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Mais um Ótimo Filme pra se ver no Netflix
Robert Downey Jr nem sempre foi o homem de ferro. Nem sempre foi um playboy filantropo, etc e tal. Na verdade, ele já foi um ladrão frustrado que passou num teste para ator por acidente, viajou para Hollywood, conheceu com um detetive particular, reencontrou o amor da adolescência e ajudou ela a solucionar um crime. Tudo em 103 minutos. Com o Val Kilmer pra ajudar. E a Michele Monaghan pra embelezar. Sinopse doida. Filme ótimo. E nem é tão velho.
Eu não tinha ouvido falar de Beijos e Tiros (Kiss Kiss Bang Bang) antes de ver nas sugestões do Netflix. Bom, pensei, se o Netflix acha que eu vou gostar, por que não arriscar? E coloquei para ver.
E valeu a pena. O filme é uma comédia misturada com filme de detetive, com atuações muito boas do Downey e do Kilmer, e com um roteiro meio sem noção, cheio de diálogos e cenas muito engraçados. A cena do início, quando ele está fugindo da polícia e vai parar numa audição para um filme é hilária! E um pouco trágica, mas boa demais. Até podia falar mais da história (que é muito boa, já falei?), mas vai ver o filme, vai.
Ah, e a Michele é bonita e engraçadinha. Pelo bonita já bastava.
Curiosidades:
- O diretor Shane Black é também roteirista e ator. Foi o primeiro filme que dirigiu. O próximo que ele vai dirigir é, tan tan tan tan, Homem de Ferro 3.
- Esse cara foi o roteirista de outro filme famoso: Máquina Mortífera (será que tem no Netflix? Preciso ver de novo)
Tomatômetro (Rotten Tomatoes): 87%
Biscoitômetro: Que nem o Home de Ferro. Só que sem o dinheiro. Ou seja, muito bom!
Quote: “Don’t worry, I saw Lord of the Rings. I’m not going to end this 17 times.” Harry
Refeição para comer lendo este post: Sanduíche de Mortadela.
10 Belas Fotos de Lugares Abandonados
Acho muito legal ainda encontrar casas de quase um século (ou mais) perdidas em meio a tantos prédios em cidades como São Paulo, Rio ou Curitiba. É um estranho contraste, uma parte teimosa e bela do passado. E eu, que quase não sou teimoso, gosto dessas casas. Mas se simplesmente não houvesse mais ninguém? Simplesmente, abandono total?
Tá, ainda não aconteceu o apocalipse zumbi. Mas só pra você ter uma idéia, até que o mundo ficaria assustadoramente bonito com o nosso legado.
(Via Co.Create)
Vale a Pena Ver no Netflix – A Conversação
Por R$ 14,90 por mês e tendo uma conexão decente de internet, assinar o Netflix é um ótimo negócio. Acho que vale mais do que ter TV a cabo. Mais de mil filmes e séries à sua disposição, na hora que você quiser ver? Já assinei no mês do lançamento.
Eu e mais um monte de gente. Mas uma reclamação ecoou logo no início: a falta de filmes novos no catálogo. Porque, aparentemente, pré-requisito pra ser filme bom é ser novo. Só que não.
Claro, podia ter uns filmes mais novos lá e tal, mas tem muito filme bom demais lá. Pode ser meio difícil de achar, mas tem. E deixe de ser preconceituoso com filmes antigos. Aliás, filme antigo, pra mim, é coisa da década de 40 pra trás.
Bom, por isso eu inventei de voltar a escrever aqui sobre filmes que são ótimos e devem ser vistos no Netflix.
Filme de hoje: A Conversação (1974, ou seja, não é antigo)
Pra começar o dia em Gangnam Style
Segundo críticos, uma mistura refinada de Mamonas Assassinas e Lacraia. Apresento o vídeo mais visto de K-Pop de todos os tempos: Gangam Style, do rapper coreano Psy.
Agora saia dançando na rua como ele e viva o nonsense sulcoreano!
Para terminar a sexta-feira – “Vaca fia duma égua!”
Ah, nada como fim de tarde na sexta-feira! Fim de semana pela frente, talvez até uns dias de sol. Menos em Curitiba. Aqui você leva o pacote completo, 4 estações em um dia.
Bom, para garantir um final de semana “de boa na logoa”, se inspire no bom humor do figura aí do vídeo.
Google Maps + Stop Motion
Na natureza, nada se cria, tudo se transforma. Mas os caras bons, aqueles que nos surpreendem, sempre arranjam jeitos diferentes de juntar as peças. Como juntar Google Maps, ToyArt e Stop Motion.
Esse é um projeto pessoal do diretor Tom Jenkins. Mandou muito bem em tudo, inclusive com a ótima trilha sonora, que dá o clima de todo o curta.
Agora, porque você ainda não pensou em juntar as peças que estão aí e fazer algo totalmente novo? Tá, talvez não seja fácil fazer um filme desses logo de cara, mas todo mundo começa de algum lugar.
Steve Jobs Não Morreu
Ok, ele morreu. Mas se você está usando utilizando um desktop com interface gráfica amigável, com fontes belas, ícones bem arranjados, um mouse para te ajudar na navegação, ou se navega com seus dedos por uma tela multitouch em um dispositivo fino e leve, Steve Jobs vive.
Nos últimos 30 anos, creio que Jobs participou de maneira direta ou indireta em praticamente todas as principais inovações tecnológicas da informática e internet. Ah, por sinal, a internet como conhecemos hoje foi concebida por Tim Berners-lee em um computador feito pela NeXT, a empresa criada por Jobs depois de ser demitido da Apple nos anos 80.
Jobs foi um cara que realmente compreendeu como funcionavam as dinâmicas da mente humana, inovando com produtos belos e fáceis de se usar, criando seguidores e amantes da sua marca. Produtos lançados por ele na Apple não eram meros caça-níqueis com um upgrade de memória; eram inovações que você necessitava e nem sabia.
Além disso, mudou o cinema com a Pixar. O que seríamos de nós hoje sem Toy Story e cia? Ele comprou a divisão de efeitos visuais da Lucas Arts por 10 milhões de dólares. Vendeu recentemente como a empresa de animação mais bem sucedida do mundo por mais de 7 bilhões. E mudou a infância de muita gente.
Mudou a música. Depois do iPod e do iTunes, você que não mora no Brasil poderia comprar só as músicas que você quer, por US$ 0,99. Ele fez a revolução no Napster render dinheiro. Pena que no Brasil, 10 anos depois, a iTunes Store ainda seja um sonho.
E eu deixo aqui um grande discurso desse gênio incrivelmente carismático (embora fosse difícil de trabalhar, dizem por aí).
Dá para escrever muita coisa sobre esse cara, mas eu queria deixar o espaço dos comentários para você escrever o que as invenções desse visionário mudaram na sua vida.
Pra Começar o Dia – A arte de se brincar com um ioiô
Eu já achava incrível quando jogava um ioiô pra baixo e ele, por razões sobrenaturais, voltava pra minha mão. Aí vinham os amigos falando que dava pra fazer umas manobras “radicais” e com nomes estranhos, tipo “volta ao mundo”, “balão”, etc. Acho que o mais radical que eu consegui foi um galo na minha cabeça. Mas já tava me achando. Afinal, aquele negócio era sobrenatural.
Aí eu cresci e vi que era física pura.
Fácil. Física pura. Acho que vou procurar meu ioiô da Coca e começar a treinar.
















