Arquivo mensal: agosto 2011

Bradesco Seguros estreia novo filme com Byafra

Você já deve ter se esbarrado por aí com um vídeo de um cantor que é “atropelado” por um paraquedista. Se você pensou: “cantor? que cantor?”, a gente explica.

Lá atrás, nos idos dos anos 80, quando as ombreiras deixavam homens e mulheres com formatos triangulares, e os cabelos pareciam arames penteados, Biafra (ainda com “i” depois do “B”) fazia sucesso.

Fato é que ele já cantou em alguns clássicos da nossa teledramaturgia, como “Mulheres de Areia” e“Barriga de Aluguel”. (Aliás, é a sua chance de ouvi-lo novamente, já que a novela da dupla Ruth-Raquel será transmitida pela 4ª vez, começando em setembro!).

Eis que, quase 30 anos depois, surge novamente Byafra. No caso, cantando o mesmo sucesso de 30 anos atrás. Numa bela sacada de criatividade e oportunidade, a Bradesco Seguros usa o cantor para dar continuidade ao jargão “Vai que…”. No comercial, a bela canção de Byafra acaba espantando um ladrão. Vai que seu carro não tem um Byafra, né?

Mas, agora que todo mundo conhece Byafra – cantor da década de 80 que ressurgiu para falar de seguros e criar uma paródia de si mesmo – a Bradesco Seguros veio com outro vídeo que vale conferir:

E o mais legal é que agora você pode baixar o ringtone do Byafra aqui e receber olhadelas sempre que seu celular tocar no ônibus.

Ah! Os bons tempos da geração anterior.

Criatividade na ponta do lápis

O brasileiro Dalton Ghetti usa um material um tanto quanto inusitado em suas criações. Grafite.

Bom, na realidade o material usado não é exatamente inusitado, né? Pare e pense: você provavelmente conhece alguém que usa grafite para criar. Qualquer pessoa que desenhe com lápis faz isso, certo? Certo. Por isso acho que a forma correta de dizer isso é que a forma como ele usa o grafite é inusitada.

O cara não desenha, ele ESCULPE o grafite. Sim, caro amigo, segure o queixo. Dalton Ghetti é um gênio da mini escultura, digamos assim.

Nascido na década de 60, esse cinquentão faz obras como essa por hobby.

Pois é. O brasileiro, que hoje mora nos EUA, é carpinteiro há 25 anos e faz suas esculturas desde molequinho, quando ainda era estudante aqui no país tropical.Ghetti costuma usar basicamente três ferramentas para cada escultura – que leva cerca de alguns meses parar ficar pronta: lâmina de barbear, agulhas de costura e uma faca de modelagem.

Sua matéria-prima: lápis nº2.

Sobre sua arte, Dalton diz: “Eu uso a agulha de costura para fazer furos ou cavar o grafite. Eu crio linhas e transformo o grafite lentamente na minha mão“. Como todas as pessoas incrivelmente talentosas, ele faz uma coisa incrivelmente complexa parecer fácil, né?

Pra completar ele nem usa lupa. OK então.

Vale dar mais uma olhada no que ele faz de legal impressionante.

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the gLee project

Este post basicamente não contém spoilers

Amanhã à noite o vencedor do “Projeto Glee” será revelado. Para quem tá meio por fora do que Ryan Murphy anda aprontando, é o seguinte: o criador de gLee resolveu criar um reality musical no qual o vencedor ganharia não 1 milhão de dólares e nem um contrato com uma gravadora. O prêmio é nada mais nada menos do que um papel na série queridinha dos americanos (ok, não anda tão em alta ultimamente, mas mesmo assim… algo considerável).

E o mais genial nisso tudo é que ele ocupou o tempo entre-temporadas (ou midseason) com o novo programa. Ou seja: ele conseguiu deixar gLee em pauta mesmo sem novos episódios, arrumou uma programação legal e ainda deu um UP no domingo da galere. Isso sem contar o lançamento de jovens talentos ao estrelato. Basta dar uma olhadinha na quantidade de seguidores que o pessoal do projeto experimental (e, pra mim, muito bem sucedido) tem no twitter.

Bom, por tudo isso, resolvi listar as 5 razões que fizeram valer a pena assistri ao THE GLEE PROJECT (e se tornar um telespectador mais zoado do que já se é). Afinal, o fã de gLee, como não poderia deixar de ser, já sofre bullying só por acompanhar o programa.

Vamos lá. Começando pelos 12 sortudos…

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Havaianas e as mulheres de TPM

Ontem, dia 14, começou a ser veiculada a nova campanha das Havaianas, que brinca com algumas “verdades” femininas… ok… verdades femininas, sem aspas mesmo.

Os filmes são da AlmapBBDO, com criação de Andre Kassu e Marcos Medeiros e direção de criação de Marcello Serpa.

Computador vs. marshmallows

Coloque um computador e um monte de marshmallows na frente de uma criança e deixe o pentelho sozinho. Mas antes, diga que ela não pode mexer em nada. E aí, será que ele obedece?

Bem, a ordem dada não foi exatamente “não encoste em nada”, mas a ideia é ver o que chama mais a atenção de uma criança. Qual seu voto? Confira se acertou aqui.

Aprenda a brincar de mímica de filme

Quem nunca brincou de mímica de filme? Você vai lá, fica igual um idiota tentando se expressar sem palavras, seu time completa a idiotice gritando palavras disconexas adoidadamente. Pois é, os próprios Biscoitos já se reuniram algumas vezes para mostrar toda sua habilidade corporal/interpretativa/criativa.

O Bradesco resolveu entrar na brincadeira, através de um canal no YouTube muito bom. De um lado, Adnet interpretando, de outro você na adivinhação (mais silenciosa, neste caso). Tudo isso para divulgar que agora, no Cinemark, quem pagar com cartão Bradesco ganha 50% de desconto no ingresso, na pipoca e até no refrigerante. Excelente!

Jogue sua carteira de estudante falsa fora e economize na legalidade. Confira aqui.

Pra Terminar o Dia – Harry Potter em 99 segundos

Quanto tempo você demorou para ler os 7 Potters? Ao todo, são aproximadamente 3484 páginas (264 HP1, 288 HP2, 348 HP3, 584 HP4, 704 HP5, 512 HP6 e 784 HP7) ou 1179 minutos (152 HP1, 161 HP2, 141 HP3, 157 HP4, 138 HP5, 153 HP6, 146 HP7.1 e 130 HP7.2), ou seja, quase 20 horas.

Enfim, um tempo razoável né?

Pois bem, esse rapaz, Jon Cozart, resumiu tudo em 99 segundos. Com direito a uma musiquinha divertida, que mescla alguns temas dos filmes.

O vídeo está, cheio de spoilers, claro.

Muito legal! :)

Pra Começar o Dia – A arte de se brincar com um ioiô

Eu já achava incrível quando jogava um ioiô pra baixo e ele, por razões sobrenaturais, voltava pra minha mão. Aí vinham os amigos falando que dava pra fazer umas manobras “radicais” e com nomes estranhos, tipo “volta ao mundo”, “balão”, etc. Acho que o mais radical que eu consegui foi um galo na minha cabeça. Mas já tava me achando. Afinal, aquele negócio era sobrenatural.

Aí eu cresci e vi que era física pura.

Fácil. Física pura. Acho que vou procurar meu ioiô da Coca e começar a treinar.

Gifs animados, um outro nível

Não há muito o que dizer. Eu adoro um gif bem brega e tosco, mas essa ideia do Mike Guppy eleva os gifs animados a um outro nível. Genial.


 

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