Arquivo do autor:Luiza Rey

Não quero saber em quem você vai votar

O manual da boa convivência é categórico: futebol, política e religião não se discutem. E desde sempre, adotamos essa “dica” aparentemente inofensiva como uma falsa regra de conduta, que é, na verdade, uma conveniente saída de um debate sem argumentos. Ou seja, uma desculpa esfarrapada com respaldo diplomático. Afinal, o que é que ganha uma nação onde não se discute política?

Particulamente, eu nunca gostei de política. Mas o fato é que é impossível não se interessar nem um pouquinho pelo assunto. Ele está aí, no nosso dia a dia, no nosso trabalho (ou falta de), nos armários e geladeiras de nossas casas. E todo mundo adora discutir sobre o preço do tomate ou de como é mais vantajoso comprar eletrônicos no exterior, por causa dos impostos. Adoramos reclamar do trânsito, das estradas, da alta do combustível. E temos um imenso prazer ao sentenciar o apocalipse da água. Tudo isso é política e são coisas que gostamos de discutir. Não gostar de política é como não gostar de história, é não se conhecer, não ter expectativas em relação ao futuro, é estar fechado ao conhecimento. Nestas eleições, eu descobri o que realmente me incomoda em debates políticos. E é justamente, paradoxalmente, a falta de argumentos sobre política – e a consequente intolerância que vem embutida nesses discursos. É por isso, e não pela política em si, que muitas amizades estão sendo desfeitas no Facebook, coisa que até a imprensa tem notado e comentado.

Há uma teoria da Comunicação que defende a ideia de que as pessoas só consomem (em matéria jornalística) aquilo que lhes é semelhante e concordante. Ou seja, de que as pessoas não leem textos/autores cuja opinião vai de encontro à sua. Ou ainda: se eu voto no candidato A, não quero ler nada que exalte o candidato B ou que infame o candidato A. Não é uma regra, mas também não é uma exceção. Esse comportamento existe sim. Se não existisse, você não teria bloqueado aquele seu amigo que só fala mal do Corinthians. Ou do Palmeiras. Ou aquele que só fala de Jesus. Ou que só critica os religiosos. Ou aquele que só fala bem da Dilma. Ou do Aécio. Mas pode continuar me lendo, porque não falarei de um ou de outro. Tampouco falarei de política. Não, eu quero falar de democracia, direito de opinião e tolerância.

Os então “debates políticos” do Facebook são tão profundos quanto a rede social permite ser. E apesar do meio ser propício ao diálogo, tem-se notado cada vez menos debates e mais monólogos autoritários. Menos política e mais julgamentos preconceituosos. Eu cheguei ao cúmulo de ler que a) eleitores do Aécio são elitistas, contra os pobres, contra a igualdade social e nazistas; b) eleitores da Dilma são comunistas, pobres e ignorantes; c) como é possível trabalhadores, assalariados, votarem no Aécio? d) quem vota na Dilma é a favor da ditadura de esquerda. E assim por diante. E isso tudo vindo de pessoas adultas, maduras, formadas e informadas. Aparentemente.

O que está havendo é um julgamento generalizado. Você, por exemplo. Você não me conhece. Não sabe a história da minha vida, desconhece minha personalidade, minhas crenças, meus valores. Mas se eu te disser que voto na Dilma, serei taxada com inúmeras impressões e expectativas. Se eu te disser que voto no Aécio, a mesma coisa. Mas peraí! Não sei você, mas eu vivo em uma democracia. E democracia significa fazer a vontade da maioria. E não, talvez a sua vontade não seja a da maioria. Já parou pra pensar nisso?

Quero finalizar com uma observação fantástica do fotógrafo e professor Osvaldo Santos Lima. Um dos poucos discursos tolerantes e de bom senso que vi durante todo o período de campanhas eleitorais (e que demonstra a opinião de que compartilho melhor do que tudo o que escrevi aqui).

Acredito na democracia ao ponto de ter consciência que a minha vontade política, representada pelo meu voto, é apenas uma pequena fração. Meus candidatos por vezes ganham, por vezes perdem. Porém, por ser um democrata, não ofendo as outras pessoas por suas escolhas políticas. Não as considero alienadas por terem convicções diferentes que as minhas. Acho de extrema pobreza de espírito dizer que o outro, por ter votado em A ou B, é alienado ou desinformado. Pergunto: não seria você o desinformado? Não seria você o alienado? O errado? Por que creditar ao outro aquilo que pode muito bem ser a sua carapuça? Noto pessoas que conduzem aqui no face uma máscara de bom mocismo e que são os primeiros a atacarem as escolhas que não são as suas. Taxam de elite, de reaças, de esquerda alegre, de direita rançosa, disto e daquilo qualquer um que se aventure a pensar diferente. Incomodam-se com a democracia de fato pois ela permite que o “reaça” convicto vote com convicção. Que o “esquerdista” convicto vote com convicção. E até mesmo que o “ignorante político” possa cometer seu erro com convicção. Melhor assim, convictos e plurais. Pois creio na democracia e ela me ensina que minha vontade, por mais que seja minha, pode não ser a melhor, pode ser até mesmo a pior mas certamente é a fração que dôo à democracia.

Vou além: se você julga e condena as pessoas por votarem em um candidato diferente do seu, por terem uma convicção diferente da sua, você tem um problema, meu amigo. E esse tipo de problema já causou genocídios na história da humanidade. Just saying.

Meus medos

Tenho medo. Temo que as palavras a seguir não façam nenhum sentido para você. Porque faz tanto tempo! Faz tanto tempo que eu não faço isso, escrever por escrever. Escrever por hobby. Será que é como andar de bicicleta? Tenho medo de escrever. Medo de você, do seu julgamento. Você, que neste momento, é apenas e somente um leitor. Você é o meu leitor e nada mais. Você é só meu agora. Mas eu não tenho controle sobre os seus pensamentos. Por isso temo o seu julgamento. É possível que, nesse sentido, eu seja mais sua do que o contrário. Você julga as minhas palavras como bem entende, dá a elas um novo sentido, imagina o que quiser. E você me julga por meio delas.

Que ironia, medo de escrever! Essa é a minha profissão! É a única coisa que julgo saber fazer e é a minha profissão. Ela, que deveria ser minha paixão, a razão pela qual acordar às seis horas da manhã todos os dias, andar um quilômetro até o terminal de ônibus e demorar mais quarenta minutos para chegar ao trabalho de escrever. Mas não, a minha profissão me aprisiona. Ela aprisiona as tantas e tantas palavras que se passam por minha cabeça em títulos de uma linha e roteiros de trinta segundos. Por quê? Ah sim, um bom título pode valer muito mais do que mil palavras, mas então quanto vale um texto de mil palavras? Sinto que o condicionamento da rotina da profissão está assassinando o que um dia eu considerei um “dom” para a redação. E se o dom for, na verdade, pura prática? Como um músculo que precisa de treino para alcançar a hipertrofia. O que seria a hipertrofia das palavras?

Minha profissão está matando a minha criatividade, mas eu tenho medo. Tenho medo de deixar o meu emprego. Apavora-me a ideia de começar tudo de novo. De conquistar novos chefes e novos amigos. Tenho medo de não conseguir. A zona de conforto é tão… entorpecente! Mas tenho também muito medo de ficar onde estou, de ficar assim para sempre. Esse medo está me tirando o sono e os últimos pensamentos otimistas que sobraram em relação ao meu trabalho. Tenho 27 anos e tenho medo. Mais medos que uma criança de sete.

Por exemplo, tenho medo de dirigir. Eu sei dirigir, mas não sei de verdade. Tenho medo do trânsito, dos carros, das motos, dos ônibus, dos pedestres. Tenho medo, muito medo, de acidentes. E sabe o que me deixa tremendo, com as pernas bambas de pavor? Rampas. Rampas e balizas. Quero entrar num foguete sem escalas para Marte quando preciso fazer uma rampa. Mas eu também tenho medo de voar, então não conseguiria nem fugir para o Espaço.

Pensando bem, eu tenho medo, também, da reação das pessoas no trânsito. Olha aí, de novo, o julgamento, o medo de ser julgada, criticada. Como é aterrorizante admitir isso! Nunca pensei que teria dentro de mim essas raízes tão inconfundíveis do orgulho. Isso me envergonha e eu tenho medo da vergonha, de passar vergonha. Tenho medo de falar em público. Medo de câmeras e de ouvir minha própria voz naquele áudio do Whatsapp (meu Deus, como as pessoas me suportam?).

Às vezes, tenho medo do futuro. De não sabê-lo, de não conhecê-lo e não controlá-lo. A incerteza é apavorante. Não gosto de imaginar a minha vida daqui, digamos, cinquenta anos. Porque automaticamente penso em pessoas que não estarão mais comigo. Um pensamento egoísta, mas assustador, que chega a me paralisar, que enche meus olhos de lágrimas. Seria esse um disfarçado medo da morte? Ou da solidão?

Sempre gostei de pensar que não tenho medo da morte. E acredito que não tenha mesmo. Mas guardo um pequeno medo de morrer. Da dor de minha alma se desligando de meu corpo, da possível violência e não naturalidade do processo. Posso até não ter medo da morte, mas morro de medo (ops!) de tudo o que vem antes dela. Ou seja, da vida. Mas apesar dos medos e da vida, eu vivo. E vivo feliz. Mais feliz do que infeliz, pelo menos. Afinal, é aquela velha história né… o que seria da luz sem a sombra?

Tenho medo de engordar. É, eu tenho esse medo. Sempre me considerei uma pessoa fora dos padrões de beleza estéticos, ou seja, gorda. Não gorda obesa, mas gordinha. Pelo menos, sempre me considerei a mais gorda entre as minhas amigas. Aí um dia, há quase dois anos, não sei o que aconteceu que eu emagreci (na verdade, eu sei o que aconteceu: academia, dieta e suplementos). Eliminei mais de 10 quilos que eu nem sabia que tinha. Coisa que até então, pra mim, era impossível. Mas consegui, superei, venci, uhul. E agora, tenho pavor de que esses quilinhos voltem à minha balança. Tenho medo e levo uma vida alimentar regrada de compensações, neuroses e cálculos calóricos. Almoço líquidos quase todos os dias da semana para poder jacar (do popular “enfiar o pé na jaca”) aos finais de semana. Culpo-me constantemente por aquela colher a mais de maionese, pela batata frita repetida e pela sobremesa desnecessária que me deixou estufada. Uso aplicativos para fazer um controle diário de calorias, tomo suco verde e cada semana experimento uma dieta nova de detox. Às vezes, sinto-me uma vítima, mas o pavor de engordar ultrapassa todos os limites.

Tenho outros medos também. De baratas, ratos, cobras, aranhas, lagartixas, ETs. Pois é, eu tenho medo de extraterrestres. Desde criança. Imagino-os verdes e maus, sugando todas as coisas boas da alma, mais ou menos como um dementador. Eventualmente, tenho medo do escuro e do silêncio, outro medo que paralisa a mais imperceptível célula motora do meu organismo. Como toda boa libriana, tenho medo de tomar decisões, ou melhor, de tomar a decisão errada. Temo a injustiça. É um tormento, um castigo, um precedente de loucura, perceber ou sequer imaginar que cometi uma injustiça. E ah, como me assusta a loucura! Não sei explicar. Tenho medo de buscar uma explicação para esse medo. Condói-me o estado de loucura, mas apavora-me igualmente. Tenho medo de usar verbos como “condoer” (ainda mais enclíticos), mas estou me acostumando com a ideia do seu julgamento sobre mim. Quando o fizer, no entanto, tenha alguma empatia. Eu acabei de me abrir com você, e esse é um outro medo enraizado no meu espírito. Eu tenho medo de me abrir, de falar sobre os meus sentimentos. Medo não, pavor. Portanto, seja um bom leitor e use estas confissões para analisar também a sua alma, o seu íntimo. Volte-se para si mesmo e pergunte “quais são os meus medos?”. Comece pelos pequenos, pela barata, pelo escuro. E vá fundo. Não tenha medo de responder. Pode ser libertador. Ainda estou esperando a libertação, mas dizem que ela acontece, mais cedo ou mais tarde.

Atenção: a partir de hoje, seus canais NET mudam de número

A NET está lançando hoje, em São Paulo, uma nova organização da numeração dos canais da NET Serviços (www.netcombo.com.br). Agora, os canais serão agrupados por tema de programação: infantis, séries, filmes e outros. Ou seja, se você já tinha decorado o número de todos os seus canais favoritos, esqueça. Vamos precisar colar uma listinha no controle remoto.

Mas, por incrível que pareça, essa decisão vem de uma pesquisa realizada pela própria empresa. Aparentemente, eles constataram que  os clientes (nós) gostariam de ter a programação organizada por temas. A expectativa é que a mudança seja implementada em todas as cidades onde a empresa atua no primeiro semestre de 2014. Você pode conferir a nova numeração de canais de sua cidade no site www.net.com.br/juntinho. Mas é mais ou menos assim ó:

NET   Juntinhos

A mudança será feita nas tecnologias Digital, HD e HD Max e permitirá que os canais tenham a mesma sequência nas duas versões. A posição do canal HD é obtida acrescentando-se 500 à posição original do canal em SD. Por exemplo, um canal que estiver na posição 81 em SD estará na 581 em HD. Já o que estiver na posição 132 em SD estará na 632 em HD.

A alteração envolve apenas a numeração dos canais, sem qualquer mudança no plano contratado, na quantidade de canais disponíveis ou nos valores das mensalidades.

Depois da alteração da numeração dos canais, o cliente precisará reconfigurar suas opções personalizadas: canais favoritos, bloqueios de canal e agendamentos de gravação (para clientes NET HD Max – serviço com gravador digital) e tudo feito pelo controle remoto. Para refazer o agendamento das gravações: acesse Menu > Gravador Digital > Agenda de Gravação. Para reconfigurar o bloqueio de canais com senha ou canais favoritos e lembretes, acesse pelo controle remoto: Menu > Configurações > Preferências.

Fonte: Assessoria de imprensa NET Serviços

Uma razão para sorrir

Quando foi a última vez que você recebeu um elogio? Agora, me diga: quando foi a última vez que você recebeu um elogio ao vivo? Para o criador do vídeo abaixo, as mídias sociais estão, na verdade, deixando as pessoas menos sociáveis, e por isso ele resolveu fazer um experimento super cute. Ele queria saber como as pessoas reagiriam a um elogio feito ali, ao vivo. Por isso, ele saiu às ruas distribuindo rosas para mulheres, junto com pequenas frases, como “só queria dizer que você é linda, tenha um lindo dia”.

Fonte: Hypeness

Os 10 melhores “Harlem Shake” da Internet

O mais recente fenômeno da internet, o Harlem Shake, se espalhou como fogo, de forma viral, em todo mundo, durante a ainda curta vida de 2013. No YouTube, existem mais de 40.000 vídeos diferentes do meme, que somam mais de 175 milhões de acessos. O site Oddee.com assistiu alguns deles (eles disseram que foi a maioria, mas eu não acredito hahaha) e fez uma listinha com os 10 melhores Harlem Shakes da web. Prepare-se.

10. Harlem Shake da NASA

9. Harlem Shake embaixo d’água

8. Harlem Shake nas alturas

7. Harlem Shake do exército norueguês

6. Harlem Shake da Times Square, com participação do departamento de polícia de NY

5. Harlem Shake Miami Heat

4. Harlem Shake jornalístico (KSLA News)

3. Harlem Shake nas alturas (2)

2. Harlem Shake do Snoopy

1. Harlem Shake de médicos

15 GIFs incríveis mostram celebridades antes e depois do Photoshop

Photoshop. O próprio. Aquele creminho mágico usado pela Tia Su. A solução de todos os nossos problemas de olheiras, espinhas, sinais de idade, celulite e estrias. Com ele, você pode postar à vontade fotinhos posers no Face.

Não há contraindicações, mas recomenda-se o uso de bom senso em associação à prática, o que nem sempre acontece. Uma lista de GIFs, publicada pelo BuzzFeed, mostra o antes e o depois de manipulações de imagem em celebridades, deixando claras as diferenças. E aí, propaganda enganosa?

Angelina Jolie

Madonna

Britney Spears

Megan Fox

Penélope Cruz

Kelly Clarkson

Faith Hill

Brittany Murphy

Katy Perry

Beyoncé

Kim Kardashian

Lady Gaga

Katherine Heigl

Despina Vandi

Fonte: Bombou na Web

Candidato canta “Tchê Tchê Rere” no The Voice Ucrânia e anima os jurados

Você lembra de uma candidata do Greek Idol que chegou à final do programa cantando uma música em português? Pois é, agora temos mais um vídeo para essa coletânea. É de um ucraniano que cantou “Balada Boa”  “Tchê Tchê Rere” no The Voice da Ucrânia. Aliás, com o perdão do trocadilho, ele não só cantou, como encantou os jurados do programa, que estavam se divertindo sem fazer a menor ideia do que estavam ouvindo. É o nosso BRAZIU IU IU exportando cultura!

Agora, IMAGINA.

Imagina se fosse no The Voice Brasil.

Claudinha olha para Carlinhos Brown pra conferir se ele também está vendo aquilo.

Claudinha olha para Carlinhos Brown pra conferir se ele também está vendo aquilo.

Carlinhos não tem nada a dizer, mas diz mesmo assim só pra causar.

Carlinhos não tem nada a dizer, mas diz mesmo assim só pra causar.

Bom, e pra terminar o post em alto estilo, vamos relembrar um dos maiores ícones da série I Have No Idea What I’m Doing com o clássico Iarnuou da minha, da sua, da nossa Solaaaaaaange!

E aí, Claudinha?

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Transportando mercadorias: level ASIAN

Série de fotos mostra como os chineses se viram para transportar mercadorias. Até 20 metros acima de suas cabeças! Sabe quanto é isso? Mais ou menos um prédio de 7 andares. Sem mais.

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Me dê um conselho: projeto que pede conselhos aleatórios no meio da rua vira exposição de arte em São Paulo

Há quem diga que “se conselho fosse bom, ninguém daria, e sim, venderia”. Mas, discussões à parte, um fato é certo: todo mundo tem um conselho para dar. E o designer Daniel Motta conseguiu comprovar esta tese com seu projeto “Me dê um conselho” pelas ruas movimentadas de São Paulo.

Uma urna foi colocada na rua e, de longe, ele observou o comportamento das pessoas. No total, 2 mil pessoas deixaram seus conselhos na urna. O projeto virou livro e está agora em exposição nas estações de metrô da cidade.

E você, que conselhos genéricos daria a pessoas estranhas? :P

Fonte: Hypeness

Oscar 2013 – Argo

oscar-2013-argo-posterIndicações:
Melhor Filme
Melhor Ator Coadjuvante (Alan Arkin)
Melhor Roteiro Adaptado
Melhor Edição
Melhor Trilha Sonora Original
Melhor Edição de Som
Melhor Mixagem de Som

Em 1979, militantes iranianos invadem a embaixada americana em Teerã e fazem reféns mais de 60 pessoas. Em meio ao caos, 6 americanos que trabalhavam na embaixada conseguem fugir e se escondem na casa do embaixador canadense. Enquanto isso em Langley, agentes da CIA tentam bolar um plano para resgatar esses 6 fugitivos antes que eles sejam descobertos e assassinados.

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