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Hamsters também correm atrás do amor

Quem disse que hamsters não se apaixonam? Para começar bem um dia pós-feriado, veja nesta animação 3D de Jacob Frey o que um hamster pode fazer quando o tal cupido bagunça sua vida de roedor.

Hamster com cara de idiota Leia o resto deste post

125 anos de Coca-Cola

Para comemorar os 125 anos de negócios de uma das marcas mais bem resolvidas, amadas e idolatradas do mundo, a Coca-cola fez uma projeção em 3D em um prédio, com algumas das imagens usadas em campanhas feitas ao longo desses anos de história. A intenção é agradecer “os melhores fãs do mundo”. Será que eles conseguiram?

Como treinar seu Dragão

Como Treinar Seu Dragão (How to Train Your Dragon)

Eu tenho uma queda por desenhos. Simples assim. Se for da Disney, então, já é meio caminho andado. E ultimamente descobri que também tenho uma queda por… dragões. Ok, essa não é uma conclusão muito recente, eu descobri isso quando assisti a “Coração de Dragão” e chorei, #prontofalei.

Mas imagine: Desenho + Dragão = “Ti buuuni”. Certo, pieguices à parte, “Como treinar seu Dragão” é genial (informação duvidosa, visto que tenho uma tendência a gostar demais dos filmes que eu vejo no IMAX). E o é por tantas razões que fica até difícil explicar.

Vikings, piadinhas divertidas, adolescência medieval (aqueles gêmeos são muito bons, a começar pelo nome: Cabeçaquente e Cabeçadura), cuidado com a História, relacionamento entre pais e filhos e a eterna sensação de “não se encaixar”…

Do estúdio de Steven Spielberg, a DreamWorks, responsável por animações como Shrek(s) e também Madagascar, “Como Treinar Seu Dragão” tem uma técnica primorosa, e, como bem disse o Cinema com Rapadura, a tecnologia 3D continua, evoluir permitindo ângulos e sensações digamos “difíceis” de serem alcançadas pelo cinema tradicional – vide o voo do dragão.

Qualquer semelhança é mera coincidência? Talvez.

E aí, já assistiu ao filme e teve um certo dejá-vu com o Fúria da Noite? Não foi o único, e não é de se espantar. A direção do filme está nas mãos da dupla Chris Sanders e Dean DeBlois, responsáveis por dirigirem “Lilo & Stitch” (e mantendo alguns créditos em outros filmes da Disney). Seria o Banguela um primo (distante ou não) do Stitch?! Ambos são estranhamente adoráveis.

Mas tirando tudo isso, o 3D (o super 3D), os gráficos, a técnica, o que sobra? O melhor do filme. Sobram os diálogos excepcionais. Divertidíssimos e inteligentes, e são eles que dão o tom do filme.

A dublagem americana conta com astros de Hollywood, como Gerard Butler como Stoico, o Imenso. Astrid, a mocinha revoltada, é vivida pela America Ferrara (Ugly Betty).

Em português, ninguém famoso (na frente das telas) mas todos bem e de bons currículos. Soluço, o protagonista, é dublado por Gustavo Pereira, responsável por alguns personagens da Disney (= Nemo!). Já o nosso Stoico trocou Gerard Butler pelo experiente Mauro Ramos (=Pumba!!!).

Bom, já não tem muito o que falar. Se você gosta de animação, dê uma chance aos vikings. Se você mora em Curitiba, corra: esse é o último fim de semana de exibição do filme no IMAX (que venha Alice!). Enfim, se você estiver disposto, assista. “Como treinar seu Dragão” é terrivelmente encantador.

***

Especial “Gabi & os Vikings”:

Gabi: “Como chama mesmo aquele povo… aquele, que usa aqueles “chapeus” com aquelas coisas…”
Lê: (abre a boca, desconfiada, para dizer “vikings..?”)
Gabi: (corta) “Ahhh, KAMIKAZE
Lê: “¬¬ isso, Gabi, Viking.”

Eu tenho uma foto pra provar, hahaha. #Sheridan's

Links relacionados:

Dublagem de “Como Treinar seu Dragão”

Publicado por: Lê Scalia

Os Fantasmas de Scrooge

Os Fantasmas de Scrooge (A Christmas Carol)

Hoje foi a minha primeira vez no IMAX. E digo uma coisa… a junção Disney/IMAX me deixou boquiaberta! Minha única tristeza foi não ter assistido HP lá… :/

Pra quem não está muito familiarizado, IMAX (Imagem Maximum) é meio que um “supercinema“. Conta com uma tela padrão de 22m x 16m, enquanto uma tela normal tem, geralmente, 12m x 5m; seu formato côncavo, faz com que a imagem ocupe quase toda a visão do telespectador, incluindo a maior parte da nossa visão periférica, tornando a sensação 3D mais real.

Além disso, sua resolução é quase 5 vezes maior do que a dos cinemas comuns. É uma pena que, o cinema já consolidado no mercado norte-americano e canadense só esteja presente em duas cidades brasileiras: São Paulo (no Shopping Bourbon) e Curitiba (Shopping Palladium: o maior shopping da América Latina, tirando o de Campinas).

Bom, isso tudo unido à tecnologia Disney torna o filme fantástico. Eu nunca havia visto uma animação tão perfeita antes, tão real, e somando isso ao 3D humilhante da Disney, temos um filme maravilhoso. A história é a do clássico livro de Charles Dickens (também autor de Oliver Twist), “A Christimas Carol” (Um cântico de Natal).

Primeira edição do livro de Dickens; pra quem viu o filme, pode perceber que a semelhança da ilustração até assusta!

Primeira edição do livro de Dickens; pra quem já viu o filme, fica perceptível a semelhança assustadora da ilustração!

Passado na Inglaterra das primeiras décadas de 1800, o filme fala um velho chato e avarento – e, por que não dizer, insuportável – que recebe, em uma noite de Natal, a visita de 3 fantasmas: um do passado, um do presente e um do futuro.

E algo que merece destaque, dessa vez, é que, diferentemente dos filmes Disney, o longa não agrada crianças e adultos. Não é um filme infantil. Tem até certo suspense! Acredito que agrade apenas as pessoas mais velhas, apesar de passar uma mensagem maravilhosa.

Digo isso porque, além das assombrações e dos eventuais sustos, o filme tem um clima mais sombrio. O que pode parecer estranho, visto que é um filme completamente natalino. Embora a estória possa parecer exagerada a fim de passar a mensagem, isso vem do próprio livro. E pra quem possa achar o filme “previsível” ou até “moralista”, não dá pra esquecer que é um conto de valores morais e é isso mesmo que a obra passa.

Entretando, deixando o enredo de lado, tudo no longa é impecável. Bom, pelo menos eu achei. E confesso que estava meio boba, já que via os floquinhos de neve caindo bem na minha frente; mas é impressionante. Até as marcas de passagem de tempo são incríveis. E em meio a tantos elogios, devo dizer que não me agradou muito a dublagem. Principalmente a do bizarrinho engraçado Fantasma do Natal Passado (ssse você viu, entende o que eu digo).

Apesar das mudanças, é possível reconhecer Jim Carrey, Gary Oldman e Colin Firth assim que aparecem. O filme foi feito com a mesma tecnologia de Expresso Polar e A Lenda de Beowulf, ambos também dirigidos por Robert Zemeckis. Mas a realidade aqui vai mais além… talvez seja o “quê” da Disney. Os 3 fantasmas, além de Scrooge, também foram interpretados por Jim Carrey.

O diretor digitalizou gestos e feições,  interpretações, dos atores e o realismo e expressividade dos psersonagens é absurdo. É comovente. Aliás, o que dizer de um diretor que tem no currículo filmes como De volta para o Futuro, Forrest Gump, O Náufrago? Direção excelente, assim como tudo no filme.

A trilha sonora original de Alan Silvestri (parceiro de longa data do diretor e também do estúdio) conta com a participação bem especial de Andrea Bocelli, que há pouco tempo contou que tinha o sonho de trabalhar com a Disney. Bom, realizando esse sonho, o tenor interpreta a última música do longa, “God Bless Us Everyone” (créditos).

No geral, é isso. O filme é primoroso. Vale muito a ida ao cinema… de preferência em uma sessão 3D. E se você tem a oportunidade, em um IMAX. O longa te faz rir e chorar de um modo sutil que somente a Disney consegue fazer. E é essa uma das razões pela qual eu amo a Disney :].

Publicado por: Lê Scalia

Cinema 2D, 3D e Avatar

A pergunta é simples: o Cinema 2D vai acabar?

No momento, essa pergunta pode parecer um exagero, e alguém vai dizer que os filmes 3D são superestimados. Mas quem diria que o Cinema ganharia cor? Quem diria que ele ganharia voz? Aliás, quem diria que um dia haveria isso, o Cinema?

Dizem que, no primeiro filme projetado (irmãos Lumière, Grand Café em Paris), a imagem de um trem em movimento fez as pessoas saírem assustadas do local, acreditando que havia um trem de verdade vindo em sua direção. Bem, esta é exatamente a sensação que temos quando assistimos a um filme 3D. De que o trem está saindo da tela e vindo em nossa direção.

Não, ninguém imaginava que um dia inventariam o Cinema, a projeção, a televisão. E hoje, não imaginamos que ainda haja muita coisa a ser inventada, ou muita tecnologia a ser explorada. E um dia, surpresa.

Há mais de 10 anos, James Cameron (Titanic, Terminator 2) teve uma ideia sobre um filme. Mas resolveu esperar até que a tecnologia avançasse a um certo ponto que lhe permitisse dar vida às suas ideias. Há mais ou menos 2 anos, ele deu início ao projeto. Em dezembro deste ano, seu trabalho estará nas salas de cinema de todo o mundo. Avatar.

Avatar

Avatar

A história se passa no século 22, em uma pequena lua chamada Pandora, habitada pela tribo Na’vi, seres humanoides azuis com 3 metros de altura, pacíficos a menos que sejam atacados. Humanos não conseguem respirar o ar de Pandora, então criam um ser híbrido geneticamente modificado, meio humano e meio Na’vi, chamado de Avatar. Daí ele vai para Pandora e se apaixona por uma princesa Na’vi…

“Meu objetivo é reviver esses incríveis momentos místicos que a minha geração sentiu quando viu 2001: Uma Odisseia no Espaço, ou a geração seguinte de Star Wars”. (Cameron)

Usando um novo formato digital 3D, Avatar e a tecnologia por trás do filme podem revolucionar a indústria, fazendo com que os filmes 2D fiquem tão por fora quanto os filmes mudos. (SFF Media).

60% do filme é totalmente criado em computador. 12 personagens são totalmente digitais. 1.700 tomadas são totalmente virtuais. Uma das tecnologias usadas é uma nova câmera virtual que permite ao diretor ver a cena pronta ali, enquanto ele grava. Os erros são consertados na mesma hora, e não na pós-produção.

Tin Tin

Tin Tin

Toda essa expectativa já gerou seguidores. Steven Spielberg e Peter Jackson estão entusiasmados com a ideia de fazer uma trilogia 3D baseada na série de livros (belga) As Aventuras de Tin Tin (The Adventures of Tin Tin).

Cameron disse ainda, sobre o potencial do filme 3D, que se trata de uma escolha do consumidor. O 3D será preferido para filmes de ação, ficção científica, animação e fantasia.

Revolução ou não, o Cinema 2D nunca perderá a sua importância. Muito menos o romantismo, presente na arte cinematográfica, de maneira geral. A Sétima Arte.

Ah, bem, e para o marketing já estão previstos um jogo para videogame e bonecos.

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