosse parodiado com versões adaptadas para outras redes sociais também muito populares: o You Tube e o Twitter.

Se você ainda não viu o trailer original, confira aqui. E veja a seguir, sem legendas infelizmente, as paródias. São muito boas, me tirou boas risadas. Tenho uma preferida, no entanto: a do You Tube. E você, gostou mais de qual?

Fonte:
E se o filme “The Social Network” fosse sobre o YouTube?
E se o filme “The Social Network” fosse sobre o Twitter?

Explicando o Twitter para nossos pais

O Twitter deu origem a um novo verbo na Língua Portuguesa: tuitar.

Eu tuíto.
Tu tuítas.
Ele tuíta.
Nós tuitamos.
Vós tuitais.
Eles tuitam.

Mas difícil mesmo é explicar aos nossos pais os significados das palavras hashtag, trending topics e retwitt. Para isso, alguém muito esperto criou anúncios estilo início do século XX para explicar algumas das principais redes sociais para pessoas que nasceram na época do linotipo…

Confesso que ainda não testei a funcionalidade dos anúncios com meu pai, mas eles são muito engraçados.

Em tempo:

Estes peças são parte de uma campanha da Maxi Mídia, realizada pela agência Moma, de São Paulo.

Poker, esporte da mente

Quando se fala em poker, no Brasil, tradicionalmente o que se pensa é a modalidade “five-card-draw”, o poker fechado, que o jogador recebe cinco cartas e blablabla. Aquele mesmo que supostamente leva as pessoas à ruína e as fazem apostar a casa, a esposa e os filhos. Nunca ouvi falar de nada parecido, mas a lenda é essa.

Porém, nos últimos anos, essa impressão está mudando. Drasticamente, eu diria. Fundada em janeiro de 2009, a Confederação Brasileira de Texas Hold’em (a modalidade mais praticada atualmente, no país e no mundo) vem realizando um trabalho concreto na profissionalização do esporte no país. E é exatamente essa denominação que o poker recebe: esporte. Em abril de 2010 a IMSA (International Mind Sports Association) reconheceu o poker como “esporte da mente”, mesmo estatuto do xadrez, por exemplo. Dessa forma, ele será disputado nas Olímpiadas de esportes da mente, realizadas na mesma cidade sede da Olímpiada tradicional e tudo mais.

A grande questão envolve a legalidade do poker no país. Como todo mundo sabe, jogos de azar são proibidos constitucionalmente no Brasil. Você não vê cassinos ao lado dos shoppings em Curitiba. A resposta é que, comprovado por estudos e laudos técnico-jurídicos, o poker não é um “jogo de azar”.

A Revista Flop desse bimestre traz em sua reportagem de capa um detalhado relato sobre o avanço e análise do jogo de poker no Brasil. Com base em inúmeros estudos nacionais e internacionais, acompanhados da opinião de juristas do país – como o ex-ministro da Justiça, Miguel Reale Junior, torna-se evidente que o poker, em todas as suas modalidades, é um esporte que tem como habilidade seu principal fator de sucesso. A habilidade no poker se estende por leitura dos oponentes, cálculos matemáticos, capacidade de blefar e realizar decisões corretas sob pressão, entre outros aspectos sublinhados na reportagem.

A Revista Flop disponibiliza toda a edição na Internet: clique aqui para acessá-la.

O Full Tilt Team reúne muitos dos melhores jogadores de poker do mundo. Ah, eu também jogo por lá hehe.

Sou um grande fã do esporte e torço para que o preconceito em relação a ele no país seja dissolvido pela informação e pelo reconhecimento. “Eu vou All in“.

Links relacionados:

Full Tilt Poker.net (acesse, inscreva-se e jogue – você vai gostar)

CardPlayerBrasil

SuperPoker

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