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Em ritmo de séries

Buffy (minha série do coração, haha) teve um episódio musical. Totalmente musical. “Once more with feeling“, 7º ep da 6ª temporada (quando Buffy nem era mais legal) foi inesperado, interessante e indicado ao Emmy. Nunca encarei Sarah Michelle Gellar como cantora, mas tendo se formado na Escola de Artes de NY (que dá a formação completa do artista), acredito que já tivesse certa base para isso. Mas ter todo o resto do elenco também participando que marcou o episódio. Alguns mais e melhor, outros menos e não tão bons.

House, Bones, Fringe e algumas outras séries da FOX renderam homenagens à gLee com “cenas musicais”. gLee em si já tenta dominar o mundo com uma série de enredo duvidoso mas pautada em ótimas performances. Afinal, ninguém se anima muito em ver um grupo de losers, a não ser que tenham um atrativo como esse.

Grey’s Anatomy (que já tem uma trilha sonora muito marcante) vai ‘ousar’ e terá, no dia 31 de março desse ano, o seu próprio episódio musical. Shonda Rhimes pretende utilizar a experiência de Sara Ramirez na música para criar mais um episódio que promete. Inclusive, a presença de Kate Walsh, a Dra. Addison, já foi confirmada.

Podemos concluir então que músicas + séries geralmente dão um bom resultado. Ao menos geram algo que foge ao usual, certo? Por isso, por que não um episódio musical de Chuck? Imagine, além da dupla de sucesso JEFFSTER, Casey e Sarah cantando? Imagine o Zachary Levi cantando!

Pode parar por aí. Você não precisa imaginar. Ao dublador Flynn Rider, o ladrão charmoso de Tangled, Zachary (nosso Chuck!) cantou suas músicas. E, surpreenda-se você também, ficou muito legal! E fez seu dueto com Mandy Moore, que manja há mais tempo da área né?

Zachary "Flynn Rider" Levi

Inclusive, a música cantada pelos dois, “I see the light”, é uma das canções indicadas ao OSCAR. Já pensou? Charles Carmichael ganhando um Oscar? Já tenho meu motivo para ver a premiação esse ano. Chuck é a minha Miss Simpatia da cerimônia de 2011.

Rapunzel, Rapunzel Moore, Flynn Levi e Flynn

Enquanto isso, ficamos com Luciano Huck. Assim, eu só queria entender… se ele não cantou as músicas e não é um dublador profissional, POR QUE ELE??? Nada contra, mas ele tentando soar malandro foi fail. Já a Rapuzel foi dublada pela mesma dubladora da antiga Buffy, Sylvia Salustti (profissa).

Então, de novo, e o Chuck musical? Uma série leve, como é Chuck, abre espaço pra isso. O novo talento descoberto de Zack dá forças à ideia. A gente torce e espera. Se não quiserem um episódio musical, aceitamos mais um show da Jeffster, cantando memoravelmente Africa. Talvez com a participação especial do bom e velho Chuck Bartowski.

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Publicado por: Lê Scalia

Bartowski, Chuck Bartowski

Este post contém SPOILERS (de toda a terceira temporada de Chuck)

A terceira temporada de Chuck começou de um jeito que nem o fã mais alucinado imaginaria ser possível. Extremamente engraçado, com muita ação e com o romance ali, presente em cada cena.

Mas então, a série foi para um caminho diferente e a presença do superhomemagente Daniel Shaw acabou dando um rumo um pouco mais inesperado. O que antes parecia interessante e um personagem bem construído, se tornou aquele ‘insuportável’ que quase toda série tem. E olha que nessa época ele ainda era bonzinho!

Vale dizer que sua (falta de) atuação não ajudou, e sua cara de nada só foi causando mais antipatia. Fato foi que ali pelo episódio 8 (ele entrou no 4º) ninguém mais aguentava olhar para o cabelo arrumadinho de Brandon Rough. Nem sua beleza (considerável) colaborava.

Então, de repente, mudaram também a Sarah. E esse talvez seja o único aspecto negativo dessa excelente terceira temporada. Um ciuminho? É ótimo. Agora, forçar a barra e empurrar para o público uma confiança instantânea entre Sarah e Shaw foi ridículo! Contar pra ele, logo pra ele, que ela se chama Sam? Só não foi pior porque ela não tem cara de Sam.

Mas eis que a Hannah (Kristin Kreuk) saiu e as coisas começaram a se acertar. Chuck voltou a ser o bom, velho e desastrado Chuck e foi valendo a pena. Logo depois do meio da season, veio a revelação que seria o fim dessa temporada antes de a NBC encomendar mais 6 episódios. E realmente, Chuck vs. the Other Guy (S03E13) teve mesmo cara de season finale. Talvez até series finale.

Mas teve um fôlego a mais e palmas para os produtores e roteiristas. Conseguiram elevar o nível da série e esses últimos 6 episódios foram maravilhosos. Destaco, pessoalmente, o episódio com a participação de Christopher Lloyd (S03E16 – Chuck vs. the Tooth). Achei esse um dos episódios mais bonitos e maduros de Chuck.

E isso é fato a ser ressaltado: a maturidade de Chuck. A série e os personagens amadureceram bastante nesta temporada. E embora meu coração doa um pouquinho, porque sinto falta dos finais increvelmente doces e tensos entre o Chuck e a Sarah, além do delicioso sarcasmo do Casey, foi tudo muito bem feito.

Outro ponto positivo: as sequências de ação (cenas de luta e afins) sempre foram muito bem colocadas e realizadas em Chuck, e foi muito legal poder ver Zachary Levi no centro dessas ações. O que vimos durante esse dois anos – a excelente química entre Levi e Strahovski – valeu também para as lutas e essa talvez seja a minha cena de ação favorita na série:

Chuck nos fez cair de amores pela série de novo. E de novo. E de novo. A cada episódio havia uma nova razão para esperar pela próxima semana, sempre ansiando por algo bom, mesmo que a série tenha se tornado um pouco menos leve.

E esse fim de temporada foi como se alguém acabasse de arrumar uma mesa toda bonita, elegante, com cada coisa em seu lugar, cada peça encaixada, e então uma outra pessoa puxa o forro da mesa. Tudo que nos foi dito foi deixado para segundo plano frente às informações apresentadas nesses episódios.

Genial ver a Ellie participando, algo do que seria impossível fugir devido aos acontecimentos nesta season. E mais genial ainda foi ver o Chuckzinho se tornando um intersect ainda criança. O que dizer, então, da aparição da mãe deles no fim?!

Chuck me lembrou muito Prison Break. Quando você termina de assistir a esse episódio você pensa: “eles já tinham imaginado isso tudo”, tamanha a coerência entre os acontecimentos. Assim como acontece nas temporadas de Prison. Fato é que sabemos muito bem que nem em uma e nem em outra tudo estava planejado, o que não tira os méritos dos criadores por conseguirem manter tudo em alto nível.

Bom, por fim, o que temos ao final da terceira temporada é Chuck como um espião. Finalmente! Um espião completo, seguro (relativamente) e, ainda assim, Chuckster. É nítido que essa é minha série favorita atualmente. E que vai sempre ser uma das séries pela qual eu tenho mais carinho. Portanto, é opinião de fã… mas fico extremamente feliz que a NBC, o Subway, a Ali Adler e todos os outros que se dedicaram tenham conseguido manter a série.

Acredito que teremos só mais uma temporada. Mas se vier com um fim digno, que venha. Melhor 4 temporadas em altíssimo nível do que várias decaindo ou sem final. Chuck é uma série diferente. Eu vivo repetindo isso. Mas uma vez que você se rende, é impossível voltar atrás. Vivo repetindo isso também. Eu e a crítica americana, haha. Enfim, sabe como é… ninguém resiste aos charmes de um Bartowski.

(Esse post encerra alguns dos finais de temporada dos Biscoitos Sortidos)

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Publicado por: Lê Scalia

No more Mr. Nice Spy

Com direito a TT, Chuck voltou ao ar nos EUA, na noite deste domingo com um episódio duplo. No entanto, a 3ª temporada continua já nessa segunda, dia habitual de exibição. Serão 19 episódios que prometem a diversão, o romance, o sarcasmo e toda a emoção que encanta em Chuck.

Lembro bem quando acabei de ver a 2ª temporada da série, e logo veio a dúvida: será ou não renovado? Depois de muito penar, ler artigos defensores da crítica especializada norte-americana e ter esperanças com isso, ir ao Subway no dia da transmissão do episódio 02×22 (sabendo que isso não adiantava nada daqui do Brasil…), tudo deu certo.

Lembro também que, vencida a guerra, eu quase morri ao saber que só voltaria em fevereiro. Imaginei que não fosse chegar nunca, mas eis que, já chegou. E, confesso, valeu esperar.

E nós, fãs, não só ganhamos mais uma temporada, a princípio com apenas 13 eps, e depois com mais 6 encomendados, como obtivemos também o reconhecimento, de investidores e produtores. Os fãs de Chuck ganharam força, e hoje, são um grande parceiro da série.

Mas tá, tô divagando… vamos logo ao que interessa: nosso espião favorito, que já não é tão “bonzinho” mais.

O episódio duplo começa 6 meses à frente de onde paramos. No decorrer da primeira parte, Chuck vs. the Pink Slip, é explicado o porquê de algumas situações e atitudes.

Assisto Chuck há algum tempo e acho que nunca vi tanta coisa acontecendo junto. Não consigo nem falar direito sobre isso… Confesso que fiquei intrigada com o final da segunda temporada, quando você fica com aquela cara de tacho e um wtf..? entalado na garganta.

Mas os roteiristas se superaram. Chuck está mais divertido, mais e menos leve, mais emocionante, mais viciante, mais Chuck do que nunca. Amei cada pedaço, não mudaria nada.

E passados 42 minutos de um episódio espetacular, você pensa: “e agora? O que esperar depois disso?”, então, você acha que não dá pra melhorar. Aí, assiste Chuck vs. the Three Words e percebe que estava enganado.

Momento dedicado para elogiar a trilha sonora. Ri demais. Pequeno spoiler (passe o mouse): Sexy Bitch! Perfeitamente colocada!

A minha dúvida é se esse nível espetacular será mantido durante a temporada. Hoje, depois de ver o início da terceira só me sinto grata por não terem cancelado Chuck. O melhor, incrivelmente, ainda estava por vir.

Pelo visto, o nível se mantém. Eu já não duvido de mais nada, e, sendo sincera, Chuck ocupa o posto de “minha série favorita” com mais força a cada dia. Por tantas e tantas razões que nem sei explicar.

Eu esperava muito desse retorno de Chuck. Muito. Mas foi bem além das minhas expectativas. Não foi awesome… foi mais, muito mais. Foi perfeito. Outstanding.


No more Mr. Nice Spy

É… Chuck voltou. :]

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O que um fã pode fazer?

Publicado por: Lê Scalia

O que um fã pode fazer?

No more Mr. Nice Spy.

No more Mr. Nice Spy.

Quem gosta de séries provavelmente já passou por isso: ver aquele seu seriado tão querido, tão companheiro, tão aguardado na semana, em grande risco de ser cancelado ou mesmo tirado do ar sem sequer um aviso, enquanto outros – com menos qualidade e menos audiência – ficam no ar.

Chuck vs. The Footlong

Chuck vs. The Footlong

Os fãs de Chuck passaram por isso  no ano passado, ao final da segunda temporada e início de uma extrema indefinição sobre a renovação ou não da série para a terceira temporada. Eis, que os fãs do seriado se mobilizaram e, em massa, foram aos Subways espalhados pelo mundo na campanha intitulada “Chuck vs. The Footlong“.

Para quem nunca viu Chuck, o Subway é um dos maiores anunciantes do programa. Durante a série, gradativamente, a participação do restaurante no Merchandising Editorial nos episódios aumentou a olhos vistos (mas sem, de forma alguma, ferir o enredo). A movimentação dos fãs foi bem sucedida e até o protagonista da série entrou na dança (simpatissímo, aliás… bem Chuck).

Além disso, o Subway quis investir ainda mais na série, obteve mídia internacional, e tudo teve um final feliz quando a NBC confirmou a volta de uma season com 13 episódios. Com muita expectativa, esperávamos a volta da série em 2010. E após uma série de rumores e audiências medianas das estreantes da emissora (leia Trauma), mais 6 episódios foram encomendados para a 3ª temporada de Chuck.

Fãs felizes, emissora feliz, elenco feliz, anunciantes felizes… esse é o resultado de uma boa ação de marketing aliada a uma série absurdamente deliciosa de se assistir (a minha favorita desde que fiquei órfã de Prison). Humor requintado e pra pessoas que curtem séries um pouco diferentes, descompromissadas e cheia de referências espetaculares.

Esse post iria se resumir a um banner, mas como nosso blog não suporta esse tipo de ação, ele virou uma narrativa sobre como Chuck é genial (e, repito, não é pra qualquer um…) e “fica a dica” do que um fã pode, de fato, fazer por sua série. As duas coisas que todo mundo quer nesse meio: mídia e retorno. Garantia de finais felizes.

Fica aqui um preview da próxima temporada – tão esperada por mim! – de Chuck. (Aqui o preview legendado)

Chuck, 3ª temporada

Chuck, 3ª temporada

Mais promos da 3ª temporada aqui(#1), aqui (#2), aqui(#3), aqui(#4), aqui(#5), aqui(#6) e aqui(#7).

Razões para se ver Chuck.

 

***Chuck volta no dia 10/01 (domingo) com uma season premiere de 2h, e na segunda, dia 11/01,  já tem mais episódio novo. Vão tirar o atraso!  Aliás, a nova temporada terá, entre outras, a participação de 2 pessoas ligadas a outro super herói: Brandon Routh (o último Superman; 8 eps) e Kristin Kreuk (a Lana de Smallville; 3 eps).

 

Publicado por: Lê Scalia

Seriados, a volta

 

Este post contém spoilers.

No que diz respeito à televisão, essa época do ano é, pra mim, quase tão divertida quanto o meio do ano no Cinema. Todas as séries – renovadas – voltam, resolvendo os mistérios, explicando fatos, desfazendo nós. Novos personagens, novas situações, novos dramas, novas piadas, mas com o conforto de ter aquele elenco fixo (ou quase todo ele) ali, esperando por você. Não importa qual gênero a série tenha, é muito bom tê-las de volta para mais uma temporada. Hoje vou falar um pouquinho sobre o meu TOP 5, que só não voltou completo porque Chuck retorna somente após o segundo recesso (o mid-season), em fevereiro.

House

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

House, season 6

House, season 6

Bom, acho que a palavra que melhor resume essa season premiere é diferente. O personagem de Hugh Laurie nunca havia aparecido desse jeito, tão vulnerável. No entanto, o episódio foi interessante. A minha dúvida era como ele iria se portar na continuidade da série, já que o seu lado frio e sarcástico foi meio deixado pra trás junto com o Vicodin. Então, no episódio de segunda, pude perceber que as coisas realmente mudaram. Acho que vai ser mais drama e menos humor negro… pelo menos nesse início. Mas devo adiantar, por mais que continue bom, sinto falta das piadinhas únicas do meu gênio do mal favorito, House.

Dexter

Dexter, season 4

Dexter, season 4

Foi a melhor season premiere que eu assisti esse ano. Superou minhas expectativas e se manteve no alto nível de sempre. A cara de cansaço do Michael C. Hall valeu o episódio, sério. E a brincadeira que fizeram com sua própria abertura foi mais engraçada que os episódios inteiros de House e Mentalist juntos! Está, inclusive, no youtube… e eu trouxe pra cá, claro. E pelo final do episódio… ah, a temporada promete! Ótimos personagens, excelentes situações e o humor mais negro da televisão… a 4ª temporada de Dexter tem tudo para manter o nível, e, quem sabe, até voltar à primeira temporada.

A melhor parte do episódio fica aqui:

Mentalist

The Mentalist, season 2

The Mentalist, season 2

The Mentalist foi a melhor surpresa que eu tive no ano passado. Em especial pelo Simon Baker. Excelente! O elenco de apoio também é ótimo, só a Veronica mesmo continua com uma cara meio de nada – é, Veronica… eu tenho o hábito (duvidoso) de me dirigir a personagens por outros papeis que o ator tenha feito, neste caso, a Teresa Lisbon, a atriz Robin Tunney, e a saudosa Veronica Donovan, de Prison Break.

Mas voltando à série, achei esse episódio mais sério, menos divertido. Talvez seja um prenúncio do que teremos a seguir nesta temporada… espero mesmo que não seja. As tiradas do Jane são excepcionais… espero que as piadinhas continuem lá. E espero que tenhamos mais sobre Red John, já que, particularmente, é o fio que eu acho mais interessante no seriado. Todos os episódios referentes ao Red John têm um nível mais alto e sempre dão mais possibilidades de criação. Dá uma melhor continuidade.. De qualquer forma, boto fé em Mentalist.

Grey’s Anatomy

Grey's Anatomy, season 6

Grey's Anatomy, season 6

*Falarei sobre Grey’s um pouco mais porque era a série que trazia mais expectativa quanto ao seu reinício, dado seu trágico (e surpreendente) final de temporada.

E eis que o paciente com a doença misteriosa que faltou em House apareceu em Grey’s Anatomy. Bom, comecemos pela música… faltou trilha sonora. Mas talvez seja proposital, pra combinar com o clima, né, Lú? De qualquer forma, Grey’s é uma série que sempre primou pela trilha sonora impecável… então, em um dos momentos mais importantes da série, optaram pelo silêncio (quase total). E embora isso combine com o clima de luto, não ajuda o telespectador a sentir. Eu apostaria em uma trilha mais foda, acho que seria mais adequado.

E foi diferente também como trataram o luto de cada personagem. Alex praticamente não sentiu muito a morte de George. Christina decidiu ofender todo mundo (e não de um jeito legal). Meredith focou toda a sua energia no McDreamy. Izzie… bom, a Izzie (fora o ataque de riso) foi a que mais se aproximou do luto “tradicional”, ainda assim, sem a intensidade que eu acho que deveria ter. Está certo que cada pessoa experimenta o luto de uma forma diferente, mas achei que o episódio foi focado mais nos personagens que dão apoio à série, como Bailey, Callie, Lexie , Chief e até mesmo Owen. Faltou mostrar um pouco melhor o modo como o quarteto principal de Grey’s começou a superar a morte de um amigo querido (o 5º elemento do ex-quinteto).

Mas a melhor parte ficou mesmo a cargo do Mercy West… hahaha, cúmulo da ironia o chief sofrer um acidente e ir parar lá, sob os cuidados da médica que ele havia rejeitado. Aliás, pessoalmente, achei que a Callie apavorou nesse episódio. Foi a melhor expressão de luto que eu vi no episódio… e claro, ela não precisava da Izzie para responder a pergunta da mãe do O’Malley… ele doaria tudo. É a cara dele. Mas achei fofo ela recorrer à melhor amiga dele. Enfim, até a Amanda lá parecia estar sofrendo mais do que os amigos do George.

Foi interessante vê-los tratar da morte de alguém próximo. Eles, que lidam tão profissionalmente com a morte, sentiram-na mais perto. E gostei do fato de todos os personagens narrarem um pouquinho no final. E acho que a união SGH – Mercy West será bem legal. Mas é como a gente conversou aqui… a criadora já se prepara para a ausência de personagens importantes, como a própria Grey (Meredith), Izzie e o Shepherd. Ela está pensando na possibilidade de colocar a Little Grey no comando da série… bom, a Lexie é legal e tudo o mais, mas por favor… termine Grey’s Anatomy antes que isso aconteça.

Enfim, essa temporada vai ser a hora da verdade pra Grey’s. A Shonda (Rhymes) não costuma decepcionar… mas, pelos boatos, está deixando a desejar. É outra série que precisa se cuidar com a debandada.

No fim das contas, é interessante que das minhas séries favoritas, 3 têm seu sucesso ligado diretamente aos protagonistas. Hugh Laurie (House), Simon Baker (Mentalist) e Michael C. Hall (Dexter) são responsáveis diretos pelo sucesso de suas respectivas séries. Não dá pra imaginar o House sem aquele tom irônico, o Patrick Jane sem seu charme, e o Dexter sem aquela cara… Não dá pra afirmar nada baseando em possibilidades… mas acredito, de verdade, que se esses seriados não tivessem esses atores específicos à sua frente perderiam grande parte de seus atrativos. E, não por acaso, as três séries têm no título o nome de seus protagonistas (ou, no caso de Mentalist, o que ele é).

E, bom, por motivos óbvios eu escolhi falar só do meu TOP 5 de séries… não daria pra comentar todas as séries que eu assisto aqui. Além disso, não estou completamente atualizada em todas elas, hehe.

Acréscimos:

 

 

 

 

 

 

 

Bones, season 5

Bones, season 5

Bones: essa temporada tem tudo pra ser a mais fofa da série.

 

True Blood esteve em fim de temporada e não em início. E, bom, essa é outra série que merece um post inteiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gossip Girl ainda é um enigma pra mim em certos aspectos,mas até aí, merecia um post inteiro sobre… Tudo bem que a série não prima por ‘ser real’, mas eu não ligo pra isso… mas algo que eu acho eternamente estranho é a relação que os personagens mantêm. Eles se adoram num dia, se odeiam no segundo seguinte e são BFFs no outro quadro… bom, quem sabe um dia. (Aliás, as propagandas de Gossip Girl tendem a ser, no mínimo, interessantes, haha. As da 2ª temporada continham, em cada cartaz, uma foto ‘chocante’ e uma crítica ‘negativa’, do tipo “O Pesadelos de todos os pais” ou “Muito ruim pra você”. Hm… e no meio da temporada, posters com o rosto dos personagens estavam “pichados” com delicadezas como liar, fake, cheater ou loser. Seguido de “você não é ninguém até que falem de você”.)

 

Samantha Who?, season finale (2)

Samantha Who?, season finale (2)

Samantha Who? Acabou na segunda temporada, e, devo dizer, era ótimo pra quando se está à toa… sem compromisso, boas tiradas e uma premissa original.

 

 

 

 

 

 

Private Practice ainda não começou. Na verdade, começa hoje à noite. Aliás, estamos pensando em legendar uma série susse e que tenha uma legenda que leva um tempo a mais pra sair, por isso, pensamos em PP.

Greek teve uma segunda temporada bem melhor do que a primeira. Esperamos uma terceira ainda mais divertida.

90210 não acrescenta nada… mas não se pode negar que rolam barracos haha, é praticamente uma novela mexicana!

OTH segue firme e forte, embora eu tenha certas dúvidas sobre certas coisas (nunca acho um bom sinal a retirada de protagonista(s)).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dollhouse, season 2

Dollhouse, season 2

 

 

 


Heroes ainda me faz lutar (han, han hahaha). Acho que pela consideração que eu tenho com a série – por causa primeira temporada.

Lie To Me, que estreou no Brasil essa semana, pelo jeito está subindo!

Dollhouse melhorou bastante no final da sua primeira temporada e acredito que tenha voltado reforçada.

O twitter é um lugar para medir tanto a espera quanto a reação das pessoas. Na quinta passada (25), Grey’s Anatomy passou o dia inteiro nos trending topics. E o dia seguinte também… bom, talvez alguns dos tweets tivessem um conteúdo um tanto quanto negativos, já que, ao meu ver, o episódio ficou abaixo das expectativas. E no domingo (27), Dexter esteve no topo dos tt, com a volta muito comentada.

 

 

 

Prison Break, season finale (4)

Prison Break, season finale (4)

Lamento da hora: primeira vez em 4 anos que meu segundo semestre começa sem Prison Break. Definitivamente uma das melhores séries já feitas. Disparadooooo!!!

Chuck :]

Chuck :)


Faltou mesmo só Chuck nesse post… :/. Infelizmente, só em fevereiro.

Bons episódios, no geral. E que venham os próximos… não dá pra ficar sem. :]

Publicado por: Lê Scalia

Um herói de all-star

Razões para se assistir Chuck

Hoje vou falar um pouco sobre um assunto que eu a-doro: séries. Uma série em especial, Chuck. Não muito badalada, talvez pelo de seu horário de exibição – hoje batendo de frente com House. Chuck é um seriado da NBC e já teve 2 excelentes temporadas. Fala sobre amizade, espionagem – CIA e NSA, amor, bobagens, nerds, superação, e mais, muito mais.

Não é muito fácil explicar o que exatamente é Chuck; parece absurdamente viajado e talvez por isso seja melhor que eu nem tente explicar. Mas resolvi expôr aqui uma carta aberta à imprensa feita por um crítico de TV norte-americano – Alan Sepinwall. Vou apenas citar os pontos que ele usou para que Chuck não fosse cancelado, as razões que ele deu aos produtores da NBC para que não cancelassem o show servem também para nós, mas irei transformá-las em “6 razões para assistir Chuck”.

1. Merchandising Editorial

O merchan de Chuck é espetacular! Se encaixa perfeitamente no conteúdo da série, não fere o enredo e chega mesmo a deixar algumas situações mais divertidas. É tão efetivo, que chegou a gerar uma campanha de fãs que se mobilizaram ao Subway mais próximo a fim de salvar a série. E gerou também o meu pré-projeto de TCC :P. Fora isso, é extremamente engraçado vê-los ‘zoando’, na cara dura, os PCs.

2. “Escapismo”

Essa é a minha razão favorita. Em tempos como esses, em que a Economia vai mal, o mundo está à beira do pânico por causa de uma gripe-que-não-deve-ser-nomeada (valeu, Lú :P) e tantos e mais tantos absurdos, é maravilhoso ter essa válvula de escape. Ligar a TV sabendo que teremos uma hora de diversão deliciosa e descompromissada. Um alívio.

“I’m a professional TV watcher, and even I have to admit there are some great shows on television these days that I need to brace myself to watch. Never “Chuck.” It’s always the highlight — and greatest relief — of my day, week after week.” Alan Sepinwall

3. Boa imprensa

Chuck tem boas críticas da imprensa e fãs fiéis. Compete com Heroes em audiência, mas, apesar disso, é posto em cheque com freqüência. Consegue manter o ótimo nível episódio após episódio e conta com participações especiais nada menos que excepcionais. Apesar disso e também por isso, a série entra na lista dos críticos de “séries-que-gostaríamos-que-fossem-mais-assistidas”. Eu não costumo dar muito crédito às críticas, nem de Cinema e nem de TV, mas devo dizer que acertaram em cheio com Chuck. Concordo.

4. Tradição

Sepinwall descreve Chuck como o tipo de série “inteligente e divertido, mas também leve e versátil” e eu assino embaixo de cada palavra! Não acho que seja preciso dizer mais nada.

5. Yvonne Strahovski (e o elenco mara)

Sepinwall fala sobre Yvonne (Sarah Walker) como uma atriz fora de série. Linda e talentosa. Ele diz que é ela quem dá o equilíbrio à série, que dá um toque de realidade não importando quão boba a situação pareça. Diz que ela é a responsável por vender a ação e o romance. E é mesmo. Mas acho fundamental ressaltar o resto do elenco de Chuck… parece que os atores nasceram sob medida para cada personagem. Com destaque para Zachary Levi – Chuck, e Adam Baldwin – Casey. O primeiro porque é simplesmente impossível imaginar qualquer outra pessoa que conseguisse representar o espião-nerd tão bem, e o segundo porque, entre várias outras razões, tem um sarcasmo absolutamente adorável.

6. Melhor show da NBC atualmente

E, pra mim, é um dos melhores em qualquer rede atualmente. Definitivamente figura no meu TOP 5 de séries, não só atuais.

Chuck

Chuck

Chuck não é o tipo de seriado que agrada a qualquer um. Não é um humor escrachado. Ainda assim, é uma das séries mais aclamadas pela crítica especializada norte-americana. É algo família, diversão por diversão. A química de todo o elenco é adorável. Não sei se você escolhe ver Chuck. Acho mais que Chuck escolhe você. Então, você se vê envolvido, como se fosse íntimo dos personagens. E, uma vez que isso acontece, é um vício delicioso de ser sustentado.

Eu, particularmente, acho Chuck uma série genial. Pra quem gosta de programas leves e cheios de sacadas excepcionais, essa é minha indicação. Acho que é mais interessante para as pessoas da nossa idade, com 20 anos ou mais, já que está repleta de referências da nossa época, como o super carro de “De volta para o futuro” – Delorean, trilha sonora com direito a Backstreet Boys, e até mesmo os joguinhos de vídeo-game com gráficos dignos de atari.

Chuck é o herói mais legal dos seriados atuais. Patrick Jane (Simon Baker), de The Mentalist também tem seu charme, mas o Intersect ainda leva vantagem. E em tempos em que tantas adolescentes sonham com o pálido Edward Cullen, eu sou, sem dúvida nenhuma, (muito) mais Bartowski. Não suporto rapazes sem senso de humor. ;P

É um seriado “susse” que não te faz pensar profundamente na vida ou te obriga a filosofar. Mas está sempre ali, pra te fazer soltar um sorrisinho de canto quando percebe a piadinha incrível por trás daquela fala tão despretensiosa. É, como eu já vi por aí, uma série capaz de alegrar seu dia, te fazer sorrir, assim, ‘num flash’.

Em uma palavra?

Awesome.



Salvando o mundo por $11 a hora.

Salvando o mundo por $11 a hora.



Post completo de Alan Sepinwall ; Blog do Alan Sepinwall ; Mais sobre Chuck em português e em inglês.

E fica aqui um vídeo com 10 razões para se assistir Chuck. Bem legal, mas não aconselho para quem nunca viu, por causa dos vários spoilers.

 

Publicado por: Lê Scalia

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