Arquivos do Blog

Dicas pro Halloween, by Twilight

Olá amigos. Esses dias, por acaso, acabei esbarrando em diversas maquiagens para o Halloween (a ser comemorado dia 31, segunda). E eu estava pensando cá com meus botões… a internet é fantástica né? O YouTube tem tutoriais insanos! É um melhor que o outro.

Considerando sempre que somos um blog de inutilidades, pensei em colaborar, já que eu não vi nenhuma make legal de vampiro.

Já que estamos na era Twilight, resolvi fazer um tutorial da Make de Vampiro, VERSÃO Crepuscular. Aliás, não só a make mas o visual completo.

Leia o resto deste post

A história se repete, já dizia Marx

A história da produção cultural, principalmente literária, do Ocidente sempre funcionou como um pêndulo, alternando-se basicamente entre o Racionalismo e o Subjetivismo. Foi assim que surgiram as maiores oposições entre escolas literárias, como o Romantismo e o Realismo. Lembrou das aulas do ensino médio?

Então vamos falar do Romantismo. Na Europa, seu surgimento foi catalisado pela grande depressão pós-Revolução Industrial que tomou conta do povo. A euforia de urbanização e de desenvolvimento passou, e tudo o que se via nas cidades era uma leva de miseráveis sendo explorados pelas fábricas, passando fome e frio, não tendo onde morar.

A onda de depressão causou também problemas econômicos, então a melancolia era geral. Os poetas, geralmente jovens da elite da sociedade, pareceram se condoer com a triste situação. Surgiram os poemas do Romantismo, trazendo os ideais de amor impossível, idealização da mulher amada, subjetivismo e o sentimentalismo exacerbado, que, às vezes, levava ao suicídio.

Bem, todo esse exagero e a vida boêmia não eram bem vistos pelos mais velhos e por grande parte da sociedade. Os poetas Românticos eram muito criticados, mas, em vez de chorar, eles iam beber e escrever mais alguns versos. Álvares de Azevedo, poeta brasileiro representante do Romantismo, mostra claramente, no poema “Um cadáver de poeta” a situação de um trovador que havia morrido: o desprezo.

“A poesia é decerto uma loucura:
Sêneca o disse, um homem de renome.
É um defeito no cérebro… Que doudos!”

Mas também, vejam só a reputação: a estreia do Romantismo na Europa se deu com o lançamento do livro Os Sofrimentos do Jovem Werther, de Goethe. O que aconteceu? Uma onda de suicídio de jovens que julgavam não ter seu amor correspondido. Centenas de pessoas vestiram-se com a mesma roupa do personagem do livro e acabaram espontaneamente com a própria vida. Que inspiração, não?

Pois é, e o Werther é, na verdade, um conhecido estereotipo dos dias atuais. Basicamente, a criatura fica o livro inteiro se lamentando de não poder ter a amada em seus braços até que se decide pela morte. O que esse blá blá blá todo faz lembrar? Os emos. O que começou sendo uma mudança musical – Emocore é, na verdade, uma vertente mais light do Punk – virou um chilique de adolescente, uma moda sem nenhuma atitude, um comportamento individualista, enfim, uma “causa” sem causa, um tipo que não propõe nada a não ser a própria depressão. A verdade é que os adolescentes de hoje são completamente vazios de atitude. Sem generalizar, é claro.

E com isso, sobra uma literatura barata, que finge buscar referências em clássicos, mas se mantém rasa, pobre e brega. Porque Crepúsculo nada mais é do que um Romantismo fora de época. Nas palavras do sábio Marx: “A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”. Dito e feito.

OBS: A carta abaixo é usada como ilustração e não é de autoria de Goethe, mas expressa exatamente o teor do livro. Foi parte de um trabalho do primeiro ano de faculdade, feito por duas integrantes deste blog (Aham, olha o naipe dos nossos trabalhos…). É a última carta de Werther (Vejam se não parece uma carta do Edward para a Bella? Só que mais bem escrita, lógico…)

Clique para ampliar

Veja também:
Crítica literária – Crepúsculo, Lua Nova, Eclipe, Amanhecer
Fique rico imitando Stephenie Meyer
Stephen King diz que autora de “Crepúsculo” não é boa escritora

Posts relacionados:
Desafio aos fãs de Crepúsculo
Faça as contas: 8 razões pelas quais Harry Potter é melhor que Crepúsculo

Publicado por Lu

Buffy, the Vampire Slayer

–; universo em que o inferno ficava na escola (literalmente); monstros esquisitos. É, Buffy tinha tudo isso. Mas tinha também personagens complexos, com uma heroína cheia de defeitos; piadinhas excepcionais; e uma ironia tão gostosa que me diverte ainda hoje.Confesso que não é fácil entender como uma menina franzina, de 16 anos, numa High School possa ser a garota que “a cada geração nasce com o poder de deter os vampiros”, mas uma vez que você aceita isso, tudo corre com absoluta naturalidade.Dentro de um mundo fantástico, se misturam a responsabilidade em salvar o mundo e a necessidade de se firmar como adolescente; as ‘rondas noturnas’ e as saídas com os amigos; a confusão em meio a tanto poder e a insegurança de um primeiro amor. Com tudo isso, tem-se uma estória envolvente e simpática.Assistindo à série é impossível não se identificar… mesmo que você não tenha que matar vampiros  toda noite, você sabe o que é confiar na sua melhor amiga ou ir terrivelmente mal na escola. As atuações são boas, mas não só do elenco regular: os convidados durante as 7 temporadas também acrescentaram qualidade, e, volta e meia, ainda vejo um ex-Buffy na TV.Buffy & Angel”]E, falemos então do que me conquistou em Buffy: o amor proibido entre um vampiro e uma mortal (dejà vu?). Ou melhor: entre um vampiro e uma caça-vampiros.

Alguns pontos para maior esclarecimento: na série, todo vampiro é mau (mau mesmo, já que não tem escolha. Ao se tornar um vampiro você perde sua alma) e queima no sol (por isso temos tanta atividade noturna).

Exceção: Angel. Bom, ele ainda queima no sol, mas é um vampiro bom. Por quê? Ele decidiu por uma caminhada eterna no bem? Não. Quando ainda era um vampirinho inocente e cruel, ele mata uma cigana muito querida de seu povo, e como vingança (?!) eles devolvem sua alma.

Ótimo! Então ele agora é um vampiro com consciência social e os 2 apaixonados podem ser felizes, certo? (Afinal, ele é bonzinho… meio sombrio, é verdade, mas a vida dela não é lá o que podemos chamar de normal.) Errado. Um pequeno ‘porém’ na maldição que devolveu a alma de Angel: um único momento de felicidade verdadeira o transformaria de volta em vampiro sanguinário.

E está aí a vingança (ahá!) dos ciganos. Angel teria que viver atormentado pelas atrocidades que cometeu, sem direito a ser feliz de verdade. Nenhum momento de felicidade pura em toda a eternidade. Hm. É, complicou.

Mas eis que, a escuridão que existe tanto em um quanto em outro, um pelo passado que teve, e outro pela responsabilidade que carrega, os une e em 3 temporadas vemos um dos romances mais lindos – e impossíveis – que a TV já teve.

Lá pelo meio da 2ª temporada, o inevitável acontece e eles dormem juntos pela primeira e única vez, provocando a perda da alma de Angel. E aí começa provavelmente uma das melhores temporadas que eu já vi – incluindo tudo. Angelus – o Angel mau – se entedia facilmente, então resolve bolar um apocalipsezinho pra se divertir.

É como a Willow diz pra Buffy… ele não é mais o Angel, mas ainda só pensa nela. De um jeito macabro e obcecado, é verdade, mas só pensa nela. E faz da sua vida um inferno particular. Mais difícil que superar um amor perdido é ter que destruir a pessoa que você ama. E Joss Whedon comanda um show de história, reviravoltas emocionantes e cenas inesquecíveis.

Confesso que após a 4ª temporada eu desandei… mas desandei porque Buffy desandou. Os personagens mudaram demais e a estória se perdeu. Mas vale destaque pro episódio final da série na Warner, antes de mudar de emissora,e alguns outros (geralmente os que o Angel aparecia).

Não posso esquecer de falar do spin-off do seriado, que gerou “Angel” e que eu nunca acompanhei direito, mas que teve um dos episódios mais lindos que eu já vi “I Will Remember You”. Angel humano por um dia. Tudo perfeito, até que ele tem que voltar no tempo, porque a colocava em perigo desse jeito. O preço a pagar? Só ele se lembraria daquele dia com ela, só ele carregaria o fardo de “viver sabendo que tiveram o que nunca poderiam ter”.

É… pensando nisso tudo, eu acabo achando que meu hábito de falar mal de Crepúsculo tem a ver com Buffy. Afinal, cresci com esse imaginário de vampiros na mente… e entre um ‘amor’ Bella e Edward e um amor Buffy e Angel é até irônico pra mim pensar no vazio da 1ª dupla. Isso sem considerar todo o universo que os rodeia.

Fico feliz de ter tido Buffy na minha adolescência. Eram meus dois amores: Buffy e Backstreet Boys. Mas mais feliz ainda, eu fico de assistir um ou outro episódio hoje e ver a qualidade dos diálogos e a profundidade das situações. Além da ironia fina já citada. Bom, gosto é gosto… mas fico sinceramente satisfeita de que ao ouvir “amor impossível” seguido de “vampiro” eu sempre pense em Buffy e Angel, e não em Edward e Bella. ;]

*Hoje Buffy tem reconhecimento da crítica americana e é considerado um seriado “cult”.

**Buffy vs. Edward: (esse vídeo é sensacional, haha. Edição perfeita!)

Publicado por: Lê Scalia

Filme Lua Nova pode ser capaz de abranger público mais maduro

Por Anna Emília Soares,
colaboradora especial.

Se as salas de cinema hoje de noite estiverem tão lotadas de adolescentes histéricas quanto na pré-estréia do filme Lua Nova às 23h55 na noite de quinta-feira, o ambiente será, no mínimo, caótico. Para aqueles que se aventurarem a assistir a continuação da saga Crepúsculo, recomendo chegar cedo para tentar disputar um bom assento na sala do cinema, paciência para enfrentar filas gigantescas na entrada e protetores de ouvidos para não romper os tímpanos, pois certamente não serão poucas as meninas que irão gritar descontroladamente toda vez que o charmoso vampiro Edward aparece em cena ou em que o malhado, e muitas vezes descamisado, menino-lobo Jacob dá o ar da graça.

Sem sombra de dúvidas, há uma enorme diferença técnica entre o primeiro e o segundo filme da saga. Nesse momento faço questão de esclarecer que minha interpretação de Lua Nova não se dá como uma leitora da saga de Stephenie Meyers, mas sim como uma espectadora do longa-metragem dirigido por Chris Weitz.

Enquanto o fenômeno Crepúsculo se restringe quase totalmente a um romance teen na típica escola americana, Lua Nova ganha ares mais adultos através do suspense e cenas de ação. O segundo filme da saga apresenta vários novos personagens, conflitos amores mais intensos, melhor atuação por parte de alguns atores e cenas filmadas em diversas locações, inclusive na Europa.

Nesse longa-metragem a atriz Kristen Stewart se mostra mais madura na qualidade da interpretação: as cenas em que a personagem Bella está depressiva ou em que está assustada são muito mais convincentes quando comparadas a qualquer cena do primeiro filme. O personagem Jacob, interpretado pelo novato Taylor Lautner, ganha importância (e músculos peitorais definidos), acrescentando drama ao filme quando se revela um dos lados de complicado triângulo amoroso.

O ponta-pé inicial de Lua Nova é a separação do casal principal, traumática para Bella e as fãs emotivas. O sempre bem-intencionado vampiro Edward, mais pálido do que nunca, decide terminar o namoro com Bella, que deprimida e inconformada com o total desaparecimento do amado, se aproxima de Jacob. A partir de então, lobisomens, vilã vingativa e clã de vampiros poderosos são apresentados ao público.

Os efeitos especiais nas lutas e perseguições e a riqueza de figurinos e cenários mostra que Lua Nova dispôs de muito mais verba para a produção do que o primeiro filme. A sequência passa por melhoria técnica capaz de abranger um público maior e também mais velho, elevando a saga do patamar de fenômeno cult adolescente para grande produção digna dos padrões hollywoodianos.

A interpretação de Robert Pattison, o grande galã entre fãs da série, ainda deixa um pouco a desejar. As expressões de raiva ou tristeza se confundem e Robert somente se firma como ator em uma cena na qual o vampiro sofre dor física. A bizarra lente amarela utilizada pelo ator para compor o personagem faz com que Edward pareça estar sempre doente.

Na primeira vez em que lobisomens aparecem em Lua Nova, a empolgação dos criadores talvez tenha feito o animal parecer gigantesco: o lobisomem é quase do tamanho de um urso, mas o exagero não se mantém ao longo do filme, pois pouco depois, durante outra cena, o mesmo lobisomem está nitidamente menor, pouco maior do que um cachorro crescido.

Para aqueles que desejam assistir a um filme sobre o clássico mito vampiresco, Lua Nova não irá agradar, pois os vampiros do filme não têm pressas, podem se expor ao sol, não dormem em caixões, são cordiais e até se apaixonam por humanos. Porém, Lua Nova é filme obrigatório para leitores da saga, fãs dos jovens atores e uma boa dica para quem quer um pouco de ação, ficção e drama aliados ao conflituoso romance adolescente.

Desafio aos fãs de Crepúsculo

A Saga Crepúsculo, como se diz agora.

Gente, é o seguinte: Lua Nova vem aí (em plena lua nova, como lembrou a @CRAOliveira), e eu gostaria de lançar um desafio aos fãs da saga Crepúsculo. Convido, com muito entusiasmo, todos os fãs a deixarem aqui mesmo neste blog sua defesa a favor da saga. Mas com uma simples condição: usem argumentos.

É claro que você não precisa de argumentos para gostar de alguma coisa. Mas vocês estão dizendo que Crepúsculo é o melhor livro do mundo, o melhor filme do mundo, que o Robert Pattinson é o melhor ator do mundo. Bem, não vou entrar em detalhes, mas há por aí sérios argumentos literários e cinematográficos que provam (sim, porque argumentos são capazes de provar) que a saga Crepúsculo não tem qualidade. Bem, se vocês estão dizendo isso, dizendo que a saga é boa, então, aí, precisam de argumentos. E vejam, uma coisa não é boa só porque você gosta dela, ok? Gosto é gosto, o problema é seu se um dia você se envergonhar de ter amado o Edward.

Portanto, você gosta da saga Crepúsculo? Ah, que bom, muito bom para você. Você diz por aí que a melhor estória já escrita e o melhor filme já feito? Bem, aí eu quero saber “por quê?”. “Porque sim” não é um argumento, não é ao menos uma resposta.

Seremos justas: nós vamos analisar o filme Lua Nova com argumentos. É muito provável que Lua Nova seja melhor que Crepúsculo (filmes) já que 1) mudaram o diretor, 2) tiveram mais tempo para fazer e 3) tiveram mais grana! Ainda que o livro seja absurdamente monótono, o filme tem grandes chances de se tornar uma adaptação boa – porque é o seguinte, um filme deve se sustentar sozinho lá na tela, sem depender de nenhuma informação contida no livro. Bem, para que Lua Nova se sustente sozinho… haja criatividade do roteirista!

Todos os comentários serão autorizados, ok? E aquele que conseguir apresentar pelo menos 1 argumento de verdade, defendendo a saga Crepúsculo, ganha um espaço aqui neste post. Mas sempre seguindo a premissa mais simples que há: usem argumentos.

Ok, se você quer saber o que são argumentos, esses links aqui contêm excelentes críticas à saga Crepúsculo.

Lendo.org

Cinema em Cena (clique na aba “Críticas”)

Why we hate Twilight

Update: Fiz essa mesma pergunta no Yahoo Respostas, para que mais pessoas vissem. Sei que muitos fãs vão ficar irritados, mas é como eu disse antes, se vocês são fãs, não defendam o que é ruim, peçam um filme melhor e um ator melhor! Enfim, se alguém quiser acompanhar as respostas, fica aqui o link.

Update 2: Taraaaaan!!! E eis que, surpreendentemente, temos uma resposta boa!

Bem, só pra comentar algumas respostas, principalmente a última, argumentos são argumentos e não opiniões. Quando você entende um pouquinho de Cinema ou de Literatura, você sabe ver o que tem qualidade. Gostar é outra coisa. Eu gosto de coisas que considero de baixa qualidade. Novela, por exemplo… novela é um produto cultural de baixíssima qualidade, e muita gente gosta. Acho inclusive que esse é um dos papéis da Cultura, entreter. Então, eu não desejo que Crepúsculo desapareça do mundo, mas ignorância é uma coisa triste. E por isso a melhor resposta vai para a Shayera. Ser fã é também reconhecer as falhas daquilo que você ama. Muito obrigada a todos que participaram.

Publicado por Lu

Drácula, Edward e a triste história dos vampiros

Vampiros estão na moda. Uma moda um pouco distorcida, mas ok. Quero dizer, vampiros fazem parte de uma cultura, surgiram na Europa há muuuuito tempo e hoje fazem parte do folclore de muitas nações. O que eu quero dizer com isso é que há uma longa história por trás desses personagens de ficção, características que foram universalizadas e que qualquer escritor moderno que tente “re-inventar” esse folclore está, na verdade, corrompendo a história, a literatura e culturas antigas. Tudo isso para parecer criativo.

Bem, os vampiros são então, muito, muito antigos. Mas eles ficaram realmente populares com o livro de Bram Stoker, o famoso Drácula. Não foi o primeiro livro sobre vampiros, mas foi o que proporcionou fama a essa lenda. E o Drácula existiu, de fato.

O personagem é inspirado no Conde Vlad Tepes III, que vivia na região da Transilvânia, na Romênia. Vlad fazia parte da Ordem do Dragão. Dracul significa demônio no romeno moderno, mas vem do latin significando dragão. O próprio povo da Romênia (região da Wallachia) apelidou Vlad de Dracul. E o principal: o conde Vlad III era um sanguinário, que matou milhares de civis, em sua maioria, turcos que invadiam a Romênia. Bem, ele matava, empalava, e os deixava na entrada de seu castelo.

Castelos, a propósito. O conde tinha dois castelos na Romênia, que até hoje são atrações turísticas internacioanis. Um de verão, e um de inverno. Curiosamente, os tetos de seus castelos são baixos, porque, sim, o Drácula era baixinho. Eita.

A cultura de vampiros é tão antiga na Europa, que até hoje alguns vilarejos ainda acreditam na lenda. Em 2004, num pequeno vilarejo da Romênia, levantou-se a suspeita de que um fulano (que já estava morto) era um vampiro. Pois a população abriu o caixão do moço, e o matou do jeito que se deve matar um vampiro. Pra não ter perigo de ele voltar né.

Nosferatu

Nosferatu

Depois do sucesso de Bram Stoker, os vampiros foram parar no Cinema. Foi então que surgiu o incrível Nosferatu, de Murnau. Incrível porque o cara sai fugindo pelas ruas carregando seu caixãzinho debaixo dos braços. Incrível porque você não sabe dizer quando é dia ou quando é noite no filme. Incrível porque Murnau conseguiu fazer um belo filme considerando os recursos da época. Estamos falando de 1922 e o Expressionismo Alemão.

Nosferatu é uma adaptação do Drácula, de Bram Stoker. Mas, como Murnau não possuía os direitos autorais da obra – foi processado e etc. – mudou os nomes dos personagens. A primeira adaptação oficial da obra de Stoker é de 1931, direção de Tod Browning, com Béla Lugosi no papel do vampiro. No mesmo ano, saiu uma versão espanhola do filme de Tod Browning, dirigido por George Melford. O filme foi produzido no mesmo set de Tod Browning, mas com atores espânicos.

Em 1958 temos provavelmente a versão mais famosa de Drácula. Filme de Terence Fisher, com Christopher Lee. Lee participou também de Conde Drácula, de 1970, com direção de Jesus Franco. Esta é considerada a versão mais fiel à obra de Bram Stoker. Nela, o Drácula começa velho e vai se tornando mais jovem conforme se alimenta do sangue de pessoas jovens. Uhm…

Em 1992, Francis Ford Coppola filma a sua versão de Drácula. O elenco conta com Gary Oldman no papel principal, Anthony Hopkins como Van Helsing, Winona Ryder como Mina, e Keanu Reeves como Jonathan Harker.

Em 2000, a versão de Patrick Lussier, apesar de contar com Gerard Butler, foi uma decepção nas críticas. Ainda assim, o filme ainda teve duas sequências.

Enfim, só do Drácula de Bram Stoker foram 16 adaptações para o cinema, 5 para o teatro, 10 para a televisão, e mais 10 para outras mídias, incluindo vídeo games.

Vampire Diaries

Vampire Diaries

E além do Drácula, o folclore vampiresco de maneira geral, virou popular e ganhou mídia. Entrevista com Vampiro, Van Helsing, Anjos da Noite, Buffy… e hoje: Crepúsculo & Cia., The Vampire Diaries e True Blood.

Mas parece que nada disso contou quando Stephenie Meyer resolveu escrever sua história adolescente. Mas eu não vou discutir – comigo mesma – esse assunto novamente.

Fonte: Wikipédia (inglês).

 

UPDATE .::. 28/10/2009

Esse vídeo do College Humor mostra bem do que estamos falando. Todos os tipos de vampiros reunidos, planejando um ataque aos humanos, comandados pelo Drácula, é claro. Ou Drac, como apelida o Bill, de True Blood.

Infelizmente o vídeo está sem legendas, mas é muito divertido. Até o Drácula questiona Edward por: não ter presas, não beber sangue humano, não queimar no sol. É, será que Edward é mesmo um vampiro?

Link para o vídeo.

Publicado por Lu

True ad

Uma campanha de verdade


True Blood, para quem não conhece, é um seriado da HBO.

True Blood

True Blood

A série já está em sua 2ª temporada, e é baseada nos livros The Southern Vampire Mysteries (também conhecido como os romances de Sookie Stackhouse), publicados inicialmente em 2001 e tendo como lançamento mais recente Dead ang Gone, o nono exemplar, em maio desse ano. A saga é narrada em primeira pessoa, pela perspectiva de Sookie Stackhouse, a qual no seriado é interpretada por Anna Paquin – a Vampira, da trilogia X-Men .

Na série, humanos e vampiros coexistem em Bom Temps (e viva os nomes com raízes latinas :P) – uma cidadezinha em Louisiana -, sem grandes problemas, já que um sangue “sintético” foi inventado. Esse equilíbrio, no entanto, pode ser colocado em risco quando um Vampiro se apaixona por uma ingênua mortal que consegue ler a mente dos outros.

Bom, acho que posso ir direto ao ponto depois dessa pequena iniciação em True Blood. Quando a série foi lançada, várias ações de publicidade foram veiculadas, inclusive uma estratégia com virais. E a promoção continua, dessa vez, de uma forma que achei muito legal. Extremamente simples, mas bem humorada e divertida.
Foram feitas peças com produtos normais, comuns, de marcas famosas, mas que se destinavam a vampiros. Think outside the Box – é a melhor! Viva os trocadilhos, hahaha :D.
Saiba mais sobre a série aqui.

“Corra mais rápido que o sol”

“Corra mais rápido que o sol”

"Atraia uma humana”

"Atraia uma humana”

“O dinheiro que você poderia economizar se você fosse imortal”

“O dinheiro que você poderia economizar se você fosse imortal”

“Sinta o vento em suas presas”

“Sinta o vento em suas presas”

Uma expressão significando muito sexy, "Sexy de morrer"

Uma expressão significando muito sexy, "Sexy de morrer"

“Quando você dorme em um caixão, é fácil pensar fora da caixa” (em português, “to think outside the box” se refere àquela solução criativa, não convencional, fora do comum.

“Quando você dorme em um caixão, é fácil pensar fora da caixa” (em português, “to think outside the box” se refere àquela solução criativa, não convencional, fora do comum.

(Se algo em True Blood te lembrou Crepúsculo, fatos como: garota ingênua, leitura de mentes, livro na perspectiva da mocinha, e vampiros bonzinhos – qualquer semelhança pode ser ou não mera coincidência ;] ).

PS: Queria agradecer a fonte e já indicá-la como uma ótima referência pra quem gosta de seriados, o  “Garota dos Seriados“, da nossa ‘colega de blog’, Priscila.

 

Publicado porLê Scalia

Faça as contas: 8 razões pelas quais Harry Potter é melhor do que Crepúsculo

Este texto é uma tradução de um post do blog Cinema Blend. Veja o post original aqui. Eu recomendo ler o post original, em inglês. É muito mais engraçado. E também, eu não sou nenhuma tradutora. E pequenas coisas ficaram para trás.

*Dweebs são algum tipo de nerd.

Aí vai.

Permitam-me começar dizendo que eu não me importei com o primeiro filme de Crepúsculo. Não foi arte, não teve muito a dizer, mas foi divertido em aumentar a temperatura das meninas, e eu achei que isso foi muito divertido. Meninas na mesma fileira que eu citaram falas que sabiam que iam ser recitadas na tela, elas davam risadinhas quando viam Edward, suspiraram na terrível fala “E então o leão se apaixonou pelo cordeiro”. Porém, de alguma forma, eu saí bastante entretido.

Mas então começaram as comparações com Harry Potter. A Mídia declarou em todos os lugares que Crepúsculo era o novo Harry Potter. Eu me perguntei, boquiaberto, como alguém poderia acreditar numa coisa dessas. Potter? Sério? O que eu vi na tela foi novela-lixo para a nação adolescente. Não chegou nem perto do apelo universal que tem a série Harry Potter. Mas agora estou aqui, explicando como uma alegação absurda é menos uma afirmação discutível e mais uma piada, uma piada sem graça, como Will Ferrell tentando patinar no gelo.

Então, por que Potter é melhor do que Crepúsculo? Bem, para começar, não é Crepúsculo. Quanto ao resto, sente-se. Vamos fazer os cálculos.

Christian Undertones > Christian Overtones

É mais do que sabido que a Stephanie Meyer vem de uma origem Mórmon. O mesmo vale para J.K. Rowling e suas origens cristãs. Ambas as escritores exibem suas crenças religiosas com destaque em suas obras, mas de maneiras muito diferentes. Agora vejamos. Eu estou cansado de escritores mostrando suas crenças pessoais em suas obras, mas é como eles fazem isso que importa. A série Harry Potter é repleta de temas cristãos e de alusão. Alguns acreditam que Harry Potter é uma figura de Jesus, perdido na juventude somente para retornar anos depois para lutar contra uma força do mal. Após o seu regresso, ele inicia um movimento e ganha seguidores. E seu futuro? Bem, você terá que ler os livros para descobrir isso, ou esperar até 2011. Mas no final do dia, ele não tem que representar isso. A história funciona independentemente do tema. A série Crepúsculo, por outro lado, trabalha quase exclusivamente como uma campanha para a abstinência e da maldade dos hormônios masculinos. A história trata a sexualidade como uma doença, como um vampiro. Um rapaz que é problema, porque não consegue segurar seu instinto perto de uma garota. Uma garota que não pode evitar ser atraída por esse rapaz. E mais tarde na série? Bem, mais uma vez, você só tem que esperar e ver.

Dweebs > Emos

Os fãs de Harry Potter e de Crepúsculo geralmente vêm de dois mundos muito diferentes. Potter é para dweebs. Crepúsculo é para Emos. Sim, pode-se argumentar que ambas as séries têm diversas categorias de fã que vão entre essa gama de crianças até vovós, mas isso não é divertido. Generalizar é divertido. Emos são “dark”. Eles falam em poesia ruim e prosa excessivamente descritiva. Eles são torturados pelo fato de que seus amores os deixaram de lado, sangrando e sozinhos, morrendo por mais, suspirando para conseguir um pequeno fôlego. Dweebs nunca tiveram amores, pra começar. Eles vão para os cantos mais escuros da escola, para brincar com jogos de bruxos e Dungeons e Dragons. Eles vão para aquela loja estranha no shopping que vende espadas e coisas do Senhor dos Anéis. Eles não só olham em volta, admirados pela existência de tal loja, mas realmente compram coisas. Então acho que ambos os grupos são bastante falhos. Mas pelo menos dweebs geralmente são inteligentes, certo?

Hogwarts > Forks

Não há nenhuma parte de mim que não acredite que Hogwarts exista. Como poderia não existir? Não há nenhuma maneira de Rowling ter inventado tudo aquilo sozinha. Quer seja através dos livros ou através dos filmes, o mundo de Rowling envolve você, te transporta para um universo completamente diferente. Ela criou idiomas, espécies, e uma infinidade de feitiços. Tem tanto detalhe na criação deste mundo que é difícil não se perder nele. Em contrapartida, o mundo que Meyer criou em Forks, no estado de Washington, é exatamente como a verdadeira cidade: meio chata e amena com falta de diversidade. A história de fundo de vampiros é desleixada e meio extravagante, e o pouquinho de história que vemos sobre os lobisomens em Crepúsculo é cansativa e sem imaginação. E isso é tudo. Crepúsculo é claramente menos preocupada em dar-nos um mundo em que possamos viver do que em enfiar uma história de amor entediante pelas nossas goelas.

Fairy Tales > Teen Tales

Uma das ferramentas mais importantes nas artes da literatura e cinema é a alusão. Escritores e roteiristas usam-na o tempo todo. É menos cópia e mais um reconhecimento do que veio antes, o que influenciou as palavras com que você escreve, saber de onde você veio. Você poderia pensar que uma obra como Crepúsculo faz alusões a livros ou filmes prévios que tratam de vampiros e lobisomens, mas Meyer não parece ter lido nenhuma delas, já que suas versões desses monstros raramente estão no mesmo patamar do que veio antes. Ao invés disso, eles são versões castradas desses personagens clássicos. Edward não tem dentes de vampiro, brilha no sol em vez de queimar. Ah e ele não bebe sangue humano. Ele já superou isso. Duh. Harry Potter não só faz o melhor para retribuir às histórias de fantasia que vieram antes, como também contribui para a coletânea com novos personagens e mais detalhes sobre suas origens. Eles são elfos, gigantes e centauros, tudo o que já é familiar, mas ao mesmo tempo, novinho em folha. Há algo agradável em um escritor aludindo às grandes obras. É melhor do que a alusão a 90210.

Speaking to Kids > Talking Down to Kids

Uma das coisas mais difíceis de se fazer é lidar com crianças. Educadores lutam com essa dificuldade constantemente. Se você tenta falar com crianças como se você fosse uma delas, você pode parecer condescendente, ou pior, estúpido. Isto é exatamente o que faz Crepúsculo. Parece aquele professor que você tinha na escola que falava coisas como “cara” e “tubular” e “você curte?” Este é o hi-hop do vovô. Harry Potter nunca subestima ou poupa sua audiência, muitas vezes colocando sentimentos comuns da juventude, como perda, constrangimento sobre sexualidade, e amizade na vanguarda dos seus temas. Enquanto Potter está lutando contra Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado, ele também está lidando com relações complicadas, sofrendo devido ao ciúme e a mentira. Ainda que Potter lide com coisas que um garoto da sua idade nunca deveria lidar e provavelmente nunca lidaria, ele nunca se sente mais velho do que é. Por outro lado, os personagens de Crepúsculo estão presos em caricaturas, meros arquétipos sem nenhuma voz real ou singular.

Cedric Diggory > Edward Cullen

Quando Crepúsculo começou a ganhar uma imensa base de fãs, foi instantaneamente intitulado como o novo Harry Potter. Então, o elenco do primeiro filme foi anunciado, e surpreendentemente, o mesmo cara que desempenhou um papel bastante proeminente de um personagem em Harry Potter e o Cálice de Fogo foi nomeado para fazer o papel principal de Crepúsculo. O nome do ator, como vocês sabem, é Robert Pattinson. Em Harry Potter, ele interpreta Cedric Diggory, um carismático e honesto veterano em Hogwarts. Pattinson interpretou esse garoto exatamente como deveria ter feito, usando de sua bela aparência com limite o suficiente para fazer do personagem um personagem crível e simpático. A atuação de Pattinson em Crepúsculo é outra história completamente diferente. O cara parece estar constipado na maior parte do filme, e a sua natureza fria está mais para artificial do que real. Quem sabe? Talvez algo tenha se perdido no sotaque americano, ou talvez ele não estivesse apto para um papel de protagonista. Tudo o que eu sei é que ele interpretou um cara morto muito melhor em Harry Potter do que em Crepúsculo.

Best Buy Effects > Wal Mart Effects

Se eu pudesse, eu incluiria apenas duas palavras a esse título: caras brilhantes. Não há sequer um exemplo mais patético dos efeitos especiais de Crepúsculo do que as caras brilhantes da família Cullen. Mas falar assim esconderia os outros efeitos especiais horríveis que eles fazem. Há, claro, o efeito “velocidade da luz” quando qualquer um dos personagens vampiros voa. E pior ainda, a cena da árvore, em que Bella viaja nas costas de Edward enquanto ele voa até uma árvore em seu quintal. Sou o primeiro a admitir que a computação gráfica nos dois primeiros filmes de Harry Potter foram cômicos, mas os filmes têm evoluído muito bem. Veja Harry Potter e o Cálice de Fogo para algumas sequências incríveis durante o Torneio Tri-Bruxo, ou a batalha final de Harry Potter e a Ordem da Fênix, entre Dumbledore e Voldemort. Os filmes tomaram posse da fonte de natureza épica (os livros), enquanto Crepúsculo aparece de forma flácida, dependendo de efeitos especiais tirados da caixinha de descontos de uma loja de 1,99.

Hermione > Bella

Vamos admitir. Claro, Kristen Stewart tem seus dias, mas Emma Watson tem mais. Nós a vimos crescer de uma bruxinha esnobe e com cabelo frisado a uma bruxa de olhos bem abertos, e sim, ela ainda é um pouco mandona, mas essa não é a melhor parte? Ninguém gosta de uma garota patética que se atira para cima dos caras. Todo mundo quer um desafio. Esse é o mundo em que vivemos. Nós queremos o que não podemos ter, e Hermione está disposta a não nos deixar tê-la. Ela está disposta a jogar seus joguinhos de bruxa. O pobre Rony Weasley fica se perguntando “ela tem problema?” enquanto o pobre Edward Cullen está preso em um relacionamento do qual eu tenho certeza que ele se arrepende.

Ou seja: Harry Potter é bem escrito e Crepúsculo não. Isso com relação á história, porque o filme eu nem comento mais de tão mal feito. Só pra constar: eu leio e gosto de Crepúsculo. Mas é outra qualidade de diversão.

20.07.2009

Artigos excelentes:

Crítica literária – Crepúsculo, Lua Nova, Eclipe, Amanhecer

Fique rico imitando Stephenie Meyer

Stephen King diz que autora de “Crepúsculo” não é boa escritora

Mais um post sobre cinema

Lá vou eu falar sobre cinema de novo. E aposto que se tivéssemos muitos leitores, não seria um post muito agradável!

Não é uma coisa assim, imediatamente atual, mas eu não agüento mais ler os comentários absurdos dos fãs de Crepúsculo pelos blogs de cinema. Vamos parar com isso, gente!

Sim, eu li Crepúsculo, claro. Li por causa do filme, mas antes de assistir ao filme. Eu entendo porque a história fez tanto sucesso, afinal, é uma fórmula irresistível, principalmente para meninas adolescentes: um romance proibido entre um vampiro e uma mortal. Praticamente um Romeu e Julieta.

Bem, e porque amaram incondicionalmente o livro, me parece que os fãs amam automaticamente o filme. Mas vamos combinar que o filme é bem fraquinho.

Roteiro, atores e direção, nenhuma dessas partes tem sucesso. Devo dizer que não sou contra mudanças na história para sua adaptação ao cinema. Pelo contrário: as mudanças são necessárias. Em um livro, você tem um espaço infinito de tempo e de páginas para contar o que quiser; em um filme, você tem um pequeno espaço de tempo e de tela para contar a mesma história. Cinema é outra linguagem.

Ok, mas se você não concorda, não entende ou não aceita, aceite ao menos que o filme é uma outra coisa, uma história parecida com a do livro. Separe os dois e pense: a história do filme não é boa também?

Nas últimas adaptações que eu vi (e li), achei que sim. Harry Potter, Código da Vinci, Anjos e Demônios… mas não Crepúsculo!

Pensando no livro, a história é legal, é aquela coisa de sempre, mas que sempre funciona. Ou seja, não deixa de ser legal. A emoção é a mesma de sempre, mas há emoção, então…. é legal sim. Além disso, a história é inteiramente baseada no romance entre os dois personagens principais. Tipo, o mundo gira em torno deles.

Tive a impressão de que o filme tentou criar uma história de terror. E como Crepúsculo não tem absolutamente nada de terror (muito menos de ficção científica, como eu vi uma fã dizendo por aí…), alguns elementos superficiais foram inseridos: a fotografia, os flashbacks, a montagem e a falta de trilha sonora são característicos de filmes de terror. Mas daqueles bem toscos, porque até um filme de terror bom tem uma trilha sonora decente. Bom, só que então, ficou um filme de terror sem conteúdo e sem terror nenhum… e o resultado foi fraco.

Os atores também não estão bem, não. O Robert Pattinson pode ser lindo, mas não atua bem no filme! Mas pode não ser culpa dele. Em Harry Potter e o Cálice de Fogo, ele fez um bom papel. E a Kristen já é atriz há algum tempo então, tem algum potencial, certo? Eu culpo a diretora Catherine Hardwicke. Culpo ela de quase tudo na verdade, inclusive de ter aprovado o roteiro que foi aprovado, mesmo que uma das roteiristas tenha sido a própria Stephenie Meyer. Continue nos livros, Stephenie…

Apesar de tudo, tenho uma boa expectativa quanto a Lua Nova. Novo diretor, mais dinheiro e mais tempo para a produção. As chances são boas. Vamos torcer. E para os fãs de Crepúsculo, um último recado: vocês mereciam um filme melhorzinho, não fiquem defendendo o que não é bom, reclamem e peçam por um filme melhor!

Fica aqui então, o trailer de Lua Nova, que tem estreia prevista para 20 de novembro deste ano.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 1.403 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: