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Hoje vamos compartilhar com você um produto que a gente nem sabia que existia: uma mala com balança!

Incrível como mesmo tendo permissão pra carregar duas malas de 32 kg cada, nós, os brasileiros, conseguimos empacar a fila do check-in por conta do peso extra das bagagens. Tá, algumas vezes conseguimos pegar uma aeromoça boazinha e que deixa a mala passar – claro que se não for um número exorbitante. Mas e quando este não é o caso? E quando nos deparamos com taxas? Ninguém quer pagar taxa! Mas todo mundo quer levar tudo!

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Do que já observamos em aeroportos, a maioria das pessoas prefere desfilar pela área de embarque usando um modelito ‘Super-herói’ ou ‘Arara Ambulante’, sobrepondo peças de roupa, a desembolsar alguns reais ou seja lá qual for a moeda, a mais, para pagar pelo sobrepeso.

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Muitas vezes, se dividirmos os pesos entre as nossas bagagens, conseguimos, com sucesso, levar de tudo. E mais um pouco!

Saiba quanto você pode levar, sem pagar taxas:

 

Voos Nacionais

Você pode despachar mais de um volume, desde que a soma total não ultrapasse 23 kg.

 

Voos Internacionais

Brasileiros poderão despachar até duas malas com 32 kg cada.

 

Bagagem de Mão

Aqui está o truque! Lembre-se de que você não precisa tentar fazer tudo caber na mala que você irá despachar. Os limites da bagagem de mão são definidos por critérios de segurança para atender ao peso máximo de decolagem do avião. Em voos domésticos, a bagagem não pode ser maior que 115 cm (considerando altura + comprimento + largura) e o peso máximo é de 5 kg.

Na bagagem de mão, segundo a Anac, você pode levar:

1) Uma bolsa de mão, maleta ou equipamento que possa ser acomodado embaixo do assento do passageiro ou no compartimento próprio da aeronave na cabine;

2) Um casaco, sobretudo, manta ou cobertor;

3) Um guarda-chuva ou bengala (não pontiagudos);

4) Máquina fotográfica, laptop ou binóculos;

5) Material de leitura para viagem;

6) Alimentação infantil para consumo durante a viagem;

7) Muletas ou aparelhos ortopédicos utilizados pelo passageiro.

8) Instrumentos musicais (desde que os mesmos possam passar pelos equipamentos de Raio – X nos postos de segurança);

9) Um carrinho de bebê dobrável, uma cesta ou um bebê conforto.

Pois bem, falta falar da novidade. A marca uruguaia Zenit, especializada em malas e mochilas para viagens, chega ao Brasil trazendo uma linha de diversos produtos, do estilo off-road ao executivo. O produto que mais chamou a nossa atenção foi a mala com balança!

Essa mala é uma mão na roda. Além de já vir com o cadeado TSA embutido – aquele cadeado que você define uma senha, e que eles podem abrir com uma chave específica no aeroporto – vem com um visor onde você pode visualizar tanto em quilos, como em pounds, qual é o peso da sua mala! Sem dúvida vai facilitar na hora de organizar e de distribuir o peso entre as suas malas. E de quebra, você não vai precisar colocar roupa sobre roupa, pagar taxas extras, e nem empacar a fila do check-in.

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Você pode conhecer mais da Zenit acessando a página oficial no Brasil, clicando aqui.  Ou pode também conhecer a primeira loja da Zenit aqui em São Paulo, no Shopping Tatuapé. Se você é ligado em viagens e aventuras, siga a página deles no Instagram (@zenitbrasil) e no Facebook, e você terá acesso a dicas e fotos incríveis para planejar a sua próxima viagem!

Fonte: Anac

Férias em Gramado: uma vontade!

Como faz tempo que eu não escrevo por aqui, resolvi voltar com um tema que eu amo de paixão: viagens! E antes de começar a escrever esse post, fiquei pensando em todos os lugares do mundo que um dia eu quero conhecer. A lista é imensa. Mesmo. Mas resolvi começar com uma vontade que eu tenho há anos, e é bem… Realizável, digamos assim! Sim, eu sempre quis passar férias em Gramado.

Ou um final de semana, que seja. Sempre ouvi falar maravilhas da cidade e, talvez porque eu tenha perdido uma oportunidade de ir pra lá anos atrás, fiquei com esse destino na cabeça. Daí eu resolvi pesquisar um pouco e ver o que andam falando dessa cidade por aí, e o que de bom tem para fazer por lá.

Para começar, o que chama muita atenção dos turistas é o tal do “clima europeu”, que não fica apenas na temperatura. Além de invernos congelantes, a culinária, jardins de hortênsias e a população, de origem majoritariamente alemã e italiana, fazem a cidade parecer europeia. Até os hotéis em Gramado tem uma arquitetura quase temática, com o melhor do estilo europeu, que preservam esse sentimento de que você está em outro país.

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Eu que adoro um friozinho já fiquei pensando que ia ser melhor ir pra lá no inverno mesmo. Comer um chocolatinho sem culpa (já que todo mundo diz que os chocolates de lá são apenas maravilhosos) e fazer a glamourosa com meus cachecóis. Mas aí continuei pesquisando e descobri que em Gramado tem coisas legais acontecendo o ano inteiro.

No inverno, o frio é o protagonista mesmo. Em agosto, acontece o aclamado Festival de Cinema de Gramado, que conta com a ilustre presença de estrelas nacionais e latino-americanas. E no final do ano, a cidade tem o ápice de sua programação anual: o Natal Luz! Para quem ama o Natal, é um prato cheio. Durante o Natal Luz as apresentações natalinas são prolongadas, e acontecem de novembro até a segunda quinzena de janeiro!

Para quem gosta mesmo de frio, Gramado ganhou uma atração para que os turistas aproveitem o clima gelado o ano inteiro. Com direto à neve e tudo! Claro que eu estou falando do Snowland, que foi inaugurado em outubro desse ano. Sim, o primeiro parque indoor de neve da América!  Assim que eu vi essa notícia, já comecei a procurar uma promoção de passagem! Porque me conheço e seu que não vai ser possível esperar muito mais tempo para conhecer esse lugar. Dizem que o cenário recria um vilarejo nos alpes e tem pistas de esqui , snowboard, toboggans, caminhadas na neve, pista de patinação e moto-neves. HOW COOL IS THAT? Acho que no fim das contas, acho que fiz bem em esperar um pouco para conhecer Gramado! Esse parque com certeza vai acelerar meus planos!

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Bom, enquanto eu sonho aqui com as minhas futuras e tão esperadas férias, aceito sugestões do que mais fazer por lá! Alguém?

;)

Quantos centímetros a mais em um degrau são necessários para fazer você tropeçar?

Somente alguém que passa todo dia pelo mesmo lugar perceberia que um degrau de uma escada é 2,5 centímetros maior que os demais e, por conta disso, responsável por centenas de tropeços diários em uma estação de metrô. Este alguém se chama Dean Peterson e esta estação é a36 Street de NYC.

Especial Cuba: o turismo sexual e a prostituição no país socialista

Conversa 1

Em um táxi, estavam dois espanhóis, Marcelinho, eu, além do taxista.
– Cuando estábamos en el aeropuerto de Madrid, viniendo a Cuba, vimos un grupo de chicas guapísimas. Eran todas de Brasil. Yo dije a Paco que deberíamos de haber ido a Brasil… – diz o espanhol 1.
– Si, es cierto, las brasileñas son muy guapas. – respondemos, no maior orgulho.
– No, pero aquí en Cuba las chicas también son muy guapas – diz o espanhol dois, talvez para não deixar o taxista, até este momento calado, sem graça.
– Si, y ¡no son tan caras! – fala, finalmente, o taxista cubano, na maior naturalidade.

Conversa 2

Três mulheres se aproximam de dois brasileiros – um amigo que conheci em Cuba e eu – em uma festa em Cuba. Uma loira – ou você pensou que em Cuba só existiam morenas? – começa a conversar comigo.
- Hola chico, ¿como estás?
– Muy bien, gracias, ¿vos?
– Todo bien. ¿Le gustaría una acompañante por la noche?
– Bueno… no sé, como funciona?
– Cien dólares.
– ¿¿¿Cien dólares??? Ah, no, no tengo plata, soy estudiante.
– Ochenta. Para salir con cubanas tiene que pagar, guapo. – disse a cubana, enquanto sua amiga seguia quase o mesmo roteiro com o outro brasileiro. A terceira cubana estava ali, no meio das duas, meio perdida, sem hombre e sem rumo.
– Hmm… pero ¿qué esta incluido?
– De todo. – responde, sem mistério, muito menos pudor.
- ¿¿¿De todo???
– Sip, de todo. Hagamos así: Ochenta dólares, ustedes dos y nosotras tres.¿Te parece?
– ¡!

Conversa 3

Nesta mesma festa, outra mulher da noite se aproxima.
- Hola, ¿te puedo acompañar?
– Sip, claro, ¿cuál es su nombre?
– Loren, mucho gusto. – ok, inventei um nome aqui, minha memória falhou.
– ¿Estás sola?
– Estoy contigo. ¿Adonde vas después de aquí?
– Hm, nó sé, ¿adonde vas vos?
– Voy contigo.
Nesse exato momento virei para um amigo brasileiro que estava próximo e lhe disse:
- Puta.
– ¿Qué dijo usted? – perguntou a dama.
– ¿Yo? No, nada… – e neste momento lembrei que puta é puta, seja em espanhol ou português (rei da mancada mode on).
– ¿Usted dijo puta?
– Hã… Humm… No, es que…
– Usted dijo puta – disse a própria, e sentindo-se no direito de ofender-se, foi embora.

Já que tenho um foto que ilustre bem este post, digamos, coloquemos algo random.

Estas foram algumas das conversas que ocorreram em Cuba. Limitadas a minha memória, já conseguem demonstrar a relevância do tema prostituição neste país.

Esqueça a prostituição convencional: você não vai encontrar muchachas paradas nas ruas de Havana esperando o próximo cliente. Para ver prostituta de verdade, você precisa ir para as festas em hotéis ou baladas caras. Nestes locais, não é difícil ver um gringo acompanhado de uma boa nativa com seu vestido curto. Dependendo da festa, é possível encontrar centenas delas desfilando, procurando a isca da noite, um verdadeiro menu ambulante. Elas chegam, conversam, enchem sua moral, oferecem seus serviços, finalizam e recebem sua bonificação.

Mas e na calle? Vem que também tem! Se na balada quem chegam são elas, na rua quem chegam são eles… mas calma! Chegam somente para oferecer o serviço de suas agenciadas. Se você tem cara de extrangeiro, batata!, seguramente será abordado pelo menos uma vez por dia por um cubano. 9h da manhã ou 9h da noite, o tradicional suvenir nacional esta sempre disponível. Acredito eu ser o único serviço 24h de Cuba. Qualidade, tá pensando o que?

É puta pra cá, é puta pra lá, que uma hora me perguntei se toda cubana precisou, um dia, sujeitar-se a isso. Afinal, não é difícil escutar histórias de chicas que trocam sua dignidade por um rolo de papel higiênico ou um par de sabonetes. Desconfie de quem já foi para Cuba mais de três vezes em sua vida, este tipo seguramente tem motivos mais fortes que o visitar o Capitólio para aterrizar no país. É a famosa lei de mercado aplicada à realidade socialista cubana: onde há muita oferta, há muita procura.

Publicado por Tiago Pizzolo

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Virei caçador de promoções aéreas. Graças a isso, fui parar em um país que não esperava conhecer este ano: Cuba. Fiquei sete dias no país de Fidel Castro e seu socialismo. Resultado: conversas bizarras com nativos, choque cultural e muito para escrever.

Como funciona Cuba e o socialismo

Seria o Capitólio a vontade cubana materializada de ser América?

Tentando entender Cuba: Como funciona uma economia socialista?

- Qual é a média salarial aqui em Cuba?
– Mais ou menos U$ 15,00.
- U$ 15,00?! Mas e vocês conseguem sobreviver com isso?
- É… não né.
- E como faz, então?
- Ah, a gente tem que dar o nosso jeito.

Existem duas moedas em Cuba: o Peso Cubano (MN) e o Peso Convertible (CUC). Peso Cubano é a moeda utilizada pelos nacionais. Ou seja, o super salário recebido por um cubano é pago em MN. Portanto, tudo que é relacionado ao kit básico de sobrevivência do cubano possui seu preço em MN: o ônibus público, a padaria, o mercadinho onde o nativo faz seu rancho (existe um limite de itens por pessoa nestes locais, algo como uma cesta básica), a feirinha de bairro no domingo.  O hotel, o restaurante, o ônibus para turistas, muitas lojas de roupas e livros ou qualquer outra atividade destinada para o não cubano são pagos em CUC.

Parênteses 1: 1 CUC = U$ 1,20 = 24 MN.

Não, nada se pode pagar em dólar. Desde 2004 não se aceita a moeda americana nas empresas estatais. Portanto, em Cuba, onde 99% das empresas são do Fidel Estado (da loja de calçados à empresa de turismo), o dólar não entra. Para trocá-lo por CUC, as casas de cambio penalizam a moeda em 10%. Ou seja, se você troca U$ 100,00, você recebe o equivalente a U$ 90,00 em CUC. O Euro não sofre esta penalidade, já que Cuba tem seu grande problema diplomático  com o super vilão capitalista Estados Unidos da América.

Parênteses 2: Fica a dica, leve Euro quando visitar Cuba.

Vale dizer que sim, um cubano pode comprar o que quiser com o CUC que conseguir pelas ruas. Mas como faz um cubano para ganhar umas moedas extras e sair da dieta de pão com manteiga?

A resposta é simples: quem trabalha em empresas estatais direcionadas ao turismo ganha seu troco extra e consegue ascender socialmente para a gloriosa classe média. Fato curioso é que podemos encontrar pessoas graduadas em Engenharia, Direito e muitas outras carreiras trabalhando como bellman, barman ou garçom. Afinal, trabalhando com turismo (e recebendo suas gojetas) conseguem ganhar muito mais que se exercessem sua profissão. Trabalhar com artesanato e música também é altamente rentável em Cuba.

Parênteses 3: Neste mundo socialista profissões diferentes recebem valores diferentes. Policiais ganham mais que dentistas e médicos, por exemplo.

Outra alternativa para ganhar seu extra money esta no 1% dos negócios não estatais. Por exemplo, um cubano pode hospedar legalmente extrangeiros em um quarto de sua casa.  Ainda, pode fazer de sua casa um restaurante, chamado popularmente de paladar. Por fim, pode tranformar seu carro em táxi e carregar gringos de uma ponta a outra da cidade. Mas, claro, para possuir estes negócios privados, é necessário registrar-se no governo e pagar uma taxa absurda mensalmente (300 CUC para virar um semi-hotel, por exemplo). Ou você achou que Fidel iria deixar barato?

Como funciona economia Cuba

Um Táxi Mercedes em Cuba.

Parênteses 4: Os restaurantes populares são chamados de paladares porque na novela brasuca Vale Tudo existia um restaurante popular com o mesmo nome. Sim, os cubanos são apaixonados por nossas novelas. Atualmente, A Favorita está nas telinhas do país revolução.

Se você aluga sua casa ou seu carro para ganhar dinheiro, por quê não alugaria seu corpo? Ir a Cuba e ninguém te oferecer una chica é simplesmente impossível. Sério, eu não estou exagerando aqui, este país é o paraíso sexual de muito gringo. Prostituição é um tema é tão presente neste país que merece um post exclusivo.

Embora socialista, Cuba prova que sem o dinheiro injetado pelo turismo “capitalista” não consegue sobreviver. Ainda, o país precisou implementar muitas reformas “capitalistas” (como algumas práticas citadas acima) para manter seu regime atual, o que nos faz perguntar se realmente possui ideologia socialista ou se, nada mais, apropriou-se das empresas privadas e limitou a liberdade pública .

Parênteses 5: Se o socialismo cubano funcionasse, por quê a classe baixa neste país chega próximo aos 80%, superando os números do nosso problemático e capitalista Brasil?

É, o socialismo, que em uma primeira visão mostra-se inimigo mortal do capitalismo, revela-se em Cuba condicionado a este regime. Adam Smith deve estar rindo por último e Karl Marx se batendo em seus caixões. Antes que Fidel e seu socialismo encontrem também seu ataúde, visite Cuba e tire suas próprias conclusões.

Publicado por Tiago Pizzolo

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Uma semana em Guanacaste

Semana passada foi diferente aqui na Costa Rica.

Todo ano, a Novartis faz uma convenção que reune a equipe de vendas e de marketing de Costa Rica, Honduras e Nicarágua em algum lugar do país. Este ano, resolveram escolher um dos hotéis mais caros de Guanacaste, a província mais turística da Costa Rica.

Adivinhem? Exatamente, nós, os quatro humildes Aiesecos, fomos também. Ficamos quatro dias hospedados no Riu Resort, um hotel all inclusive na Praia Ocotal. Eu não tinha idéia de como funcionava um sistema “tudo incluído” antes desta convenção. Mas sim, all inclusive é all inclusive. Isso quer dizer que tínhamos rum, vodka, whiskey, gim e cerveja à vontade em nossos quartos, bares 24h fazendo todo e qualquer coquetel (cuidado com a cucaracha!) e comidas variadas a qualquer momento. Além disso, havia um casino dentro do hotel, além de uma Pacha (sim, a balada foda que existe em Floripa, São Paulo, Barcelona, Madrid e por incrível que pareça, Guanacaste).

Nisso tudo, só um problema: estávamos lá para trabalhar. Ou seja, agenda cheia de palestras e treinamentos. Mas na verdade, isso foi muito bom. Conheci muito mais sobre a Novartis,  conheci pessoas dos três países e por aí vai… E claro, todo dia, depois da agenda, sempre encontrávamos um tempo para aproveitar o all inclusive.

Depois, quando chegou sexta-feira, hora de voltar com a excursão para San José? Nada! Descemos, Marcelinho e eu, na primeira cidade onde havia ônibus para outra praia. Fomos para Tamarindo, a esquina arenosa da Costa Rica com as melhores ondas para surfar (diz a lenda). A praia é tesão (nada comparada com Bocas de Toro, mas ok, encontramos iguanas), mas para mim o melhor é a cidade. Tudo é muito roots lá, dos albergues aos nativos, climão de praia geral. Na verdade, o que menos se encontrava era nativo. Escutamos mais inglês do que espanhol, com certeza. Talvez por isso, na balada, rolou até concurso de wet t-shirt (e tem gringo com coragem de falar de brasileiro).

Depois de passar do hotel mais caro de Guanacaste para o albergue mais barato de Tamarindo, voltamos para a dura realidade. É, San José não é das melhores cidades para se viver. Para uma capital, não possui muita estrutura, tampouco é muito turística. Mas tudo bem, fim de semana chega rápido e, enquanto a plata nos deixar, continuaremos viajando.


Publicado por Tiago Pizzolo


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Biscoitos Sortidos em: Saindo do Pote.

Uhhhhhhuuuuuuuuu

Estou escrevendo para anunciar que os Biscoitos estarão em São José do Rio Preto e Frutal neste final de semana. São estas as cidades onde moram duas das principais donas deste bolg. Digo principais porque, se você acompanha aqui, são elas as autoras mais frequentes. Palmas pra elas: TUDO, absolutamente tudo, é motivo para um bom post. Um dia eu chego lá. Mas, enquanto isso não acontece, a gente posta falando bem delas. E, das cidades delas – o que, conhecendo as figuras, as agrada muito mais. Espero.

Bom, eu já conheço um pouco. Fui pra lá no meio do ano passado, pro Rio Preto In Concert. Há. Tá pensando o quê!? Show do Alex Band, cara! Siiiim, o ex-vocalista do The Calling. Apesar de a lescalia ter passado a maior parte do tempo bem irritada – com razão, diga-se de passagem, por que o show atrasou umas 4 horas e estava lotado de pessoas estranhas- Wherever you will go foi um momento marcante. :) Deu para ficarmos roucas.

Ainda em Rio Preto, conheci o melhor pub dos pubs: O Vila! A Lu sempre falava que o lugar era isso e aquilo e, confesso, não punha muita fé, não… Contudo, é irado! O horário ta suuuuper cheio mas, com um pouco de sorte, iremos lá! Afinal de contas, o tiagopizzolo é calouro na cidade, e a Lu não vai deixar ele voltar sem dar uma passadinha no Vila.

Hum. Conheci a Cachaçaria Água Doce, também. Boa caipinha, gente. Aliás, muita caipirinha – eu tinha uma foto com a que eu tomei mas, ironicamente, não sei onde está :D. Até descobri que tem uma dessas na minha cidade. Dá-lhe Osasco… Saudades. Um dia faço um post sobre você. Quem sabe você seja o nosso próximo destino. Só quero ver o que eu vou falar de você… Enfim, além de ser assunto para outro post, eu não vou sofrer por antecipação.

Voltando a Rio Preto, só mais uma coisa: esperamos que não chova.

rio preto

Rio Preto quando chove.

E Frutal, ein?

Ontem, quando a lescalia falou que tava todo mundo indo pra Frutal, uma menina erguntou: “O que é iss?”. Gente, parou. Vamos esclarecer: trata-se de um cidadezinha do triângulo mineiro. Fica bem perto de Rio Preto e tem muito abacaxi. Frutal… fruta. Sacou? É muito legal lá. Você nunca ouviu falar??? Se ligue. Frutal é notícia.

prefeitura frutal

Olha que gracinha!

Fora isso, tem bolo prestígio, coxinha e esfiha na Petiscos, famosa lanchonete do Gilson- lescalia, eu não lembro o nome exatamente, eu só lembro que tudo é bom. Tem pastel de feira de nível, tem doce de leite e até Casas Bahia. Quer saber mais sobre Frutal? Clica aqui. Quer saber mais sobre a viagem??? Aguarde.  

Publicado por gabimateos.

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