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Obrigado, leitor

Oi! No próximo dia 5, este blog completa 2 anos. Então, nós achamos que isso seria uma boa desculpa para adiantar as mudanças que há tanto tempo planejamos – porque esperar é errado, ainda mais quando estamos falando de um produto da Internet. A Internet é instantânea.

As mudanças, então, devem ir acontecendo pouco a pouco, e provavelmente nem tudo vai sair como a gente planejou. Mas isso pouco importa, porque o essencial nós já temos: conteúdo e leitores.

Nas últimas semanas, o Biscoitos Sortidos manteve uma média alta de acessos diários, o suficiente para dizermos com certeza que a nossa estatística média subiu, e está agora em torno de 500 acessos por dia. É, não é muito quando a gente compara com os blogs de “preferência nacional”, mas ei, pense de novo: nós estamos há apenas 2 anos nesse negócio, somos apenas 5 estudantes universitários (quase formados agora), e nunca tivemos nenhuma pretensão. Temos um blog porque gostamos de escrever e mostrar nossa opinião. O fato de você estar lendo isso agora é muita sorte pra gente! Por isso, nós agradecemos a todos os leitores, que pouco a pouco, nos ajudaram a crescer e a chegar aos 2 anos de vida!

Obrigado!

A título de curiosidade: confira aqui o primeiro post do Biscoitos Sortidos!

De volta!

Sim, depois de um breve período de frio (bem metafórico) e escuridão, conseguimos nosso queridinho de volta. Digamos que ele havia sido… sequestrado, porque a gente ainda não sabe exatamente o que causou toda essa confusão. Muito provavelmente, foram os links pra Bones (acreditamos que o rmvb).

Em acordo mútuo, a gente deletou todos os posts de Bones, e o Biscoitos tá aqui, são e salvo. Mas passaremos todos esses posts (Bones) pra algum outro lugar, tipo (exatamente) esse.

Enfim, esse post só foi publicado em comemoração ao renascimento do Biscoitos Sortidos. Ficamos felizes de ter dado tudo certo.

***Pra quem não sabe o que aconteceu, ontem à tarde o blog havia sido tirado do ar. Depois de uma troca de emails e certa dose de desespero, assunto resolvido.

Publicado por: Biscoitos Sortidos

Post nº 100!

É com muito gosto e satisfação que nós, Biscoitos Sortidos, estamos fazendo hoje o nosso 100º post. Você que nos acompanha deve ter percebido que o blog teve provavelmente o maior período de estagnação desde que começamos, mas foi justamente porque queríamos escrever alguma coisa juntos – um post Sortido. Aí, é aquele esquema de trabalho em grupo: todo mundo fala, fala e a gente acaba fazendo tudo por e-mail em 10 minutos. Talvez um pouco mais.

Enfim, aqui estamos. Como isso começou?

Por Daniel: Ok, sou o mais velho da turma, e, portanto, posso justificar minha memória meio embaralhada sobre os primórdios da amizade destes biscoitos. Talvez essa pequena descrição soe meio como ficção. Tudo começou quando o “Intersect” foi parar no cérebro de nós cinco. Cada um com um pedaço. Até por isso passamos no vestibular. A Lu, que havia sido salva por um Dr. Casa (ahn, ahn?), sendo diagnosticada como hipocondríaca, conheceu uma estrangeira de um planeta distante, a Minas Geraislândia. Esse ser estava meio Perdido (ahn, ahn?) por aqui, mas logo encontrou uma pessoa que não era toda tatuada, mas que ajudou a Sair da Prisão (ahn, ahn?) do marasmo curitibano. Esse ser ficou conhecido como Le, e a pessoa que parecia tatuada, mas não era, ficou conhecida como caloura guardanapo, ou Gabi. Até hoje as pessoas lembram de suas risadas e sua blusinha manchada. Depois de algumas rodadas de pebolim, apareceu alguém com um linguajar diferente. Ele parecia ter saído de um cruzamento entre High School Musical, o Aprendiz e BBB. A parte do Intersect que foi parar no seu cérebro diz respeito às inúmeras gírias catarinenses. Ou assim diz o Señor Tiago. Metódico como só ele, veio para completar esses Amigos (ahn, ahn?). Ok, talvez eu tenha errado alguma coisa, mas são cinco amigos realmente diferentes que se encontraram sob circunstâncias únicas e que se aguentam há três anos, com um prognóstico de muito, mas muito tempo de amizade pela frente.

Por Gabriela: No trote, em 2007, tinha uma tonta de branco. Claro, eu. E duas meninas de rosa que eu pensei serem irmãs. Uma delas olhava para mim meio que com descrença, mas se divertindo, sabe como? “Não acredito que tem uma menina de branco no trote” – dizia a cara dela. Fui conversar com elas,né, talvez tentar me justificar… E pronto. Depois, socializando na mesa de pebolim, eu encontrei o danielbileski. Ele tinha uma mancha meio laranja no cabelo – de água oxigenada – muito engraçada. Eu chamei ele pra jogar na semana seguinte, no primeiro dia de aula de verdade, e ele disse alguma coisa como “ah, ta. Já vou lá”. Esnobou. Mas, depois de um tempo ele apareceu lá. Só falta um! (Acho que) Um tempo depois, na aula de Língua Portuguesa I, com o professor Caetano, na sala 6, estávamos nós quatro sentados. Antes de começar a aula, chega o tiagopizzolo, Perdidão®. Eu lembro que ele foi pegar ou entregar um papel para mim. O professor começou a aula e eu falei “ah, senta aí.”. E ficou.

Por Letícia: Mineirinha em Curitiba, perdida ao extremo, achando tudo o máximo e contando com a companhia da , minha parça desde a fila da matrícula e o sorriso bobo na carteirinha. No dia do trote, da sujeira total, vi uma menina bobinha, de blusinha branca rendada… pensei “que burra“, esta que viria a ser a caloura guardanapo – Gabi!. Eis, que voltando de ônibus ela falou do Corinthians! Sim, e eu percebi aí uma amizade que não tinha mais volta. Descobri um talento duvidoso no pebolim, mas como prova eu tenho anotado que eu e o Dan passamos uma hora direto sem perder, há! Já éramos 4. Um catarina popzinho – Ti – chegou chegando e eu fui com a cara dele, parecia representante de sala. Não dava mais. Não entra, nem sai. A gente se mata mas se ama. São amigos, são família. Ao menos parte dela ;].

Por Luiza: Primeiro, conheci a Lê na fila da matrícula. Uma coincidência imensa ela ser de uma cidade a 100km da minha, sendo que estamos, na média, a 750km de Curitiba. Depois, conheci a Gabi, a caloura guardanapo. Achei que ela era de Jornal, tinham poucas meninas de PP. Fiquei muito feliz quando descobri que ela era de PP! Depois eu não lembro mais! huahuahua! Bem, o Ti me salvou de ser representante de classe, numa aula do Itanel (primeiro dia de aula). E o Dan… foi o Dan que se ofereceu para ler um texto com a gente numa aula de Português, Lê? Ah, os meninos eram todos sem cabelo, eu não sabia quem era quem! Como diria o Sid, em A Era do Gelo“Eu não sei quanto a vocês, mas eu acho que a gente forma um bando bem estranho!”

Por Tiago: Eu fazia parte da Babilônia de calouros. Sim, calouro anda em bando e eu era o representante catarina do monte. Sentava no fundo direito da sala, o fundão PP. Um dia resolvi andar em diagonal; fui até a frente da esquerda, falar/ouvir/entregar/limpar a mão no guardanapo da caloura Gabi. Aula começou, acabei sentando por lá mesmo. Conheci então Letícia, Daniel e Luiza, habitantes das carteiras vizinhas e do pebolim do Cacos. Pessoas dedicadas me atraem, por isso acabei ficando. Embora goste da cidade toda, tinha encontrado minha vizinhança.

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