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Como seria se os sites mais famosos da internet fossem pessoas (e fizessem uma festa)

Que a internet é uma ~festa~ todo mundo sabe. Você acha de tudo, e tudo ao mesmo tempo. Até por isso, às vezes (só às vezes) fica difícil se concentrar enquanto está trabalhando. Apesar disso, são as referências que você passa o dia vendo, os textos que você lê e as pesquisas que você faz que podem te ajudar a ter aquela ideia genial (ou nem tanto).

Mas imagine o seguinte cenário: uma festa estranha com gente esquisita de verdade, com aqueles sites que você visita diariamente transformados em pessoas (e expressando a personalidade que você imaginou que teriam). Foi justamente isso que o pessoal do Cracked fez.

Eles têm na realidade uma série chamada “Internet Party”, mas a parte 3, lançada recentemente é  sen-sa-cio-nal.

Tem todo mundo.  Instagram, o hipster. Facebook, a popular que conhece a geral. Google, o geek-moderninho-prestativo. WeKnowYorMeme que pega todas – absolutamente todas – as piadas. Kickstarter, o pidão. Pinterest, que fica espalhando pins por aí, e mais.

Vale muito ver.

A melhor parte: o autocomplete do Google, sem dúvidas. (Com menção honrosa pra troca de roupa do Facebook.)

E aí, se eles fossem pessoas quem você iria querer como amigo?

Projeto Re:Brief – Google reinventa comerciais clássicos para a web

Ok, isso é algo realmente fantástico. O Google escolheu 4 dos comerciais americanos mais populares e os reinventou para a web. Para isso, os criativos do Google se reuniram com os criativos responsáveis por clássicos como Hilltop da Coca-Cola e Drive It Like You Hate It da Volvo, e, juntos, aceitaram o desafio de levar essas clássicas ideias para a Internet, uma mídia de apenas 18 anos, com a qual os criativos em questão possivelmente não trabalharam (Harvey Gaber, criativo de Hilltop, diz que só conhece a ferramenta de busca do Google, e que a utiliza quando sente dores, para pesquisar o que elas significam).

hilltop coca-cola clássico comercial

O desafio não é apenas fazer um bannerzinho replicado da campanha. Não. O desafio é aplicar essas antigas ideias para a web e toda sua interatividade. O desafio é adaptar a campanha e recriá-la na Internet. Porque, como a gente não cansa de ouvir, uma ideia boa é aquela que pode ser adaptada para todas as mídias. Não apenas replicada, mas adaptada, ou seja, que explora todas as possibilidades do meio. O desafio é esse.

Amil Gargano (criativo de Drive It Like You Hate It) é quem teve a honra de nos lembrar:

Marshall McLuhan disse que o meio é a mensagem. Eu discordo. A mensagem é a mensagem. Não importa em que meio você está, pense no conteúdo. Conteúdo é o que importa.”

O projeto conta, por enquanto, com duas execuções, a da Coca-Cola e da Volvo. Mas ainda estão por vir: We Try Harder (Avis) e I Can’t Believe I Ate The Hole Thing (Alka-Seltzer).

Abaixo, confiram os reboots e os making-ofs de cada filme. Coisa linda, gente!

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Project Re:Brief – Introdução

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Google Plus abre espaço para páginas corporativas, mas função vem com problemas

O Google Plus – aquela rede social para a qual todos queriam um convite e onde hoje rolam bolas de feno -, finalmente lançou uma opção para empresas, marcas e bandas. São as páginas, nada muito diferente das fanpages do Facebook.

E já está todo mundo correndo para criar sua página por lá, só pra ver no que vai dar, né? É que, apesar de o Google+ tender para o segundo plano, esta é, certamente, a rede social preferida do Google, o que significa que ela provavelmente vai ter uma relevância muito grande nos buscadores (leia-se buscador Google).

Muito bem. Além disso, o próprio Google já criou páginas para suas marcas, mostrando o potencial de interatividade. Vamos ver:

Mas a verdade é que o lançamento parece um tanto ‘inacabado’. As páginas não têm a opção de multi-administrador, como no Facebook; não é possível transferir uma página para outro proprietário, como no Facebook; e não é possível personalizar a URL da página, como no Facebook. Fail?

Respondendo às preocupações constantes de alguns usuários, Google+ Community Manager Toby S. disse:

Primeiro, não há nenhuma funcionalidade de multi-admin ainda, mas é uma prioridade para nossa equipe e essa função chegará muito em breve!

Segundo, nossa equipe está trabalhando em uma maneira de transferir a propriedade de página de modo que, se um proprietário da página deixa a sua empresa, a página da marca pode ser mantida. Isso também acontecerá muito em breve.

Mas sobre a personalização das URLs, eis sua declaração:

Eu não posso falar em planos de longo prazo para variação das URLs, mas no momento não é uma prioridade para a nossa equipe e gostaria de continuar sob a suposição de que elas não estarão disponíveis.

Oi? Não ter a possibilidade de personalizar a URL muda muita coisa. Pra começar, já não dá pra divulgar o link fora da internet – por que quem vai querer escrever um link assim https://plus.google.com/b/111082208927639455123 ?? (by the way, esta é a página do Biscoitos Sortidos).

Muito alarde pra pouca novidade. Mas enfim, se você quiser criar uma página no Google+, vá para https://plus.google.com/pages/create.

Agora, só me resta perguntar: Google+, mais um #fail?

Helvetica

MOOOOOORRAM pessoas que trabalham com arte/imagem/fonte e afins.

Se você é um deles ou se tem algum contato com a área, sabe como a Helvetica é a queridinha da galera enquanto a Comic Sans é a malvada. Eu tenho até uma amiga que teve que fazer um trabalho SÓ sobre a Helvetica (sério).

A Comic é a amadora, aquela que só é usada quando você quer zoar com ela. A coitadinha. Eu diria que ela sofre um bullying tipográfico.

Pois bem, o Google, engraçadinho como está, resolveu mostrar a página de busca da Helvetica com a fonte “inimiga”.

Se você procura por “Helvetica” o resultado é esse:

Quase uma heresia.

Siiim. Trocaram a moderna, elegante e “sem-serifas” Helvetica pela Comic. O mais divertido nisso é que a gente só dá valor no que tem quando a gente perde, né não?

Imagine todas as suas pesquisas no Google mostradas assim! É de deixar qualquer um louco.

Mas pro 1º de abril tá valendo. Bom, só pra hoje.

(Só por curiosidade, se você busca por Comic Sans os resultados também aparecem em Comic Sans. Mas é bem mais legal com a Helvetica, tem um choque tipográfico maior hahaha)

Publicado por: Lê Scalia

Gmail Motion

Eu sou fã declarada do Gmail. Daquelas bem chatas que sai fazendo email do Google pra todos os meus amigos. Bom, um dia, mais cedo ou mais tarde, todos iremos acabar ali. MSN tá “over” gente, nós temos o gtalk.

E embora o Google troque os pés pelas mãos de vez em quando, e queira inovar demais (leia Google Wave, o fracassinho do Google) dessa vez eles acertaram em cheio.

Desenvolveram um sistema onde você não precisa mais usar mouse e teclado, outras tecnologias ultrapassadas. Basta que você ligue sua webcam e aí você faz os gestos que deseja que o computador execute. Tais como abrir uma mensagem ou enviá-lo.

O Gmail Motion.

Não se esqueça de clicar em "Try Gmail Motion"

É mais ou menos baseado na mímica. O que é bom também, porque desenvolve outros atributos. E, claro, é sempre melhor fazer um exercício do que ficar sentado em uma cadeira o dia todo.

Quer entender melhor? O Paul McDonald te explica.

Fantástico, não?

Aliás, a palavra “fantástico” cabe muito bem aqui. Já viu como a wikipedia explica o termo? Pois veja:

O termo “fantástico” é oriundo do latim phantasticus (-a,-um), que, por sua vez, provém do grego φανταστικός (phantastikós) – ambas as palavras provenientes de “fantasia“. Refere-se ao que é criado pela imaginação, o que não existe na realidade.”

Se você tem twitter, alguém com certeza já te lembrou. Mas caso tenha esquecido, nós, do Biscoitos Sortidos, e o Google, fazemos questão de lembrar:

1º de abril :)

E o que resta é a felicidade por acreditarmos que a empresa que irá dominar o mundo tem senso de humor.

(Quer ver o site e experimentar a novidade? Clique aqui.)

Publicado por: Lê Scalia

Hoje no google

As logos comemorativas do Google já se tornaram um clássico. Eu mesmo entro todo dia imaginando de quem será o dia. Já vimos homenagens a um monte de gente importante – como Tom Jobin, mais recentemente, Paul Cezzane e por aí vai longe -, joguinho interativo de Pac Man que deu prejuízo para muita gente, Copa do Mundo, Olimpídias, Olimpíadas de Inverno, e whatever. Qualquer oportunidade é válida para o Google. E isso sim não é novidade.

Eis que eu entro hoje no buscador mais usado do mundo e vejo as janelinhas de um submarino.

google-logo-comemorativa-julio-verne-8-fevereiro

E, o mais cool de tudo, eu posso comandar o submarino e explorar um mar de aventuras. Depois de brincar um pouco, eu confesso, fui procurar de quem era o dia e descobri que hoje seria aniversário do escritor francês Júlio Verne – nascido em 8 de fevereiro de 1828. Ele também foi ensaista e escreveu algumas peças de teatro, mas é famoso mesmo por ter feito literatura com coisas que não existiam ainda, mas eventualmente passaram a existir. Assim… Ele inventou o submarino nas histórias dele, antes dos cientistas, engenheiros e quaisquer outros profissionais que poderiam estar envolvidos em uma invenção como essa. Fez o mesmo com a viagem à lua e as máquinas de voar. capa-viagem-ao-centro-da-terra-julio-verne

Eu fico pensando… Ler isso hoje é normal, porque essas coisas já existem mesmo,  já há muito tempo antes de a gente de nascer. Mas, pensa… Ler, por exemplo, Viagem ao Centro da Terra em 1864, ano em que ele foi lançado, deve ter sido uma experiência totalmente surreal. Fora que pensar em coisas que não existem já é um mérito. Agora pensar em coisas que não existem mas que poderiam existir e fariam uma grande diferença no mundo, acho que não tem palavra para dizer o quão sensacional é isso. Pois é… Gênio.

Viagem ao centro da Terra, de 1864, acho que é o livro mais famoso dele. Já ganhou até duas adaptações para o cinema. A primeira, em 1959:

E a outra em 2008. Esse é uma adaptação diferente, porque os personagens conhecem o livro, falam dele, e seguem os passos da história:

Enfim… Parabéns, Júlio Verne!

Will It Blend vai de Chrome OS

Lembra quando o Google destruiu 25 notebooks para promover o Chrome OS? Se você não lembra, é imprescindível que dê uma olhada aqui.

Aproveitando a grande deixa, o pessoal do Will It Blend? – diga-se de passagem, um dos maiores virais de todos os tempos! – resolveu por no liquidificador um Chrome OS. E ainda ressaltando o fato de que, nesse computador, você nunca perde os seus arquivos.

Post relacionado:
Chrome OS: Google lança sistema operacional baseado na computação em nuvem

Shame on you, Microsoft!

No início era o Cadê?. Se você tivesse um site naquela época, você deveria cadastrá-lo no buscador para que ele aparecesse quando alguém procurasse por um termo relativo ao seu site. E ele seria indexado em ordem alfabética.

Eis que, em 1998, surge o Google. O primeiro buscador a fazer busca por relevância. Ou seja, se você tem um site, você não precisa cadastrá-lo em nenhum lugar para que ele apareça entre os resultados de busca do Google, mas você precisa seguir algumas estratégias para subir no ranking e, com sorte, chegar até à primeira página de resultados.

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Chrome OS: Google lança sistema operacional baseado na computação em nuvem

Não é fácil explicar, nem entender, o que é a computação em nuvem. Mas todo mundo sabe o que é, na prática.

Vou tentar então, na minha linguagem leiga e escassa, falar um pouco sobre o que eu sei da computação em nuvem (cloud computing). Veja só que lamentável: eu já sei pouco, e vou tentar falar um pouco do que eu sei…

Eu acho que posso dizer que a computação em nuvem é uma rede mundial de computadores. Quero dizer, são vários computadores conectados entre si pela Internet. Computadores e servidores. Porque assim, quando você envia um e-mail a alguém, o conteúdo dessa mensagem fica armazenado “na Internet” até que o seu destinatário baixe o e-mail no Outlook. Quando a gente não usa o Outlook ou outros programas similares, nós acessamos nosso e-mail por meio do navegador (Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome, Safari…). E aí estamos trabalhando na Nuvem.

Já deu pra entender? Faça um pequeno esforço, porque eu não sei se consigo ir mais longe…

Assim, trabalhar na Nuvem significa que você não está trabalhando no disco rígido do seu computador. Tudo o que você faz fica registrado também, mas não no computador, e sim na Internet (Nuvem).

Por exemplo, você já usou o Google Docs? Quando você edita um arquivo no Google Docs, ele fica armazenado na Nuvem. Pra acessar, você acessa a Nuvem. É mais fácil se você pensar que essa Nuvem é simplesmente a Internet (mas é melhor não falar isso por aí, porque essa ideia provavelmente está errada).

Ok, agora vejam só. O Google está lançando um sistema operacional. É. Ele já tem um site de busca, uma rede social, um navegador… e agora quer ter um sistema operacional para computadores. Esse SO é o Chrome Operating System. Sim, o mesmo nome do navegador que desbancou o Mozilla Firefox.

A diferença é que  Chrome OS é baseado na tecnologia da computação em nuvem. O grande apelo é que, não importa o que aconteça com o seu computador, você nunca vai perder seus dados, porque eles estão onde? Na Nuvem! Em um computador com o Chrome OS, você trabalha o tempo todo na Nuvem, nunca no HD. O que me traz a pergunta: esse computador tem HD???

Além disso, tem aí uma coisa não explicada. Se o sistema operacional inteiro trabalha somente na Nuvem, eu preciso de uma conexão com a Internet até pra poder ligar o computador!? Sem Internet, é como se não houvesse um SO instalado? E tem mais: algo me diz que vamos precisar de uma puta conexão com a Internet pra trabalhar nesse SO. Fail?

É, eu tô mesmo com um pé atrás. Se você quiser tentar, pode se candidatar a ser um dos primeiros usuários do Chrome OS. É só se cadastrar na página http://www.google.com/chromeos

Abaixo, veja o vídeo que foi feito para apresentar esse novo produto do Google. 25 computadores foram destruídos para mostrar pra gente que tudo bem, seus arquivos continuam intactos. Na Nuvem…

Super bowl: US$ 0,02 dólares por americano

Super Bowl, a grande final do campeonato de futebol americano (NFL), sempre está recheada de grandes campanhas publicitárias. Não poderíamos esperar outra coisa, já que este é, atualmente, o evento de maior audiência nos Estados Unidos. Mais que isso, esta 44ª edição da pelada se tornou o programa de televisão mais visto da história gringa.

Para chegar na casa destes 106,5 milhões de telespectadores, nesta edição, cada anunciante pagou uma bagatela flutuante entre US$ 2,5 e US$ 2,8 milhões de dólares. Parece muito, mas divida de cabeça e perceba que pagaram a pechincha de US$ 0,02 dólares por americano. Este número fica ainda menor se considerarmos os não americanos que também assitiram o jogo, além daqueles que não assistiram, mas buscaram as propagandas na internet.  Ano passado a cabeça de gado estava mais cara: cada anunciante desembolsou US$ 3 milhões por 30 segundos na telinha e “somente” 97,5 milhões de estadosunidenses estavam ligados na NBC (US$ 0,03 dólares por americano).

Quem tem café no bule para pagar em veiculação também tem bolso quente para pagar em produção. Assim nascem spots publicitários muito bons. Assim também nascem spots não tão bem inspirados, mas que talvez muito agradem o gosto americano. Segue minha opinião não gringa sobre os 5 melhores segundos de publicidade do NFL 2010:

5. Dove For Men, “The Journey to Comfort”

4. Coca-Cola, “Sleepwalker”

3. Cars.com, “Timothy Richman”

2. Coca-Cola e Simpsons, “Hard times”

1. Google, “Parisian love”

Veja todos os spots publicitários do XLIV Super Bowl e vote nos seus favoritos aqui.

Publicado por Tiago Pizzolo

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