Arquivo da categoria: Séries

Séries que amamos, ou odiamos.

TOP 3 de pegadinhas de outro mundo

Estava eu assistindo a mais um espetacular episódio de Modern Family esses dias quando ri mais que o Mitchell depois que o Cameron passou por alguns, digamos, maus bocados.

E eu me identifiquei. Os Scalia são os novos Pritchett.

Resumindo: tem gente que gosta de um mal feito. Confesso que quando isso não envolve ninguém se machucando, uma coisa mais forte que eu toma conta do meu ser e quanto mais próxima a pessoa, menor meu autocontrole.

A verdade é que minha idade mental deve ser bem baixa, porque , coincidentemente, acabei vendo algumas pegadinhas do gênio Silvio Santos e ri. Muito.

Como sei que a internet também tem muitas outras pessoas de idade mental duvidosa, como eu, resolvi fazer um top 3 de algumas pegadinhas sobrenaturais (e sensacionais).

1. Menina do Elevador

Essa menina do inferno ainda precisava gritar?

2. Exorcista

Vamos tomar o remedinho???” Paia :(

3. Foto do Falecido

“Arruma essa boina, Fernando!”

E em homenagem ao Cam, a pegadinha da porta invisível.

É muita risada maldade prum post só.

Bazinga! Flashmob nos bastidores de The Big Bang Theory

Sabe como é né, você está lá, gravando mais um episódio de The Big Bang Theory, quando de repente começa a tocar Call Me Maybe no set. What?? É isso aí. No último dia 15, a CBS divulgou um vídeo das gravações do seriado, e o que vemos é uma intervenção dos próprios atores e da equipe de produção com uma coreografia ensaiada para o hit de Carly Rae Jepsen. O único que não fez parte da dancinha foi Sheldon =/

E ainda tem outro vídeo mostrando que a farra não parou por aí não.

X Factor – Sophie Simmons, a filha de Gene Simmons

É oficial, amigos! Os colaboradores deste blog estão viciados em X Factor - no caso eu. Não consigo parar de ver, apesar do meu dilema:

E isso se deve a  muitas razões, mas a principal delas sem dúvida é uma bancada que reúne (the one and only) Simon Cowell, (it’s) Britney (bitch!), Demi sparkle Lovato e 8 ou 80 LA Reid.

Fato é que as audições continuam e independente dos jurados, temos alguns fatos que merecem destaque. Seja a menina do bullying (que é, sim, emocionante, mas musicalmente falando, só passou pra não sofrer o ultimate bullying recebendo 4 nãos), seja a mini Nina Simone, sejam os flertes da Demi.

No post de hoje o fato de destaque é a filha do Gene Simmons. E a princípio, pra esse post, não importa se ela foi boa ou não. A pergunta que não quer calar é: você diria “não” pra filha do Gene Simmons? Leia o resto deste post

Game of Thrones (Guerra dos Tronos): em quem você votaria para ser o Rei dos Sete Reinos?

Se você acompanha Game of Thrones (Guerra dos Tronos), sabe que os Sete Reinos estão um caos só, com uma meia dúzia de pessoas que se auto-proclamaram reis. “Qualquer um se declara rei hoje em dia”, comenta Lady Catelyn Stark que, apesar de ter seu filho mais velho Robb Stark lutando por uma coroa ele próprio, lamenta a situação política do reino.

Por isso, a Mother Jones Magazine pensou em ajudar a população dos Sete Reinos a escolher seu representante legítimo através das eleições, como nós costumamos fazer atualmente.

Na série Game of Thrones existem dragões, lutas de espadas, e exércitos de zumbis. Mas o coração da série trata de intrigas políticas intensas. Alianças são forjadas e quebradas; acordos por baixo do pano são cortados; princípios são sacrificados. É um jogo sujo. No entanto, imagine o quanto seria pior se existissem campanhas eleitorais.

E foi isso que eles fizeram. Uma série de vídeos políticos atacando os principais “candidatos” a Rei. Assiste aí e dá uma risadas antes que comece a verdadeira campanha eleitoral aqui no Brasil.

Daenerys Targaryen: Wrong For Dragons, Wrong For The Realm

Joffrey Baratheon: What a Bastard!

Robb Stark: The Biggest Celebrity in The North

“The Official Spoiler Etiquette” (Etiqueta para Spoilers)

Lembra do nosso post que dizia que “spoilers são bons pra você“?

Pois é, eu continuo discordando. Mesmo após a pesquisa, toda bem baseada e coisa e tal, eu continuo achando que spoilers são ruins.

Ok, spoilers são muito ruins.

O que fazer quanto a isso?! É o que dizem sempre por aí: se não pode vencê-lo junte-se a ele. Certo, não é exatamente esse o caso… é mais um “se não pode vencê-lo, tente educá-lo“.

O College Humor, que já passou por aqui algumas vezes (inclusive com a genial Conferência de Fontes), criou um vídeo com a participação de vários atores famosos (duas que eu gosto muito, até, Julie Benz e Sarah Wayne Callies - de Dexter e Prison Break) mostrando como é que você deve se comportar junto daquele seu amigo que não se aguenta e solta um ou outro spoiler de vez em sempre.

Às vezes escapole, gente. Quando você vê, já saiu. Mas a regra principal, a temporal, é de gênio.

Tempo que você deve esperar até comentar o episódio livremente (ou seja, dar spoilers):

  • Episódio normal: duas semanas
  • Final de temporada: dois meses
  • Final da série: um ano

Aplique em sua vida e seja feliz. (E, claro, não se esqueça de passar esse vídeo pra todos os seus amigos.)

Pense que, se esse vídeo fosse um pouco mais antigo, eu não teria contado pra minha amiga – sem querer, claro! – que a Rita morre no final da quarta temporada de Dexter. [SPOILERS :P]

Dexter season finale: SPOILERS

I am a father... a son... a serial killer.

Só repetindo, pra evitar tentativas de assassinato, que este post contém milhões de SPOILERS. De todas as temporadas, mas em especial, do episódio transmitido ontem à noite pelo Showtime.

E, falando nisso, vamos lá. It’s showtime. Leia o resto deste post

Top 10: jogos de improvisação do “Whose Line”

Se você nunca assistiu a um episódio reprisado de “Whose Line is it Anyway?” no Sony, não teve infância. Okay, eu era a única que acordava às 8h30 de domingo para ver. Mas valeu muito a pena. O programa, que começou na BBC e migrou para a ABC dos EUA, onde ficou por oito anos, é a maior referência da comédia de improviso, algo tão sério e organizado (apesar de não tão popular) quanto o stand-up por lá. No Brasil, o Barbixas reproduz o gênero.

O programa funcionava assim: Drew Carey, o apresentador, ficava sentado numa mesa separada explicando os jogos de improvisação e dando orientações. Os atores (Colin Mochrie, Ryan Stiles, Wayne Brady e um convidado) inventam diversas cenas e contam com a ajuda do público, misturando referências culturais, imitações, pastelão e sátiras com gêneros de TV e cinema.

Bom, vou parar de blablablar e fazer o top 10 dos meus jogos preferidos do “Whose Line”. A princípio, você achará que é tudo combinado. Mas, depois de pesquisar um pouco sobre a história dos atores e ver algumas de suas apresentações ao vivo, você descobre que eles só são muito bons nisso mesmo.

1. Scenes From a Hat
Quem joga: todos
Como é: Drew tira sugestões aleatórias de cenas de um chapéu e os atores têm que inventá-las rapidamente em várias versões. Por exemplo, “se artistas trabalhassem em funerais”. Um dos melhores episódios do programa teve o MITO Robin Williams. Vejam o que ele aprontou:
Leia o resto deste post

McNally’s Army

Sabe quando você tem aquela sacada brilhante e pensa: “Nossa, fiz uma super descoberta! Sou um gênio!”..? Pois é, isso acontece de vez em quando comigo. Eu percebo relações entre as coisas e me acho, por 2 segundos inteiros, o máximo.

Então, sabe aquela sensação que você tem ao ver que aquilo que você “descobriu” não é tão surpreendente assim? Ou que todo mundo já fez a associação que você fez? Ou, pior, que é incrivelmente óbvia essa relação? Pois é, isso acontece sempre comigo.

A mais marcante foi quando eu percebi que o enredo de Harry Potter era uma releitura do Nazismo e Voldemort era Hitler com uma varinha. Ok, fiquei frustrada quando vi que eu não havia descoberto nada, mas, ainda assim, me apaixonei mais pela história.

Bom, estava eu assistindo o Universal Channel por esses dias e lá não parava de passar a propaganda dessa nova série policia, Rookie Blue. Decidi dar uma olhada, já que acho séries policiais interessantes e queria algo diferente de CSI ou que não tivesse a abertura da década de 30 de Law and Order.

Baixei a primeira temporada e lá fui eu, atrasando as minhas outras séries pra ver se essa valia – pelo menos um pouquinho – a pena. E qual não foi minha surpresa quando, 2 minutos depois, eu já ria muito do episódio. Por quê? Bom, porque Rookie Blue é nada mais nada menos que Grey’s Anatomy de uniforme policial! Troque os bisturis por armas e, voilá, tem-se a série canadense transmitida também (surpresa!) pela ABC.

Grey's Anatomy

A série é uma parceria entre a própria emissora americana e o Canwest Broadcasting e teve uma audiência média de 6.5 milhões de telespectadores. O que é muito bom se considerarmos que Chuck tem mais ou menos isso. Com apenas 3 episódios já foi renovada para uma segunda temporada e tornou-se a estréia de verão mais bem-sucedida na ABC em seis anos.

O que me intriga é que a série se passa em Toronto, mas ainda assim atrai a atenção dos americanos. O enredo não ambienta isso diretamente, mas é possível saber pelo nome das ruas (e, convenhamos, tem uns canadensezinhos com sotaque por ali).

Meredith Grey, Christina Yang, Alex Karev, George O’Malley e Izzie Stevens passam a ser Andy McNally, Traci Nash, Gail Peck, Dov Epstein e Chris Diaz. Cinco belos, atrapalhados e competentes (& tensos) novatos que serão avaliados dia após dia em uma famosa e competente divisão policial.

Grey-McNally-Peregrym

O elenco é composto basicamente por desconhecidos. Ganham destaque a Grey-McNally, que é interpretada por Missy Peregrym, a qual eu conhecia de um filme alternativo da Disney sobre ginástica olímpica, que, coincidentemente, passou na Sessão da Tarde ontem mesmo. Mas ela também fez Heroes (quando eu já tinha parado de ver) e Reaper. Também marca presença Ephram “Everwood”. Eu nunca gostei da atuação dele, mas pelo menos o personagem de agora é um pouco mais simpático.

O clima entre um atendente treinador e uma novata também está presente. E o bar do Joe é encontro certo no fim de quase todos os episódios. A mãe talentosa e problemática da protagonista é substituída por um pai, ex-detetive e alcoólatra. Até a locução em off aparece no piloto (cara-de-pau!); funciona, mas some nos próximos eps. Além disso, existem outras semelhanças que deixam as séries ainda mais parecidas. A trilha sonora marcante, os finais “profundos”, os diálogos e o modo como a vida pessoal de cada um se entrelaça com o emprego.

O nome: “Rookie” faz referência à situação de novatos, enquanto o “Blue” vem do uniforme dos policiais.

Rookie Blue não tem nada de genial. Em seus primeiros 13 episódios tem, mais ou menos, 2 bons e 2 legais episódios. De resto, é bem comum. Mas tem potencial pra melhorar.

Rookie Blue

Mais uma prova que, nessa vida, nada se cria. Tudo se copia. E não é algo ruim, é só a recombinação de alguns elementos. Mas é impossível evitar a sensação de dejà vu que te invade no início da temporada. (Depois melhora.)

E eu achando que tinha descoberto a América quando pensei… “Cara, isso é Grey’s com armas!”. É, alguém do G1 já tinha descoberto isso antes de mim…

Links Relacionados:

Série “Rookie Blue” combina “Grey’s Anatomy” com ritmo policial, G1

Publicado por: Lê Scalia

Isso é que é vampiro.

Eu vou falar bem a verdade: nunca fui, nem um pouco, ortodoxa em relação à lenda dos vampiros. Afinal de contas, é uma lenda e cada um conta ela do jeito que quiser. Por isso, eu não fiquei nem um pouco incomodada de ver, por exemplo, o Edward brilhar no sol e não ter prezas. Quem disse que vampiros TEM que ter prezas, ou TEM que apodrecer no sol, ou TEM que queimar com alho, prata e madeira. A lenda tá aí pra ser mudada, né? Se não, qual é a graça de falar sobre uma coisa que não existe? Deixa ser o que é para aquilo que já é. O resto todo a gente pode reinventar. O que é, na minha opinião, mais interessante. Bom, na minha opinião.

Só que, apesar dessa minha visão toda liberal, eu tive que dar o meu braço a torcer. E isso foi, mais precisamente, do meio para o fim da segunda temporada de True Blood. E eu não pude deixar de exclamar algumas vezes: “Isso é que é vampiro!”. Porque, gente, vamos falar sério… Isso é que é vampiro:

Tudo bem, tudo bem. O Edward é o ser não humano mais romântico de toda a história desde o Big Bang. Ponto para ele. Mas, ele é apaixonado pela Bella. Tira o ponto dele. E que ainda fica em dúvida entre ele e um… Lobisomen? Saldo negativo pro Edward. O Bill – veja se isso é nome de um vampiro descente –, True Blood também, me conquistou no começo, confesso. Todo cheio de querer respeitar a natureza humana, e isso e aquilo, “i Love you, sookie”para cá, “I Love you, sookie” para lá, mas tem alguma coisa nele que faz dele um vampiro sem sal ou açúcar. Aaaaah, isso mesmo. Ele contracena com o Eric. E a diferença é bem óbvia, olha:

Agora olha o Edward:

ahahahahaha

Edward< Bill <<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<< Eric

Eric, o vampiro mais vampiro do showbizz se chama Alexander Skarsgård. O Sueco, que além de ator é também diretor, quase quase desistiu da carreira. Na verdade, ele desistiu, mas foi por um tempo. Nesse intervalo, ele fez faculdade de ciências políticas -uau!- e também entrou para o serviço militar sueco como fuzileiro naval. Depois dessas experiência de 15 meses, ele decidiu que voltaria a atuar. OBRIGADA, SERVIÇO MILITAR DA SUÉCIA.

Podem fazer o que quiserem com os vampiros. Não fui eu quem inventei a lenda, eu não ligo. Façam quantas alterações quiserem. Deixem eles purpuridados ou com alergia a tomate. Eu não ligo, e provavelmente gostaria. Mas, uma coisa é certa… Isso sim é que vampiro.

Grey’s Anatomy por fãs

Quando a volta das séries se aproxima já existe aquela expectativa no ar, spoilers por todo lado, novas promessas, retornos tensos e, finalmente, aquele episódio que promete resolver tudo que ficou no ar na season finale (e que, obviamente, não responde nada mas você ama mesmo assim).

No meio de tudo isso, parte importante na manutenção do carinho dos fãs é o pôster. Aqui no Brasil a gente nem chega a vê-los; quando muito, esbarramos com eles na internet. Nos EUA, porém, é diferente. Até porque não faz muito sentido uma emissora colocar um pôster por aí quando grande parte da audiência chega até as séries através dos downloads.

Bom, voltando aos EUA. Lá é relevante, então, eles têm vários. Um mais legal que o outro, confesso. E isso merece um post a parte. Mas aqui venho falar só do pôster da sétima temporada Grey’s Anatomy.

SPOILER (6ª temporada)

Pra quem não se lembra, o pôster que anunciava a 6ª temporada de Grey’s foi esse:

Mudou tudo.

Mas e aí?! Mudou muito mesmo.

Afinal, depois do tiroteio e do aborto da Meredith, como ficam as coisas no Seattle Grace?! Alguns caquinhos pra juntar, sejamos sinceros. Aí vem a questão… que imagem representa isso?

Buscando apoio na interatividade – o que anda movendo as coisas hoje em dia -, os produtores farão de um “fan art” seu pôster oficial. (E, de quebra, não precisam perder tempo, dedicação e/ou preocupação com isso.)

Está rolando no Facebook uma votação entre seis pôsteres feitos por fãs. O que receber mais votos será o vencedor. No entanto, comentários positivos também serão levados em conta.

A iniciativa é legal. Já pensou ver por aí aquele pôster que você fez, representando a sua série favorita? Vai pro portfólio! Haha.

A votação vai até o dia 16 de setembro. Basta entrar na página de Grey’s Anatomy no Facebook (ou seja, aqui) e escolher o que você gostou mais! Fica, então, uma prévia deles aqui no blog.

Deixando um pouco de lado a discussão sobre a qualidade dos pôsteres, é bem legal a forma de aproximação com os fãs. Ponto pra Grey’s! (Que deve entrar em uma de suas últimas temporadas. Talvez a última boa e com roteiro. A última original. Ok, parei.)

Sobre as artes, não sei de qual eu gostei mais… algumas tem mesmo cara de Grey’s. Mas o último, por exemplo, parece demasiadamente com as capas dos DVDs, por isso, eu não o escolheria.  E o coraçãozinho do McDreamy meio que entrega que é feito por fãs, haha, mas é buni. Gosto do da Mer, mas teria que ter vários. Então acho que fico com o mais inexpressivo e genérico, o de Seattle :P.

Links relacioandos:

Fonte - Minha Série

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A morte e seus amiguinhos: 6×23 e 6×24 Grey’s Anatomy

Publicado por: Lê Scalia

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