Arquivos da Categoria: TV

TOP 3 de pegadinhas de outro mundo

Estava eu assistindo a mais um espetacular episódio de Modern Family esses dias quando ri mais que o Mitchell depois que o Cameron passou por alguns, digamos, maus bocados.

E eu me identifiquei. Os Scalia são os novos Pritchett.

Resumindo: tem gente que gosta de um mal feito. Confesso que quando isso não envolve ninguém se machucando, uma coisa mais forte que eu toma conta do meu ser e quanto mais próxima a pessoa, menor meu autocontrole.

A verdade é que minha idade mental deve ser bem baixa, porque , coincidentemente, acabei vendo algumas pegadinhas do gênio Silvio Santos e ri. Muito.

Como sei que a internet também tem muitas outras pessoas de idade mental duvidosa, como eu, resolvi fazer um top 3 de algumas pegadinhas sobrenaturais (e sensacionais).

1. Menina do Elevador

Essa menina do inferno ainda precisava gritar?

2. Exorcista

Vamos tomar o remedinho???” Paia :(

3. Foto do Falecido

“Arruma essa boina, Fernando!”

E em homenagem ao Cam, a pegadinha da porta invisível.

É muita risada maldade prum post só.

As novelas da Glória Perez

Eu nunca fui muito fã da VEJA (embora goste bastante do conteúdo não-relacionado a política), mas hoje eu mudei de idiea. Jamais, repito, jamais irei reclamar dessa incrível revista, visto que seu site me deu um presente essa semana, o “Monte ‘sua’ novela da Glória Perez“.

Mas antes que apresentemos esse infográfico (? é assim que eles chamam), precisamos destacar neste post duas paixões de Glorinha: culturas exóticas (exceção pros EUA) e suas danças (exóticas). Mentira… 3 paixões. Faltou falar daquele bordão grudento que vai ficar na ponta da língua do brasileiro por longos e arrastados meses.

Como recordar é viver, dê uma olhada em alguns sucessos dessa rio-branquense (sim, do Acre!) de 64 anos.

Explode Coração (Stop, Salgadinho!)

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Por que você tem que ver o último capítulo de AVENIDA BRASIL

Avenida Brasil chegou ao fim. Uma parte de mim se entristece (principalmente pelas propagandas chatíssimas de #DormeJorge com a “Nada Consta” – valeu twitter, haha) e a outra fica feliz ao pensar que poderei voltar à vida a partir da semana que vem.

E diante de tanto alvoroço a respeito do fim de um dos maiores sucessos da teledramaturgia brasileira, eu, noveleira que sou, resolvi listar alguns dos motivos que explicam um pouco tão bons resultados.

Você vê isso e já solta um “Oi, Oi, Oi”

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Por que você tem que ver o último capítulo de AVENIDA BRASIL, pt 2

Esse post deveria ser “uma parte” do post aí de cima. Lá estão listados 10 motivos (sérios) que explicam o sucesso da novela Avenida Brasil e a seguir estão 5 motivos ~cretinos~ desse sucesso.

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Um falso detector de mentiras e uma garotinha de 5 anos

Talvez você tenha se cagado de rir vendo três crianças-meninos enfrentar o falso detector de mentiras de Jimmy Kimmel. Seriam as crianças-meninas menos mentirosas?

Faça sua aposta e aperte o play.

Posts relacionados:
Um falso detector de mentiras e três crianças

Um falso detector de mentiras e três crianças

Jimmy Kimmel utiliza um falso detector de mentiras para entrevistar seres inocentes conhecidos como crianças. Não veja se você não quiser rir nesta sexta-feira.

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Esqueletos de desenhos animados

Desenho animado tem certa licença poética, né gente? É gente amarela de 4 dedos, pessoas cabeçudinhas, corpos desproporcionais, enfim… cartunista tem liberdade pra fazer basicamente o que tiver vontade.

Isso não impede, no entanto, descobrirmos como é que esses personagens param de pé. Porque, afinal, por mais estranhos que eles sejam, eles têm esqueletos. (Ok, teoricamente.)

Por exemplo, tomemos a Hello Kitty como objeto de análise. Essa seria ela, completa:

Hello Kitty

E esse seria seu interior.

Raio X da Hello Kitty

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Top 10: jogos de improvisação do “Whose Line”

Se você nunca assistiu a um episódio reprisado de “Whose Line is it Anyway?” no Sony, não teve infância. Okay, eu era a única que acordava às 8h30 de domingo para ver. Mas valeu muito a pena. O programa, que começou na BBC e migrou para a ABC dos EUA, onde ficou por oito anos, é a maior referência da comédia de improviso, algo tão sério e organizado (apesar de não tão popular) quanto o stand-up por lá. No Brasil, o Barbixas reproduz o gênero.

O programa funcionava assim: Drew Carey, o apresentador, ficava sentado numa mesa separada explicando os jogos de improvisação e dando orientações. Os atores (Colin Mochrie, Ryan Stiles, Wayne Brady e um convidado) inventam diversas cenas e contam com a ajuda do público, misturando referências culturais, imitações, pastelão e sátiras com gêneros de TV e cinema.

Bom, vou parar de blablablar e fazer o top 10 dos meus jogos preferidos do “Whose Line”. A princípio, você achará que é tudo combinado. Mas, depois de pesquisar um pouco sobre a história dos atores e ver algumas de suas apresentações ao vivo, você descobre que eles só são muito bons nisso mesmo.

1. Scenes From a Hat
Quem joga: todos
Como é: Drew tira sugestões aleatórias de cenas de um chapéu e os atores têm que inventá-las rapidamente em várias versões. Por exemplo, “se artistas trabalhassem em funerais”. Um dos melhores episódios do programa teve o MITO Robin Williams. Vejam o que ele aprontou:
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Está faltando criatividade em “Glee”

Eu sou uma dessas pessoas que assistem Glee. A história pode não ser um atrativo para a maioria das pessoas, mas já ouvi muita gente admitindo que o elenco da série manda muito bem nos vocais. Eu, particularmente, gosto da história e das músicas (às vezes de um mais que do outro…), mas confesso que, ultimamente, meu julgamento a respeito das performances musicais tem sido de decepção. Falta de criatividade, talvez?

Porque, veja bem… qual foi a última vez que vimos, em Glee, uma performance diferente da música original? No 20º episódio da 2ª temporada (S02E20 – Prom Queen), por exemplo, dá pra ver que os produtores estão aderindo à lei do menor esforço. A versão de Jar of Hearts, interpretada por Lea Michele não tem absolutamente nada de diferente da canção original, de Christina Perri - e me atrevo a dizer que prefiro esta última. Nem a interpretação de Friday, modinha da web de Rebecca Black, surpreende.

Das últimas duas vezes em que eu me surpreendi, fui enganada.

Episódio 20, 1ª temporada (S01E20 – Theatricality): Lea Michele e a convidada Idina Menzel cantam uma versão completamente diferente de Poker Face (Lady Gaga). Diferente, mas copiada da própria Gaga.

Episódio 20, 2ª temporada (S02E20 – Prom Queen): Lea Michele e o convidado Jonathan Groff cantam uma versão um tanto quanto “broadway” de Rolling in the Deep (Adele). Mas, de novo, não é original. John Legend já havia cantado a mesma versão a cappella.

Bem, e agora, os produtores de Glee já estão com um reality show a lá American Idol - The Glee Project – para escolher o novo integrante dos losers de McKinley High. E em alguns momentos, os participantes tem de se virar sozinhos e surpreender os produtores para não serem os escolhidos a sair. E alguns desses participantes tem surpreendido muito mais do que o verdadeiro Glee. Abaixo, deixo com vocês 3 performances que eu posso chamar de criativas.

Post relacionado:
Porque amamos Glee
A Era do(s) Loser(s) 

E se OS SIMPSONS fossem humanos?

The Simpsons já está na tela da FOX há mais de 20 anos, tendo se tornado um dos desenhos mais famosos do mundo. Ganhou filme, versão pornô e até uma abertura über polêmica do Banksy.

Mas aposto que você já se perguntou como seriam os Simpsons em carne e osso, não? Pois é, alguém resolveu mostrar para o mundo como seria a família amarela com cabelo azul no mundo real. A típica (e criticada) família norte-americana.

Achei muitíssimo legal. Mas não dá pra pensar neles sem ser em desenho né? Até porque aquela cara de retardado do Homer é complicado achar igual.

Em tempo: O artista (?) de rua inglês Banksy (da abertura über polêmica) está indicado ao Oscar por seu documentário. Caso vença, não poderá receber o prêmio se não mostrar sua verdadeira identidade. Foda, não? Mas torço para que não chegue a isso e o vencedor seja Lixo Extraordinário, a única chance brasileira no Oscar desse ano.

Publicado por: Lê Scalia

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