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E o Oscar vai para… Harry Potter!

Nós todos, fãs de Harry Potter ficamos decepcionados com a falta de consideração que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood mostrou com relação ao filme. Não vamos nem entrar num discurso fanático, mas é fato que a sequência Harry Potter conta com alguns dos melhores filmes da história do cinema. Mas só com o tempo isso será provado.

cartaz oscar harry potter

Enfim. Cada filme tem o seu valor, e nós temos carinho por todos eles, alguns em especial. E por isso, pensamos que os filmes da saga merecem sua própria premiação. 8 filmes, 4 diretores, um elenco de invejar, efeitos especiais cada vez mais realistas e emocionantes, trilhas sonoras impactantes e certeiras. Cada filme tem o seu destaque.

Por isso, resolvemos criar o Oscar Harry Potter, uma premiação exclusiva para os filmes da franquia. Uma maneira divertida de fãs fazerem sua própria homenagem à grande criação de J.K. Rowling.

A Luiza e a Letícia, aqui do Biscoitos Sortidos, fizeram uma seleção prévia dos “indicados”. Agora, é a sua vez de votar. Precisamos da sua ajuda para escolher os vencedores, então clica nesse link aqui e vote. Divulgaremos aqui mesmo o resultado da votação popular!

oscar harry potter

Resenha: Os Magos (Lev Grossman) – Um novo Harry Potter?

Os Magos está para Harry Potter como uma dose de uísque puro malte está para uma xícara de chá. Com sólidas raízes tanto na tradição da literatura fantástica como na ficção mainstream, o romance reverencia O Mágico de Oz e As Crônicas de Nárnia, bem como o próprio Harry – mas não se engane, este não é um livro para crianças. O trabalho de Grossman tem uma sensibilidade perfeitamente adulta; sua narrativa é sombria, perigosa e cheia de surpresas. Você nunca viu nada igual em Hogwarts.” (George R. R. Martin, autor de A Guerra dos Tronos).

Esta e outras críticas não menos bajuladoras estampam a quarta capa de Os Magos, do americano Lev Grossman. Eu, como uma fã nostálgica de Harry Potter que procura livros com a mesma originalidade e grandeza de J. K. Rowling, não pude ignorar este estranho livro, escrito em 2009, mas que chegou ao Brasil apenas em 2011. Não que eu esperasse um novo Potter, jamais. Mas sabe aquela pontinha de depressão que tivemos quando acabamos de ler “e tudo estava bem”, na última página de As Relíquias da Morte? Bem, eu esperava que, ao menos durante a nova leitura, eu pudesse ser levada a um mundo mágico novamente. Só que não.

Não quero ser uma pessoa chata e condenar Lev Grossman e seu quase romance com a régua dura e elitista dos críticos literários. Só quero expressar a minha opinião de uma leitora realmente decepcionada. Ainda que com uma pretensão de sarcasmo.

Pois bem. Os Magos conta a história (pensando bem, que história?) de Quentin e seus amigos bruxos, que Grossman chama apenas de magos, porque, veja bem, bruxo é coisa de ficção. O livro é dividido em 4 partes. A primeira delas dura 255 das 455 páginas, e tudo o que acontece é que Quentin vai para uma faculdade de magia, faz alguns amigos estranhos e se forma. Ponto. Nenhuma aventura, nada a ser descoberto ou enfrentado, a não ser a chatice constante dos personagens e do narrador.

Na parte dois, Quentin e seus coleguinhas vão morar em Manhattan e viver a vida completamente. Porque eles são bruxos magos e não precisam trabalhar, é só soltar um feitiço (sem varinhas, assim é mais realista!) e eles podem ter tudo: dinheiro, bebidas e sexo. Fim da parte dois.

Parte três. Os jovens magos descobrem a existência de um outro mundo. Este mundo é de uma série de livros que todos eles leram quando crianças. É como se Hogwarts realmente existisse (existisse?) e nós descobríssemos uma maneira de entrar lá. Este mundo, que se chama Narnia Fillory, é governado por um monstro e apenas novos reis e rainhas podem detê-lo. A coroa tem lugar para dois reis e duas rainhas, que, segundos as leis, só podem pertencer a humanos vindos da Terra. Agora sim, Grossman dá um pouco de aventura e propósito a seus personagens. Mas a essa altura da história (páginas 318-413), eu só queria terminar logo a leitura.

Não vou comentar a parte final do livro para não ser acusada de spoiler (não que a história tenha muitos…), mas vale dizer que as últimas páginas servem apenas para criar um gancho à continuação em The Magician King (ainda sem tradução).

Pois bem. Os Magos é um livro que começa na página 318, bem pra lá da metade. Grossman teve a clara intenção de criar uma história adulta e realista, com personagens adolescentes que ficam bêbados e chapados. Mas aí, ele os manda para um mundo mágico, com centauros, animais e árvores falantes… um mundo que é, não apenas uma referência, mas uma releitura rasa de Nárnia. Acabam-se toda a maturidade e a possibilidade de verossimilhança da história. Mas por outro lado, é esse o argumento principal de Grossman, o mundo mágico e paralelo de Fillory, para onde os mesmos personagens provavelmente voltam no livro sequência. Nárnia, sem tirar nem pôr.

Mas pode ser que toda essa minha antipatia pela história, os personagens e até o narrador de Os Magos tenha a tradução brasileira como culpado. A tradução (espero eu) não soube conciliar o estilo descolado dos personagens e a tradicionalidade da escrita. Depois de descrever um certo acontecimento da história, como é que um narrador diz “Havia sido animal”? Havia sido? =|

E eu não vou nem entrar nos méritos de criatividade, porque não há nenhum. E não me venham com comparações a Rowling, porque o que ela fez, dar sentido a exatamente tudo em uma história de fantasia, é comparável somente ao que outros mestres do gênero, como C. S. Lewis e J. R. R. Tolkien, fizeram. Ponto final.

os magos lev grossman

PS: Você pode ler uma opinião bem diferente da minha aqui.

Pra Terminar o Dia – Harry Potter em 99 segundos

Quanto tempo você demorou para ler os 7 Potters? Ao todo, são aproximadamente 3484 páginas (264 HP1, 288 HP2, 348 HP3, 584 HP4, 704 HP5, 512 HP6 e 784 HP7) ou 1179 minutos (152 HP1, 161 HP2, 141 HP3, 157 HP4, 138 HP5, 153 HP6, 146 HP7.1 e 130 HP7.2), ou seja, quase 20 horas.

Enfim, um tempo razoável né?

Pois bem, esse rapaz, Jon Cozart, resumiu tudo em 99 segundos. Com direito a uma musiquinha divertida, que mescla alguns temas dos filmes.

O vídeo está, cheio de spoilers, claro.

Muito legal! :)

A história de uma geração

Quando hoje, na última premiere mundial de Potter, o repórter perguntou se JK Rowling tinha uma mensagem para os fãs, os milhões de fãs espalhados pelo mundo, ela disse apenas: “Thank you”.

Leia o resto deste post

Harry Potter e as Relíquias da Morte, pt. 1

Harry Potter e as Relíquias da Morte, pt. 1 (Harry Potter and the Deathly Hallows)

(Este post contém SPOILERS)

Sempre que eu vejo um novo Harry Potter, eu fico intrigada de quão fantástico tudo fica. Aí vejo pessoas que são fãs dos filmes, mas que nunca leram os livros. E fico decepcionada. Não porque uma pessoa só tem o direito de ser fã caso tenha lido o livro. Não mesmo.

Mas porque os filmes são legais, eles materializam tudo que imaginamos ao ler, mas como quase toda obra literária que é adaptada para o Cinema, Harry Potter em páginas é infinitamente melhor. Pra quem pôde ler os livros tem muito mais por trás de cada cena. Significa muito mais.

Um jeito de exemplificar isso? Os 7 Potters. Esse é um dos meus capítulos favoritos em “Relíquias da Morte”. No cinema, a cena de fato é bem legal. Gravada de um jeito diferente, ainda conta com a vantagem de ser uma imagem muito interessante de ser filmada. 7 Radcliffes. Mas o tom acaba se tornando um pouco mais divertido, mais leve, talvez – pelo menos até a batalha com os Comensais começar.

No livro, o momento em que Harry se dá conta de que todos ali, seus melhores amigos, estão dispostos a morrer por ele, é algo muito emocionante. O momento em que você, que está lendo, que conhece aqueles personagens há tanto tempo, percebe o quanto as coisas mudaram, o quanto cada um está disposto a se sacrificar só para que o Harry fique segura a fim de cumprir uma profecia, é… genial.

Assim como o fim de “Enigma do Príncipe”, quando Dumbledore morre enquanto Harry assiste. Essa é uma das minhas cenas favoritas em todos os livros. Um pouquinho diferente do que foi filmado, Dumbledore prende Harry, deixando sem voz e sem ação para que ele não pudesse reagir. Sabendo exatamente que o garoto assistiria sua morte sem poder fazer nada, só para protegê-lo. E, sério, isso é sublime. É um dos momentos mais doces e fantásticos de Harry Potter.

Então, quando eu vejo os filmes e adoro cada segundo, eu me lembro dos livros. De cada detalhe, de cada comentário. Assim, é difícil acrescentar nos filmes algo que seja bem recebido pelos fãs (fiéis, chatos ou mais liberais) dos livros. Por isso, dou méritos para David Yates em uma das cenas que eu achei muito bem cabível no universo Potter. A “dancinha” entre Harry e Hermione.

Começa meio desajeitada, Daniel Radcliffe mostra que realmente dançar não é seu forte – ele costuma dizer isso nas entrevistas – e,  de repente, aquilo que começou meio sem jeito se torna extremamente doce. A música cabe muito bem, e é uma surpresa muito bem-vinda. Principalmente em meio ao clima de tensão que toma conta dos personagens, da narrativa e também dos espectadores.

A fotografia é sensacional, não preciso repetir. E acredito que David Yates leva grande parte do mérito pela atuação do trio, que segura o filme. Por nunca ter feito ‘nada’, o diretor inglês é muito criticado. Mas gosto do tom de realidade que ele passa para os filmes, resquícios de seu passado de documentários.

Além disso, Emma, Daniel e Rupert sempre indicaram-no como excelente de se trabalhar, e acho que isso foi importante para tirar o melhor deles. Confiança no seu trabalho gera melhores resultados e, nesse caso, bom para nós, que fomos brindados com ótimas atuações dos 3. Fica difícil escolher qual deles está melhor… eu tenho uma queda pela Emma Watson, sempre achei ela boa. Mas ver o Rupert Grint equilibrar o humor e o drama, olhos estreitos de ciúmes, também foi sensacional. E, bom, o Daniel foi o Harry. Sem mais.

Aliás, acho válido dizer. Emma Watson, Rupert Grint e Daniel Radcliffe foram exatamente Hermione Granger, Ron Weasley e Harry Potter. Sem retoques.

Quanto ao elenco de apoio, acho que não preciso comentar. É basicamente um balaio dos melhores atores ingleses da atualidade (embora ainda me entristeça o fato de Colin Firth ter sido deixado de fora). Alan Rickman (Snape), Peter Mullan (Yaxley), Ralph Fiennes (Voldie), Rhys Ifans (X. Lovegood), Jason Isaacs (Malfoy pai), Helena Bonham-Carter (Bellatrix) e companhia são um deleite.

O filme é mesmo “incompleto”. Mas isso é meio óbvio. Afinal, é uma história que está intimamente ligada à anterior (HP 6) e que não termina. Ainda assim, é impressionante. Cada detalhe na superprodução que é Harry Potter, continua a me impressionar. E a animação para explicar a origem das Relíquias da Morte? Fantástica.

Merece destaque: a sequência do Ministério. David O’Hara (Harry/Albert Runcorn), Sophie Thompson (Hermione/Mafalda Hopkirk) [irmã da Emma Thompson] e Steffan Rhodri (Ron/Roger Cattermole) estão muito bem. É muito divertido vê-los com os trejeitos e expressões do trio. Outro que se tornou o xodó do filme foi Dobby. Nos filmes, o elfo só havia aparecido em “A Câmara Secreta”, mas foi muito bem resgatado. E com a simpatia que desenvolveu na sequência de livros.

O começo do filme também foi magistralmente bem montado. O sacrifício de cada um, em especial quando Hermione apaga a memória de seus pais, já dá uma prévia de que eles cresceram. De que foram obrigados a crescer. Só poderia ter mostrado um pouquinho mais a despedida do Harry e dos tios, em especial o “perdão” entre Harry e o primo.

Outro momento impactante foi a Mansão Malfoy. Confesso que, pra mim, essa cena é muito mais forte no livro. É uma situação que você para e diz: “E agora?”. E achei a tortura da Hermione um pouquinho leve, mas méritos para o silêncio cortado pelo “nhec nhec” do Dobby desatarrachando o lustre. Muito bom. Mas, até por isso, acho menos sombrio e tenso do que de fato é.

Por fim, Harry Potter nunca foi tão nazista. A propaganda contra os trouxas, a elevação do puro-sangue, a perseguição, o medo, o uniforme dos guardas do Ministério (com a faixa vermelha), é tudo muito #nazismofeelings. Nunca, nas telas, essa relação foi tão clara. Até as listas dos “duvidosos” e a necessidade de provar a ascendência. Para que ficasse mais claro, só se Voldemort tivesse um bigodinho (e um nariz).

O “bruxinho” cresceu.  A censura foi bem colocada, afinal, até mesmo a cena de início, quando a professora trouxa de Hogwarts é morta, já é pesada. E o “pega fantasma” entre Harry e Hermione não é nada sutil. Pessoalmente, acho que esse filme é o que mais atingiu a maturidade do livro. E esse, talvez, seja o maior elogio que eu posso fazer ao filme.

To be continued...

***

Não pretendi fazer aqui uma crítica de Harry Potter somente como filme. Porque isso você pode ler em muitos outros lugares, e muito melhor do que eu faria. Por isso, a crítica aqui foi mais uma reflexão do que eu senti assistindo ao filme.

Publicado por: Lê Scalia

Tem 35 mil sobrando?

O que você faria com 35 mil reais?

Compraria um carro? Um terreno? Ações? Bancaria uma viagem pra família? Ou, quem sabe, gastaria numa capa?

Que tal uma capa de invisibilidade modelo potteriano? Pois é, é isso que um engraçadinho – gênio – decidiu vender no Mercado Livre. E olha que ele criou um usuário só pra isso, hahaha.

A capa é usada e está disponível em duas cores. O usuário é do Acre, a escola de magia brasileira deve ficar escondida por ali, haha.

"A" Capa

Semi nova, com apenas 328 anos de uso.

Então você para e pensa… como alguém tem tempo pra pensar nisso? Como alguém tem tempo de ir lá e criar uma conta pra fazer isso? Como uma pessoa arruma tempo pra tirar fotos de uma capa invisível? Não sei. Só sei que eu a-doro pessoas assim, hahaha. E ainda bem que elas existem.

Lembrei do Chapolin, quando o alfaiate faz a roupa que “só os inteligentes conseguem ver”. Acredito que seja o mesmo caso aqui, hahaha. Acho que usaram o mesmo alfaiate.

O alfaiate e a roupa invisível.

A prima famosa.

Um cliente usando. (Harry Potter e a Pedra Filosofal, 2001. Produto bom e dura muito)

 

 

 

 

 

 

 

 

Pois é.

Este post não tem nenhum objetivo a não ser aplaudir a genialidade desse ser, à toa, que me rendeu boas risadas hoje. Abaixo, as fotos da capa – caso alguém se interesse. Ah, o frete é grátis, hein!

(E convenhamos… 35 mil nem tá caro! Você sabe que essa é a Relíquia da Morte mais valiosa das 3)

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Links relacionados:

“Capa de Invisibilidade – Exclusivo – A mesma do Harrypotter” – Mercado Livre

PS: Esse blog esteve em recesso esses dias porque 66,66% de seus integrantes estava se descabelando para entregar o TCC. No momento em que este post for ao ar, esperamos que já tenhamos – todos – protocolado o trabalho e dado início a uma nova vida.

Publicado por: Lê Scalia

Percy Jackson e o ladrão de ideias

A história começa com uma perseguição misteriosa. Sem saber porque está sendo perseguido, o protagonista se aventura em lugares jamais conhecidos, passando por grandes sufocos para chegar a um lugar onde, finalmente, pode ter o descanso e as explicações necessárias. Em seguida, recebe uma missão de estrar na própria morada do inimigo para salvar o mundo ameaçado. Não, não é Senhor dos Anéis, é Percy Jackson e o Ladrão de Raios, livro que inspirou o filme homônimo.

E não foi só em Tolkien que o autor, Rick,  foi buscar inspiração. É simplesmente impossível ler o livro e não ter a sensação inusitada de estar revirando as páginas de Harry Potter. Reparem só: ambos os protagonistas começam suas aventuras com 11 anos, descobrindo um mundo inteiramente novo coexistindo com nossa realidade, sem que os humanos “normais” pudessem imaginar. Como em Hogwarts, Percy procura frequenta uma escola especial, cujos alunos são divididos em … Casas (surpresa!), que mesmo existindo 11, só 4 se destacam. Para aumentar as semelhanças dois personagens dividem a cena com o protagonista principal: um menino trapalhão (Rony??) e uma menina sabe-tudo (Hermione??). Bom, quem nunca roubou uma idéia que atire o primeiro volume de Crepúsculo. Por falar em Crepúsculo, parece que depois dessa febre é impossível achar algum livro novo na livraria que não fale de vampiros…

Talvez o mais incrível de uma obra de fantasia seja realmente isso: mesmo utilizando fórmulas batidas e copiando idéias já maestralmente utilizadas, Percy Jackson e o Ladrão de Raios ainda consegue nos surpreender, entreter e divertir por horas, prendendo-nos na leitura do começo ao fim, e deixando uma sensação inquietante de deja-vu.

Fica o trailer do filme que estreia no Brasil no próximo dia 15/02.

Publicado por: Rodrigo Scalia

Colaborador especial.

Natal em Hogwarts

Se você teve o privilégio de ler algum Harry Potter sabe como os Natais de Hogwarts eram os mais legais. E, em uma ação promocional, os trouxas puderam ter um pouquinho mais de diversão natalina. Os rostos do trio que protagoniza a saga: Harry, Hermione e Rony, foram retratados com enfeites de natal e comida.

Por que comida? Porque é exatamente o que a artista, a renomada britânica Prudence Emma Staite, faz: cria com comida. Inclusive, a abertura de seu site diz justamente isso: Prudence Staite e sua equipe no “Comida é arte” cria qualquer coisa que você possa imaginar em qualquer tipo de comida, desde chocolate até molhos.

(E pelo visto ela gosta bastante de brincar com chocolate, haha. Mas eu jogasse xadrez num tabuleiro de chocolate, ninguém sairia perdendo e as peças seriam literalmente comidas, haha).

Coliseu pizzado

Com ela tudo acaba em pizza, até o Coliseu. (Sim, a piadinha infame se deve ao fato de o Coliseu ser feito com massa de pizza)

A criação das obras foi encomendada pela Virgin Media Movies, para seu serviço “on demand”, assim que “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” ficou disponível para ser visto em casa. A divulgação acabou funcionando para o lançamento em DVD e Blu-Ray também, já que todos aconteceram no mesmo dia.

A imagem dos personagens é baseada no sexto filme da série.

Harry Potter

Harry Potter

Hermione Granger

Hermione Granger

Rony Weasley

Rony Weasley

Achei o do Harry o mais parecido. O mais bem feito, na verdade (acho que é porque não tem comida!). As laranjas no Rony me perturbaram um pouco hahaha, e a Hermione tá meio descabelada.

Fontes: ScarPotter e TV Gossip.

Publicado por: Lê Scalia

Faça as contas: 8 razões pelas quais Harry Potter é melhor do que Crepúsculo

Este texto é uma tradução de um post do blog Cinema Blend. Veja o post original aqui. Eu recomendo ler o post original, em inglês. É muito mais engraçado. E também, eu não sou nenhuma tradutora. E pequenas coisas ficaram para trás.

*Dweebs são algum tipo de nerd.

Aí vai.

Permitam-me começar dizendo que eu não me importei com o primeiro filme de Crepúsculo. Não foi arte, não teve muito a dizer, mas foi divertido em aumentar a temperatura das meninas, e eu achei que isso foi muito divertido. Meninas na mesma fileira que eu citaram falas que sabiam que iam ser recitadas na tela, elas davam risadinhas quando viam Edward, suspiraram na terrível fala “E então o leão se apaixonou pelo cordeiro”. Porém, de alguma forma, eu saí bastante entretido.

Mas então começaram as comparações com Harry Potter. A Mídia declarou em todos os lugares que Crepúsculo era o novo Harry Potter. Eu me perguntei, boquiaberto, como alguém poderia acreditar numa coisa dessas. Potter? Sério? O que eu vi na tela foi novela-lixo para a nação adolescente. Não chegou nem perto do apelo universal que tem a série Harry Potter. Mas agora estou aqui, explicando como uma alegação absurda é menos uma afirmação discutível e mais uma piada, uma piada sem graça, como Will Ferrell tentando patinar no gelo.

Então, por que Potter é melhor do que Crepúsculo? Bem, para começar, não é Crepúsculo. Quanto ao resto, sente-se. Vamos fazer os cálculos.

Christian Undertones > Christian Overtones

É mais do que sabido que a Stephanie Meyer vem de uma origem Mórmon. O mesmo vale para J.K. Rowling e suas origens cristãs. Ambas as escritores exibem suas crenças religiosas com destaque em suas obras, mas de maneiras muito diferentes. Agora vejamos. Eu estou cansado de escritores mostrando suas crenças pessoais em suas obras, mas é como eles fazem isso que importa. A série Harry Potter é repleta de temas cristãos e de alusão. Alguns acreditam que Harry Potter é uma figura de Jesus, perdido na juventude somente para retornar anos depois para lutar contra uma força do mal. Após o seu regresso, ele inicia um movimento e ganha seguidores. E seu futuro? Bem, você terá que ler os livros para descobrir isso, ou esperar até 2011. Mas no final do dia, ele não tem que representar isso. A história funciona independentemente do tema. A série Crepúsculo, por outro lado, trabalha quase exclusivamente como uma campanha para a abstinência e da maldade dos hormônios masculinos. A história trata a sexualidade como uma doença, como um vampiro. Um rapaz que é problema, porque não consegue segurar seu instinto perto de uma garota. Uma garota que não pode evitar ser atraída por esse rapaz. E mais tarde na série? Bem, mais uma vez, você só tem que esperar e ver.

Dweebs > Emos

Os fãs de Harry Potter e de Crepúsculo geralmente vêm de dois mundos muito diferentes. Potter é para dweebs. Crepúsculo é para Emos. Sim, pode-se argumentar que ambas as séries têm diversas categorias de fã que vão entre essa gama de crianças até vovós, mas isso não é divertido. Generalizar é divertido. Emos são “dark”. Eles falam em poesia ruim e prosa excessivamente descritiva. Eles são torturados pelo fato de que seus amores os deixaram de lado, sangrando e sozinhos, morrendo por mais, suspirando para conseguir um pequeno fôlego. Dweebs nunca tiveram amores, pra começar. Eles vão para os cantos mais escuros da escola, para brincar com jogos de bruxos e Dungeons e Dragons. Eles vão para aquela loja estranha no shopping que vende espadas e coisas do Senhor dos Anéis. Eles não só olham em volta, admirados pela existência de tal loja, mas realmente compram coisas. Então acho que ambos os grupos são bastante falhos. Mas pelo menos dweebs geralmente são inteligentes, certo?

Hogwarts > Forks

Não há nenhuma parte de mim que não acredite que Hogwarts exista. Como poderia não existir? Não há nenhuma maneira de Rowling ter inventado tudo aquilo sozinha. Quer seja através dos livros ou através dos filmes, o mundo de Rowling envolve você, te transporta para um universo completamente diferente. Ela criou idiomas, espécies, e uma infinidade de feitiços. Tem tanto detalhe na criação deste mundo que é difícil não se perder nele. Em contrapartida, o mundo que Meyer criou em Forks, no estado de Washington, é exatamente como a verdadeira cidade: meio chata e amena com falta de diversidade. A história de fundo de vampiros é desleixada e meio extravagante, e o pouquinho de história que vemos sobre os lobisomens em Crepúsculo é cansativa e sem imaginação. E isso é tudo. Crepúsculo é claramente menos preocupada em dar-nos um mundo em que possamos viver do que em enfiar uma história de amor entediante pelas nossas goelas.

Fairy Tales > Teen Tales

Uma das ferramentas mais importantes nas artes da literatura e cinema é a alusão. Escritores e roteiristas usam-na o tempo todo. É menos cópia e mais um reconhecimento do que veio antes, o que influenciou as palavras com que você escreve, saber de onde você veio. Você poderia pensar que uma obra como Crepúsculo faz alusões a livros ou filmes prévios que tratam de vampiros e lobisomens, mas Meyer não parece ter lido nenhuma delas, já que suas versões desses monstros raramente estão no mesmo patamar do que veio antes. Ao invés disso, eles são versões castradas desses personagens clássicos. Edward não tem dentes de vampiro, brilha no sol em vez de queimar. Ah e ele não bebe sangue humano. Ele já superou isso. Duh. Harry Potter não só faz o melhor para retribuir às histórias de fantasia que vieram antes, como também contribui para a coletânea com novos personagens e mais detalhes sobre suas origens. Eles são elfos, gigantes e centauros, tudo o que já é familiar, mas ao mesmo tempo, novinho em folha. Há algo agradável em um escritor aludindo às grandes obras. É melhor do que a alusão a 90210.

Speaking to Kids > Talking Down to Kids

Uma das coisas mais difíceis de se fazer é lidar com crianças. Educadores lutam com essa dificuldade constantemente. Se você tenta falar com crianças como se você fosse uma delas, você pode parecer condescendente, ou pior, estúpido. Isto é exatamente o que faz Crepúsculo. Parece aquele professor que você tinha na escola que falava coisas como “cara” e “tubular” e “você curte?” Este é o hi-hop do vovô. Harry Potter nunca subestima ou poupa sua audiência, muitas vezes colocando sentimentos comuns da juventude, como perda, constrangimento sobre sexualidade, e amizade na vanguarda dos seus temas. Enquanto Potter está lutando contra Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado, ele também está lidando com relações complicadas, sofrendo devido ao ciúme e a mentira. Ainda que Potter lide com coisas que um garoto da sua idade nunca deveria lidar e provavelmente nunca lidaria, ele nunca se sente mais velho do que é. Por outro lado, os personagens de Crepúsculo estão presos em caricaturas, meros arquétipos sem nenhuma voz real ou singular.

Cedric Diggory > Edward Cullen

Quando Crepúsculo começou a ganhar uma imensa base de fãs, foi instantaneamente intitulado como o novo Harry Potter. Então, o elenco do primeiro filme foi anunciado, e surpreendentemente, o mesmo cara que desempenhou um papel bastante proeminente de um personagem em Harry Potter e o Cálice de Fogo foi nomeado para fazer o papel principal de Crepúsculo. O nome do ator, como vocês sabem, é Robert Pattinson. Em Harry Potter, ele interpreta Cedric Diggory, um carismático e honesto veterano em Hogwarts. Pattinson interpretou esse garoto exatamente como deveria ter feito, usando de sua bela aparência com limite o suficiente para fazer do personagem um personagem crível e simpático. A atuação de Pattinson em Crepúsculo é outra história completamente diferente. O cara parece estar constipado na maior parte do filme, e a sua natureza fria está mais para artificial do que real. Quem sabe? Talvez algo tenha se perdido no sotaque americano, ou talvez ele não estivesse apto para um papel de protagonista. Tudo o que eu sei é que ele interpretou um cara morto muito melhor em Harry Potter do que em Crepúsculo.

Best Buy Effects > Wal Mart Effects

Se eu pudesse, eu incluiria apenas duas palavras a esse título: caras brilhantes. Não há sequer um exemplo mais patético dos efeitos especiais de Crepúsculo do que as caras brilhantes da família Cullen. Mas falar assim esconderia os outros efeitos especiais horríveis que eles fazem. Há, claro, o efeito “velocidade da luz” quando qualquer um dos personagens vampiros voa. E pior ainda, a cena da árvore, em que Bella viaja nas costas de Edward enquanto ele voa até uma árvore em seu quintal. Sou o primeiro a admitir que a computação gráfica nos dois primeiros filmes de Harry Potter foram cômicos, mas os filmes têm evoluído muito bem. Veja Harry Potter e o Cálice de Fogo para algumas sequências incríveis durante o Torneio Tri-Bruxo, ou a batalha final de Harry Potter e a Ordem da Fênix, entre Dumbledore e Voldemort. Os filmes tomaram posse da fonte de natureza épica (os livros), enquanto Crepúsculo aparece de forma flácida, dependendo de efeitos especiais tirados da caixinha de descontos de uma loja de 1,99.

Hermione > Bella

Vamos admitir. Claro, Kristen Stewart tem seus dias, mas Emma Watson tem mais. Nós a vimos crescer de uma bruxinha esnobe e com cabelo frisado a uma bruxa de olhos bem abertos, e sim, ela ainda é um pouco mandona, mas essa não é a melhor parte? Ninguém gosta de uma garota patética que se atira para cima dos caras. Todo mundo quer um desafio. Esse é o mundo em que vivemos. Nós queremos o que não podemos ter, e Hermione está disposta a não nos deixar tê-la. Ela está disposta a jogar seus joguinhos de bruxa. O pobre Rony Weasley fica se perguntando “ela tem problema?” enquanto o pobre Edward Cullen está preso em um relacionamento do qual eu tenho certeza que ele se arrepende.

Ou seja: Harry Potter é bem escrito e Crepúsculo não. Isso com relação á história, porque o filme eu nem comento mais de tão mal feito. Só pra constar: eu leio e gosto de Crepúsculo. Mas é outra qualidade de diversão.

20.07.2009

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Harry Potter e o quase

Harry Potter e o Enigma do Príncipe (Harry Potter and the Half-blood Prince)

 

Foram duas horas de fila. Bom, na verdade, quase uma hora de fila, e, já estava aberta a sala para a primeira sessão potteriana de hoje. Sentei ansiosa, esperando por um dos mais aguardados filmes do ano. Joguei joguinhos no celular, li, observei o movimento, critiquei um povo sem noção, comi pipoca e, então, chegou a hora. Arrepiei no início do filme que gerou em mim algumas sensações controversas: fui da euforia ao desapontamento. Mas vou tentar explicar um pouco aqui.

É difícil pra mim falar sobre um filme que mexe tanto comigo. De qualquer forma, vou tentar, mas já aviso que todas e quaisquer impressões que eu tenha tido são totalmente subjetivas. Afinal, minha paixão por Harry – vício que eu trago desde os 12 ou 13 anos – não me deixa ser imparcial. Aliás, posso não parecer muito entusiasmada, mas é que tudo que eu tinha gostado se perdeu quando o final chegou tão modificado.

SPOILERS (do livro e do filme: coisas diferentes, acredite)

Bom, não prestei muita atenção na técnica utilizada mas posso dizer que pude perceber alguns fatores, como os planos de câmera utilizados por Yates. Ângulos interessantes mesmo. Alguns plongeé – câmera filma o protagonista de cima para baixo – e contra-plongeé – filma o protagonista de baixo para cima (nunca achei que fosse usar esse conhecimento para alguma coisa, haha, mas não é que usei?!) e um ou outro plano próximo mais interessante.

A direção, ao meu ver, está ótima. Se não fosse a minha decepção… mas chegaremos lá. É nítida a evolução dos atores, em especial do trio. Daniel Radcliffe faz bem a sua parte e desde “A Ordem da Fênix” já mostrou que melhorou absurdamente, e sua atuação enquanto estava sob o efeito da poção da sorte, Felix Felicis, é impagável. No mais, o jovem aparece bem como Harry, que é, digamos, meio… tapado no que se refere a emoções (Hermione já dizia). Rupert Grint, está realmente muito engraçado, e merece todas os elogios vindos da crítica. Seu timing cômico é perfeito. Porém, o meu destaque fica com Emma Watson, que em minha opinião, sempre foi a mais talentosa dos três e está cada vez mais solta e com atuações melhores.

Neste filme também é relevante falar sobre a atuação de Tom Felton, que vive Malfoy e que conseguiu perfeitamente passar as sensações que Draco experimenta durante o ano. A palidez ainda mais acentuada, as olheiras, a tensão, a insegurança e a agonia que ele passa estão presentes em cada olhar que o ator oferece. Evanna Lynch parece mesmo ter nascido destinada a representar a adorável Luna Lovegood. Os estreantes no “mundo Potter”, Jessie Cave (Lilá), Freddie Stroma (McLaggen) e Jim Broadbent (Slughorn), encaixaram com uma luva. Cada um deles representou seu papel com louvor. Lilá, McLaggen e Slughorn foram nada menos que excelentes, sendo que os dois primeiros protagonizam algumas das cenas mais engraçadas do longa.

Sobre o elenco mais velho – e consagrado – não acho que seja preciso acrescentar nada. Atuações irretocáveis de Maggie Smith, Alan Rickman e mesmo Michael Gambon.

Já que falamos dos atores e seus personagens, gostaria de falar um pouco mais sobre Emma Watson – Hermione. Sempre ficou claro que a garota tinha talento, mas acredito que este episódio tenha coroado suas atuações até aqui. É a que se mostra mais capaz de passar o que quer que esteja sentindo, seja isso vergonha, insegurança, preocupação, ciúmes, ou amor. Aliás, dá muita dó de Hermione durante o longe, talvez porque no livro não seja tão evidente. Alguns momentos de vergonha alheia, mas tudo bem.

Aliando tudo isso ao fato de sua personagem ter se tornado uma das mais interessantes da história acho que pode-se explicar o porquê dela ser a minha personagem favorita. Ok… ela e o  Dumby. Tá. E o Sirius também. Mas falo sobre isso porque acho que uma das cenas mais emocionantes é a lágrima solitária que escorre de seu olho quando vê Dumbledore morto. Uma das poucas emoções que eu realmente senti nessa sequência.

Outro ponto importante é que senti falta de uma trilha sonora mais forte, mais marcante. Muito da emoção que temos no cinema vem da música, da trilha, e achei que nos momentos cruciais faltou “força” da parte sonora. Fiquei com a impressão de que os momentos mais tensos ou emocionantes não tiveram uma trilha à sua altura. Foi a minha primeira impressão, preciso ver de novo. Torçamos para que John Williams volte mesmo em “Relíquias da Morte”. Aliás, falando em som… não tocou o tema de Harry Potter no início. Achei imperdoável. Bom, exagero, claro… mas por que tirar??? É a identidade… senti falta. :/

A fotografia é o que dá o tom um tanto mais sombrio ao filme, usando cores escuras. Excelente.

Agora devo falar sobre o que condenou a minha sensação. Me sinto incompetente pra falar sobre todo o resto porque a frustração que eu tive no final acabou ocupando toda a minha mente. Começo dizendo que eu sei que livros e filmes são coisas diferentes e, no fim, é tudo adaptação. Mas algo incompreensível pra mim é a razão de mudarem certas coisas que não precisam ser mudadas. Aliás, que não devem ser mudadas. Aproveito para elogiar, porque achei esse filme extremamente fiel… até o final. Aí a coisa desandou. Eu sei que faço “tempestade em copo d’água”, mas pra mim, a morte de Dumbledore era o acontecimento mais importante da série até agora. E deveria ter sido retratado como tal. Fiquei decepcionada.

Não digo que foi completamente desprovida de emoção… não, longe disso. Mas por que não ir mais fundo nessa parte tão essencial para a saga? Por que mudar uma das cenas mais lindas até aqui??? Por que deixar o Harry descer as escadas e encontrar Snape, que o manda ficar quieto – e ele obedece! (?????) – e não simplesmente fazer como é no livro? Por que Dumbledore não enfeitiçou Harry, imobilizando-o, para que ele não pudesse reagir? É tão maravilhoso. A preocupação de Dumbledore, o sacrifício… o filme já não havia tido quase nenhuma ação, por que não caprichar?

E por que diabos excluíram a batalha de Hogwarts?! Eu já sabia que seria assim, mas não imaginei que sentiria tanta falta dessa parte. O que são 10 minutinhos a mais pra um filme de 2 horas e meia?! Tanta coisa importante acontece nessa batalha… e acabou dando a impressão que o Castelo não tinha vigias e que eles saíram pela porta da frente sem nenhum obstáculo.

A relação entre Harry e Dumbledore é tão mais profunda do que parece… É um livro tão lindo! E talvez por isso eu tenha me sentido assim, exigente. Mas a importante fase, que é a preparação para o último livro da saga – os dois últimos filmes – está feita. E com louvor, apesar de toda a minha reclamação. Foi sensacional. Mas me desapontei extremamente no final. Apesar disso, acredito que seja um dos melhores entre os 6 já produzidos. Não se deixem enganar… eu quase amei.

Quase impecável.

Mais duas chances para Yates se aperfeiçoar ainda mais, com Relíquias da Morte partes I e II.

PS: Impressões totalmente pessoais: a Hermione e o Rony são bonitinhos juntos sim, e a Gina e o Harry até que deu… mas a Luna é o máximo, e deveria ficar com o Rony, enquanto a Hermione ficava com o Harry. Utópico, hashHUSuha, mas lindo. Aliás, devo dizer também que o Rony é muito burro. E o Harry também… impressionante! Eu tinha até esquecido. E oMcLaggen é LINDO. E mala.

PS²: Acabei de ver na MTV que já arrecadou mais de 58 milhões nos EUA e no Canadá desde a estréia.

PS³: Se a JK Rowling aceita as mudanças, quem sou eu pra não aceitar?! Pensando nisso, eu percebi que meu “probleminha” com Harry Potter 6 é extremamente pessoal. Tiraram uma das minhas partes favoritas, e eu reagi assim. Acho que é compreensível. Afinal, aquela parte que você já havia lido tanto, se emocinado tanto, imaginado os detalhes tantas vezes, parte que eu esperava com ansiedade… simplesmente não aconteceu e isso fez com que “perdesse sua magia”, um pouco só. :P Coisas de fã.

 

Publicado por: Lê Scalia

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