Arquivo da categoria: Polêmica

Nova turnê Madonna: Express Yourself + Born This Way

Madonna é a rainha do pop e continuará sendo por tempo indeterminado. Isso é fato e todo mundo sabe… Ela será sempre um ícone e fez mais pela música – e por que não, pelo feminismo – do que seria possível listar em um post curto.

Eis que, quando surgiu a Lady Gaga, a promessa de uma “nova Madonna” voltou com força total pela enésima vez.

Não, GaGa não é a nova Madonna. Gaga é Gaga, é uma ótima cantora que tem músicas de balada legais e que exagera na personagem. Sim, ela claramente se espelha na Madonna, pra não dizer que a copia (eventualmente).

Born this way“, inegavelmente semelhante a “Express Yourself” causou. Tanto pela letra quanto pela melodia. A ponto de dizer que nem mesmo dá pra fazer um mash-up com elas, é mais uma justaposição mesmo.

E quando acreditávamos que isso havia já ficado pra trás, depois mesmo de Madonna se pronunciar a respeito, o assunto volta à tona quando alguns áudios e vídeos do ensaio da nova turnê de Madonninha caem na net.

(Quando o áudio saiu, tinha muita gente dizendo que era fake, mas com o vídeo agora no ar eu não teria assim tanta certeza…)

Na sequência de Express Yourself, entra Born this way, tornando ainda mais clara a “semelhança” entre as duas músicas.

Aí eu pergunto: Madonna pode fazer isso?

Aí eu pergunto 2: O que é que a Lady Gaga poderia afirmar? Afinal, a música é mesmo a mesma. E até aí, é propriedade da Madonna…

She’s not me“.

Não, não é. 

Mas falando em plágio e tudo mais, será que ninguém envolvido nisso tem teto de vidro?

L.U.V. Madonna = L.O.V.E.  banana… alguém se lembra disso?!

Óbvio que nem se compara, Express Yourself marcou uma geração (e é incomparavelmente mais épica que L.U.V….) mas pra efeito de discussão, o assunto poderia ir longe.

No fim das contas, o que fica é mais uma polêmica e uma só música: Express this way ou Born yourself.

Greenpeace no congresso: VETA DILMA (o Código Florestal)

Você pode ter muita coisa contra o greenpeace, dizer que eles são um bando de malucos fantasiados de turbinas eólicas, painéis solares, barris de petróleo, árvores e chaminés (sim, tudo isso literalmente – e em uma convenção do BRICS -, como você pode ver ao lado).

Mas não dá pra negar: eles são, no mínimo, dedicados.

E, por vezes, geniais.

Ok, ideia genial um monte de gente tem. Mas o diferencial é que eles são ousados e colocam a mão na massa, fazem acontecer.

Tenho a impressão de que a iniciação de um membro do greenpeace é uma passadinha na delegacia. Por quê?

Bom, dê uma olhada nos fundadores da maior ONG ambiental do mundo e tire suas próprias conclusões.

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Madonna e o plágio: L.U.V.

A Rainha do Pop está sendo acusada de plágio. (õ.O)

Ao que tudo indica, seu último trabalho, Give me all your Luvin’, ” lembra demasiadamente” a música L.O.V.E. Banana (que, por acaso, é brasileira).

O início das duas canções é, de fato, parecido. Talvez um pouco parecido demais. Não ouviu ainda? Então ouça e tire suas próprias conclusões (só lembrando que a acusação é referente ao começo da música).

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Hospitalis, um restaurante pra quem morre de fome!

Continuando a série de restaurantes bizarros que acabamos de ver com o Heart Attack Grill, vamos conhecer agora um restaurante temático fundado por três médicos (!) na Letônia. O que há de tão bizarro nele? Seu nome é Hospitalis e ele se parece com um hospital.

restaurante hospitalis

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Heart Attack Grill, o sanduíche que é de matar!

Este restaurante vai contra tudo o que é saudável, está em alta velocidade na contramão da onda politicamente correta que vem tomando conta dos valores atuais. Este restaurante está localizado nos Estados Unidos (óbvio!), e é especializado em hambúrgueres. Este restaurante serve refeições com cerca de 8 mil calorias. Este restaurante se chama Heart Attack Grill e sua postura de marketing é assumir o espírito junk food de seu menu.

Veja bem. O lugar tem o nome de Ataque Cardíaco (ou Grill do Infarto pra ficar mais legal), as garçonetes são vestidas de enfermeiras, os clientes são chamados de pacientes (e usam até roupas de um), e o sanduíche mais calórico do menu leva o nome de Quadruple Bypass Burger.  Aliás, quem come um desses tem direito a um passeio de cadeira de rodas guiado por uma garçonete… ah, e se você pesa mais de 160kg não se preocupe: você come de graça.

Além disso, o cardápio conta ainda com cervejas, cigarros e uma Coca-Cola especial produzida no México, onde ela é feita de puro açúcar.

menu heart attack grill

O Heart Attack Grill começou em Chandler, no Arizona e hoje conta com uma filial em Dallas (Texas). Mas o dono, conhecido como Doutor no restaurante, está procurando parcerias para entupir mais algumas veias em Las Vegas e no Rio de Janeiro. Isso mesmo, ele quer trazer um Ataque Cardíaco ao Brasil.

heart attack grill garçonete

heart attack grill paciente

Só mais uma coisa: o garoto propaganda deste restaurante faleceu recentemente aos 29 anos com 260kg. Se foi de um ataque cardíaco, eu não sei.

Rafinha Bastos é um palhaço

E ele nem pode me processar por isso, porque ele ganha a vida fazendo comédia.

Bom, vamos resumir a ópera: Wanessa Camargo está grávida; Rafinha Bastos disse, ao vivo na TV, que comeria fácil ela e o bebê; a mídia caiu em cima dele; ele, achando que estava fazendo uma virada sensacional, fez isso:

Brasil: Onde politicos são levados na brincadeira e comediantes são levados a sério.

“Brasil: Onde politicos são levados na brincadeira e comediantes são levados a sério”. Esta frase e a imagem acima foi compartilhada por milhares de pessoas na rede. Blá blá blá, tudo isso já sabemos. Agora vamos pensar.

O que é mesmo que POLÍTICA tem a ver com COMÉDIA?

É, se você não consegue pensar em nenhuma resposta séria, sem ironia ou sarcasmo, a resposta é, então NADA. Política não tem nada a ver com comédia. E nem deveria. Se no Brasil, nós infelizmente temos um palhaço no Congresso, é porque outros palhaços o elegeram… e ok, palhaços se merecem, eu acho.

Então, vejam o que o ilustre Rafinha Bastos está fazendo: ele está, simplesmente, desviando a atenção dele. Ele está dizendo “Não olhem pra mim, olhem pra eles, os corruptos!”, “Os palhaços são eles, os políticos!”… mas, ao dizer isso, ele está é chamando o Brasil de palhaço.

Ele está juntando duas coisas que não têm nada a ver, e dizendo “vocês, que me criticam, são ridículos, o Brasil tem problemas muito piores!”. Mas desde quando um erro justifica o outro? Desrespeito é desrespeito, seja de uma celebridade para com outra, seja de um político para com seu povo. Não é porque você é uma celebridade, que pode falar o que bem entender. Respeito é bom e a gente gosta!

E pra fechar com um raciocínio filosófico, sabe como isso se chama? Sofisma. Não se enganem, não caiam nessa lorota. Temos que parar de defender uma atitude de desrespeito. Não importa se há desrespeitos maiores no país. Desrespeito é desrespeito e ponto.

Sofisma (do grego antigo σόϕισμα -ατος, derivado de σοϕίξεσϑαι “fazer raciocínios capciosos”) em filosofia, é um raciocínio aparentemente válido, mas inconclusivo, pois é contrário às próprias leis. Também são considerados sofismas os raciocínios que partem de premissas verdadeiras ou verossímeis, mas que são concluídos de uma forma inadmissível ou absurda. Por definição, o sofisma tem o objetivo de dissimular uma ilusão de verdade, apresentando-a sob esquemas que aparentam seguir as regras da lógica. É um conceito que remete à ideia de falácia, sem ser necessariamente um sinônimo. (Wikipédia).

Inocente até que se prove o contrário: Casey Anthony

Os Nardoni dos States. (Com um final diferente). É mais ou menos assim que eu definiria este caso.

A norte-americana Casey Anthony, acusada de matar a filha de dois anos (2008), foi inocentada na tarde de ontem. A polêmica virou assunto principal na mídia estadunidense nos últimos dias e teve um desfecho inesperado.

Apesar de ter ido a julgamento por júri popular, contrariando as expectativas, o veredicto foi positivo para a jovem de 25 anos. Apesar de ter sido considerada inocente dos crimes mais graves, como o assassinato em 1º grau de sua filha Caylee, Casey – que acumulava sete acusações – foi condenada por ter mentido para a polícia durante as investigações. No entanto, como aguardou pelo julgamento detida (quase 3 anos), é provável que seja liberada pela corte.

Caso fosse considerada culpada de abusos e da morte de Caylee, na Flórida em 2008, Casey poderia pegar prisão perpétua. A defesa, então, apostou nos “pontos obscuros” do caso e pautou-se na “dúvida razoável”. Ou seja, seriam necessárias provas concretas, algo que fosse “além da dúvida razoável” para que Casey pudesse ser condenada.

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O “livro do MEC” e outras questões linguísticas

Sei que o assunto já passou, mas acontece que levei algum tempo para preparar este post. Ele demonstra a minha opinião sobre algumas questões linguísticas que acabaram se tornando uma discussão em toda a sociedade, especialmente o recente caso do “livro do MEC”. Bem, eu não sou contra o livro que “ensina a falar errado”, como dizem por aí. Mas se você quiser ler uma opinião diferente, deste blog mesmo, é só clicar aqui. Pra quem tiver paciência, aí vai (depois do jump):

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O que é Plágio?

Ok, lá vamos nós de novo…

Falaremos brevemente sobre plágio, remake, cara de pau e coincidência (tudo isso dentro do universo da publicidade).

Perambulando por alguns sites vi muita gente comentando que a propaganda da Vivo seria um “remake” do comercial da ATL. Deixando de lado todos os poréns (não têm duração semelhante, uma foi feita pro youtube a outra veiculada na TV aberta, a antiga é uma mulher cantando e a nova é na voz do Renato…), vamos ao que realmente importa:

Em publicidade, caro leitor, “remakes” não funcionam bem assim. Não dá pra compararem com uma regravação do Steven Spielberg, ok? Esse não é um bom argumento para defender o vídeo da Africa. Ou pense comigo: pretendo fazer um remake do épico comercial da Valisère para a Trifil. Dou uma modernizada, encurto o vídeo e tal. Veja bem, um remake do Olivetto, não uma cópia.

Sabe o que vai acontecer comigo?

Eu serei processada, nunca mais vou arrumar trabalho em lugar nenhum, serei criticada porque não tenho ética e tudo mais (de ruim) que você possa imaginar.

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