Arquivos Mensais:janeiro 2011
Em ritmo de séries
Buffy (minha série do coração, haha) teve um episódio musical. Totalmente musical. “Once more with feeling“, 7º ep da 6ª temporada (quando Buffy nem era mais legal) foi inesperado, interessante e indicado ao Emmy. Nunca encarei Sarah Michelle Gellar como cantora, mas tendo se formado na Escola de Artes de NY (que dá a formação completa do artista), acredito que já tivesse certa base para isso. Mas ter todo o resto do elenco também participando que marcou o episódio. Alguns mais e melhor, outros menos e não tão bons.
House, Bones, Fringe e algumas outras séries da FOX renderam homenagens à gLee com “cenas musicais”. gLee em si já tenta dominar o mundo com uma série de enredo duvidoso mas pautada em ótimas performances. Afinal, ninguém se anima muito em ver um grupo de losers, a não ser que tenham um atrativo como esse.
Grey’s Anatomy (que já tem uma trilha sonora muito marcante) vai ‘ousar’ e terá, no dia 31 de março desse ano, o seu próprio episódio musical. Shonda Rhimes pretende utilizar a experiência de Sara Ramirez na música para criar mais um episódio que promete. Inclusive, a presença de Kate Walsh, a Dra. Addison, já foi confirmada.
Podemos concluir então que músicas + séries geralmente dão um bom resultado. Ao menos geram algo que foge ao usual, certo? Por isso, por que não um episódio musical de Chuck? Imagine, além da dupla de sucesso JEFFSTER, Casey e Sarah cantando? Imagine o Zachary Levi cantando!
Pode parar por aí. Você não precisa imaginar. Ao dublador Flynn Rider, o ladrão charmoso de Tangled, Zachary (nosso Chuck!) cantou suas músicas. E, surpreenda-se você também, ficou muito legal! E fez seu dueto com Mandy Moore, que manja há mais tempo da área né?
Inclusive, a música cantada pelos dois, “I see the light”, é uma das canções indicadas ao OSCAR. Já pensou? Charles Carmichael ganhando um Oscar? Já tenho meu motivo para ver a premiação esse ano. Chuck é a minha Miss Simpatia da cerimônia de 2011.
Enquanto isso, ficamos com Luciano Huck. Assim, eu só queria entender… se ele não cantou as músicas e não é um dublador profissional, POR QUE ELE??? Nada contra, mas ele tentando soar malandro foi fail. Já a Rapuzel foi dublada pela mesma dubladora da antiga Buffy, Sylvia Salustti (profissa).
Então, de novo, e o Chuck musical? Uma série leve, como é Chuck, abre espaço pra isso. O novo talento descoberto de Zack dá forças à ideia. A gente torce e espera. Se não quiserem um episódio musical, aceitamos mais um show da Jeffster, cantando memoravelmente Africa. Talvez com a participação especial do bom e velho Chuck Bartowski.
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Publicado por: Lê Scalia
Especial México – Hablemos de comida, wey!
Pense em alguma comida latina. Nachos, tacos, tortillas, quesadillas, flautas, enchiladas, mole, sopa asteca, carne em su jugo, guacamole? Pois é, muito provável você imaginou alguma comida mexicana.
Falar de México é falar de comida. Arrisco dizer mais: acredito que a melhor maneira para conhecer a cultura mexicana é sentar em um restaurante típico e observar tudo. Minha primeira experiência culinária na terra de Speedy González marcou minha viagem de maneira que vale a pena e a pimenta comentar aqui.
P#ta, eso pica la vida, wey!
Marcelo (brasileiro), Alejandro e eu saímos para bater uma boquinha. Alejandro, que é mexicano, mas não tem bigode, disse que ia nos levar em um restaurante típico de lá. Chegando no lugar, olhei para um lado, olhei para o outro, vi um lugar transpirando cultura e pensei: Wow, estou no México de verdade, cabrones!
Recepcionados por mulheres com trajes típicos, pedimos uma mesa para três. No caminho da mesa, surpresa, havia um garçom com 4 (QUATRO!) margaritas gigantes equilibradas na cabeça, uma em cima da outra. Adivinha o que o turista fez? Pediu para bater foto. Nosso amigo, na moral, aceitou, ajeitou-se pra câmera, fez pose e ainda esperou as duas/três máquinas presentes registrarem o momento algumas vezes. Depois disso, sorriu, virou para uma mesa, ajoelhou-se e esperou uma senhora retirar sua bebida, a primeira da torre em seu cuco. Ok.
Logo sentamos e pedimos nossa bebida (não, não pedi uma tequila). Para a surpresa da freguesia, antes de chegar a cerveja na mesa, sim, chegou a pimenta. Exatamente, o chile é a primeira coisa a ser servida no México, antes mesmo de seus tragos. Junto com ele (ou eles, porque normalmente são servidos 3 tipos de chile – verde, vermelho aguado e vermelho vermelho), tortillas, frijoles molidos, salsa, rabanete, guacamole e limão chegam acompanhando. Detalhe: essa talagada de comida não é cobrada e é servida sem você pedir, com o objetivo de ser um leve aperitivo. Ou seja, pare de comer no café da manhã quando for a um restaurante mexicano o melhor ainda está por vir, carnita papá!
Parêntesis #1: Qual é a cor do chile que mais pica? Vermelho? Errou. Normalmente, dos chiles servidos, o que mais vai fazer você pedir arrego é o Habanero, que é… verde. Da mesma cor do Guacamole, que não pica nada, obrigado.
Parêntesis #2: Não é só o chile que acompanha tudo no México, o limão também sempre está presente… nas carnes, na sopa, ou mesmo na cerveja (Corona?).
Uma boa idéia é provar os chiles somente quando sua bebida chegar. Porque sim, este é o país que come maçã com chile, então você acha que vai ser um Tabasco sem graça que vai estar sobre sua mesa? Já dizia um filme mexicano: Peor es el chile y el agua lejos.
Parêntesis #3: Perguntei a Laura, mexicana que trabalhava comigo, em qual comida eles não colocavam chile. Ela riu, pensou, pensou, pensou, e disse que ia pensar mais e me procurava. Horas depois, ela me disse: Queque, no echamos chile en el queque! É, pelo menos no bolo de aniversário não.
Parêntesis #4 (aprendi com a mesma mexicana): Tabasco é o nome de um estado no México, mas o molho Tabasco não nasceu lá não. Parente distante do McDonald’s, o queridão também é cria dos Estados Unidos.
Na hora de pedir a comida, aquela indecisão. Tudo que está no prato do vizinho parece muito bom, tudo que está no cardápio a gente não entende. Aqui entra a ajuda do nosso amigo sem bigode, que encheu nossa mesa com o bom e o melhor de seu país, tacos e mais tacos: um al pastor – carne, temperos e pedaços de abacaxi – e outros com diferentes carnes. Tudo muito bom!
Parêntesis #5: Todo restaurante mexicano tem: o espeto da carne al pastor, a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, figuras de caveiras nas paredes, talvez umas bandeirinhas furadas coloridas no teto e, claro, muita música mexicana. Ai ai ai ai aííí!
Entre um taco e outro, mais surpresas mexicanas. Todo garçom do restaurante media menos de 1,60m e estes sim, tinham bigodes. A família ao lado de nossa mesa vestiu suas duas meninas (uma mais velha que a outra) com a mesma roupa. Do outro lado do restaurante, o grupo de mariachis tocava para uma mesa, (…).
Ah, vale comentar que o atendimento ao cliente neste país é excepcional. Não somente nos restaurantes, em qualquer lugar te atendem sorrindo e com uma paciência absurda. É de impressionar!
Parêntesis #6: Imaginem um cara que saiu de uma festa às 7h da manhã parando um ônibus e perguntando ao motorista se o busão passava perto da rótula do Ceviche (perto da casa do Alejandro). Agora imaginem quanto tempo este cara demorou para lembrar o nome desta rótula. Pois é, nosso amigo motora ficou lá, sorrindo e esperando-me lembrar este put* nome. Sim, cheguei em casa.
Resultado de tudo isso: aprendi a comer pimenta, passei no Wal-mart e levei meu chile pra Costa Rica. Melhor que isso, aprendi que comida mexicano não é o combo de chalupa do Taco Bell. Bendito seja o burrito, ele agora faz parte dos poucos pratos que sei cozinhar… Viva México, cabrones!
- 1, 2, 3, 4 margaritas.
- Bocas mexicanas
- Taco al pastor
- Outros tacos
- O restaurante
- Espeto de Taco al Pastor, Nossa Senhora de Guadalupe
- Mariachis
- Mariachis
- As meninas vestidas iguais, típico em famílias mexicanas
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Um Erro Emocional – Cristovão Tezza
“Saboroso”. Foi essa a palavra que mais marcou os seis meses que convivi com Cristovão Tezza, na sala da aula da universidade. Tanto pelo adjetivo, que em si caracteriza esse tempo, como pela voz do professor que sempre dizia isso. “Saboroso”, e logo após a piada, dava gargalhadas características. Se algo levo da universidade, as duas aulas semanais, durante um semestre, com Cristovão Tezza com certeza estão lá.
Mas o que eu quero dizer é que a frase inicial do novo romance de Cristovão Tezza, catarinense de Lages radicado desde sempre em Curitiba, entra no rol de frases inesquecíveis da literatura brasileira: “Cometi um erro emocional”. Sua nova obra, “Um Erro Emocional” (Record, 2010, 192 páginas) é a primeira depois do aclamado “O Filho Eterno”, que lhe rendeu os prêmios mais importantes da literatura brasileira em 2008 e 2009 (Jabuti de melhor romance, São Paulo de Literatura, Portugal Telecom e outros). Depois de uma obra largamente premiada, espera-se de um autor outra pelo menos com a mesma qualidade.
Mas o que Tezza traz com sua nova obra é irrepreensível. Erigido por um autor que já alcançou sua maioridade literária, o livro reflete justamente isso: a maturidade. Uma única cena, um único diálogo, entre um homem de 42 anos, separado, e uma mulher nos seus 30, que o recebe em sua própria casa é o jugo que Tezza toma para si para compor a obra. O incrível é que o autor transforma essa cena comum, talvez corriqueira, em uma grande composição literária.
Cento e noventa e duas páginas depois da primeira frase o que o leitor experimenta é uma sensação estranha, contrária àquela vontade comum de querer saber o desenlace de um livro. O que se sente, acompanhando o diálogo entre Paulo Donetti e Beatriz, é uma vontade de o livro não acabar, com a certeza de que o próximo a ser lido não será tão bom quanto esse. A sensação é que Tezza poderia continuar escrevendo esse romance para sempre.
O que se acompanha não é meramente o diálogo entre os dois personagens – ele caberia facilmente em dez páginas do livro, dando um palpite -, mas sim uma desconstrução da vida daquelas duas pessoas. Cada frase, cada entonação, e muitas vezes cada palavra que ambos utilizam nesse diálogo traz uma lembrança, um fato, uma marca do passado e da personalidade. E é exatamente aqui que Tezza ganha o leitor – por meio daquele diálogo comum, o autor molda dois personagens bastante profundos.
O que o autor faz é colocar os pensamentos dos personagens em primeiro plano, ocupando o lugar das descrições de cenário, da fala propriamente de um narrador. Para isso, o autor também adapta a linguagem ao fluxo de pensamentos de qualquer ser humano: frenético, lacônico e ao mesmo tempo frequentemente interrompido, e de maneira bastante precisa. O que ele faz é transformar esse ato corriqueiro – de nem sempre se dizer o que se pensa, às vezes até o contrário – em um romance denso e muito característico.
“– Que o escritor tem de descobrir tudo sozinho, e é assim mesmo que eu sempre quis – e ele se empertigou num segundo tenso, o que ela percebeu, recolhendo lenta a página amarela tentando descobrir o que estaria acontecendo, mas o próprio Donetti desfez a couraça com um suspiro: – Bem, agora, e ele parecia procurar a palavra – agora eu me entrego. Acho que você – e mais uma vez ele procurava a palavra – é a pessoa – e ele frisou – perfeita”. (trecho de “Um Erro Emocional”, página 61)
E eu não consigo achar outra palavra para resumir esse livro que não aquela: “Saboroso”.
O Turista
Antes de qualquer coisa: eu gostei do filme. Mas não posso deixar de falar que esperava muito mais. Então, talvez por isso, vou me ater em falar sobre as coisas que eu achei que poderiam ser diferentes.
Veja bem, essa é só a minha opinião, ok? Não sou especialista em cinema nem nada, sou só alguém que vai ao cinema toda semana.
A primeira impressão depois do filme: faltou romance e ação.
Angelina Jolie interpreta uma (ex?)-espiã da Scotland Yard, mas não, não a vemos em nenhuma cena de ação. Nem uma arminha ela segura.
O maior esforço da personagem, Elise, é escolher um estranho coitado para seduzir e fazer com que ele se passe por outro alguém, que é procurado pela polícia e pelos bandidos.
O coitado escolhido é Frank, um americano interpretado pelo nosso eterno querido Johnny Depp. E em momento X do filme, eles deveriam se apaixonar. Mas a sensação foi a de que eu perdi algum pedaço da história…
Esquecendo um pouco o fato de que o longa é uma releitura dos filmes noirs (o cenário, o figurino, a música, os diálogos e o próprio fato de ser um remake de um filme francês), Angelina Jolie tem apenas uma expressão durante quase todo o filme: um sorrisinho monalisa sem vergonha!
Ok, eu estou mesmo exagerando, por isso devo lembrá-los: eu gostei do filme!
Mas vamos lá. Continuando.
O final é super legal, surpreendente e tal, mas não é nada que não passe pela sua cabeça durante a sessão.
Pra mim, a melhor sacada do filme não foi o final, mas o fato de terem escalado Rufus Sewell, um ator conhecido, para o papel de… bem, assista e depois entenda!
Enfim, tendo em vista tudo isso, podemos concluir que O TURISTA é um clichê cinematográfico. E é por isso que eu gostei do filme, oras! Clichês podem ser clichês, mas há uma razão para serem clichês: eles funcionam.
Serviço de utilidade pública?
Ok, a gente já notou que a Publicidade europeia pode ser um pouco bizarra demais. Já comentei um pouco aqui sobre a publicidade romena, e foi bem curioso quando esbarrei com esse comercial de utilidade pública da Romênia.
Bom, antes que você assista ao vídeo e duvide da minha pessoa, posso provar pra você que este é mesmo um comercial de utilidade pública. Aqui está o que o Google Tradutor me ofereceu do romeno para o português:
acidente, abaixa o carro e inspeccionou o dano. pergunta se o motorista culpado tem um seguro de carro. preencha o acordo amigável. se não se chegar a qualquer acordo, um policial pode determinar o culpado. O seguro de carro sempre acaba.
O nome do filme é: “MENINAS ASSEGURADAS”. Ou algo do tipo…
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Quase lá…
Clint Eastwood. Eu ainda lembro de assistir De Volta Para o Futuro 3, quando Marty McFly adota o pseudônimo de Clint Eastwood quando volta no tempo para o velho oeste. Queria intimidar. Queria parecer o cara durão dos westerns spaghetti, que colocaria Jack Bauer e Chuck Norris pra correr.
Realmente, por praticamente 3 décadas Clint Eastwood foi sinônimo de cara durão. O “homem-sem-nome” dos westerns spaghetti e o detetive Harry Callahan, o Dirty Harry, marcaram a primeira metade da carreira de Eastwood, fazendo dele um ícone de westerns e filmes policiais.
Porém, nos últimos 20 anos, Dirty Harry transformou-se no Mellow Clint. Desde que recriou os westerns com “Os Imperdoáveis”, mostrou sensibilidade em “As Pontes de Madison”, Clint não parou de tratar do homem humano, com seus erros e qualidades, suas relações complexas e os resultados destas. Ok, homem humano pode parecer meio trash, mas Dirty Harry, Jack Bauer e o escambau são bem pouco humanos, não acha?
Enfim, este mais novo filme de Clint Eastwood, “Além da Vida”, mostra toda a sua maturidade em fazer filmes que fazem você sair do cinema pensando na vida (e, nesse caso, na morte). Com roteiro de Peter Morgan, de “Frost/Nixon”, e atuações ótimas, Eastwood dirige a história de três pessoas que são impactadas, de maneiras diferentes, pela morte. Leia o resto deste post
Secret Cinema, ou cinema sensorial
Você já leu aqui no blog sobre cinema 4D, aquele em que as salas de cinemas são equipadas com uma infraestrutura para transmitir as sensações do filme, tais como: vento no rosto, cheiro de explosivos e movimento das cadeiras que acompanham algumas das cenas que passam na tela. Para quem já foi no Hopi-Hari, o cinema 4D é, digamos assim, uma evolução daquele simulador que tem lá. Sabe? Só que lá só mexe a cadeira, e no cinema 4D tem vento e cheiro para dar aquela incrementada.
Mas, não é disso que se trata o Secret Cinema, ou cinema sensorial, como também está sendo chamado. É diferente, novo – relativamente novo, na verdade, existe desde 2007 – e está mais para um evento do que para uma simples sessão de cinema.
Funciona assim: você compra o seu ingresso com uma certa e boa antecedência, e sem saber qual filme você vai ver, daí o “secret”. Sim, pode acontecer de você já ter visto o filme. Mas, o Secret Cinema garante que no máximo você pode conhecer a história. Porque ver do jeito que eles vão mostrar, isso você nunca viu. Só por essa já vale a investida, hein!?
Prosseguindo.
Alguns dias antes da sessão, os organizadores entram em contato para dizer onde será o ponto de encontro. Não, não será em uma sala de cinema qualquer da cidade. E, para identificação dos expectadores do Secret Cinema, eles combinam uma vestimenta também. Então, quem comprou entrada para o filme “X” recebe um e-mail mais ou menos assim:
“Todo mundo no metrô ‘tal’, e vestido de roupão de banho”, como aconteceu no relato que eu li aqui.
Quando chega o dia, e estão lá, todo mundo de roupão de banho no metrô, os organizadores do evento aparecem, todos vestidos como personagens do filme daquela sessão, e levam a galera para cenários reproduzidos do longa. Com personagens e tudo. Ninguém sabe o que vai ver ainda, mas já podem dar alguns palpites pelos ambientes e personagens.
Depois de algum tempo explorando os ambientes do filme, as pessoas são levadas para uma sala para, então, ver o filme.
A impressão que eu tive é que todo esse esquema é montado para você ver o filme dentro dele, para você se sentir parte da produção, quase como um figurante, mas podendo interagir o quanto você bem entender. Até porque, né, quantas vezes eu, você e todo mundo não sonhou estar dentro de um filme com Ryan Reynolds, Keanu Reeves, Matt Damon etc etc etc e, OBVIAMENTE, Sandra Bullock, a eterna Miss Simpatia do cinema.
As entradas para o Secret Cinema custam em torno de 25 libras e, por enquanto, só acontecem em Londres. Olha aí, a próxima sessão será no dia 13 de fevereiro. Então, se você estiver por lá… #ficadica







































