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Jogos Vorazes (The Hunger Games)

Desde o início de 2012, eu estava empacada no tal Cemitério de Praga (ECO, Umberto). E quando eu digo empacada, quero dizer que não conseguia ler sequer uma página antes de dormir. Mas o problema é que eu tenho uma dificuldade gigante para ‘largar no meio’ livros que estou lendo (mesmo que eu não goste deles).

Um exemplo claro disso é o livro de Eco. Assim, eu só desisto após um intervalo aproximado de um ano, ou quando eu chuto o balde e vejo que isso está atrasando minha vida (porque eu também não consigo ler livremente outros livros, tenho a sensação de que há algo inacabado).

Um dos poucos livros que eu lembro de ter abandonado, depois de ter lido a metade e passado entre 06 meses e 1 ano sem pegar porque achava insuportável, foi Eclipse. (Mas esse foi tão grave que eu percebi que continuar lendo seria um desperdício de tempo ainda maior, então, devolvi os livros e fui feliz.)

Eis que essa era minha situação atual. No fim de semana, então, num ato de rebeldia, resolvi (no cinema mesmo) comprar Jogos Vorazes para ler antes do filme, já que o trailer havia me interessado – e, bom, parecia uma leitura mais simples e divertida do que a ficção italiana.

No domingo mesmo, li umas 50 páginas. Para a minha surpresa, ontem à noite eu já havia terminado a leitura. Agora, depois de toda essa enrolação, vamos às impressões que eu tive do livro.

Antes de qualquer coisa, vale a pena uma rápida sinopse.

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Tropa de Elite 2

Tropa de Elite 2 (2010)

 

 

 

“Tropa de Elite, osso duro de roer

Pega um, pega geral

Também vai pegar você”


Antes que eu fosse assistir a “Tropa de Elite 2”, já tinha lido muito sobre como esse filme era bom e sabia muito do que era abordado. Apesar disso, me surpreendi demais com a continuação da história do Capitão Nascimento.

Mas concordo que é difícil comparar 1 e 2. São infinitamente diferentes, inclusive, e talvez principalmente, na profundidade do argumento apresentado.

Ainda assim, algumas comparações são cabíveis:

  • Tropa 2 tem menos quotes daqueles que vão ficar eternamente na boca dos brasileiros (do tipo “Não vai subir ninguém!”, “Você é um fanfarrão!” ou, ainda melhor, “Pede pra sair!”). Já o “vai dar merda” está presente em quase todas as cenas. E, na boa, quando você para pra pensar, dá pra ver que podia dar merda.
  • Capitão Nascimento, agora Tenente Coronel, está mais humano. Mais vulnerável, mais louco, mais foda e mais adorável. Resumindo, está mais “herói”.
  • A sequência é relativamente menos violenta do que o primeiro filme, fugindo um pouco do ambiente na favela, que predomina na primeira narrativa.
  • Tropa de Elite foca na leve corrupção da polícia militar carioca, mas mostra muito da vida no morro e na ação do BOPE e dos traficantes. A guerra todo dia. Mas isso não é nada perto da alta corrupção apresentada no segundo.
  • Através das palavras do próprio Cap. Nascimento: “é um filme mais maduro[…] Tudo foi mais pensado e culmina com a maturidade de Nascimento. A grande diferença é que ele é um personagem muito mais consciente do que está acontecendo. E como ele é o narrador, isso acaba passando para o público.” A entrevista completa com Wagner Moura pode ser vista aqui.

Bom, chega de comparar. Vamos ao filme.

 

 

 

Acho que um dos pontos onde houve maior evolução foi no modo escolhido pelo diretor-documentarista Padilha para conduzir o filme. A direção parece mais madura e coerente, livre e segura, os cortes menos secos e o ritmo bem trabalhado. Isso faz com que Tropa 2 ganhe contornos hollywoodianos.

 

Wagner Moura, o gênio

 

A atuação de Wagner Moura dispensa comentários. Aliás, vê-lo nesse feriado, me fez pensar uma coisa. Quem, no Brasil de hoje, atua no nível dele? Não é um grupo grande. Se restringirmos à sua faixa etária o número fica ainda mais reduzido.

E já que falamos de Hollywood, quem por lá está no auge como Moura? Eu diria Leonardo DiCaprio. Mas diz aí, o Capitão Nascimento não seria nada com aquele rostinho delicado do Leo, haha. Mas falar em Cap. Nascimento é covardia. Ninguém o faria melhor do que Wagner Moura.

Ele trabalha tão bem que dá vontade de vê-lo em todas as cenas. A gente quer o “Beto” em cada minuto de Tropa de Elite. Na verdade, a gente o quer nas novelas, no jornal, em todo programa da TV brasileira. Sim, Wagner Moura é o meu Robert Downey Jr brasileiro.

Já seu personagem adquire um tom meio Dexteriano. Falo isso porque me deu a impressão de que Nascimento é a ferramenta do povo para fazer justiça. Ele acaba sempre acima da lei ao “matar quem merece morrer” e ganha, com isso, aclamação pública.

Em Tropa de Elite 2, sua luta é contra o sistema. E, acho, foi aí que o filme conquistou a maioria dos telespectadores. O longa mexe com aquele sentimento represado que todos temos, a vontade de mudança, a necessidade da luta contra a corrupção, o ideal de “fazer alguma coisa”.

Mas o sistema é foda, parceiro. Por tudo isso é que a temática ganha proporções ainda maiores. Ainda mais se levado em consideração o contexto político atual, recheado de hipocrisia, corrupção e falta de ética.

É esse enredo, mais interessante e profundo, que nos atrai. Ele é a evolução de uma situação particular (Rio, morros e polícia) para um âmbito coletivo (política, corrupção e sistema). Bom, um exemplo desse enredo muito bem construído e trabalhado é o início do filme a partir de um acontecimento desconhecido do público e pausado para que seja explicado o que causou tudo aquilo.

Acredito que se Tropa de Elite chegou ao nível que chegou, isso só acontece graças à apresentação anterior que nos foi dada. Apresentação do protagonista, da corrupção da polícia, da rotina no morro, do BOPE. Com essa personalidade formada, foi possível subir um degrau e fazer um filme que não só vale 1 ingresso, mas vários. Pois é, já planejo minha volta ao Cinema.

Ninguém na minha sessão (lotada) gritou “Esse é o governo do PT; fora Dilma!” ou respondeu “Cala a boca, burguesa de merda!”. Os curitibanos foram bem comportadinhos. Mas acredito que o sentimento depois de sair do filme é o mesmo em qualquer lugar. Você acaba angustiado, enojado e extremamente indignado, porque sabe que tudo ali é verdade e que vai demorar um longo tempo pra mudar. Sai também irritado porque, afinal, você não é o Capitão Nascimento.

Enfim, é, de fato, a elite dos Tropas.

***

Crítica: tem sido extremamente positiva (na verdade, até agora não vi nada negativo).

Lá fora: surgem boatos de que o Spielberg quer comprar os direitos de exibição do filme nos EUA. Seria legal, principalmente se ele decidisse investir no 3 (e deixasse de fora ETs, claro). Além disso, dá um up no Cinema Brasileiro. Leia a notícia aqui.

Publicado por: Lê Scalia

100º

Não é todo mundo que tem o prazer – e a competência – de chegar aos 100. Mas quando isso acontece, costuma ser uma ocasião marcante. E marcada. Leva, na média, 5 temporadas para se alcançar o centésimo episódio. 5 temporadas de mais ou menos 20 episódios cada uma, o que não é algo tão comum (ou fácil) quanto possa parecer.

Algumas séries que podem se gabar do feito são:

FRIENDS, com o episódio The One Hundredth (The One with the Triplets). Siiim, o episódio em que a Phoebe finalmente tem seus trigêmeos;

Grey’s Anatomy, com What a Difference a Day Makes, ep em que acontece o tão esperado (e emocionante) “McWedding” – com uma ligeira mudança de planos que deixou tudo ainda mais inesquecível;

House, que destoa um pouquinho ao apresentar The Greater Good. Apesar de ser um ótimo episódio, não é possível perceber uma diferença nítida entre o padrão da série. O caso? A pesquisadora de câncer que resolve se dedicar à culinária. Vale destaque para a guerra a todo vapor: House x Cuddy;

Smallville é mais que especial em seu 100º ep. Reckoning é um dos episódios mais emocionantes da série que eu tive a oportunidade de ver (e é, junto com o episódio do Casamento Lana&Lex, provavelmente um dos mais lindos). Quando Clark volta no tempo para salvar a vida de Lana acaba sendo obrigado a ver a morte de seu pai;

Buffy é um caso a parte! Provavelmente o episódio número 100 mais original da TV. Uma caçada musical. Isso mesmo. O episódio inteiro é desenvolvido em músicas, contando com performances (reais) de todos os atores do elenco. Até por isso, Once More With Feeling foi um dos episódios mais aclamados pela crítica, concorrendo em diversas premiações e alcançando de vez o status de cult da série.

Paramos, depois desse pequeno histórico, em Bones: o mais recente “centenário”. A série sobre resolução de crimes mais divertida da TV finalmente chegou ao esperadíssimo episódio 100. Escrito pelo criador da série, Hart Hanson, e dirigido por um dos protagonistas, David Boreanaz, o centésimo episódio de Bones (assistido por 10 milhões de pessoas nos EUA) – The Parts in the Sum of the Whole - é, antes de qualquer coisa, uma homenagem aos fãs.

(Este post contém alguns potenciais spoilers)

De modo divertido e saudoso, trouxe de volta personagens importantes para o seriado, como o primeiro (e mais duradouro) assistente de Brennan, Zack, e a promotora mais “cherié” da TV, Caroline. Mas mais do que isso, mostrou o início das relações entre o núcleo dos personagens da série.

Foi nesse episódio que descobrimos como Brennan e Booth se conheceram. E é tudo divertidíssimo. Tudo que vimos a antropóloga forense evoluir em matéria de relacionamentos durante esses 5 anos é completamente anulado, quando voltamos ao primeiro caso da dupla. Tem até o primeiro “Bones!”.

O caso em questão é mais pano de fundo para conhecermos as origens e aparições dos personagens, no entanto, é um caso interessante e que cumpre sua função na trama. A ciência de Brennan e o instinto de Booth são levados ao extremo e é bem legal ver como isso foi usado ali, demonstrando a essência (eterna) dos personagens.

Bones S05E16, ou Bones 100, tem alguns dos melhores quotes de toda a série. E, acredite, grande parte deles fica a cargo da Angela, que os cumpre com extremo sucesso. Sabe tudo que os fãs esperaram durante 5 temporadas? Está tudo ali.

Amarrado de ótima forma, o roteiro é um “apanhado” dos sentimentos de Bones. De tudo que a série passou esses 5 anos. Cada personagem aparece de forma caricaturada, no entanto, fiel. Uma recompensa aos fãs que acompanharam o dia-a-dia no Jeffersonian Institute durante todo esse tempo.

Não pretendo dar mais spoilers… mas acredito que o episódio vá agradar a todos os fãs de Bones. E com méritos. Um exemplo de como a série soube reconhecer seus pontos fortes e valorizar seus fãs fieis. Aliás, sabe a evolução da Brennan quanto ao mundo sentimental a que nos referimos há pouco? Não foi tanto assim. Você que já viu, entende o porquê.

Diversão, ótimos diálogos, brigas, risadas, ciência e drama no episódio 100 de Bones. Merece nota 10.

(Vídeo promocional de Bones, Brennan e Booth, feito pela FOX para o episódio 100)

***

A cantora que aparece nesse episódio de Bones é Laura Ibizor, e a música (bem boa) é “Mmm“. Eu tinha esquecido disso, portanto, os agradecimentos dessa “errata” (por falta de palavra melhor ;P) vão pra Ruti. Quer ouvir? Clique aqui.

Links relacionados:

Bones, na FOX
Sobre o episódio 100 (entrevista casal)

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Bye Bones

Publicado (conforme prometido) por: Lê Scalia

Harry Potter e o quase

Harry Potter e o Enigma do Príncipe (Harry Potter and the Half-blood Prince)

 

Foram duas horas de fila. Bom, na verdade, quase uma hora de fila, e, já estava aberta a sala para a primeira sessão potteriana de hoje. Sentei ansiosa, esperando por um dos mais aguardados filmes do ano. Joguei joguinhos no celular, li, observei o movimento, critiquei um povo sem noção, comi pipoca e, então, chegou a hora. Arrepiei no início do filme que gerou em mim algumas sensações controversas: fui da euforia ao desapontamento. Mas vou tentar explicar um pouco aqui.

É difícil pra mim falar sobre um filme que mexe tanto comigo. De qualquer forma, vou tentar, mas já aviso que todas e quaisquer impressões que eu tenha tido são totalmente subjetivas. Afinal, minha paixão por Harry – vício que eu trago desde os 12 ou 13 anos – não me deixa ser imparcial. Aliás, posso não parecer muito entusiasmada, mas é que tudo que eu tinha gostado se perdeu quando o final chegou tão modificado.

SPOILERS (do livro e do filme: coisas diferentes, acredite)

Bom, não prestei muita atenção na técnica utilizada mas posso dizer que pude perceber alguns fatores, como os planos de câmera utilizados por Yates. Ângulos interessantes mesmo. Alguns plongeé – câmera filma o protagonista de cima para baixo – e contra-plongeé – filma o protagonista de baixo para cima (nunca achei que fosse usar esse conhecimento para alguma coisa, haha, mas não é que usei?!) e um ou outro plano próximo mais interessante.

A direção, ao meu ver, está ótima. Se não fosse a minha decepção… mas chegaremos lá. É nítida a evolução dos atores, em especial do trio. Daniel Radcliffe faz bem a sua parte e desde “A Ordem da Fênix” já mostrou que melhorou absurdamente, e sua atuação enquanto estava sob o efeito da poção da sorte, Felix Felicis, é impagável. No mais, o jovem aparece bem como Harry, que é, digamos, meio… tapado no que se refere a emoções (Hermione já dizia). Rupert Grint, está realmente muito engraçado, e merece todas os elogios vindos da crítica. Seu timing cômico é perfeito. Porém, o meu destaque fica com Emma Watson, que em minha opinião, sempre foi a mais talentosa dos três e está cada vez mais solta e com atuações melhores.

Neste filme também é relevante falar sobre a atuação de Tom Felton, que vive Malfoy e que conseguiu perfeitamente passar as sensações que Draco experimenta durante o ano. A palidez ainda mais acentuada, as olheiras, a tensão, a insegurança e a agonia que ele passa estão presentes em cada olhar que o ator oferece. Evanna Lynch parece mesmo ter nascido destinada a representar a adorável Luna Lovegood. Os estreantes no “mundo Potter”, Jessie Cave (Lilá), Freddie Stroma (McLaggen) e Jim Broadbent (Slughorn), encaixaram com uma luva. Cada um deles representou seu papel com louvor. Lilá, McLaggen e Slughorn foram nada menos que excelentes, sendo que os dois primeiros protagonizam algumas das cenas mais engraçadas do longa.

Sobre o elenco mais velho – e consagrado – não acho que seja preciso acrescentar nada. Atuações irretocáveis de Maggie Smith, Alan Rickman e mesmo Michael Gambon.

Já que falamos dos atores e seus personagens, gostaria de falar um pouco mais sobre Emma Watson – Hermione. Sempre ficou claro que a garota tinha talento, mas acredito que este episódio tenha coroado suas atuações até aqui. É a que se mostra mais capaz de passar o que quer que esteja sentindo, seja isso vergonha, insegurança, preocupação, ciúmes, ou amor. Aliás, dá muita dó de Hermione durante o longe, talvez porque no livro não seja tão evidente. Alguns momentos de vergonha alheia, mas tudo bem.

Aliando tudo isso ao fato de sua personagem ter se tornado uma das mais interessantes da história acho que pode-se explicar o porquê dela ser a minha personagem favorita. Ok… ela e o  Dumby. Tá. E o Sirius também. Mas falo sobre isso porque acho que uma das cenas mais emocionantes é a lágrima solitária que escorre de seu olho quando vê Dumbledore morto. Uma das poucas emoções que eu realmente senti nessa sequência.

Outro ponto importante é que senti falta de uma trilha sonora mais forte, mais marcante. Muito da emoção que temos no cinema vem da música, da trilha, e achei que nos momentos cruciais faltou “força” da parte sonora. Fiquei com a impressão de que os momentos mais tensos ou emocionantes não tiveram uma trilha à sua altura. Foi a minha primeira impressão, preciso ver de novo. Torçamos para que John Williams volte mesmo em “Relíquias da Morte”. Aliás, falando em som… não tocou o tema de Harry Potter no início. Achei imperdoável. Bom, exagero, claro… mas por que tirar??? É a identidade… senti falta. :/

A fotografia é o que dá o tom um tanto mais sombrio ao filme, usando cores escuras. Excelente.

Agora devo falar sobre o que condenou a minha sensação. Me sinto incompetente pra falar sobre todo o resto porque a frustração que eu tive no final acabou ocupando toda a minha mente. Começo dizendo que eu sei que livros e filmes são coisas diferentes e, no fim, é tudo adaptação. Mas algo incompreensível pra mim é a razão de mudarem certas coisas que não precisam ser mudadas. Aliás, que não devem ser mudadas. Aproveito para elogiar, porque achei esse filme extremamente fiel… até o final. Aí a coisa desandou. Eu sei que faço “tempestade em copo d’água”, mas pra mim, a morte de Dumbledore era o acontecimento mais importante da série até agora. E deveria ter sido retratado como tal. Fiquei decepcionada.

Não digo que foi completamente desprovida de emoção… não, longe disso. Mas por que não ir mais fundo nessa parte tão essencial para a saga? Por que mudar uma das cenas mais lindas até aqui??? Por que deixar o Harry descer as escadas e encontrar Snape, que o manda ficar quieto – e ele obedece! (?????) – e não simplesmente fazer como é no livro? Por que Dumbledore não enfeitiçou Harry, imobilizando-o, para que ele não pudesse reagir? É tão maravilhoso. A preocupação de Dumbledore, o sacrifício… o filme já não havia tido quase nenhuma ação, por que não caprichar?

E por que diabos excluíram a batalha de Hogwarts?! Eu já sabia que seria assim, mas não imaginei que sentiria tanta falta dessa parte. O que são 10 minutinhos a mais pra um filme de 2 horas e meia?! Tanta coisa importante acontece nessa batalha… e acabou dando a impressão que o Castelo não tinha vigias e que eles saíram pela porta da frente sem nenhum obstáculo.

A relação entre Harry e Dumbledore é tão mais profunda do que parece… É um livro tão lindo! E talvez por isso eu tenha me sentido assim, exigente. Mas a importante fase, que é a preparação para o último livro da saga – os dois últimos filmes – está feita. E com louvor, apesar de toda a minha reclamação. Foi sensacional. Mas me desapontei extremamente no final. Apesar disso, acredito que seja um dos melhores entre os 6 já produzidos. Não se deixem enganar… eu quase amei.

Quase impecável.

Mais duas chances para Yates se aperfeiçoar ainda mais, com Relíquias da Morte partes I e II.

PS: Impressões totalmente pessoais: a Hermione e o Rony são bonitinhos juntos sim, e a Gina e o Harry até que deu… mas a Luna é o máximo, e deveria ficar com o Rony, enquanto a Hermione ficava com o Harry. Utópico, hashHUSuha, mas lindo. Aliás, devo dizer também que o Rony é muito burro. E o Harry também… impressionante! Eu tinha até esquecido. E oMcLaggen é LINDO. E mala.

PS²: Acabei de ver na MTV que já arrecadou mais de 58 milhões nos EUA e no Canadá desde a estréia.

PS³: Se a JK Rowling aceita as mudanças, quem sou eu pra não aceitar?! Pensando nisso, eu percebi que meu “probleminha” com Harry Potter 6 é extremamente pessoal. Tiraram uma das minhas partes favoritas, e eu reagi assim. Acho que é compreensível. Afinal, aquela parte que você já havia lido tanto, se emocinado tanto, imaginado os detalhes tantas vezes, parte que eu esperava com ansiedade… simplesmente não aconteceu e isso fez com que “perdesse sua magia”, um pouco só. :P Coisas de fã.

 

Publicado por: Lê Scalia

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