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Salve, salve

Hoje mais cedo minha mãe me perguntou, por causa de uma promoção, o que é o melhor em ser corinthiano.

Parei, pensei um pouco. Era tanta coisa. Tanta coisa pequena, tanta coisa que nem parece nada, tanta coisa que significa tanto. Eu respondi que era a “alegria”. Mas sei que a resposta ficou abrangente. Alegria pelo quê?

Alegria que todo corinthiano sente em se dizer corinthiano. É inexplicável. E por mais que todo mundo diga isso e por mais que pareça clichê, não dá pra explicar. Não é possível definir onde começa, de onde vem, como funciona, o porquê de continuar. Só é.

Mano Menezes, quando deixava o comando corinthiano para assumir o controle da Seleção brasileira, disse: “O Corinthians é o resumo maior de paixão que eu já vi“. E é. A gente é apaixonado. Apaixonado pelo Corinthians e tudo que vem com ele: o sofrimento, a cantoria, a zoação dos invejosos adversários, o orgulho e esse amor incondicional.

Não dá pra entender. Não se pode explicar como um time é capaz de passar 23 anos sem ganhar títulos e assistir a uma invasão que dividiu o Maracanã (a Invasão Corinthiana, 1976); dos quase 150 torcedores,aproximadamente 70 mil eram corintianos. Muito menos se consegue achar uma razão para que nesses 23 anos de fila o Corinthians tenha visto sua torcida crescer.

Como é que um desavisado pode ver alguma ligação entre Democracia e futebol?! (A Democracia Corintiana marcou época no ínicio da década de 80 (1982-…), em plena Ditadura Militar no Brasil, e contou com o apoio de muitos artistas além dos jogadores corintianos. A saber: o próximo passo foi nacional; logo depois da democracia no Timão, vieram as Diretas Já).

“O Corinthians é muito mais que um clube de futebol, O Corinthians é uma religião, é uma grande nação, mas muito mais que isso, o Corinthians é uma voz, o Corinthians é uma força, é uma forma de expressão que a sua população tem.” (Sócrates, símbolo da Democracia Corintiana)

Como é que aquela vózinho bonitinha pode ter exatamente o mesmo objetivo daquele mano de touca e do boa vida de gola polo?! Como pessoas tão diferentes podem ter um único objetivo e se alegrar e entristecer com a mesma intensidade e pelos mesmos motivos por durante 90 minutos? Como é que existe, de repente, essa outra realidade? Como?!

Não faz sentido ver uma torcida estampar no peito o orgulho de ser corinthiano logo que o time passa a maior vergonha dos seus 100 anos e é rebaixado para a série B do campeonato brasileiro. Não é compreensível que um dia qualquer não se torne um dia qualquer só porque tem Corinthians. Não parece razoável que um jogo numa bimboca por aí soe mais importante que um Barcelona x Real Madrid.

Mas nada que envolva o Corinthians pode ser explicado. Assim como nada que envolva paixão. Talvez, ser corinthiano seja isso. Essa paixão inexplicável, que arrepia só de ouvir aquele Bando de Loucos.

Ser corinthiano é ir além de ser ou não ser o primeiro. Ser corinthiano é ser também um pouco mais brasileiro. Sim, Toquinho sempre teve razão. Também sabia o que dizia o jornalista José Roberto de Aquino, quando afirmou que “Todos os times têm uma torcida. O Corinthians é uma torcida que tem um time.”. Talvez isso, tudo isso, seja Corinthians. Seja ser corintiano.

E nessa data especial, quando o Coringão completa seus 100 anos de glórias, raça, lealdade e amor, o corintiano só quer mais 100 anos disso.

O Corinthians é o time do povo e é o povo que vai fazer o time.Miguel Bataglia, primeiro presidente do Corinthians.

Depois de 100 anos de Corinthians, ainda temos o time do povo. E o povo ainda faz o time.

Salve, salve nação corinthiana.

Salve o Corinthians!


Links relacionados:

Homenagem do Globo Esporte SP aos 100 anos corintianos (MUITO legal :) )
Especial Folha de São Paulo: 100 anos de Corinthians
Tião Fiel se declara: “Só você, meu Corinthians…”
Especial do Centenário do L! (Lance!)
O Time do Povo (Globo Esporte – blog)
Democracia Corintiana em imagens

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QVI EST UN BANDO DE LOCVS

Publicado por: Lê Scalia

QVI EST UN BANDO DI LOCVS

#100anosdecorinthians

No exato instante em que este post entra no ar, o topo dos TTBr mostra essa hashtag. Quarta, dia 1º de setembro de 2010, o Corinthians completa – oficialmente – um século. Mas hoje vamos nos focar não nas glórias, na paixão ou nas polêmicas que rondam o Corinthians. Falaremos, uma vez mais, sobre o brilhantismo que vem se tornando frequente nas ações de marketing do time.

Já faz um tempo que a nike tem pegado expressões corintianas e as transformado em “verdades alvinegras”, e em consequente sucesso de vendas. Começou logo com o rebaixamento para a segunda divisão. A torcida, como sempre, abraçou o time. As vendas de camisas oficiais subiram e logo o clube lançou o grito-mais-lindo-de-todos em forma de camiseta, para que todo corintiano pudesse estampá-lo no peito.

“Eu nunca vou te abandonar/Porque eu te amo. Eu sou Corinthians…” foi só a pontinha do iceberg.

Logo, veio a camisa roxa. De onde surgiu a ideia? Do famoso “corintiano roxo”, que, com certeza, você já ouviu alguém se declarar. Não é que não existam “são-paulinos roxos” ou mesmo “palmeirenses roxos”, mas é inegável: o corintiano é um tanto quanto fanático. E ao lançar essa estratégia, acabou tomando para si um termo anteriormente genérico. Nada mais justo, até porque, “corintiano roxo” é pleonasmo.

Não nego que havia aí uma jogada do mkt a fim de vender, de lançar novas tendências e mudar um pouco o ambiente. Mas, com a explicação, a maior parte da poeira baixou (menos aquela levantada pela Gaviões, que não aceita o roxo manchando o preto e branco tradicionais).

Depois, no fim do ano, a camisa com a foto de alguns torcedores privilegiados (e com dinheiro sobrando). Uma bagatela de R$ 1000,00 colocava o seu rosto (e o de mais uma centena de torcedores) na camiseta que o Corinthians usaria nos últimos jogos da Série B. “O Timão tem a sua cara”.  Achei um absurdo cobrarem isso e me irritei na ocasião, mas rendeu aí mais um bom dinheiro.

No ano de 2009, as vitórias do Campeonato Paulista (invicto!) sobre o Santos e da Copa do Brasil sobre o Internacional geraram mais peças (o peixe no jornal era genial, vai). A campanha da nike convocava o torcedor a entrar de cabeça, lotar, chegar junto. “Vamo invadir“. Além disso, Ronaldo havia chegado e todo o mkt era voltado para o “fenômeno” e para o filme que seria lançado: “Fiel“.  O ano (ou semestre, sendo mais justa) fenomenal veio e logo o Corinthians já começou a traçar planos para seu Centenário e fez um campeonato brasileiro, no mínimo, discreto.

Chegou 2010 e milhões de ações foram programadas para esse ano. Camisa nova, shows, navio do Centenário, homenagens e mídia. Sábado, dia 28/08, o novo uniforme corintiano foi lançado. Uma comemoração, o uniforme do Centenário. Sem entrar em méritos de beleza (eu achei lindo!), palmas para a ação que acompanhou o lançamento. A República Popular do Corinthians.

Se você tem algum contato com o futebol já deve ter ouvido alguém se referir às torcidas como “nações”. Em especial grandes torcidas, como a do Corinthians. Nação corintiana. São 30 milhões de torcedores, número bem superior ao total de habitantes de vários países (fato explorado no vídeo disponibilizado pela nike).

O vídeo, inclusive, mostra o corintiano como um povo típico, tal qual uma real nação, com costumes e hábitos. Além disso, é possível conseguir o seu RG corintiano, tirar a certidão de nascimento (testemunhada por ídolos da história alvinegra), conhecer a Carta Magna e anistiar aqueles amigos menos espertos felizes que não torcem para o Timão. A República tem também cédula própria e embaixadores.

Claro, não poderia faltar o passaporte. Esse, no entanto, só pode ser retirado no Parque São Jorge ou nas outras lojas Poderoso Timão. Inclusive, se você levá-lo aos jogos, ele será carimbado a cada viagem feita. Não é funcional, mas é divertido. Textos interessantes, engraçados, apaixonados. Não tem como não curtir.

Por enquanto é tudo de graça, no site.

Por isso, corintiano, corra e oficialize-se como parte da nação.

Não é querendo desmerecer os outros times e marcas, mas no que se refere ao marketing esportivo brasileiro, a nike (e a F/Nazca) dá show nos concorrentes. Até porque, é praticamente a única que o realiza. A adidas tentou e foi bem no Palmeiras, mas tem se mantido na sua. Sorte a nossa que a empresa norte-americana patrocina somente o Corinthians e temos toda a sua atenção e dedicação. E, convenhamos, ela tem um excelente produto nas mãos.

“O Corinthians é um fenômeno mercadológico.”

Realmente não lembro quem disse isso, mas era, com certeza, uma pessoa muito esperta.

(E como se tudo isso não bastasse, parece que o estádio do Timão vai mesmo sair. E, pelo jeito, para a abertura da Copa em São Paulo. Se isso não é uma boa forma de explorar o mkt e o potencial de um clube como o Corinthians, eu não sei o que é.)

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Publicado por: Lê Scalia

São Jorge’s Guerreiros!

Aviso aos navegantes: Se você não é corintiano, provavelmente não vai querer ler esse post. Afinal, se você não é Corinthians, é, muito provavelmente, contra o Timão.

***

Hoje teve Corinthians. Sim, mas toda quarta e domingo tem, certo?

Tem. Mas hoje teve Corinthians .

Corinthians como é, como sempre foi, nesses 100 anos de paixão. Foi com a cara do Timão, o jeito do Coringão, com o gosto da Fiel.

Mesmo com os dois principais jogadores de Corinthians e Palmeiras fora – Ronaldo e Diego Souza -, o que entra em campo são as camisas, afinal, é clássico. E se clássico é difícil, jogar contra o arquirrival é mais ainda. E o que dizer de jogar “clássico-contra-o-arquirrival” com um jogador a menos - injustamente – durante 90 dos 100 minutos do jogo (foram quase 10 de acréscimos nos dois tempos)?

Aos 5, Jorge Henrique recebeu uma bola praticamente colocada com a mão pelo Tcheco: 1x0. Aos 9, o Roberto Carlos levou um vermelho direto quando nem deveria ter levado amarelo – só pra esclarecer, nem falta foi. Daí pra frente, o resumo do jogo foi assim: 9 corintianos correndo até a morte e 10 palmeirenses tensos, errando na hora de finalizar.

Dos 104 metros de comprimento do campo do Pacaembu, o jogo aconteceu em praticamente só 52. O Palmeiras atacava, o Corinthians defendia. E embora o Felipe tenha feito umas 4 defesas dignas de 2007 (e isso é grande coisa, acredite) o mérito de vitória foi todo do Timão.

O time corintiano, contando com Felipe, William, Chicão (L), Alessandro, Elias, Ralf, Tcheco, Danilo, Iarley e Jorge Henrique (e o mestre Mano no banco) parecia correr por cada torcedor que gritava por eles na arquibancada. Há muito tempo eu não vejo tanta raça em campo. E há muito tempo, essa raça não vem aliada de tanto talento.

Todos, repito, TODOS os jogadores do Timão hoje entenderam o que é ser Corinthians. É só isso que a torcida quer. E em troca, o time ganha o apoio e amor incondicional de quem nunca vai abandoná-los. E isso não tem preço.

Cada corintiano hoje agradece aos seus guerreiros. O Centenário corintiano não seria corintiano se não tivesse garra. Se não fizesse dos jogos, guerras. Nada mais apropriado para o time que tem como padroeiro São Jorge Guerreiro.

Hoje teve Corinthians.

Mais do que se tivéssemos goleado. Mais do que se tivesse sido fácil. Porque Corinthians é assim: sofrimento, raça e amor (e uma leve dose de taquicardia).

Pelo Corinthians, com muito amor, até o fim.
Vai Curintiá!

Passe aqui e veja a singela homenagem da torcida palmeirense ao nosso São Jorge Henrique.

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Marketing do Bem

Publicado por:Lê Scalia

Incompreensível

Você viajaria 200 km para:

  • Pagar 20 (ou 40) reais em um ingresso? E, se for de carro, mais 10 pelo “estacionamento”.
  • Ficar imerso em um forte cheiro de maconha durante 2 horas?
  • Assistir a um show sertanejo, com músicas que você não conhece?
  • Pagar 3 reais num pacotinho mini de pipoca? E 4 reais em um copo de coca(?) ?
  • Entrar em uma fila quilométrica e ter que aguentar os folgados furando a fila?
  • Ficar debaixo de um sol de 35º, pingando suor?

E depois de tudo isso, viajar mais 200 km de volta?

Com certeza. Não me pergunte o porquê; eu mesma não sei.

Mas se por um lado você encontra alguns “inconvenientes”, tem outras coisas que compensam. O quê?

  • Gritar até ficar rouco (e ficar feliz por isso).
  • Ver famílias e bandidos todos unidos por um só ideal (há, filosofei hahaha). (Tem madame na numerada, tem playboy de gola pólo e Ray Ban, tem doido com tatuagem de prisão, velhinho e criancinha. Tudo junto e misturado!)
  • Venerar o Chicão, Rei do Universo.
  • Ir ao shopping e ver umas 5 pessoas por m² vestidas com o manto.
  • Barganhar uma capa de chuva que custava 12, foi feita por 10, 2 por 15 e, no fim,  comprar 3 por 15. (Pra você que não acompanhou a matemática complexa do malandro: uma capa que custava 12 saiu por 5.)
  • Por fim, por aquela sensação única de ouvir alguém gritando, com a maior pureza, com amor mesmo, nada mais do que isso: “Vai Curintiá!“.

Sim, eu viajaria 200 km pra tudo isso. Na verdade, eu viajei.

Foi assim o jogo de abertura do Paulistão-10 em Ribeirão Preto, quando o Corinthians enfrentou o Monte Azul, que estreava na 1ª divisão. O futebol foi fraco, o time estava cheio de reservas, e eu perdi o único – e esquisito – gol do Timão (um cara do Pavilhão 9 resolveu fazer do meu lugar passagem. E eu fiquei quietinha, óbvio) (/tema da minha vida: “Se eu me distraio um único instante, pode apostar que eu perco o mais importante”).

Se valeu a pena? Tudo vale a pena. Se a alma não é pequena. Claro que sim. Por quê?

Por toda a sua história. Por toda a sua tradição. Até o fim da minha vida, te amo Timão.

***

Considerações sobre o jogo…

A Gaviões só chegou no 2º tempo, provavelmente estava presa (literalmente) em algum lugar. Aliás, chegou, viu 45 min de um jogo ruim, e voltou mais 400 km de volta pra casa. O Monte Azul marcou bem, jogou a vida. E comemorou muito o empate ao final do jogo.

O São Paulo perdeu em casa, por 3 x 1. E o meu amigo são paulino, que estava infiltrado (invejando), se arrepiando, na torcida do Coringão, ficou caladinho, torcendo pra ninguém olhar o placar. Isso alegrou um pouquinho mais o jogo.

Corinthiano gosta de sofrer, mas torcer pro Souza já é tortura. Ele é ruim demais. Sério, dá gastura.

Iarley estreou bem, corre bastante. Vai cair bem no Timão. Enquanto isso, o Tcheco ou aprende a correr ou vai ter vida curta no Corinthians.

E, bom, o Chicão foi impecável, como sempre. Minha próxima camisa é nº3, fato. (Enquanto a torcida gritava todo mundo, eu só gritava o Chicão S2.)

É isso. Hoje o Corinthians realmente estreia no Paulistão. Roberto Carlos, Ronaldo, Elias, Felipe, Alessandro, Chicão e Pacaembu. O Centenário começou.

Vai Curintiá.

Publicado por: Lê Scalia

2009 Fenomenal

02 de dezembro de 2007. Data fatídica. O Corinthians caía pra Série B.Eu nunca vou te abandonar, porque eu te amo.

03 de dezembro de 2007. A Capa do L! (Lance) refletia o sentimento de todos os corintianos: luto.

Dizem que a torcida do Corinthians gosta de sofrer, e eu acredito. Acho que isso nos aproxima do time. Afinal, que outro time no mundo veria sua torcida aumentar enquanto passa por um jejum de 23 anos sem títulos? Ou tem sua venda de camisas aumentada após o rebaixamento?

É. O Corinthians é diferente. Antes de cairmos, uma psicóloga falava que temia uma “depressão em massa” caso fôssemos rebaixados. Talvez com outro time, não com o Timão. Estampávamos com orgulho no peito dolorido um grito que saiu, mesmo às lágrimas: “Eu nunca vou te abandonar, porque eu te amo”. E, se você não tem o privilégio de ser corintiano, acredite… era com a maior sinceridade que cantávamos isso.

Depois de um ano de 2008… interessante, com a chegada do incrível Mano (até o nome…!) e de alguns jogadores com a cara do Corinthians, fizemos um passeio pela Série B. E confesso que foi emocionante ouvir o Pacaembu gritar “Ô, o Coringão voltou…” (um de nossos gritos copiados à exaustão por torcidas sem criatividade hoje em dia).

Mas ainda assim... ficou aquele gostinho amargo. É fato que cair fez bem ao Coringão... me pergunto se não podíamos ter resolvido sem cair, mas isso já não me incomoda. Mas 2009 começou e o Corinthians atropelou. O ano ia “bem” até a semi-final do Paulista. Aí, ficou com cara de Corinthians.Passamos por cima do São Paulo, do jeitinho que a gente gosta! Lembro o quanto eu gritava em casa, e do meu irmão me ligar dizendo “Por que pra vocês tudo tem que ser tão difícil?”. Por quê? Bom, porque é Corinthians! E foi da melhor maneira possível. De virada. Aos 48 min do 2º tempo. Com Cristian. Maior campeão Paulista de todos os tempos.

 

E o que dizer das atuações do nosso gordinho? Nada mais a declarar. Campeões paulistas de 2009. Invicto. O campeonato regional mais difícil do país, sem perder jogo nenhum! (E que me desculpem os cariocas, mas se seu campeonato é charmoso, significa que não tem qualidade)

O orgulho de gritar para o mundo que se é corintiano havia voltado mais forte do que nunca. Aquele gostinho amargo que restara de 2007, enfim, desapareceu. E veio também a Copa do Brasil, com a tão sonhada vaga para a Libertadores. Uma única derrota, com gostinho de vitória (e eu estava presente, infiltrada na torcida advsersária). Depois disso, férias prolongadas.

 

 

 

 

 

 

Título da Copa do Brasil, e vaga da Libertadores.

 

Durante todo o 2º semestre desse ano, o Corinthians só jogava para analisar reforços. E depois de muito desinteresse, finalmente terminamos o Brasileirão (felizes, dadas as opções de campeão, hahaha). Foi, portanto, um excelente ano. Um ano resumido a um semestre, na verdade. 2010 vai ser mais que um ano. Mais que uma Libertadores. 2010, é Centenário.

Vai Curintiá! ;]

Publicado por: Lê Scalia

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