Arquivo mensal: julho 2011

Programa matutino

Ela abriu os olhos devagar, as coisas ainda pareciam meio embaçadas. Divagou se já era tarde o suficiente pra ir trabalhar. Ficou olhando o teto enquanto pensava na conta bancária. Da última vez que conferira o saldo, estava no vermelho.

Leia o resto deste post

Fanpage do Redbull ”inspirando” a web

Não é de hoje que o Redbull é boa referência quando falamos de fanpages na rede de Zuckerberg. Pois é, então vou contar uma historinha:

Era uma vez um cliente que, enaltecido com o grande boom que o Facebook teve no Brasil, passou para sua agência de publicidade o seguinte briefing:

“Vocês viram o página do Redbull no Facebook, que legal?
Então, a gente quer algo tipo isso no nosso Facebook também!”

Resultado (veja ”ao vivo” aqui e aqui):

Este slideshow necessita de JavaScript.

Brincadeiras à parte, está tudo muito bonito, obrigado. Mas, fica evidente a de onde veio a inspiração de nosso querido diretor de arte, não acha?

Menos é mais

Se você tem que anunciar um carro que tem como principal atributo ‘ser pequeno‘ o que você faria?

O pessoal da BBDO de Toronto/CAN resolveu apostar justamente nisso. Chamar a atenção justamente por isso.

Eu adorei. Talvez porque eu tenha uma quedinha por ‘miniaturas’… mas acho que faz todo o sentido a estratégia adotada. Exploraram a questão do baixo impacto ambiental do carro e ganham pontos por ter ficado fofo.

A receita de Alfred Hitchcock

Alfred Hitchcock super dispensa apresentações, mas nunca é demais lembrar que ele é um dos cineastas mais conhecidos e admirados de todos os tempos. E se você alguma vez já desejou ter um pouco da generalidade do cara, hoje é seu dia de sorte! Assista ao vídeo abaixo e conheça a receita dos filmes dele:

Agora com cobertura II!

Siiim, pessoal… nossa campanha (100 Cobertura II) chegou ao fim na última sexta-feira e cá estamos prestando algumas contas (postaremos algumas fotos em breve!).

Antes de qualquer coisa, gostaríamos de agradecer todo mundo que colaborou, que divulgou, que ajudou de qualquer maneira. Acho que podemos dizer que foi um sucesso, considerando que conseguimos praticamente o dobro da verba e dos cobertores do ano passado.

Então vamos lá…

Campanha em números:

Arrecadação total: R$ 780,00

Cobertores comprados (e doados): 39

Pessoas que participaram: cerca de 25

Curiosidade: o taxista ficou bravo comigo e me mandou alugar uma kombi. Sim. E cobrou R$ 1,60 por sacola/bagagem. No fim da corrida, um pouquinho mudado, ele nos deu um desconto de R$ 1,20. Fez por 10zão. Tá valendo, haha.

Bom, fica aqui o nosso muito obrigado a você que doou 15, 20, 30, 50, 60, 90, 100 reais, seja no primeiro dia ou no último. Para alguns, pode até parecer hipocrisia dizer que devemos fazer a nossa parte e isso já ajuda a mudar muita coisa, mas eu acredito nisso. Afinal, como diria Gandhi, “seja a mudança que você quer ver no mundo“. É isso aí, começa por nós.

“No more turning away from the weak and the weary
No more turning away from the coldness inside
Just a world that we all must share
It’s not enough just to stand and stare
Is it only a dream that there’ll be no more turning away?





Está faltando criatividade em “Glee”

Eu sou uma dessas pessoas que assistem Glee. A história pode não ser um atrativo para a maioria das pessoas, mas já ouvi muita gente admitindo que o elenco da série manda muito bem nos vocais. Eu, particularmente, gosto da história e das músicas (às vezes de um mais que do outro…), mas confesso que, ultimamente, meu julgamento a respeito das performances musicais tem sido de decepção. Falta de criatividade, talvez?

Porque, veja bem… qual foi a última vez que vimos, em Glee, uma performance diferente da música original? No 20º episódio da 2ª temporada (S02E20 – Prom Queen), por exemplo, dá pra ver que os produtores estão aderindo à lei do menor esforço. A versão de Jar of Hearts, interpretada por Lea Michele não tem absolutamente nada de diferente da canção original, de Christina Perri - e me atrevo a dizer que prefiro esta última. Nem a interpretação de Friday, modinha da web de Rebecca Black, surpreende.

Das últimas duas vezes em que eu me surpreendi, fui enganada.

Episódio 20, 1ª temporada (S01E20 – Theatricality): Lea Michele e a convidada Idina Menzel cantam uma versão completamente diferente de Poker Face (Lady Gaga). Diferente, mas copiada da própria Gaga.

Episódio 20, 2ª temporada (S02E20 – Prom Queen): Lea Michele e o convidado Jonathan Groff cantam uma versão um tanto quanto “broadway” de Rolling in the Deep (Adele). Mas, de novo, não é original. John Legend já havia cantado a mesma versão a cappella.

Bem, e agora, os produtores de Glee já estão com um reality show a lá American Idol - The Glee Project – para escolher o novo integrante dos losers de McKinley High. E em alguns momentos, os participantes tem de se virar sozinhos e surpreender os produtores para não serem os escolhidos a sair. E alguns desses participantes tem surpreendido muito mais do que o verdadeiro Glee. Abaixo, deixo com vocês 3 performances que eu posso chamar de criativas.

Post relacionado:
Porque amamos Glee
A Era do(s) Loser(s) 

A história de uma geração

Quando hoje, na última premiere mundial de Potter, o repórter perguntou se JK Rowling tinha uma mensagem para os fãs, os milhões de fãs espalhados pelo mundo, ela disse apenas: “Thank you”.

Leia o resto deste post

Anistia Internacional: 50 anos

A Anistia Internacional se autodefine como:  “um movimento global integrado por pessoas, em sua maioria colaborando de forma voluntária, que trabalham para que os direitos humanos sejam respeitados em todo o mundo.

São 50 anos de Anistia Internacional, e para “comemorar” isso foi lançado um pequeno vídeo de animação muito legal. A trilha sonora é literalmente de Hollywood: Hans Zimmer (meu queridinho). A direção é do argentino Carlos Lascano.

Vale também conferir o making of:

A AI costuma ter outras campanhas bem legais, mas isso é assunto pra outro post! Até :)

Inocente até que se prove o contrário: Casey Anthony

Os Nardoni dos States. (Com um final diferente). É mais ou menos assim que eu definiria este caso.

A norte-americana Casey Anthony, acusada de matar a filha de dois anos (2008), foi inocentada na tarde de ontem. A polêmica virou assunto principal na mídia estadunidense nos últimos dias e teve um desfecho inesperado.

Apesar de ter ido a julgamento por júri popular, contrariando as expectativas, o veredicto foi positivo para a jovem de 25 anos. Apesar de ter sido considerada inocente dos crimes mais graves, como o assassinato em 1º grau de sua filha Caylee, Casey – que acumulava sete acusações – foi condenada por ter mentido para a polícia durante as investigações. No entanto, como aguardou pelo julgamento detida (quase 3 anos), é provável que seja liberada pela corte.

Caso fosse considerada culpada de abusos e da morte de Caylee, na Flórida em 2008, Casey poderia pegar prisão perpétua. A defesa, então, apostou nos “pontos obscuros” do caso e pautou-se na “dúvida razoável”. Ou seja, seriam necessárias provas concretas, algo que fosse “além da dúvida razoável” para que Casey pudesse ser condenada.

Leia o resto deste post

Waffle crocante coberto com delicioso chocolate Nestlé

Essa você já sabe: a Nestlé, que este ano comemora 90 anos de Brasil e 75 de Kit Kat, resolveu relançar o chocolate por aqui, a 2 reais e 50 centavos.

O Kit Kat começou a ser produzido no Brasil em 1994, mas a produção foi interrompida porque as vendas não foram satisfatórias. A partir de então, ele só poderia ser encontrado em algumas lojas de chocolates importados ou nos duty frees da vida.

E agora, desde sexta-feira, este waffle crocante coberto com delicioso chocolate Nestlé está de volta aos supermercados brasileiros. Ou quase. Ele está à venda em alguns pontos na região Sul e em toda a rede de supermercados Walmart e Sam´s Club, de acordo com informações da Nestlé.

Enfim… esta volta merece uma homenagem. Por isso, juntei aqui alguns antigos comerciais deste que é um dos melhores chocolates do mundo (meu ranking atual é, em ordem decrescente: Ferrero Rocher, Kit Kat, Kinder Chocolate, Kinder Bueno, Reese’s e Twix – pra quebrar um galho, né Gabi?). mas vamos começar com um filme indiano do ano passado.

Have a break. Have a Kit Kat.

Índia (2010):

França (2008):

EUA (1995):

EUA (1986):

#KitKatnoBrasil

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 1.403 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: