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Óculos repensados

Óculos escuros são um dos acessórios de moda mais usados e versáteis. É fácil encontrar vários designs, dos mais casuais até os mais irreverentes: óculos com armações vintage, de gatinho, aviador, redondos, de madeira e muitos outros. Para aqueles que não vivem sem a peça, seguem algumas imagens de inspiração.

Modelos casuais reestilizados

Para exemplificar nossos modelos do dia-a-dia reaproveitados com novo design, ninguém melhor que Lady Gaga.

O modelo redondo oversized (grandão) dá um ar de outro mundo ao usuário, e é o preferido de celebridades como John Lennon e Ozzy Osbourne.

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Os óculos de gatinho (ou cat eye), que fizeram muito sucesso nos anos 1950, foram imortalizados por ícones como Marilyn Monroe e Audrey Hepburn e voltam à moda atualizados com cores vibrantes e maiores.

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Já os de lente única (não existe interrupção da lente no nariz) são mais recentes, mas ganham versão moderna com spikes, brilho ou estilo persiana, favorito de Kanye West.

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Modelos inovadores

As armações eco-chic de madeira são uma grande novidade. Os óculos são feitos de madeira de demolição ou descarte da produção de móveis.

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Actor Williams poses during a photocall at the 51st Monte Carlo television festival in Monaco

Um dos óculos mais inovadores dos últimos tempos, o Google Glass, tem um design atrapalhado e meio nerdy demais para o público geral. Pensando nisso, a designer do Google, Isabelle Olsson, criou versões mais focadas em tendências, e até um Glass que se liga a quaisquer óculos.

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Texto de: Eduardo Yamamoto

Grupo CANAL/com está à procura de estagiários de Criação | Curitiba

Um outro tipo de olimpíadas começa hoje. É a Olimpíada de Criativos, do Grupo CANAL/com, de Curitiba.

A agência está selecionando dois novos estagiários de arte para fazer parte de sua equipe de Criação. Para se candidatar à vaga, os interessados devem acompanhar o processo seletivo pelo Facebook do Grupo. Toda segunda-feira, até o dia 19 de agosto, um desafio será publicado na fanpage, e os candidatos terão um prazo de 1 semana para cumprir as tarefas.

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CANAL/com
GRUPO DE COMUNICAÇÃO E MARKETING

Há 16 anos, o Grupo CANAL/com atua nos mercados de mídia e veículos de comunicação e também na área de serviços de marketing e eventos corporativos. Hoje, é responsável por controlar todas as empresas que levam a marca CANAL e suas divisões de negócios.

CANAL/mid
MIX FM, 91ROCK E PERFIL NÁUTICO

A divisão CANAL/mid é responsável pela gestão e comercialização das mídias/veículos de comunicação do Grupo CANAL/com, como a revista Perfil Náutico e as rádios 91ROCK e MIX FM.

CANAL/mkt
PROMO, TRADE E CULTURAL

A divisão CANAL/mkt conta com os núcleos de atuação Promo, Trade e Cultural. É a área do Grupo CANAL/com responsável pela realização de serviços de marketing.

CANAL/vox
PLATAFORMAS DE ATENDIMENTO

A divisão CANAL/vox gerencia as plataformas de atendimento via URA para diversos clientes, e poderá se expandir para serviços completos e personalizados de atendimento ao cliente/consumidor, bem como apoio ao Trade em serviços de resgate de prêmios.

Star Wars e a força da tipografia

H-57 é um estúdio de design, tipografia e ilustração localizado em Milão, na Itália. E para se autopromover, a agência botou os nerds para trabalhar e o resultado foram os três anúncios abaixo. “Que a Força da tipografia esteja com você”.

Eu, que não assisti Star Wars, achei genial. Genial.

Suas séries favoritas em pôsteres modernistas

O designer austríaco Albert Exergian criou uma série de imagens modernistas inspiradas nas séries de TV (americanas). Convertendo algumas linhas e formatos simples em ilustrações bem características, o artista conseguiu capturar a essência de alguns seriados populares. Confira:

poster prison break two and a half men

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O que é e o que faz o Designer Gráfico

Explicando a profissão do Designer Gráfico. Video produzido pela Pyx Motion Design, trabalho em parceria com Bruno Malaco e Flávio Ribeiro. Narração de Sérgio Moreno. Muito legal!

O que é e o que Faz o Designer Gráfico from Matheus Moura on Vimeo.

Logos honestas: designer sueco redesenha marcas que mentem

Ou seja: eu diria que Viktor Hertz, o designer do título, tem um longo trabalho pela frente se ele resolver redesenhar todas as logos mentirosas. Mas é só uma brincadeira bem bacana. Até agora, ele redesenhou 14 logos que transmitem  para quê a marca é realmente utilizada.

Colocamos algumas aqui no blog, mas para ver tudo, acesse o Flickr do Viktor.

Coca Fashion Cola

Gianfranco Ferrè foi um estilista italiano que mandava muito bem. Um ano depois de formado em arquitetura, começou na moda, na década de 70, com design de acessórios. Poucos anos depois lançou coleções femininas, masculinas e de alta costura que fizeram mais do que sucesso. Tanto, que em 1989 – com 19 anos de carreira na moda – ele se tornou diretor estilístico de ninguém menos que Christian Dior. E daí partiu para o lançamento de sua própria etiqueta – a casa de moda italiana Gianfranco Ferrè – que continua espalhando glamour pelo mundo mesmo depois da morte de seu criador.

Aqui entre nós, gente. Se tem uma coisa que eu sempre achei muito glamourosa é a Coca-Cola light sem gás. Não vou nem comentar a saudades que eu sinto dela, depois de um dia bom, dia ruim, no meio do dia, café da manhã, whatever. Sério. Não vou nem comentar porque eu não quero que vocês sintam a minha dor, que é muito real. MUITO. Enfim. Apesar de terem tirado a minha jóia rara de mim, os italianos da Gianfranco reconheceram o seu valor. E, melhor, vestiram a minha preciosa com toda a sofisticação que ela merece.

Minhas liiiiindas.

O visu será lançado nas próximas semanas nos lugares em que as pessoas ainda tem a honra de poder beber a coquinha light de todos os dias. A edição é limitada.

#euqueeeeeeero

O designer de palavras

Por Rodrigo Rocha


Sem saber o que é design o designer já o faz,
Seja no modo de agir ou pensar,
Seja na forma como sonha ou faz amar.

E por ser fácil assim, fica fácil também complicar.
Então, pra não parecer louco,
O pensador se junta a outros
Porque juntos respiram o mesmo ar.

Sem saber da vergonha que tem de sua existência
O pensador entra na academia pra malhar a consciência
Aprende a analisar, a filosofar, a raciocinar…
É nessa hora que ele perde a vivência

Pobre pensador! Mal sabe ele que pra pensar basta existir,
Que não precisa mudar a maneira de agir.
Deixa de ser burro ô pensador!
Pra fazer design só é preciso ser gente
Não precisa de diploma de doutor.

Desliga o computador
Liga tua mente
E vai viver um grande amor!

Se você se interessou pelo assunto, leia mais sobre Design no blog Quintal Deisgn.

Minha primeira cadeira

Por Rodrigo Rocha

Minha primeira cadeira foi um colo. Ele era quente, vivo, me ninava e dava de mamar pra mim. Essa cadeira sempre sorria, me achava lindo e me enchia de carinho.

Mas quando eu comecei a ficar mais pesado, experimentei uma segunda cadeira. Ela era elaborada, armada de ferro e pano. Fazia sombra e tinha até roda. Essa cadeira me levava pra vários lugares, dava pra ver o mundo e os joelhos dos pedestres. Mas essa cadeira não era quente. Ela fazia um barulho estranho e dava uns solavancos que não eram nada agradáveis.

Mais tarde, quando aprendi a sustentar minha coluna, eu ganhei outra cadeira. Essa era diferente, principalmente fria, lisa e enorme. O que eu não entendia era o fato de as pessoas não usarem ela pra sentar, como eu. Elas andavam por cima com seus calçados vestindo os pés como se fosse proibido o contato. E eu ficava lá sentado vendo canelas passarem. Acontece que essa cadeira me ajudou a engatinhar e depois a andar. Daí, essa cadeira já não servia mais pra sentar.

Bom, daí teve uma vez que a minha mãe decidiu me apresentar outra cadeira. Essa era estranha. Ela era igual a uma outra feita de cerâmica. Ela tinha tampa e uma cor bem chamativa, nem combinava com os azulejos que tinham em volta. Minha mãe me explicou que eu tinha que sentar lá toda vez que me desse vontade de usar a fralda. Bem, era um momento muito solitário e sempre terminava fedido demais. Ainda bem que eu não tinha que ficar ali sempre.

Teve outra vez que eu ganhei um banquinho do meu tamanho, foi legal porque eu comecei a me sentir igual a todos os grandões da casa. O problema é que eu só tinha esse, e sempre que eu irritava minha mãe, ela me punha pra sentar nesse banquinho, me dava uma bronca e só me deixava sair quando ela se acalmava. Maldito banquinho! Decidi que nunca mais iria usá-lo.

Mas daí eu entrei na escola e adivinha: tinha uma sala cheia de cadeiras e mesas todas do meu tamanho. Não somente eu, como outras crianças tinham que se sentar nelas. Elas eram duras e serviam pra gente olhar pra um quadro negro e uma tia gorda que fingia ser minha mãe. Eu tinha que fazer deveres sentado nessa sala, senão eu continuaria ali na sala pra sempre.

Sabe, até que não era tão ruim! Teve uma vez que, na minha frente, sentou uma menina linda naquela cadeira, e por baixo da mesinha onde ficavam os meus livros, eu recebia e mandava bilhetinhos. Claro teve umas vezes que esses bilhetinhos vinham com respostas de questões. Eram bilhetes secretos que a tia gorda não podia sonhar em ver.

Uma vez eu levei a menina linda pra assistir um filme, sentamos lado a lado em cadeiras aconchegantes dispostas em arquibancadas, o problema era aquele braço que nos separava.

Teve a outra vez que fomos a um parque de diversões. Nossa, quantas cadeiras perigosas. Tinha uma que subia 40 metros pra depois despencar. Me lembro que minha alma só alcançou o corpo 2 segundos depois. Tinha outra cadeira que me girava e eu queria vomitar. E uma que andava desgovernada sobre trilhos, e eu queria a minha mãe. Mas apesar das contusões, desespero, e adrenalina, todas essas cadeiras eram viciantes. Comecei a querer mais.

Teve uma época que eu decidi ser independente. Descobri que aquela cadeira que ficava bem na frente do volante do carro do meu pai servia não só para nos transportar para lugares, mas também para impressionar aquela menina linda. Decidi que queria aquela cadeira pra mim. Infelizmente descobri também que para sentar naquela cadeira, eu tinha que ter 18 anos, fazer um curso, seguir muitas regras e correr o risco de ser penalizado. Cadeirinha complicada de sentar!

Tudo bem, um dia ia chegar a hora. E chegou, foi na mesma época que eu experimentei uma outra cadeira, ela ficava na frente de um computador dentro de um departamento cheio de pessoas estressadas. Nessa cadeira, assumi muitas responsabilidades, e todo mês eu era recompensado com dinheiro, que me permitiu inclusive comprar uma cadeira com volante sobre rodas, melhor que a do meu pai. Acontece que nessa cadeira do departamento, eu comecei a ser privado de algumas coisas, porque nela eu tinha que ficar horas determinadas de todo o dia útil e sem reclamar. Acho que foi a cadeira que mais sentei. Queria mesmo era sentar na cadeira do meu patrão, parece ser mais fácil de sentar.

Enquanto fico aqui nessa cadeira que me obriga a cumprir funções, fico pensando na minha mulher. Nosso bebe está pra nascer a qualquer momento, será que eu vou estar sentado aqui? Meu pai estava sentado numa dessas quando não pode ir à minha final do judô. Agora entendo ele.

Meu telefone toca, é minha mãe avisando que minha mulher está em trabalho de parto, desisto de ficar sentado, quero estar junto, largo tudo e vou. A cadeira que me leva à maternidade é aquela que me obriga a passar por um congestionamento. No hospital, meus pais e sogros me recebem e junto deles uma fileira de cadeiras em baixo de uma foto de uma enfermeira pedindo silêncio. Meu Deus será que vou ter que ficar de castigo outra vez?

Tantas cadeiras e eu nem consigo sentar. O tempo passa e sou convidado a conhecer meu filho. Nem sei dizer o que estou sentindo. Vou até o quarto, e lá encontro a minha namoradinha do colégio. Que vontade de passar um bilhetinho pra cadeira da frente! Ela está segurando uma menina linda que dorme. O momento mais sublime é esse que está na minha frente. A melhor cadeira do mundo segura minha filha. Tenho saudade dessa cadeira. Atrás de mim está minha mãe. Menor que eu e sem aquela força nos joelhos pra me por no colo. Que pena! Não importa, agora eu também quero ser cadeira. E quero dar à minha filha as melhores cadeiras de sua vida. E quando a missão estiver cumprida, espero vê-la numa cadeira maior do que aquela que sento em meu serviço.

Se você se interessou pelo assunto, leia mais sobre Design no blog Quintal Deisgn.

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