Arquivo da categoria: Tecnologia

O gadget mais inútil e desejado do mundo

Tenho certeza que você nunca viu um gadget tão inútil e desejado como este. Conheça o Useless Box Kit, da ThinkGeek.

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Os efeitos do Kinect no futuro da humanidade

Kinect. Console de videogame com sensor de movimento, lançado pela Microsoft para o Xbox 360. Jogar videogame com o Kinect é quase, bem quase mesmo, igual como nos filmes futuristas. Sem joystick, sem nada. Só você e a tela.

A tecnologia é tão revolucionária, que a Microsoft acredita que o Kinect vai criar um futuro como no filme Minority Report. É o Kinect Effect.

Aliás, não é a primeira vez que a Microsoft faz previsões para o futuro. Há poucos dias, a empresa de Bill Gates lançou um outro filme, mostrando como vai ser o futuro da produtividade. Coisa linda também, sem aquela coisa massante da robótica, homem dominado pela máquina, etc.

Quanto ao Kinect, será? Bem, por enquanto, acredito que vamos continuar lendo notícias como esta: Kinect é hackeado para fazer cirurgias.

LEGO em versão tecnológica: o aplicativo Life of George

Momento nostalgia no Biscoitos Sortidos: quando o final do ano se aproximava, Pizzolo costumava ir até as lojas de brinquedos de sua pacat cidade para babar na frente dos produtos expostos. O preferido entre todas as opções era sempre muito óbvio: as caixas de LEGO.

Pizzolo poderia passar horas com a mesma caixa de LEGO em mãos. O Castelo Fantasma, a Vila do Indiana Jones, a Aldeia Indígena, a Espaçonave do Star Wars, todas foram cuidadosamente analisadas por ele. Quanto maior era a caixa, maior era o esbugalho do olho desta criança. Talvez por isso, a mega caixa do Navio Pirata era seu grande sonho de consumo (veja a foto, quem sabe ela te traga boas lembraças também).

LEGO - Navio Pirata

Quando Pizzolo ganhava uma caixa de LEGO, ele montava conforme as instruções, peça por peça. Mas o resultado final – o Foguete da NASA, por exemplo – não durava inteiro nem um dia. Logo ele virava peças soltas, que se transformariam em objetos não guiados por manual passo-a-passo nenhum. Deste modo, casas, carros, resturantes, prisões surgiam de pedaços de uma Nave Espacial.
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Steve Jobs Não Morreu

Ok, ele morreu. Mas se você está usando utilizando um desktop com interface gráfica amigável, com fontes belas, ícones bem arranjados, um mouse para te ajudar na navegação, ou se navega com seus dedos por uma tela multitouch em um dispositivo fino e leve, Steve Jobs vive.

Nos últimos 30 anos, creio que Jobs participou de maneira direta ou indireta em praticamente todas as principais inovações tecnológicas da informática e internet. Ah, por sinal, a internet como conhecemos hoje foi concebida por Tim Berners-lee em um computador feito pela NeXT, a empresa criada por Jobs depois de ser demitido da Apple nos anos 80.

Jobs foi um cara que realmente compreendeu como funcionavam as dinâmicas da mente humana, inovando com produtos belos e fáceis de se usar, criando seguidores e amantes da sua marca. Produtos lançados por ele na Apple não eram meros caça-níqueis com um upgrade de memória; eram inovações que você necessitava e nem sabia.

Além disso, mudou o cinema com a Pixar. O que seríamos de nós hoje sem Toy Story e cia? Ele comprou a divisão de efeitos visuais da Lucas Arts por 10 milhões de dólares. Vendeu recentemente como a empresa de animação mais bem sucedida do mundo por mais de 7 bilhões. E mudou a infância de muita gente.

Mudou a música. Depois do iPod e do iTunes, você que não mora no Brasil poderia comprar só as músicas que você quer, por US$ 0,99. Ele fez a revolução no Napster render dinheiro. Pena que no Brasil, 10 anos depois, a iTunes Store ainda seja um sonho.

E eu deixo aqui um grande discurso desse gênio incrivelmente carismático (embora fosse difícil de trabalhar, dizem por aí).

Dá para escrever muita coisa sobre esse cara, mas eu queria deixar o espaço dos comentários para você escrever o que as invenções desse visionário mudaram na sua vida.

Para terminar o dia: Visualizando o som

Para nos fazer visualizar qualquer som, Quayola – um artista londrino -, fez um software chamado “Partitura”. A ideia é justamente essa: propor ligações visuais entre música e imagem. Eu achei irado. Olha só o que esse software pode fazer:

Estou desaprendendo a escrever!

Sério! Eu estou desaprendendo a escrever! Pelo menos quando é para escrever algo manuscrito. Minha letra sai, simplesmente, horrível. Pareço um garoto da pré-escola que está aprendendo a desenhar as letras. E eu ainda consigo fazer mais feio.

Mas por que isso seria assunto para um post? Acho que isso pode ser um gancho para falar sobre tecnologia. Tanto é que, para escrever em um computador, como agora, não tenho problema algum. Inclusive você consegue me entender.

Então, voltando para o que eu ia falar. A revista Wired deste mês fez uma reportagem de capa sobre a tecnologia. Só que falou sobre a tecnologia que as pessoas de 3 ou 4 décadas atrás imaginaram que teríamos hoje.

O futuro que nunca aconteceu

O futuro que nunca acontece


Alguns exemplos:
– Uma refeição completa em uma pílula (Imagina como seria a pílula de feijoada)
– Um jetpack, ou seja, um mochila a jato, para você sair voando por aí (yeah right, imaginou o caos?)
– Tradutor universal, mesmo (“au, au”-> quero comida)
– Criador de órgãos para transplante (“quer dar um update no seu rim? fale com a gente”)

E mais outras tantas tecnologias divertidas, mas que não lembro agora de cabeça. Enfim, essas mirabolantes invenções viraram utopias que provavelmente jamais existirão, ou existirão daqui algumas décadas (tomara que os órgãos por encomenda cheguem logo).

Bom, voltando ao fato de eu estar desaprendendo a escrever. Eu estava imaginando, sabendo o quanto a tecnologia evoluiu, como será o mundo daqui uns 20, 30, 50 anos. Será que as crianças vão aprender a escrever, ou vão chegar na escola e suas carteiras se transformarão em grandes iPad, com tudo ali, a um toque de distância? Será que serão criados combustíveis alternativos, ou que poderemos abastecer nossos carros voadores com lixo, como no filme “De voltar para o futuro”? O que você acha que vai acontecer?
Eu tenho certeza de uma coisa: escrever com as mãos se tornará uma arte! Talvez seja a mesma certeza de alguém que pensou que em 2010 estaríamos comendo pílulas de feijoada. Ou talvez seja a mesma certeza de alguém que pensou que em 2010 nós poderíamos usar uma maquininha com uma tela para telefonar, tirar fotos, mandar mensagens, ver filmes, e tantas outras coisas. E que essa máquina tivesse apenas um botão.

Tá, ele tem mais de um botão, mas são redundantes com os da tela...

Tá, ele tem mais de um botão, mas são redundantes com os da tela...

Pois é. O que você imagina que vai ser daqui a, digamos, 30 anos? Se tiver coragem, comenta aí.

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