Arquivo da categoria: Meio Ambiente

Greenpeace no congresso: VETA DILMA (o Código Florestal)

Você pode ter muita coisa contra o greenpeace, dizer que eles são um bando de malucos fantasiados de turbinas eólicas, painéis solares, barris de petróleo, árvores e chaminés (sim, tudo isso literalmente – e em uma convenção do BRICS -, como você pode ver ao lado).

Mas não dá pra negar: eles são, no mínimo, dedicados.

E, por vezes, geniais.

Ok, ideia genial um monte de gente tem. Mas o diferencial é que eles são ousados e colocam a mão na massa, fazem acontecer.

Tenho a impressão de que a iniciação de um membro do greenpeace é uma passadinha na delegacia. Por quê?

Bom, dê uma olhada nos fundadores da maior ONG ambiental do mundo e tire suas próprias conclusões.

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Cães cobaias vêem o sol pela primeira vez

Toda criança tem um sonho do que quer ser quando crescer. O meu era ser cantora veterinária.

O tempo passa e a gente vai descobrindo que ser astronauta ou jogador de futebol não é tão fácil quando gostaríamos que fosse, então, escolhemos novos sonhos. Como fazer publicidade (sim, eu sei…).

E embora meu ganha pão tenha mudado, meu carinho por animais continua o mesmo. Talvez por isso eu tenha chorado um monte ao assistir a esse vídeo: 9 beagles encontram a natureza, pisam na grama e vêem o sol pela primeira vez.

Mas como assim?!

Uma empresa espanhola de cosméticos usava os cachorrinhos pra testar os produtos. Quando faliu, pretendia matar todos eles. Uma ONG (ARME) interveio ( :) ) e conseguiu resgatá-los, tomando a “guarda” dos 72 cães (que serão adotados).

All Dogs Go to Heaven

No primeiro encontro entre esses 9 beagles e a natureza, eles filmaram o receio, a tensão e a docilidade desses cãezinhos. Cada passinho vacilante dado após 10 minutos encontrando coragem para “chegar ao mundo” é emocionante. E o carinho deles com as pessoas, então?

Não dá pra entender como a gente que é gente, e que, portanto, deveria servir de exemplo de amor, faz o que faz. E faz o que faz com cachorrinhos assim, de olhos doces, inseguros e perdão incondicional.

Agora, pense em você… preso durante toda a sua vida em um espaço minúsculo, pisando na grama e vendo o sol pela primeira vez. Como se sentiria?

***

A notícia completa:

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A natureza sempre encontra um meio, mas também podemos ajudar


Por Renata Macan, leitora e colaboradora especial.

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Desde que eu me conheço por gente, meu tio, Hélio Lunardi, sempre foi um apaixonado por animais. Você dever estar pensando “claro, quem não gosta de cães, gatos e aves”? Sim, meu tio gosta desses animais, mas também se dedicou a outras espécies da fauna brasileira. Seus “bichinhos” eram leões, onças (pintadas, negras e suçuaranas – ou parda), diversas espécies de macacos, aves, peixes e cobras. Manteve por vários anos, na cidade de Jundiaí/SP (a 56 km de São Paulo), o mini zoológico Vale dos Guaribas, onde eu, com 9 anos, segurei um filhote de leão em meus braços.

Agora meu tio é presidente da ONG ADIPAS (Associação Direcionada na Preservação de Animais Silvestres), e foi para lá que, no início de julho, um soldado da Polícia Ambiental levou um filhote de macaco Bugio (Alouatta fusca), que não chega a dois meses de vida. Ele ficou sozinho depois da mãe ter sido vítima fatal de uma briga com um cachorro.

Depois de ser examinado, começou a ser alimentado com suco de maçã e mamadeira a base de leite em pó e farinha láctea.

O futuro deste filhote é viver livre na mata que cerca a ADIPAS e, claro, ser mimado pela sua família adotiva. Ele já é registrado pelo IBAMA, mas ainda não tem nome. Se tiver alguma sugestão envie para lunadipas@hotmail.com, com seu nome e número de telefone.

Para ver mais fotos acesse meu Orkut: http://migre.me/ZkFf

Afinal, que macaco é esse?

O Bugio, também conhecido como Guariba, Macaco Ruivo e Gritador Barbado, pode ser encontrado desde o sul do México até a Argentina, mas a espécie Alouatta fusca ocorre na Mata Atlântica, da Bahia ao Rio Grande do Sul.

Quando adulto pesa cerca de 7kg e mede de 44 a 57cm e sua cauda musculosa, que pode atingir até 61cm de comprimento, enrola-se nos galhos e funciona como um quinto membro, assim ele é capaz de ficar pendurado no galho de uma árvore por longos períodos, deixando as mãos e pernas livres para apanhar e descascar frutas.

Uma de suas características mais marcantes é a vocalização, produzida pelo osso hióide situado na base da língua que se transforma numa caixa de ressonância, emitindo um som que pode ser ouvido a uma grande distância, principalmente no entardecer e nas chegadas de chuvas.

O “canto” do bugio:

Achou legal, bonitinho? Foram apenas 21 segundos, tente ouvir por 1min52s:

Nos dois vídeos havia apenas um Bugio, imagine um bando deles “cantando” juntos. Pode parecer irritante, mas quando estão na mata é uma delícia de ouvir!

Parte desse texto foi extraído do jornal Cajamar News.

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Para saber um pouco mais sobre Hélio Lunardi e a ADIPAS
Fonte
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60 minutos

Um ano tem exatamente 8760 horas. Ou, 8766 horas para os mais precisos (ou metódicos, né Ti?). De qualquer forma, é muita hora. O que torna a ação de hoje à noite, idealizada pela WWF há 3 anos, mais simbólica do que qualquer outra coisa.

Mas o fato de ser simbólico não tira, de forma alguma, os méritos desse ato. Afinal, é só um lembrete para nós: Tipo, Oi, tô aqui Me trate bem, por favor. Ass: Terra. E assim como o Dia Mundial da Água, serve para que nos lembremos todos os dias de cuidar do planeta.

Afinal, é a Hora do Planeta. O que se, pensarmos bem, parece meio mesquinho, né? Tipo, uma hora pro planeta, 8765 pra gente. Mais uma pro planeta, mais 8765 pra nós. Contando esses três anos, temos esse placar até o momento: Planeta 3 x 26.295 Nóis.

Tudo começou em 2007, quando, mais tímida, aconteceu a primeira Hora do Planeta. Uma tentativa de chamar as pessoas para a ação, lembrando alguns dos problemas mundiais – Aquecimento Global! E, na verdade, em 2010, devido ao fuso horário, vários países já tiveram sua horinha.

Sydney

No Brasil, em especial, a WWF escolheu como temas da Hora do Planeta o combate ao desmatamento, a proteção e recuperação de áreas de preservação permanente (matas ciliares e nascentes) e obrigatoriedade de cumprir a metas de

Brasília

redução de gases de efeito estufa e desmatamento.

Hoje, às 20:30, diversas cidades, espalhadas por 120 países, irão demonstrar seu apoio. Dentre elas, 61 cidades brasileiras terão alguns de seus principais monumentos “apagados”. Serão 145 monumento e locais públicos, como o Cristo Redentor (RJ), a Ponte Octavio Frias de Oliveira (SP), o Palácio de Cristal (Curitiba) e o Arco da Praça Portugal (Fortaleza).

Ao redor do mundo vários outros monumentos ficarão no escuro durante esses 60 min. Em Paris, teremos a Torre Eiffel; em Berlim, o Portão de Brandenburgo; em Londres, o Palácio de Buckingham; em Roma, a Fontana de Trevi; no Egito, as Pirâmides.

Paris

Além das cidades, temos muita gente aderindo à Hora do Planeta. E não importa porque alguém adere. Pode ser porque considera um Mega flash mob de “Gato Mia” (via twitter) ou mesmo porque acha cool desligar as luzes do apartamento. Realmente não importa. O importante é que possamos entender de verdade o que significa a Hora do Planeta.

Nos lembrarmos de que somos ‘convidados’ aqui. E que temos sim que cuidar do planeta como se fosse a nossa casa, mesmo que isso soe piegas e tenha cara de papo de publicitário sem vergonha.

O que importa mesmo é cada um fazer a sua parte. Não só hoje, mas todo dia. O importante é entender a mensagem. Não digo pra ninguém fazer sua Hora do Planeta todo dia, mas não custa ter o minuto do planeta. Não custa sair de um lugar e apagar a luz. Não custa cuidar. :]

E lembre-se: que das 20:30 às 21:30, desfaça-se a luz.

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Publicado por: Lê Scalia

WArTER

O Império Romano guerreava em busca de um domínio mais amplo, com aumento de seu poderio e de seus territórios.

A Guerra do Peloponeso, na Grécia, a disputa entre as “irmãs” Atenas e Esparta foi uma disputa de poder, considerando que Atenas ganhava ‘carisma’ e influência, deixando os espartanos com medinho.

A Guerra das Duas Rosas foi uma luta pelo trono inglês.

A Guerra da Secessão foi travada entre os estados do Sul, conservadores e escravocratas, e os do Norte, moderninho e “igualitário”, dos EUA.

A Guerra de Canudos representou uma luta do povo nordestino, sofrido e religioso, contra o exército defensor dos latifundiários e coronéis.

A Guerra da Independência do Brasil foi… bom, deixa pra lá.

A 1ª Guerra Mundial eclodiu, teoricamente, pelo assassinato do herdeiro do trono austro-húngaro, Franz Ferdinand. Mas tem base no Imperialismo e na rivalidade das nações.

A 2ª Guerra Mundial teve grande incentivo de um alemão louco, que achava ser superior ao resto. E de pessoas mais loucas que ele, que concordavam.

E dizem que a 3ª Guerra Mundial será por causa da água.

Não, eu não acredito nisso. Até porque um conflito armado a essa altura acaba com o planeta antes de sequer piscarmos. (O que vai acontecer é todo mundo obedecer quem tem o poder hahaha #teoriadaconspiração)

Mas falo sobre isso para ilustrar a importância da nossa companheira H2O, já que nessa segunda, dia 22 de março, foi comemorado o “Dia Mundial da Água”. O Brasil é o país que tem em seu território a maior quantidade de água doce no planeta, sendo que concentramos aproximadamente 12% de toda a água doce superficial da Terra.

Temos por aqui, o maior rio em volume e extensão do mundo: sim, sim, nosso famoso Rio Amazonas. E além dele, temos outros ilustres coadjuvantes, como o Rio São Francisco e o Rio Paraná, isso sem contar a chuva susse que cai em mais de 90% do território brasileiro.

E se não bastasse tudo isso, temos o maior aqüífero do mundo: o Guarani. Pois é, como megalomaníacos que somos, esse que temos aqui é o maior manancial de água doce subterrânea adivinhem de onde? do mundo. Dois terços de sua área total fica aqui, bem debaixo de nossos pés (inclusive de nossa querida Frutal-MG).

Isso aí, pensamos. Reservinha mara!

Mas não é bem assim que funciona. Continuamos, como qualquer outro povo, poluindo, aproveitando e desperdiçando. Parece que a gente só dá mesmo valor quando perde, certo? Nesse caso, tenho a impressão de que só iremos realmente valorizar a água e as bênçãos naturais de nosso país quando as coisas atingirem níveis críticos.

Quando a água bater na bunda. Ou, quando não tiver água pra bater na bunda (#infame). Quando passarmos por situações de escassez como a vivida no Oriente Médio ou na África. E me incluo nessa… acho que por mais que tenhamos consciência da necessidade de preservação e de cuidado, nós ignoramos. Fechamos nossos olhos e deixamos pra depois.

Até que chega uma hora que não dá mais pra ignorar: vide Aquecimento Global. Só espero que percebamos logo o quanto é importante o que temos em mãos, o quanto é valioso o que temos em abundância. E para que, assim, mostremos um pouquinho da gratidão que deveríamos ter por um país tão naturalmente abençoado.

(Sério… a gente é ENORME, não estamos em cima de placas tectônicas se encontrando, não temos furacões e nem vulcões, tremor aqui é só reflexo do terremoto do vizinho, rola sol o ano inteiro (Curitiba não entra) e além da diversidade da flora e fauna, temos uma quantidade de água doce, digamos, considerável. Só precisamos nos lembrar de que isso é um privilégio.)

Vale destaque: na 2ª foi comemorado também o “Dia Sem Carne”. Com menos sucesso, eu acredito. #fail ? Haha, não sei dizer.

Sei que a data comemorativa já passou, mas é válido que tenhamos um pouquinho do Dia Mundial da Água todos os dias. Não pretendo pagar de falsa moralista aqui, mas acho que o que pudermos fazer, mesmo que pouco, já vale. Já é a nossa parte.

(Peço desculpas sinceras pelo trocadilho mega infame do título. Eu não resisti.)

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International Day of Climate Action

Publicado por: Lê Scalia

Onde tem fumaça, tem fogo

A Costa Rica está semeada de vulcões. Espalhados pelas cadeias montanhosas que cortam o país, podemos encontrar mais de 60 destes cuspidores de lava. Para tranquilidade da nação tica, hoje, somente cinco se encontram ativos: Rincón de la Vieja, Poás, Turrialba, Irazú, e Arenal.

Nem todos sabem, mas um vulcão não possui necessariamente o formato de um cone. Ainda, um vulcão pode ter mais de uma cratera. Dos citados acima, por exemplo, somente o Arenal é cônico, possuindo três buracos fumegantes. Também é o vulcão mais violento da família, por isso lá nos metemos este último fim de semana.

Arenal, o revoltado da Costa Rica.

 

O vulcão Arenal nem sempre foi assim revoltado. Até 1968, ele ficava lá, na cidade de La Fortuna de San Carlos, tranquilo. Era considerado extinto e alguns debatiam se realmente era um vulcão. Chegou a ser conhecido como Colina Arenal. No entanto, depois da erupção de 1968 que destruiu os povoados vizinhos, o bichano não parou de cuspir fogo.

Hoje, o vulcão possui dois lados bem distintos. Um lado é coberto por uma mata verde, pois não há atividade vulcânica por ali. Outro lado é acinzentado, já que o derramamento de lava acontece constantemente. Este é o lado que a galera gosta de observar, obviamente.

Estávamos em uma trupe de oito pessoas. Chegamos lá e fomos recepcionados por uma grande explosão e pedras rolantes. Mas não, durante o dia não se consegue ver lava. Isso só é possível durante a noite (algo como rios vermelhos descendo a montanha) e por isso a galera fica lá até escurecer, observando o gigante. Ficamos também, só que o dia com céu limpo virou noite com muitas nuvens, e nublada nossa festa acabou. Nada de lava.

A nuvem que tampou nossa lava.

Na hora de voltar, paramos em um rio de água quente chamado Tabacón (como se as busetas heredianas não fossem suficientes para brasileiro cair no riso). Claro, mergulhamos no Tabacón e seus 40°C. Imagine aí o cenário: tudo escuro, “fumaça” por todos os lados e um povo gringo doido. Galera estava só esperando quem seria o primeiro a sumir. Mas tranquilo, voltamos em oito.

Em um lugar cheio de rios, cachoeiras, mata e mato, gastamos nosso último fim de semana. Absolutamente, é destino obrigatório para quem vem para Costa Rica. Em mais onze meses, espero voltar e levar para o Brasil uma foto com lava que nao seja do Google.

Publicado por Tiago Pizzolo

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Lost there, felt here

Essa campanha já é meio velha, de 2008. Mas eu só vi agora, na Warner. E resolvi falar um pouquinho sobre ela, aqui no blog, por nada não, mas porque eu gostei da propaganda.

Não tem nada de mais. Ela tenta nos dizer que o desmatamento de florestas tropicais é um problema para a gente, muda o nosso clima, nos traz prejuízos e complicações. Mas a mensagem é passada de um jeito meio… inusitado. O texto tenta ser comovente (e é, na verdade) enquanto a imagem nos remete a uma dor física. “Cada pedaço de floresta que é arrancado lá nos dói aqui”.

Bem, Harrison Ford não é muito de topar fazer comerciais, mas parece que gostou de defender essa ideia. Ou será que ele só gosta uma cera quente? Peter Seligmann, o CEO da Conservation International – cliente e produto do comercial – disse “Eu estava lá quando ele gravou. Realmente doeu. Não há nada na expressão dele que seja falso”.

A Conservation International dá um alerta: a destruição de florestas tropicais é responsável por pelo menos 20% da emissão de gases que provocam o efeito estufa. Isso é mais do que a emissão de todos os carros, caminhões e aviões do mundo juntos. E as consequências para os países subdesenvolvidos serão muito piores. “Enquanto as políticas de mudança climática podem resultar num aumento de preços de carros para europeus e americanos, elas são uma questão de vida ou morte para os países pobres da Ásia, África e América Latina” (Bharrat Jagdeo, presidente da Guiana).

Harrison Ford gets waxed to help climate

Publicado por Lu

International Day of Climate Action

Eu também não sabia que hoje, 24 de outubro, era o Dia Internacional da Ação Climática. Essa data foi instituída por uma campanha chamada 350, cuja missão é inspirar o mundo a enfrentar o desafio da crise climática, criando um novo senso de urgência e de possibilidades no planeta. O nome da campanha se refere ao nível máximo, dada em partes por milhão (PPM), de CO2 na atmosfera tido como seguro pelos cientistas.

Em 2007, esse patamar era de 450 PPM, mas a situação é tão drástica que, com acontecimentos como o derretimento das calotas polares, esses mesmos cientistas deram o aval para a sua diminuição. Dentre estes intelectuais figuram alguns nomes de peso, como Rajendra Pachauri, principal cientista de clima das Nações Unidas, líder do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

Uma gigantesca movimentação for organizada pela 350 hoje. Ações coordenadas aconteceram ao redor do mundo, com a intenção de mandar uma mensagem aos líderes mundiais: as soluções para as alterações climáticas devem ser equitativas, fundamentadas na ciência e devendo cumprir a escala da crise.

Barulho eles fizeram! EUA, Nova Zelândia, China, Etiópia, Inglaterra, Filipinas, Micronésia, Austrália, Itália, Dinamarca (talvez a mais importante de todas), entre outros entraram nas ações. No Brasil, o Rio Grande do Sul participou da manifestação.

Cidade do Cabo, África do Sul

Cidade do Cabo - África do Sul

Ilhas Maldivas

Ilhas Maldivas

Rio Grande do Sul, Brasil

Rio Grande do Sul - Brasil

Vision Massif, Antártica

Vision Massif - Antártica

Austrália

Austrália

New Brighton, Austrália

New Brighton - Austrália

Nunca esse assunto esteve em tamanha evidência. O que é claro, já que no passado não havia uma preocupação com matas ciliares ou florestas. Mais longe, é fato conhecido que o forte do Brasil nunca foi a sustentabilidade, uma vez que explorávamos madeira (Pau Brasil), solo, minério sem qualquer tipo de cuidado.

Não se imaginava que estes recursos se acabariam. Ainda não se acabaram; mas muitos estão em níveis críticos. Depois de muitos estudos, metas assumidas, etc, vemos algum progresso. Algum, não muito. Essa exploração predatória nos gerou muitos prejuízos, dentre eles a contribuição para o aquecimento global.

Em poucas palavras, esse fato se dá pela alteração do, muito querido, efeito estufa. Gerando gases como o metano (que inclusive também vem da flatulência do gado… aliás, o Brasil tem um dos maiores rebanhos do mundo.) e o CO2 a atmosfera se carrega e acaba por prender mais luz solar do que deveria, aquecendo exacerbadamente o planeta.

A partir daí sabemos – através de noticiários, campanhas e estudos – as conseqüências. As quais incluem, logicamente, o aumento da temperatura do planeta, derretimento das calotas polares e mudança nas correntes marítimas.

Reuniões, assembleias e congressos são exaustivamente organizados, resultando em metas, rumos, ações urgentes. A próxima será em dezembro, em Copenhagen, Dinamarca (*). Porém, uma vez mais, os líderes chegarão de mãos abanando, já que não cumpriram quase nada das metas propostas, como as do Protocolo de Kyoto, e sairão cheios de promessas e metas pra Deus sabe quando.

Os governos mais poderosos que, teoricamente, poderiam ajudar mais, relutam em aceitar a própria redução dos gases de efeito estufa (GEE). E os que se propõem a mudar não se esforçam tanto. Também, com pessoas como um senhor – o deputado Luiz Carlos Heinze – que se baseia na Europa de 8 mil anos atrás (sem exagero) para justificar que não precisamos de matas, fica difícil.

Muita conversa, pouca ação.

E já que eles não tomam atitudes, tomemos nós. O problema não será solucionado desse jeito, mas pelo menos nossa consciência estará tranquila. Para tanto, soluções simples já nos dariam uma qualidade de vida muito melhor.

Classificação e separação do lixo (parece chato, mas fica muito interessante quando você vê dando resultado!), economia de energia (reduz emissão de CO2), economia de água (veja um jeito de economizar água aqui), revisão periódica dos veículos (se puder deixar de usá-los – mesmo que às vezes – melhor ainda). Esses são só alguns exemplos simples que você pode incorporar à sua rotina e fazer sua própria gestão ambiental.

O planeta agradece!

(*) É incrível como tudo acontece nesse mundo. Circula na internet um email de uma crueldade sem tamanho que acontece nesse país. Lá, pra mostrar que os rapazes passaram de jovens para adultos, ocorre uma matança de golfinhos. Na minha opinião, por permitir esse literal banho de sangue (quem viu as fotos, sabe do que falo), a Dinamarca não tem autoridade para tratar de qualquer assunto relacionado ao meio ambiente.

Vídeo do International Day of Climate Action

Vídeo da campanha 350

Publicado por: Felipe Scalia

Colaborador especial.

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