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The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore (Melhor Curta de Animação Oscar 2012)

Este foi o filme que ganhou o Oscar de Melhor Curta de Animação no último domingo (26) na maior premiação de cinema do mundo. Sem nenhum diálogo (agora tá na moda filme mudo então?), o curta faz uma bela homenagem à leitura e também a todos as pessoas apaixonadas por livros. Por que livros voadores? Porque eles dão asas à imaginação! ;)

Oscar 2012: poucas surpresas e alguns erros

O Oscar tem se tornado mais previsível a cada ano que passa. Nem por isso ele perde o valor e nem por isso deixamos de acompanhar a premiação mais importante do Cinema.

Ontem mesmo, cada “And the Oscar goes to…” podia ser facilmente completado por um favorito. Os prêmios técnicos para Hugo, os outros para O Artista, os dois “hits” do ano. Apesar disso, ainda tivemos o que podemos considerar como surpresinhas.

Vale, antes de qualquer outra crítica, falarmos um pouquinho a respeito de como funciona a (polêmica) votação do Oscar (e qual o perfil dos votantes).

Até esse ano, os votos eram enviados pelo correio (isso aí, papelzinho mesmo) e a PwC os tabulava, mas esse sistema irá mudar a partir de 2013. Os velhinhos da Academia terão que usar a internet ano que vem, minha gente.

O processo de votação é dividido em 15 “áreas”, onde cada um dos 6 mil membros dá seu voto no segmento que lhe diz respeito, por exemplo, atrizes votam na melhor atriz, editores votam na montagem, diretores votam no diretor e por aí vai.  É o bom e velho “não sabe, deixa”. Para que não tivéssemos um roteirista escolhendo a melhor mixagem de som o sistema é esse aí, cada um na sua.

Por fim, um grupo específico vota no Melhor Filme.

Outro fator importante é o perfil desse público que compõe a Academia: 94% são brancos, 77% homens e 54% têm mais de 60 anos. Ou seja, se você escolher aleatoriamente um votante da academia pra bater um papo, as chances de que ele seja assim são grandes.

And the Oscar goes to... "Gone with the wind".

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Oscar 2012: A Invenção de Hugo Cabret (Hugo)

Indicações (#11) (recordista do ano!):

Trilha Sonora Original
Direção de Arte
Fotografia
Figurino
Edição
Edição de Som
Mixagem de Som
Efeitos Visuais
Roteiro Adaptado
Melhor Diretor (Martin Scorsese)
Melhor Filme 

Hugo Cabret é um menino que vive na Gare du Nord, estação de trem de Paris, cuidando dos relógios do local. O filme mostra a “aventura” vivida por esse garoto e sua nova amiga. Deixe de lado o mistério, esqueça a tal “aventura”, ignore a invenção do título em português… Hugo é mais que isso, é uma homenagem.

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Oscar 2012: Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud & Incredibly Close)

Indicações (#2):

Melhor Ator Coadjuvante (Max Von Sydow)
Melhor Filme 

Extremely Loud & Incredibly Close (EL&IC) (primeiro filme que tem o título menor em português!) conta a história de Oskar Shell e sua família, uma das tantas vítimas do 11 de setembro. Focada mais no que veio a seguir ao maior atentado terrorista da história norte-americana, o filme surpreende (positivamente) por não se prender ao óbvio.

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Oscar 2012: O Artista (The Artist)

Indicações (#10):

Melhor Filme
Melhor Ator (Jean Dujardin)
Melhor Atriz Coadjuvante (Bérénice Bejo)
Melhor Diretor (Michel Hazanavicius)
Melhor Roteiro Original
Melhor Trilha Sonora
Melhor Direção de Arte
Melhor Fotografia
Melhor Figurino
Melhor Edição

Na década de 1920, George Valentin é um astro do cinema em Hollywood. Com o advento do cinema falado, no entanto, o artista não se adapta e cai no ostracismo. Peppy Miller, jovem que passa a despontar como grande estrela de Hollywood, apaixona-se por Valentin e tenta ajudá-lo a voltar para as câmeras.

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Oscar 2012: Meia-Noite em Paris (Midnight in Paris)

Indicações (#4):

Melhor Filme
Melhor Diretor (Woody Allen)
Melhor Roteiro Original
Melhor Direção de Arte

Gil Pender é um roteirista romântico e sonhador, que quer se mudar a Paris porque acredita que a cidade o ajudará a ter inspiração para escrever. Com uma noiva que não o apoia, Gil sai às ruas de Paris em solitárias caminhadas noturnas. Em uma dessas ocasiões, o escritor vai parar na Paris da década de 20.

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Oscar 2012: Cavalo de Guerra (War Horse)

Indicações (#6)

Trilha Sonora Original
Direção de Arte
Fotografia
Edição de Som
Mixagem de Som
Melhor Filme 

War Horse, como o próprio nome diz, conta a história de um “Cavalo de Guerra”. O filme mostra a história da forte amizade entre um jovem, Albert Narracott, e seu cavalo, Joey. Com a venda do animal à cavalaria do Exército Inglês, acompanhamos a saga de ambos nas trincheiras durante a primeira grande guerra.

“Separated by war, tested by battle, bound by friendship.”

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Oscar 2012: A Árvore da Vida (The Tree of Life)

Indicações (#3):

Fotografia
Melhor Diretor
(Terrence Malick)
Melhor Filme

A Árvore da Vida é focado na relação entre pai e filho de uma família norte-americana comum na década de 50 no Texas. Através disso, expande sua ótica intercalando a história “da vida” ao longo dos séculos, desde o Big Bang até o fim dos tempos.

***A Árvore da Vida é um filme completamente diferente dos outros indicados, por isso, resolvemos convidar alguém diferente para escrever pro blog também. Alguém que tivesse um outro olhar sobre o filme, assim como Malick, que lançou um outro olhar sobre a vida. Dessa forma, chamamos nossa amiga @MarcelaLupoli para passar suas impressões sobre o longa.

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Oscar 2012: Histórias Cruzadas (The Help)

Indicações (#4):

Melhor Atriz (Viola Davis)
Melhor Atriz Coadjuvante (Octavia Spencer)
Melhor Atriz Coadjuvante (Jessica Chastain)
Melhor filme

The Help fala sobre a vida (as dificuldades, as humilhações e os preconceitos) dos negros em Mississipi na década de 60. Foca, especialmente, no lado feminino dessa luta pelos direitos civis: a rotina das empregadas domésticas, responsáveis pela casa e filhos de seus “senhores” brancos.

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Oscar 2012: O Homem que Mudou o Jogo (Moneyball)

Indicações (#6):

Melhor Filme
Melhor Ator (Brad Pitt)
Melhor Ator Coadjuvante (Jonah Hill)
Melhor Roteiro Adaptado
Melhor Edição
Melhor Mixagem de Som

Billy Beane é um ex-jogador de baseball e também diretor geral do Oakland A’s, um time que vive no ostracismo. O desafio de Billy é, então, levantar a equipe sem os milhões de dólares com que os grandes de baseball podem contar. Algo como levar o Rio Preto E.C. para a Libertadores (?).

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