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A farsa do homem na lua (só que não)
Você já deve ter discutido com alguém a questão mais polêmica do século passado: o homem foi mesmo à lua? Esta deve ser uma das maiores teorias da conspiração da história da humanidade. Os mais incrédulos defendem com unhas e dentes a hipótese de uma farsa. Dizem que Stanley Kubrick foi contratado pela NASA para criar aquele famoso filme que mostra Neil Armstrong pisando em solo lunar. E apontam falhas que indicariam a fraude. São principalmente erros de sombra, iluminação e física. No site A Fraude do Século, você encontra uma bíblia de explicações.
Agora, antes de passarmos ao argumento do diretor S G Collins, gostaria de observar somente que Kubrick, antes de ser um diretor de cinema, era também um dos maiores fotógrafos do mundo. Portanto, assumir que haveria “erros” de luz e sombra em um filme supostamente produzido por ele, seria, pelo menos, um paradoxo.
S G Collins, no vídeo abaixo, explica que ele não pode afirmar se o homem foi realmente à lua ou não.Mas, fazendo a pergunta contrária, ele chega a uma conclusão.
O homem foi à lua em 1969? Eu não posso ter certeza, não estava na lua naquele época. Ele fingiu que foi à lua? Não, tenho certeza que não. Por quê? Eles não tinham como fazer isso.
Infelizmente, o vídeo está em inglês e sem legendas. Mas se você conseguir entender um pouquinho, já vai se divertir.
Publicidade não é de Deus. É de aliens.
Sabe gente, há alguns dias, eu fiquei P da vida com um discursinho superficial de um playboizinho intelectual de esquerda (veja o paradoxo…) falando sobre como a Publicidade (e a Mídia em geral) é do Mal. Ele chegou mesmo a dizer que “para os publicitários, é muito mais interessante falar com a pessoa que tá desatenta [...] porque ele trabalha com o seu inconsciente…”.
Eu não vou nem me dar ao trabalho que tentar explicar por que essa é uma besteira sem tamanho, uma vez que tudo o que a Publicidade faz é tentar conseguir justamente a ATENÇÃO do consumidor.
Mas isso mostra bem uma coisa que me irrita vez ou outra. A percepção de que todo mundo tem uma opinião a dar sobre a Comunicação. O problema aí não é ter uma opinião, mas ter uma opinião sem fundamentos. O bom e velho “falar merda”. Aí já viu né, eu fui lá e xinguei muito no twitter facebook:
É tudo culpa dos publicitários! Isso mesmo. Sua vida tá uma merda? Culpe a Publicidade e as pessoas que ganham a vida honestamente na profissão. A Europa tá na merda? É óbvio que é culpa dos publicitários. Guerra, pobreza, tsunami, terremoto, ataque alienígena??? Blame it on the advertising!
Já disse e vou repetir: não, publicitários não se reúnem diariamente em uma sala secreta para discutir como manipular as pessoas, assim como jornalistas não se reúnem para bolar estratégias de alienação na população.

Texto: “Ao contrário do que pensam algumas pessoas, a Publicidade não pode fazer você comprar algo de que não precisa”
E por falar em alienação, preste bastante atenção nesta palavra. Alienação… Ação de aliens… abdução… Será que agora querem dizer que os publicitários trabalham lado a lado com aliens? E por quê não?
Durante décadas, o cinema tem passado uma mensagem de que as propagandas estão nos controlando, indo longe demais, entrando em nossas cabeças, e, desta vez, as pessoas por trás da Publicidade parecem ser … wait for it … ALIENS. Que, a propósito, têm um carinho muito especial por QR Codes.
Branded, com estreia prevista para 7 de setembro nos Estados Unidos, é um filme de ficção científica sobre aliens e publicidade. E eu achando que tinha sido original ao insinuar que ataques alienígenas também são culpa dos publicitários. Poor me.
Mas como disse o Mashable, “nada disso é de se estranhar, uma vez que nós tememos o que não entendemos e, meu Deus, as pessoas não entendem de Publicidade.”
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Nova turnê Madonna: Express Yourself + Born This Way
Madonna é a rainha do pop e continuará sendo por tempo indeterminado. Isso é fato e todo mundo sabe… Ela será sempre um ícone e fez mais pela música – e por que não, pelo feminismo – do que seria possível listar em um post curto.
Eis que, quando surgiu a Lady Gaga, a promessa de uma “nova Madonna” voltou com força total pela enésima vez.
Não, GaGa não é a nova Madonna. Gaga é Gaga, é uma ótima cantora que tem músicas de balada legais e que exagera na personagem. Sim, ela claramente se espelha na Madonna, pra não dizer que a copia (eventualmente).
“Born this way“, inegavelmente semelhante a “Express Yourself” causou. Tanto pela letra quanto pela melodia. A ponto de dizer que nem mesmo dá pra fazer um mash-up com elas, é mais uma justaposição mesmo.
E quando acreditávamos que isso havia já ficado pra trás, depois mesmo de Madonna se pronunciar a respeito, o assunto volta à tona quando alguns áudios e vídeos do ensaio da nova turnê de Madonninha caem na net.
(Quando o áudio saiu, tinha muita gente dizendo que era fake, mas com o vídeo agora no ar eu não teria assim tanta certeza…)
Na sequência de Express Yourself, entra Born this way, tornando ainda mais clara a “semelhança” entre as duas músicas.
Aí eu pergunto: Madonna pode fazer isso?
Aí eu pergunto 2: O que é que a Lady Gaga poderia afirmar? Afinal, a música é mesmo a mesma. E até aí, é propriedade da Madonna…
“She’s not me“.
Não, não é.
Mas falando em plágio e tudo mais, será que ninguém envolvido nisso tem teto de vidro?
L.U.V. Madonna = L.O.V.E. banana… alguém se lembra disso?!
Óbvio que nem se compara, Express Yourself marcou uma geração (e é incomparavelmente mais épica que L.U.V….) mas pra efeito de discussão, o assunto poderia ir longe.
No fim das contas, o que fica é mais uma polêmica e uma só música: Express this way ou Born yourself.
Greenpeace no congresso: VETA DILMA (o Código Florestal)
Você pode ter muita coisa contra o greenpeace, dizer que eles são um bando de malucos fantasiados de turbinas eólicas, painéis solares, barris de petróleo, árvores e chaminés (sim, tudo isso literalmente – e em uma convenção do BRICS -, como você pode ver ao lado).
Mas não dá pra negar: eles são, no mínimo, dedicados.
E, por vezes, geniais.
Ok, ideia genial um monte de gente tem. Mas o diferencial é que eles são ousados e colocam a mão na massa, fazem acontecer.
Tenho a impressão de que a iniciação de um membro do greenpeace é uma passadinha na delegacia. Por quê?
Bom, dê uma olhada nos fundadores da maior ONG ambiental do mundo e tire suas próprias conclusões.
Madonna e o plágio: L.U.V.
A Rainha do Pop está sendo acusada de plágio. (õ.O)
Ao que tudo indica, seu último trabalho, Give me all your Luvin’, ” lembra demasiadamente” a música L.O.V.E. Banana (que, por acaso, é brasileira).
O início das duas canções é, de fato, parecido. Talvez um pouco parecido demais. Não ouviu ainda? Então ouça e tire suas próprias conclusões (só lembrando que a acusação é referente ao começo da música).
Neste sábado, não entre no Twitter | #TwitterBlackout contra a censura na rede social
Ah, a Internet! Desde que ela surgiu, há poucos anos, as mudanças na Comunicação ficaram cada vez mais rápidas, assim como na Tecnologia. As coisas avançam mais rápido do que o tempo que as pessoas levam para dominá-las. Por isso, nós estamos sempre atrasados em relação à tecnologia. E vamos ficar cada vez mais atrasados, porque as inovações acontecem de forma exponencial.
A Internet mudou rapidamente o processo de Comunicação. Primeiro o e-mail, depois o mIRC, ICQ, MSN… e hoje, as redes sociais. Twitter e Facebook já mostraram que podem ser excelentes ferramentas de Marketing, que geram engajamento das pessoas pelas marcas e fazem até com que elas se mobilizem, offline, para fazer dancinhas por você (flash mobs). Com isso, as pessoas viram nesses meios uma outra utilidade. Elas poderiam se organizar, ali, para qualquer finalidade: PROMOVER (marcas, políticas, celebridades, filosofias, comportamentos…) ou DERRUBAR (marcas, políticas, comportamentos, filosofias, governos…). Opa, você disse governos? Bora lá derrubar esse governo?
E foi assim que as redes sociais ajudaram alguns países a se livrar de longas ditaduras (Primavera Árabe). E foi assim que elas passaram a ser temidas. E foi assim que começaram os ataques.
Ok, os fatos que vamos discutir aqui não têm necessariamente uma ligação direta com os acontecimentos da Primavera Árabe, mas não podemos negar um provável desencadeamento de fatos. Uma coisa sempre leva à outra.
Esta semana mesmo vimos a Internet se mobilizar contra a SOPA, um projeto de lei antipirataria dos Estados Unidos que promete tirar da web todo conteúdo com direitos autorais que está sendo veiculado sem autorização e, com isso, ter o poder de mandar na Internet do mundo.
E agora, o Twitter decepciona e diz que vai implantar uma política de censura de tweets. CEN-SU-RA. “A partir desta sexta-feira, nos fornecemos da capacidade de bloquear de forma retroativa conteúdos em um determinado país”, é o que dizem. “O que se podia esperar de uma companhia que recebe investimentos de magnatas da Arábia Saudita?”, é o que diz a oposição, representada aqui pelo grupo Anonymous.
Ok, a Internet precisa ser regulamentada. Mas regulamentar não significa censurar, bloquear ou proibir. E censurar tweets pode ser apenas o começo. É por isso que precisamos nos revoltar e xingar muito no Twitter, enquanto pudermos.
É por isso que o grupo Anonymous está preparando para amanhã (sábado, 28 de janeiro), o #TwitterBlackout, um dia de boicote à rede social dos 140 caracteres. Um dia vazio, silencioso e parado para os passarinhos. Um dia sem Twitter.
NESTE SÁBADO, NÃO ENTRE NO TWITTER.
Links úteis:
Censura no Twitter decepciona usuários da rede social
O que é a SOPA?
Você achava que SOPA e PIPA eram ruins? Conheça o ACTA, acordo internacional que promete limitar a Internet
Hospitalis, um restaurante pra quem morre de fome!
Continuando a série de restaurantes bizarros que acabamos de ver com o Heart Attack Grill, vamos conhecer agora um restaurante temático fundado por três médicos (!) na Letônia. O que há de tão bizarro nele? Seu nome é Hospitalis e ele se parece com um hospital.
Heart Attack Grill, o sanduíche que é de matar!
Este restaurante vai contra tudo o que é saudável, está em alta velocidade na contramão da onda politicamente correta que vem tomando conta dos valores atuais. Este restaurante está localizado nos Estados Unidos (óbvio!), e é especializado em hambúrgueres. Este restaurante serve refeições com cerca de 8 mil calorias. Este restaurante se chama Heart Attack Grill e sua postura de marketing é assumir o espírito junk food de seu menu.
Veja bem. O lugar tem o nome de Ataque Cardíaco (ou Grill do Infarto pra ficar mais legal), as garçonetes são vestidas de enfermeiras, os clientes são chamados de pacientes (e usam até roupas de um), e o sanduíche mais calórico do menu leva o nome de Quadruple Bypass Burger. Aliás, quem come um desses tem direito a um passeio de cadeira de rodas guiado por uma garçonete… ah, e se você pesa mais de 160kg não se preocupe: você come de graça.
Além disso, o cardápio conta ainda com cervejas, cigarros e uma Coca-Cola especial produzida no México, onde ela é feita de puro açúcar.
O Heart Attack Grill começou em Chandler, no Arizona e hoje conta com uma filial em Dallas (Texas). Mas o dono, conhecido como Doutor no restaurante, está procurando parcerias para entupir mais algumas veias em Las Vegas e no Rio de Janeiro. Isso mesmo, ele quer trazer um Ataque Cardíaco ao Brasil.
Só mais uma coisa: o garoto propaganda deste restaurante faleceu recentemente aos 29 anos com 260kg. Se foi de um ataque cardíaco, eu não sei.
Rafinha Bastos é um palhaço
E ele nem pode me processar por isso, porque ele ganha a vida fazendo comédia.
Bom, vamos resumir a ópera: Wanessa Camargo está grávida; Rafinha Bastos disse, ao vivo na TV, que comeria fácil ela e o bebê; a mídia caiu em cima dele; ele, achando que estava fazendo uma virada sensacional, fez isso:
“Brasil: Onde politicos são levados na brincadeira e comediantes são levados a sério”. Esta frase e a imagem acima foi compartilhada por milhares de pessoas na rede. Blá blá blá, tudo isso já sabemos. Agora vamos pensar.
O que é mesmo que POLÍTICA tem a ver com COMÉDIA?
…
…
…
É, se você não consegue pensar em nenhuma resposta séria, sem ironia ou sarcasmo, a resposta é, então NADA. Política não tem nada a ver com comédia. E nem deveria. Se no Brasil, nós infelizmente temos um palhaço no Congresso, é porque outros palhaços o elegeram… e ok, palhaços se merecem, eu acho.
Então, vejam o que o ilustre Rafinha Bastos está fazendo: ele está, simplesmente, desviando a atenção dele. Ele está dizendo “Não olhem pra mim, olhem pra eles, os corruptos!”, “Os palhaços são eles, os políticos!”… mas, ao dizer isso, ele está é chamando o Brasil de palhaço.
Ele está juntando duas coisas que não têm nada a ver, e dizendo “vocês, que me criticam, são ridículos, o Brasil tem problemas muito piores!”. Mas desde quando um erro justifica o outro? Desrespeito é desrespeito, seja de uma celebridade para com outra, seja de um político para com seu povo. Não é porque você é uma celebridade, que pode falar o que bem entender. Respeito é bom e a gente gosta!
E pra fechar com um raciocínio filosófico, sabe como isso se chama? Sofisma. Não se enganem, não caiam nessa lorota. Temos que parar de defender uma atitude de desrespeito. Não importa se há desrespeitos maiores no país. Desrespeito é desrespeito e ponto.
Sofisma (do grego antigo σόϕισμα -ατος, derivado de σοϕίξεσϑαι “fazer raciocínios capciosos”) em filosofia, é um raciocínio aparentemente válido, mas inconclusivo, pois é contrário às próprias leis. Também são considerados sofismas os raciocínios que partem de premissas verdadeiras ou verossímeis, mas que são concluídos de uma forma inadmissível ou absurda. Por definição, o sofisma tem o objetivo de dissimular uma ilusão de verdade, apresentando-a sob esquemas que aparentam seguir as regras da lógica. É um conceito que remete à ideia de falácia, sem ser necessariamente um sinônimo. (Wikipédia).
Inocente até que se prove o contrário: Casey Anthony
Os Nardoni dos States. (Com um final diferente). É mais ou menos assim que eu definiria este caso.
A norte-americana Casey Anthony, acusada de matar a filha de dois anos (2008), foi inocentada na tarde de ontem. A polêmica virou assunto principal na mídia estadunidense nos últimos dias e teve um desfecho inesperado.
Apesar de ter ido a julgamento por júri popular, contrariando as expectativas, o veredicto foi positivo para a jovem de 25 anos. Apesar de ter sido considerada inocente dos crimes mais graves, como o assassinato em 1º grau de sua filha Caylee, Casey – que acumulava sete acusações – foi condenada por ter mentido para a polícia durante as investigações. No entanto, como aguardou pelo julgamento detida (quase 3 anos), é provável que seja liberada pela corte.
Caso fosse considerada culpada de abusos e da morte de Caylee, na Flórida em 2008, Casey poderia pegar prisão perpétua. A defesa, então, apostou nos “pontos obscuros” do caso e pautou-se na “dúvida razoável”. Ou seja, seriam necessárias provas concretas, algo que fosse “além da dúvida razoável” para que Casey pudesse ser condenada.


















